Questões de Concurso

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Q3575027 História
No primeiro quartel do século XVII, começaram a aparecer fazendas com produção especializada de trigo ou carnes salgadas, gêneros destinados aos engenhos do litoral. O surgimento destas empresas impulsionou a bus ca de índios do sertão pelos moradores, em expedições denominadas “bandeiras” pelos historiadores.
 (John Manuel Monteiro, Vida e morte do índio: São Paulo colonial.  Em: Amanda Cristina Danaga e Edmundo Antonio Peggion,  Povos indígenas em São Paulo: novos olhares. Adaptado)
No contexto apresentado, segundo John Monteiro, as chamadas “bandeiras”
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Q3575026 História

Leia os excertos a seguir:

I. 

Dono de um texto requintado e viril, consagrou-se um articulista famoso em todo o país, fundou seu próprio diário, a Gazeta da Tarde e tornou-se o Tigre do Abolicionismo. Em maio de 1883, criou uma confederação unindo todos os clubes abolicionistas do país.

 II.

A obra Quarto de despejo, escrita por uma moradora de favela, negra, semianalfabeta, causou um grande impacto nos meios acadêmicos. A autora jamais poderia imaginar o poder explosivo que estava contido em seus diários.


 (Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes,  O negro no Brasil de hoje. Adaptado)  Os excertos I e II referem-se, respectivamente, a 
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Q3575025 História
Não se sabe com exatidão a data da deportação dos primeiros africanos para o Brasil. Alguns autores indicam que os africanos foram deportados a partir da primeira metade do século XVI; outros na segunda metade. A única certeza que temos é a de que começaram a chegar no século XVI.
 (Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes,  O negro no Brasil de hoje. Adaptado)   Segundo a obra citada, o início do tráfico africano de escra vizados para a América portuguesa relaciona-se com
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Q3575024 História
A Idade Média Central, em relação às estruturas econômicas, conheceu importantes mudanças nos elementos que tinham caracterizado a fase anterior, entre os séculos IV e X. Em primeiro lugar, a passagem da agricultura dominial para a senhorial. Diante do incremento demográfico que se manifestava desde meados do século X, os mansos da época carolíngia foram divididos em lotes bem menores, com cerca de 3 ou 4 hectares, as tenências. Havia dois tipos básicos delas, ambas de concessão pouco onerosa para o camponês, a censive e a champart.
(Hilário Franco Júnior, Idade Média, nascimento do ocidente. Adaptado)
Outra transformação econômica, segundo Franco Júnior, entre os séculos XI e XIII, foi
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Q3575023 História
Os medievais tinham uma experiência da passagem do tempo bastante diferente da nossa. A Idade Média não se interessava por uma clara e uniforme quantificação do tempo. Os intervalos muito pequenos (segundos) eram simplesmente ignorados, os pequenos (minutos) pouco considerados, os médios (horas) contabilizados grosseiramente por velas, ampulhetas, relógios d’água, observação do Sol. Apenas o clero, por necessidades litúrgicas, estabeleceu um controle maior sobre as horas, contando-as precariamente de três em três a partir da meia-noite. Maior precisão apareceu somente no século XIV, com o relógio mecânico, que porém tinha apenas o ponteiro das horas.  (Hilário Franco Júnior, Idade Média, nascimento do ocidente. 
Adaptado) Segundo Franco Júnior, os medievais calculavam imprecisamente o tempo porque
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Q3575022 História
A África foi vítima do maior holocausto que o mundo já conheceu, desdobrado em dois momentos: o tráfico escravista árabe dos séculos VIII e IX e o mercantilismo europeu dos séculos XV a XIX.
 (Elisa Larkin Nascimento, Sankofa: significado e intenções.  Em: Elisa Larkin Nascimento (org.). A matriz africana no mundo)
 Para Elisa Nascimento, o holocausto europeu na África 
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Q3575021 História
Para que os objetivos da colonização portuguesa em Angola fossem alcançados na íntegra, seria necessário exercer também o domínio cultural. Assim, entre outros documentos, foi instituído o “atestado de assimilação”, por meio do qual se daria ao nativo o estatuto de cidadão português.
(Ismael Diogo da Silva, Angola ontem e hoje. Em: Elisa Larkin  Nascimento (org.). A matriz africana no mundo. Adaptado)
Segundo o artigo citado, para o nativo de Angola, o “atestado de assimilação” significava
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Q3575018 História
O saber histórico na sala de aula tem se caracterizado por um duplo movimento. De um lado, tenta-se compreender aspectos do presente por meio do passado. De outro, busca-se reelaborar a história a partir de novos questionamentos.
(Currículo Paulista)
Segundo o Currículo Paulista, tal perspectiva do saber histórico
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Q3575016 História
No artigo “Cultura escolar como objeto histórico”, Dominique Julia considera que as disciplinas escolares são
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Q3575015 História
