Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de jundiaí - sp

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Q4020577 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.


        Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.


        O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.


        No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.


(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)

*filme de suspense

As vírgulas no trecho “Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância...” (2o parágrafo) foram empregadas pela mesma razão que as vírgulas do trecho:
Alternativas
Q4020576 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.


        Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.


        O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.


        No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.


(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)

*filme de suspense

Assinale a alternativa em que o trecho “Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem...” (1o parágrafo) está reescrito conforme a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q4020575 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.


        Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.


        O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.


        No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.


(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)

*filme de suspense

Considere os trechos a seguir:


•  “O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões...” (3o parágrafo)

•  “... Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife...” (4o parágrafo)


Os termos destacados podem ser respectivamente substituídos, preservando o sentido do contexto em que se encontram, por:

Alternativas
Q4020574 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.


        Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.


        O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.


        No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.


(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)

*filme de suspense

Está empregado em sentido próprio o termo destacado em:
Alternativas
Q4020573 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:


        Há filmes que não apenas contam uma história — eles a pressentem, como se o ar estivesse impregnado de lembranças. O Agente Secreto, longa do diretor e roteirista Kleber Mendonça Filho, é um desses. Em vez de seguir o caminho padrão do espetáculo ou da denúncia óbvia, o diretor pernambucano prefere o som abafado das portas que rangem, dos passos ecoando pelos corredores de uma cidade onde o tempo parece nunca passar por completo. O filme respira a atmosfera de um Brasil de 1977, transformando Recife em palco de um thriller* político sobre medo, culpa e esquecimento.


        Kleber mergulha no terreno mais denso dos segredos. Inspirado por pesquisas sobre o período da ditadura militar e por ecos de filmes de espionagem dos anos 1970, o diretor nos oferece um protagonista dividido: Marcelo (Wagner Moura), aparentemente um técnico de som que retorna à sua cidade natal durante o Carnaval, acaba enredado em uma teia de vigilância, crimes e memórias abafadas ainda sob a mão da ditadura brasileira.


        O filme, que nos é apresentado como um mosaico incompleto de lembranças, silêncios e suspeitas, é menos um filme padrão sobre espionagem e mais um filme sobre o próprio ato de (se) esconder. Kleber Mendonça não oferece respostas fáceis e diretas. O roteiro tem a delicadeza de quem entende que a verdade não se revela em explosões, mas, muitas vezes, em silêncios. O que importa aqui não é o fato histórico em si ou um intrincado arco entre espiões, mas o que o esquecimento (ou a negação) faz conosco.


        No fim, percebemos que O Agente Secreto é sobre o peso do que não se diz, sobre o país que arquiva seus papéis amarelados ou enterra os esqueletos de suas dores, mas que continua a ouvi-las ressoando no fundo do peito. O longa não é um filme marcado por grandes explosões ou cenas impactantes de ação, mas, sim, por pequenas rachaduras e infiltrações. E são essas rachaduras que deixam escapar a luz — a mesma que ilumina Wagner Moura caminhando pelas ruas vibrantes de Recife entre seus segredos e memórias.


(Tais Zago. “‘O Agente Secreto’: quando a memória e a paranoia se tornam as armas mais afiadas da história”. Disponível em: https://www.cafehistoria.com.br. 18.11.2025. Adaptado)

*filme de suspense

De acordo com a opinião da autora, o filme O Agente Secreto
Alternativas
Q3837691 Saúde Pública
De acordo com a Portaria nº 2.436/2017, são diretrizes da Política Nacional de Atenção Básica:
Alternativas
Q3837689 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003

O art. 34 do Estatuto da Pessoa Idosa garante aos idosos, a partir de _________ anos, que não possuam meios para prover sua subsistência, nem de tê-la provida por sua família, o benefício mensal de um salário mínimo, nos termos da Lei Orgânica da Assistência Social (Loas).


