Questões de Concurso
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Uma criança de oito anos de idade vem sendo tratada de anemia ferropriva há três anos. Não foi verificado aumento dos níveis de hemoglobina plasmática, nesse período. Trata-se de criança ativa, saudável, sem palidez cutaneomucosa nem visceromegalias. Sua alimentação foi feita sempre dentro do padrão normal em cada faixa etária, e a criança tem bom apetite. O exame físico é normal. Diagnóstico de anemia ferropriva foi formulado após avaliação hematológica rotineira, na qual se identificou nível de hemoglobina de 10 g/dL, microcitose e hipocromia moderadas. A criança submeteu-se, nesse período, a três ciclos de tratamento com sulfato ferroso, em dose adequada, por três meses em cada ciclo. A medicação foi corretamente ministrada pela mãe, sem interrupções. Apesar dos ciclos de tratamento, a hemoglobina permaneceu no mesmo nível inicial. O hemograma feito por ocasião da consulta atual mostrou hemoglobina de 10,2 g/dL e reticulocitose moderada. O restante do exame é normal.
Com referência a esse quadro clínico, julgue o item subseqüente.
A anemia falciforme, na forma heterozigótica, é uma das
principais causas de anemia hipocrômica e microcítica e
pode ser confundida com a carência de ferro.
Uma criança de oito anos de idade vem sendo tratada de anemia ferropriva há três anos. Não foi verificado aumento dos níveis de hemoglobina plasmática, nesse período. Trata-se de criança ativa, saudável, sem palidez cutaneomucosa nem visceromegalias. Sua alimentação foi feita sempre dentro do padrão normal em cada faixa etária, e a criança tem bom apetite. O exame físico é normal. Diagnóstico de anemia ferropriva foi formulado após avaliação hematológica rotineira, na qual se identificou nível de hemoglobina de 10 g/dL, microcitose e hipocromia moderadas. A criança submeteu-se, nesse período, a três ciclos de tratamento com sulfato ferroso, em dose adequada, por três meses em cada ciclo. A medicação foi corretamente ministrada pela mãe, sem interrupções. Apesar dos ciclos de tratamento, a hemoglobina permaneceu no mesmo nível inicial. O hemograma feito por ocasião da consulta atual mostrou hemoglobina de 10,2 g/dL e reticulocitose moderada. O restante do exame é normal.
Com referência a esse quadro clínico, julgue o item subseqüente.
Anemia hipocrômica e microcítica sem repercussão sobre o
estado geral e na faixa etária descrita, apesar de revelar
padrão hematológico típico da carência de ferro, não é
exclusiva dessa condição nem é a principal hipótese
diagnóstica, em virtude da reticulocitose moderada
verificada no hemograma do paciente em causa.
Uma criança de oito anos de idade vem sendo tratada de anemia ferropriva há três anos. Não foi verificado aumento dos níveis de hemoglobina plasmática, nesse período. Trata-se de criança ativa, saudável, sem palidez cutaneomucosa nem visceromegalias. Sua alimentação foi feita sempre dentro do padrão normal em cada faixa etária, e a criança tem bom apetite. O exame físico é normal. Diagnóstico de anemia ferropriva foi formulado após avaliação hematológica rotineira, na qual se identificou nível de hemoglobina de 10 g/dL, microcitose e hipocromia moderadas. A criança submeteu-se, nesse período, a três ciclos de tratamento com sulfato ferroso, em dose adequada, por três meses em cada ciclo. A medicação foi corretamente ministrada pela mãe, sem interrupções. Apesar dos ciclos de tratamento, a hemoglobina permaneceu no mesmo nível inicial. O hemograma feito por ocasião da consulta atual mostrou hemoglobina de 10,2 g/dL e reticulocitose moderada. O restante do exame é normal.
Com referência a esse quadro clínico, julgue o item subseqüente.
O quadro, patognomônico de má absorção congênita de ferro, deve ser tratado com ferro intramuscular, a título de prova terapêutica.
Uma criança de três anos de idade, procedente do município de Barreiras, interior da Bahia, apresenta febre diária, de grau moderado, há vinte dias, acompanhada de inapetência, perda de peso e palidez cutaneomucosa. As vacinas estão em dia, e a criança não apresenta vômito nem diarréia. Ao exame físico, registra-se esplenomegalia, com o baço palpável a 4 cm da borda costal. A criança mostra-se apática, emagrecida. Na pele, identificam-se petéquias na região do tronco e nos membros inferiores, além de algumas equimoses. Nota-se, ainda, palidez cutaneomucosa acentuada e gânglios aumentados de volume nas cadeias cervicais, axilares e inguinais. A ausculta cardiopulmonar é normal e a freqüência respiratória também é normal. Os exames laboratoriais revelaram anemia normocrômica e normocítica, com dosagem de hemoglobina de 8 g/dL. A contagem de plaquetas foi de 30.000/mm3 e a de leucócitos, 60.000/mm3 . A eletroforese de proteínas plasmáticas foi normal.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que segue.