Por que seria tão controvertida a utilização das fontes orais? Paul Thompson sugeriu que os velhos professores não gostam de aprender novos truques e resistem ao que percebem ser uma erosão da posição especial do método rankeano. Isso pode ser verdade, mas eu suspeito de que há razões mais profundas, e menos estridentes.
 (Gwyn Prins, História Oral. Em: Peter Burke (org.).
 A escrita da história: novas perspectivas)
Gwyn Prins responde à própria pergunta afirmando que os historiadores
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Q3575014 História
Não procurei resumir para os leitores brasileiros a história da África portuguesa, tampouco “brasilianizar” de qualquer jeito personagens e feitos ultramarinos.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes:  formação do Brasil no Atlântico Sul)
Na obra citada, o autor pretendeu
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Q3575013 História
Contando com um mercado de trabalho compulsório plantado nas aldeias africanas, os colonos da América portuguesa não precisavam efetuar investimentos internamente – em capital, terra e trabalho – para garantir a reprodução ampliada da mão-de-obra autóctone. Convinha mais fazer açúcar para vender na Europa e obter meios de compra de escravos, ou cultivar tabaco e fabricar cachaça para trocar por africanos adultos, do que investir na produção de alimentos, estimular uniões entre os cativos, preservar as mulheres grávidas e as crianças nos engenhos e nas fazendas na expectativa de recolher, a médio prazo, novos trabalhadores cativos nascidos e criados no local.
(Luiz Felipe de Alencastro, O trato dos viventes:
 formação do Brasil no Atlântico Sul
)
A partir do excerto, é correto afirmar que
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Q3575012 História
Na noite do dia 24 para 25 de janeiro de 1835, um grupo de africanos escravizados e libertos ocupou as ruas de Salvador, e durante mais de três horas enfrentou soldados e civis armados. Foi a Revolta dos Malês.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Ainda sobre essa revolta, segundo a obra citada, é correto afirmar que
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Q3575011 História
Considera-se como o país cristão mais antigo da África subsaariana, sem que houvesse contato com a coloniza ção. O cristianismo foi introduzido a partir de Alexandria, durante a ocupação romana do Egito. Salvo uma curta ocupação da Itália no século XX, o país nunca foi ver dadeiramente colonizado. O cristianismo só perdeu sua preponderância perante o islamismo, imposto durante o império otomano.
(Kabenguele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
O excerto apresenta referências
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Q3575010 História
O que Marc Bloch não aceitava em seu mestre Charles Seignobos, principal representante dos historiadores “positivistas”, era iniciar o trabalho do historiador somente com a coleta dos fatos.
(Jacques Le Goff, Prefácio. Em: Marc Bloch, Apologia da história,
 ou, O ofício do historiador
. Adaptado)
Para Marc Bloch, havia uma fase anterior à coleta de fatos, que exige do historiador
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Q3575009 História
 Estudar as crônicas de uma aldeia, o que é feito com enorme frequência hoje em dia, é algo completamente sem sentido. O dever do historiador é estudar as origens daquelas ideias que moldam nossas vidas, não escrever novelas. Basta eu citar um exemplo: há muita conversa atualmente sobre a necessidade de retorno ao mercado. Quem inventou o mercado? Os homens do século dezoito. E na Itália quem se preocupava com isso? Os pensadores do Iluminismo, Genovese e Verri. É importante situar firmemente no centro de nossos estudos as raízes de nossa vida moderna.
(Franco Venturi, Lumi di Venezia. Apud Giovanni Levi. Em: Peter Burke
(org.). A escrita da história: novas perspectivas, 2011, p. 10. Adaptado)
Segundo o excerto, Franco Venturi,
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Q3575008 História
A nova história é a história escrita como uma reação deliberada contra o “paradigma” tradicional. Será conveniente descrever este paradigma tradicional como “história rankeana”. Em prol da simplicidade e da clareza, o contraste entre a antiga e a nova história pode ser resumido em seis pontos.
(Peter Burke (org.). A escrita da história: novas perspectivas. Adaptado)
De acordo com Peter Burke, um dos pontos que diferencia a nova história do paradigma tradicional afirma que
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Q3574732 História e Geografia de Estados e Municípios
A paróquia de Bom Jardim da Serra foi criada em três de maio de 1953, tendo como padroeira Nossa Senhora do Perpetuo Socorro. O primeiro pároco foi o lagunense:
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Q3574730 História e Geografia de Estados e Municípios

Antes da colonização do atual território de Bom Jardim da Serra, habitavam a região os povos __________ e __________, posteriormente exterminados pelo homem branco.


Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?

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Q3574729 História e Geografia de Estados e Municípios
Na narrativa histórica de Bom Jardim da Serra, indicam-se marcos de fixação e nomeação do lugar. Nessa direção, destaca-se:
Alternativas
Respostas
5181: C
5182: D
5183: B
5184: A
5185: C
5186: B
5187: C
5188: A
5189: B
5190: D
5191: B
5192: E
5193: A
5194: B
5195: B
5196: C
5197: E
5198: B
5199: C
5200: A