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q3837688 Saúde Pública
É importante que o agente comunitário de saúde, nas visitas à família, estimule a mulher a se conhecer, a perceber as mudanças em seu corpo, a realizar o autoexame das mamas, orientando que devem estar alertas para a seguinte observação, entre outras:
Alternativas
Q3837686 Saúde Pública
A coleta de lixo urbano faz parte do saneamento básico e, durante esse procedimento, é fundamental evitar ao máximo perturbar a população. Assim, a coleta em período noturno tem como vantagem e desvantagem, respectivamente:
Alternativas
Q3837685 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O art. 16 do Estatuto da Criança e do Adolescente garante o direito à liberdade, o que compreende corretamente, entre outros, o seguinte aspecto:
Alternativas
Q3837684 Saúde Pública
A população adscrita à Unidade Básica de Saúde (UBS) é aquela que
Alternativas
Q3837683 Saúde Pública
O agente comunitário de saúde (ACS) tem papel fundamental na identificação de possíveis problemas de saúde crônicos na população adulta por ele atendida. Entre essas doenças identificáveis pelo ACS, uma das principais causas de morte é
Alternativas
Q3837682 Saúde Pública

“A integração de diversos setores governamentais e não-governamentais com vistas à solução de problemas complexos cuja característica fundamental é a multidimensionalidade” (Brasil, 2015) é denominada

Alternativas
Q3837681 Saúde Pública

Maria, diarista, acompanhada de seu filho de dois anos de idade, procurou a unidade de pronto atendimento (UPA), relatando que a criança apresentara febre durante a noite e estava tossindo muito. No setor de recepção da UPA, foi informada que seria atendida assim que possível, o que poderia demorar um pouco. Ao final de alguns minutos, foi atendida pela enfermeira, que ouviu as queixas relatadas pela mãe e avaliou o estado de saúde da criança. Finalizando o atendimento, a enfermeira orientou a mãe sobre o próximo atendimento, que poderia demorar um pouquinho e seria realizado pelo médico, e encaminhou Maria e seu filho para a sala de espera. Após cerca de trinta minutos, a criança foi chamada para a consulta médica.


O relato desse caso exemplifica uma situação de 

Alternativas
Q3837679 Saúde Pública
É papel do agente comunitário de saúde, nas ações de controle das arboviroses,
Alternativas
Q3837678 Legislação Federal
Segundo a Lei nº 11.350/2066 e suas atualizações, no modelo de atenção em saúde fundamentado na assistência multiprofissional em saúde da família, é considerada atividade precípua do agente comunitário de saúde, em sua área geográfica de atuação:
Alternativas
Q3837677 Saúde Pública
Segundo o calendário de vacinação do Estado de São Paulo, ao nascer, a criança deve receber a 1ª dose da vacina 
Alternativas
Q3837675 Saúde Pública
De acordo com as recomendações do Ministério da Saúde, ao realizar a visita domiciliar para acompanhamento de uma criança no primeiro mês de vida, nascida em uma maternidade, o agente comunitário de saúde deve perguntar se
Alternativas
Q3837674 Saúde Pública
O conhecimento dos pontos vulneráveis ou frágeis da região, como áreas de risco ambientais, locais de risco sociais, famílias em situação de maior vulnerabilidade socioambiental e sanitária, agregados de moradores de rua ou em situação muito precária, bem como os pontos positivos, como áreas de lazer, centros culturais, organizações não governamentais que ofereçam oportunidades diferentes aos usuários, locais onde existam atividades para idosos, organizações religiosas e suas atividades para a população, são importantes para a realização do trabalho do agente comunitário de saúde (ACS). Esse conhecimento possibilita ao ACS a compreensão
Alternativas
Q3837673 Saúde Pública

O agente comunitário de saúde João, em sua primeira semana de trabalho, participou de uma visita domiciliar. Durante a visita, notou que a família era formada por duas mulheres e três filhos. Ele disse que deveria apontar em seu relatório uma visita domiciliar a cinco pessoas e não a uma família, já que não era composta por um homem e uma mulher. Para orientar João nesse contexto, é importante que o responsável pela equipe fale sobre importância de

Alternativas
Respostas
21: A
22: A
23: C
24: D
25: C
26: A
27: C
28: C
29: E
30: C
31: E
32: A
33: D
34: D
35: C
36: B
37: B
38: A
39: C
40: D