O mielograma é o exame mais adequado para definir o
diagnóstico. Esse exame, no entanto, só deverá ser realizado
após a primeira semana de prova terapêutica para calazar,
em virtude do risco de sangramentos decorrentes da
plaquetopenia.
Uma criança de três anos de idade, procedente do município de Barreiras, interior da Bahia, apresenta febre diária, de grau moderado, há vinte dias, acompanhada de inapetência, perda de peso e palidez cutaneomucosa. As vacinas estão em dia, e a criança não apresenta vômito nem diarréia. Ao exame físico, registra-se esplenomegalia, com o baço palpável a 4 cm da borda costal. A criança mostra-se apática, emagrecida. Na pele, identificam-se petéquias na região do tronco e nos membros inferiores, além de algumas equimoses. Nota-se, ainda, palidez cutaneomucosa acentuada e gânglios aumentados de volume nas cadeias cervicais, axilares e inguinais. A ausculta cardiopulmonar é normal e a freqüência respiratória também é normal. Os exames laboratoriais revelaram anemia normocrômica e normocítica, com dosagem de hemoglobina de 8 g/dL. A contagem de plaquetas foi de 30.000/mm3 e a de leucócitos, 60.000/mm3 . A eletroforese de proteínas plasmáticas foi normal.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que segue.
Havendo suspeita de calazar, justifica-se, devido à gravidade
potencial do quadro dessa doença, a instalação imediata do
tratamento específico, a título de prova terapêutica, mesmo
nos locais onde os exames laboratoriais são disponíveis.
Uma criança de três anos de idade, procedente do município de Barreiras, interior da Bahia, apresenta febre diária, de grau moderado, há vinte dias, acompanhada de inapetência, perda de peso e palidez cutaneomucosa. As vacinas estão em dia, e a criança não apresenta vômito nem diarréia. Ao exame físico, registra-se esplenomegalia, com o baço palpável a 4 cm da borda costal. A criança mostra-se apática, emagrecida. Na pele, identificam-se petéquias na região do tronco e nos membros inferiores, além de algumas equimoses. Nota-se, ainda, palidez cutaneomucosa acentuada e gânglios aumentados de volume nas cadeias cervicais, axilares e inguinais. A ausculta cardiopulmonar é normal e a freqüência respiratória também é normal. Os exames laboratoriais revelaram anemia normocrômica e normocítica, com dosagem de hemoglobina de 8 g/dL. A contagem de plaquetas foi de 30.000/mm3 e a de leucócitos, 60.000/mm3 . A eletroforese de proteínas plasmáticas foi normal.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que segue.
A hipótese diagnóstica de leucemia linfoblástica aguda não
pode ser excluída.
Uma criança de três anos de idade, procedente do município de Barreiras, interior da Bahia, apresenta febre diária, de grau moderado, há vinte dias, acompanhada de inapetência, perda de peso e palidez cutaneomucosa. As vacinas estão em dia, e a criança não apresenta vômito nem diarréia. Ao exame físico, registra-se esplenomegalia, com o baço palpável a 4 cm da borda costal. A criança mostra-se apática, emagrecida. Na pele, identificam-se petéquias na região do tronco e nos membros inferiores, além de algumas equimoses. Nota-se, ainda, palidez cutaneomucosa acentuada e gânglios aumentados de volume nas cadeias cervicais, axilares e inguinais. A ausculta cardiopulmonar é normal e a freqüência respiratória também é normal. Os exames laboratoriais revelaram anemia normocrômica e normocítica, com dosagem de hemoglobina de 8 g/dL. A contagem de plaquetas foi de 30.000/mm3 e a de leucócitos, 60.000/mm3 . A eletroforese de proteínas plasmáticas foi normal.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que segue.
Os achados do hemograma dessa criança são característicos do calazar.
Uma criança de três anos de idade, procedente do município de Barreiras, interior da Bahia, apresenta febre diária, de grau moderado, há vinte dias, acompanhada de inapetência, perda de peso e palidez cutaneomucosa. As vacinas estão em dia, e a criança não apresenta vômito nem diarréia. Ao exame físico, registra-se esplenomegalia, com o baço palpável a 4 cm da borda costal. A criança mostra-se apática, emagrecida. Na pele, identificam-se petéquias na região do tronco e nos membros inferiores, além de algumas equimoses. Nota-se, ainda, palidez cutaneomucosa acentuada e gânglios aumentados de volume nas cadeias cervicais, axilares e inguinais. A ausculta cardiopulmonar é normal e a freqüência respiratória também é normal. Os exames laboratoriais revelaram anemia normocrômica e normocítica, com dosagem de hemoglobina de 8 g/dL. A contagem de plaquetas foi de 30.000/mm3 e a de leucócitos, 60.000/mm3 . A eletroforese de proteínas plasmáticas foi normal.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que segue.
