Questões de Concurso Comentadas para seplan-pi

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Q3550577 Direito Administrativo
Integram a Administração Pública
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Q3550576 Legislação Federal
De acordo com o disposto na Lei federal nº 12.257/2011, é dever da Administração Pública
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Q3550575 Direito Administrativo
Os atos editados pela Administração Pública, por intermédio de seus agentes públicos, veiculando manifestações de vontade, de natureza decisória ou não, constituem
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Q3550574 Direito Administrativo
Dentre os poderes da Administração Pública, pode projetar efeitos externos à esfera da organização administrativa o
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Q3550572 Direito Constitucional
Considere.

I. É vedada sua divisão em Municípios e se rege por lei orgânica, votada em dois turnos com interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços da Câmara Legislativa, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos na Constituição Federal.
II. É dividido em Municípios, regendo-se cada um deles por sua respectiva lei orgânica.
III. Rege-se por lei orgânica, votada em turno único e aprovada por maioria da Câmara Legislativa.
IV. São a ele atribuídas as competências legislativas reservadas aos Estados e Municípios.

De acordo com a Constituição Federal, com relação ao Distrito Federal, está correto o que se afirma APENAS em
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Q3550571 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal, o brasileiro naturalizado que invocar motivo de crença religiosa para eximir-se de obrigação legal a todos imposta, recusando-se, também, a cumprir prestação alternativa, fixada em lei,
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Q3550570 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal, são direitos dos trabalhadores urbanos, além de outros que visem à melhoria da sua condição social:
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Q3550569 Direito Constitucional
Gertrudes é originária de país de língua portuguesa e deseja se naturalizar brasileira, residindo no Brasil ininterruptamente há mais de dois anos e possuindo idoneidade moral. Já Kléber é estrangeiro, originário de país que não tem a língua portuguesa como idioma e também deseja requerer a nacionalidade brasileira, aqui residindo há quase onze anos ininterruptos, não possuindo condenação penal. Nessa situação, considerando apenas as informações fornecidas, de acordo com a Constituição Federal,
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Q3550568 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal, em relação aos direitos políticos:
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Q3550536 História
A passagem da Coluna Prestes pelo estado do Piauí, em 1925, foi um evento histórico marcante para a população das localidades que presenciaram esse episódio, pois
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Q3550535 História
Durante o período colonial, na região onde é hoje o Piauí, a atividade pecuária
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Q3550534 Legislação Estadual
De acordo com a Lei do Processo Administrativo do Estado do Piauí (Lei no 6.782/2016), as decisões dos Secretários de Estado ou dirigente máximo da entidade pública 
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Q3550532 Legislação Estadual
Considere.

I. O Governador do Estado não pode se ausentar do Estado por mais de quinze dias consecutivos, nem do País, por qualquer prazo, sem prévia autorização da Assembleia Legislativa, sob pena de perda do mandato.
II. Aplicam-se ao Governador e ao Vice-Governador, no que couber, as proibições e impedimentos estabelecidos para Deputados Estaduais.
III. Compete privativamente ao Governador do Estado, dentre outras atribuições, prestar, semestralmente, à Assembleia Legislativa, dentro de cento e vinte dias após a abertura do período legislativo, as contas referentes ao exercício anterior e apresentar, no mesmo ato, os relatórios circunstanciados sobre a execução dos planos de governo.

Segundo a Constituição do Estado do Piauí, está correto o que se afirma em
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Q3550531 Administração Pública
[...] Partindo-se do pressuposto de que, nos sistemas de separação de poderes, processos de negociação entre Executivo e Legislativo são o modus operandi do exercício de governar [...], a possibilidade do uso de ações estratégicas e de determinados instrumentos para a formação da legislação não devem ser desconsiderados. Objetivos e estratégias conjugam-se.

Adaptado de: DINIZ, Simone. Interações entre os poderes Executivo e Legislativo no processo decisório: avaliando sucesso e fracasso presidencial. DADOS - Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, v. 48, n. 1, pp. 333 a 369, 2005)

Nos anos mais recentes no Brasil, a relação entre os poderes Executivo e Legislativo no processo de políticas públicas caracteriza-se pela
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Q3550530 Ciência Política
Considere os efeitos sociais e econômicos do Estado de Bem-estar social.

I. O aumento dos recursos públicos destinados aos serviços sociais e à geração de novos postos de trabalho impactaram a distribuição de renda, resultando em mudanças na estratificação social e em novos hábitos de consumo.
II. Tratou-se de um momento de negação dos direitos civis e políticos na Europa em favor da destinação de recursos necessários à sobrevivência de quem se encontrava desempregado ou estava impossibilitado de trabalhar.
III. A expansão dos direitos sociais observada no período estava relacionada ao desenvolvimento das formas de participação democrática e ao aumento do poder político das organizações operárias e das massas de trabalhadores.
IV. Observou-se a gradual separação entre política e economia, como forma de garantir a eficiência e a autonomia dos agentes do mercado na solução de problemas estruturais como a fome, o desemprego e a falta de moradia.