A procedência da criança, região endêmica para calazar, associada ao quadro clínico, coloca essa doença como hipótese diagnóstica relevante.
Uma criança de cinco anos de idade apresenta quadro febril há três dias, com tosse produtiva, inapetência e prostração. Sua vacinação é completa e não há qualquer antecedente pessoal ou familiar de imunodeficiência. Ao exame físico, constata-se freqüência respiratória de 48 movimentos respiratórios por minuto, sem tiragem subcostal. A ausculta pulmonar permite identificar estertores crepitantes na região interescapulovertebral direita. À percussão do tórax, detecta-se macicez na mesma área. A expansibilidade torácica está levemente diminuída do lado direito. Observa-se, ainda, palidez cutaneomucosa moderada. Na impossibilidade da realização do exame radiológico, o pediatra diagnosticou pneumonia e prescreveu cloranfenicol por via endovenosa.
Com base no caso clínico descrito acima, julgue o item a seguir.
Considerando os agentes bacterianos mais prevalentes nas
pneumonias que ocorrem na faixa etária em que se situa o
paciente, o cloranfenicol é antibiótico de primeira escolha
por ser bactericida e incluir, no seu espectro de ação, o S.
pneumoniae, a Salmonella sp. e os germes Gram-negativos.
Uma criança de cinco anos de idade apresenta quadro febril há três dias, com tosse produtiva, inapetência e prostração. Sua vacinação é completa e não há qualquer antecedente pessoal ou familiar de imunodeficiência. Ao exame físico, constata-se freqüência respiratória de 48 movimentos respiratórios por minuto, sem tiragem subcostal. A ausculta pulmonar permite identificar estertores crepitantes na região interescapulovertebral direita. À percussão do tórax, detecta-se macicez na mesma área. A expansibilidade torácica está levemente diminuída do lado direito. Observa-se, ainda, palidez cutaneomucosa moderada. Na impossibilidade da realização do exame radiológico, o pediatra diagnosticou pneumonia e prescreveu cloranfenicol por via endovenosa.
Com base no caso clínico descrito acima, julgue o item a seguir.
Ao prescrever cloranfenicol para o tratamento de criança de
cinco anos de idade com pneumonia, o pediatra agiu
corretamente, porquanto o elevado risco de infecção por
Haemophilus influenzae não pode ser afastado nessa faixa
etária.
Uma criança de cinco anos de idade apresenta quadro febril há três dias, com tosse produtiva, inapetência e prostração. Sua vacinação é completa e não há qualquer antecedente pessoal ou familiar de imunodeficiência. Ao exame físico, constata-se freqüência respiratória de 48 movimentos respiratórios por minuto, sem tiragem subcostal. A ausculta pulmonar permite identificar estertores crepitantes na região interescapulovertebral direita. À percussão do tórax, detecta-se macicez na mesma área. A expansibilidade torácica está levemente diminuída do lado direito. Observa-se, ainda, palidez cutaneomucosa moderada. Na impossibilidade da realização do exame radiológico, o pediatra diagnosticou pneumonia e prescreveu cloranfenicol por via endovenosa.
Com base no caso clínico descrito acima, julgue o item a seguir.
O diagnóstico de pneumonia feito pelo pediatra é
improcedente porque foi baseado em critérios unicamente
clínicos, entre os quais freqüência respiratória de
48 movimentos por minuto, que é normal para a idade dessa
criança
Uma criança de cinco anos de idade apresenta quadro febril há três dias, com tosse produtiva, inapetência e prostração. Sua vacinação é completa e não há qualquer antecedente pessoal ou familiar de imunodeficiência. Ao exame físico, constata-se freqüência respiratória de 48 movimentos respiratórios por minuto, sem tiragem subcostal. A ausculta pulmonar permite identificar estertores crepitantes na região interescapulovertebral direita. À percussão do tórax, detecta-se macicez na mesma área. A expansibilidade torácica está levemente diminuída do lado direito. Observa-se, ainda, palidez cutaneomucosa moderada. Na impossibilidade da realização do exame radiológico, o pediatra diagnosticou pneumonia e prescreveu cloranfenicol por via endovenosa.
Com base no caso clínico descrito acima, julgue o item a seguir.
Na faixa etária da criança citada, o agente bacteriano mais
provável como agente etiológico do quadro infeccioso que
ela apresenta é o Streptococcus pneumoniae.
Uma criança de seis anos de idade apresenta aumento de volume das tonsilas palatinas. A mãe procurou o pediatra para ouvir sua opinião sobre indicação de tonsilectomia. Ao exame físico, observa-se que a criança apresenta bom estado geral, crescimento e desenvolvimento normais, com boa coloração de pele e mucosas, bem como ausência de sinais clínicos de estado infeccioso. Os gânglios da cadeia cervical são palpáveis, mas não apresentam sinais inflamatórios. O exame de orofaringe revela hipertrofia das tonsilas em grau +2. O restante do exame é normal.
Tendo em vista o caso clínico descrito, julgue o item subseqüente.
O critério para indicação de tonsilectomia é a ocorrência, nos
cinco primeiros anos de vida, de pelo menos um episódio de
tonsilite aguda por semestre.
Uma criança de seis anos de idade apresenta aumento de volume das tonsilas palatinas. A mãe procurou o pediatra para ouvir sua opinião sobre indicação de tonsilectomia. Ao exame físico, observa-se que a criança apresenta bom estado geral, crescimento e desenvolvimento normais, com boa coloração de pele e mucosas, bem como ausência de sinais clínicos de estado infeccioso. Os gânglios da cadeia cervical são palpáveis, mas não apresentam sinais inflamatórios. O exame de orofaringe revela hipertrofia das tonsilas em grau +2. O restante do exame é normal.
Tendo em vista o caso clínico descrito, julgue o item subseqüente.
A hipertrofia de tonsilas palatinas dessa criança pode ser
apenas o resultado do tipo de crescimento dos órgãos
linfáticos, podendo involuir espontaneamente nos anos
seguintes.
Uma criança de seis anos de idade apresenta aumento de volume das tonsilas palatinas. A mãe procurou o pediatra para ouvir sua opinião sobre indicação de tonsilectomia. Ao exame físico, observa-se que a criança apresenta bom estado geral, crescimento e desenvolvimento normais, com boa coloração de pele e mucosas, bem como ausência de sinais clínicos de estado infeccioso. Os gânglios da cadeia cervical são palpáveis, mas não apresentam sinais inflamatórios. O exame de orofaringe revela hipertrofia das tonsilas em grau +2. O restante do exame é normal.
Tendo em vista o caso clínico descrito, julgue o item subseqüente.
A tonsilectomia não deve ser indicada antes dos dez anos de
idade.
Um recém-nascido de vinte dias de vida vem apresentando dificuldade na amamentação, revelando-se insatisfeito após as mamadas. Sua mãe observa que, ao final de cada mamada, embora a criança tenha boa força de sucção, o seio não se esvazia por completo. O ganho de peso dessa criança é insatisfatório para as primeiras semanas de vida.
Considerando a situação apresentada, julgue o item seguinte
Durante a amamentação, o queixo da criança não deve entrar
em contato com o seio materno porque pode inibir o fluxo
do leite.
Um recém-nascido de vinte dias de vida vem apresentando dificuldade na amamentação, revelando-se insatisfeito após as mamadas. Sua mãe observa que, ao final de cada mamada, embora a criança tenha boa força de sucção, o seio não se esvazia por completo. O ganho de peso dessa criança é insatisfatório para as primeiras semanas de vida.
Considerando a situação apresentada, julgue o item seguinte
Para que a amamentação seja bem-sucedida, é necessário
que, durante a sucção, o lábio superior da criança cubra
totalmente a parte superior da aréola mamária.
Um recém-nascido de vinte dias de vida vem apresentando dificuldade na amamentação, revelando-se insatisfeito após as mamadas. Sua mãe observa que, ao final de cada mamada, embora a criança tenha boa força de sucção, o seio não se esvazia por completo. O ganho de peso dessa criança é insatisfatório para as primeiras semanas de vida.
Considerando a situação apresentada, julgue o item seguinte.
Para uma boa pega do seio, o ventre da criança deve estar
em contato com o ventre de sua mãe.
Um recém-nascido de vinte dias de vida vem apresentando dificuldade na amamentação, revelando-se insatisfeito após as mamadas. Sua mãe observa que, ao final de cada mamada, embora a criança tenha boa força de sucção, o seio não se esvazia por completo. O ganho de peso dessa criança é insatisfatório para as primeiras semanas de vida.
Considerando a situação apresentada, julgue o item seguinte.
A causa mais comum da situação relatada é a pega
inadequada do seio pelo recém-nascido.
Um lactente de quatro meses de vida apresenta estatura de 59 cm e perímetro cefálico de 37 cm. Nasceu de parto normal a termo, sem intercorrências, com peso de nascimento de 2.900 g, estatura de 50 cm e perímetro cefálico de 35 cm. O exame físico é normal.
Acerca dessa situação, julgue o item que segue.
No primeiro ano de vida, o perímetro cefálico de uma
criança corresponde aproximadamente à metade de sua
estatura mais 10 cm.