Está correto o que se afirma APENAS em
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Q3550529 Filosofia
[...] pode dirigir as forças do Estado de acordo com a finalidade de sua instituição, que é o bem comum, porque, se a oposição dos interesses particulares tornou necessário o estabelecimento das sociedades, foi o acordo desses mesmos interesses que о possibilitou. O que existe de comum nesses vários interesses forma o liame social e, se não houvesse um ponto em que todos os interesses concordassem, nenhuma sociedade poderia existir. Ora, somente com base nesse interesse comum é que a sociedade deve ser governada.

(Adaptado de: ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social. São Paulo: Nova Cultural, 1999. p. 85)

O conceito de Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) a que se refere o trecho acima é:
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Q3550515 Português
"Que menino especula!"


     Eu era um menino muito perguntador, como quase todas as crianças, e volta e meia tinha que ouvir de um adulto: - Mas você é especula, hein? E eu via logo que ser um menino "especula" não devia ser muito bonito. Nem por isso guardava minhas armas de perguntador: continuava a especular sobre tudo o que não entendia. Eu ainda não conhecia a réplica justa a quem me acusasse de especula: - Mas perguntar não ofende...

    Mais tarde tive a minha vingança. Aprendi que especular é investigar, pesquisar, refletir... Aprendi mais: que os homens muito curiosos, de muito antigamente, olhavam os astros no céu pra ver se entendiam a formação de suas andanças no espaço, seus movimentos regulares. Não contando ainda com a sofisticação de telescópios, valiam-se os antigos de um espelho, um "speculum", que fixavam no chão apontado para o alto. Na superficie plana do espelho refletiam-se os astros iluminados no céu, e nela os astrônomos pioneiros iam marcando a posição e os movimentos dos corpos celestes. Era isso o que também se entendia por especular: observar algo por meio do reflexo de um espelho. Os primeiros astrônomos foram grandes especulas.

    Com o tempo, especulação passou a designar um processo mental abstrato, que formula hipóteses e elabora ideias. Pensamento especulativo, para muitos, é o princípio mesmo da inquirição filosófica.

   Portanto, fui mesmo, e com muita honra, um menino especula, sim senhor. Como quase todas as crianças, estava interessado em saber quanta coisa havia entre o céu e a terra que ia além da nossa filosofia, ou dos nossos olhos terrestres. Da minha maneira, acionava o espelho da minha curiosidade para saber mais coisas dos astros do céu, do tempo cósmico, do destino das esferas -coisas que mesmo um telescópio espacial está longe de conseguir esclarecer, para poder satisfazer os eternos meninos especulas. 


(Alcebíades Villanova, a editar)
No contexto dado, há emprego de uma expressão com sentido conotativo na frase:
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Q3550514 Português
"Que menino especula!"


     Eu era um menino muito perguntador, como quase todas as crianças, e volta e meia tinha que ouvir de um adulto: - Mas você é especula, hein? E eu via logo que ser um menino "especula" não devia ser muito bonito. Nem por isso guardava minhas armas de perguntador: continuava a especular sobre tudo o que não entendia. Eu ainda não conhecia a réplica justa a quem me acusasse de especula: - Mas perguntar não ofende...

    Mais tarde tive a minha vingança. Aprendi que especular é investigar, pesquisar, refletir... Aprendi mais: que os homens muito curiosos, de muito antigamente, olhavam os astros no céu pra ver se entendiam a formação de suas andanças no espaço, seus movimentos regulares. Não contando ainda com a sofisticação de telescópios, valiam-se os antigos de um espelho, um "speculum", que fixavam no chão apontado para o alto. Na superficie plana do espelho refletiam-se os astros iluminados no céu, e nela os astrônomos pioneiros iam marcando a posição e os movimentos dos corpos celestes. Era isso o que também se entendia por especular: observar algo por meio do reflexo de um espelho. Os primeiros astrônomos foram grandes especulas.

    Com o tempo, especulação passou a designar um processo mental abstrato, que formula hipóteses e elabora ideias. Pensamento especulativo, para muitos, é o princípio mesmo da inquirição filosófica.

   Portanto, fui mesmo, e com muita honra, um menino especula, sim senhor. Como quase todas as crianças, estava interessado em saber quanta coisa havia entre o céu e a terra que ia além da nossa filosofia, ou dos nossos olhos terrestres. Da minha maneira, acionava o espelho da minha curiosidade para saber mais coisas dos astros do céu, do tempo cósmico, do destino das esferas -coisas que mesmo um telescópio espacial está longe de conseguir esclarecer, para poder satisfazer os eternos meninos especulas. 


(Alcebíades Villanova, a editar)
É plenamente adequada a correlação entre tempos e modos verbais na seguinte construção:
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Q3550513 Português
"Que menino especula!"


     Eu era um menino muito perguntador, como quase todas as crianças, e volta e meia tinha que ouvir de um adulto: - Mas você é especula, hein? E eu via logo que ser um menino "especula" não devia ser muito bonito. Nem por isso guardava minhas armas de perguntador: continuava a especular sobre tudo o que não entendia. Eu ainda não conhecia a réplica justa a quem me acusasse de especula: - Mas perguntar não ofende...

    Mais tarde tive a minha vingança. Aprendi que especular é investigar, pesquisar, refletir... Aprendi mais: que os homens muito curiosos, de muito antigamente, olhavam os astros no céu pra ver se entendiam a formação de suas andanças no espaço, seus movimentos regulares. Não contando ainda com a sofisticação de telescópios, valiam-se os antigos de um espelho, um "speculum", que fixavam no chão apontado para o alto. Na superficie plana do espelho refletiam-se os astros iluminados no céu, e nela os astrônomos pioneiros iam marcando a posição e os movimentos dos corpos celestes. Era isso o que também se entendia por especular: observar algo por meio do reflexo de um espelho. Os primeiros astrônomos foram grandes especulas.

    Com o tempo, especulação passou a designar um processo mental abstrato, que formula hipóteses e elabora ideias. Pensamento especulativo, para muitos, é o princípio mesmo da inquirição filosófica.

   Portanto, fui mesmo, e com muita honra, um menino especula, sim senhor. Como quase todas as crianças, estava interessado em saber quanta coisa havia entre o céu e a terra que ia além da nossa filosofia, ou dos nossos olhos terrestres. Da minha maneira, acionava o espelho da minha curiosidade para saber mais coisas dos astros do céu, do tempo cósmico, do destino das esferas -coisas que mesmo um telescópio espacial está longe de conseguir esclarecer, para poder satisfazer os eternos meninos especulas. 


(Alcebíades Villanova, a editar)
Ao longo do tempo, a compreensão do termo especula, para o autor do texto,
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Q3550512 Português
"Que menino especula!"


     Eu era um menino muito perguntador, como quase todas as crianças, e volta e meia tinha que ouvir de um adulto: - Mas você é especula, hein? E eu via logo que ser um menino "especula" não devia ser muito bonito. Nem por isso guardava minhas armas de perguntador: continuava a especular sobre tudo o que não entendia. Eu ainda não conhecia a réplica justa a quem me acusasse de especula: - Mas perguntar não ofende...

    Mais tarde tive a minha vingança. Aprendi que especular é investigar, pesquisar, refletir... Aprendi mais: que os homens muito curiosos, de muito antigamente, olhavam os astros no céu pra ver se entendiam a formação de suas andanças no espaço, seus movimentos regulares. Não contando ainda com a sofisticação de telescópios, valiam-se os antigos de um espelho, um "speculum", que fixavam no chão apontado para o alto. Na superficie plana do espelho refletiam-se os astros iluminados no céu, e nela os astrônomos pioneiros iam marcando a posição e os movimentos dos corpos celestes. Era isso o que também se entendia por especular: observar algo por meio do reflexo de um espelho. Os primeiros astrônomos foram grandes especulas.

    Com o tempo, especulação passou a designar um processo mental abstrato, que formula hipóteses e elabora ideias. Pensamento especulativo, para muitos, é o princípio mesmo da inquirição filosófica.

   Portanto, fui mesmo, e com muita honra, um menino especula, sim senhor. Como quase todas as crianças, estava interessado em saber quanta coisa havia entre o céu e a terra que ia além da nossa filosofia, ou dos nossos olhos terrestres. Da minha maneira, acionava o espelho da minha curiosidade para saber mais coisas dos astros do céu, do tempo cósmico, do destino das esferas -coisas que mesmo um telescópio espacial está longe de conseguir esclarecer, para poder satisfazer os eternos meninos especulas. 


(Alcebíades Villanova, a editar)
No contexto dado, o elemento sublinhado é utilizado com sentido pejorativo neste segmento:
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Respostas
1: D
2: A
3: B
4: C
5: B
6: C
7: A
8: D
9: E
10: A
11: B
12: D
13: E
14: A
15: E
16: E
17: A
18: C
19: D
20: B