Questões de Concurso Para instituto unifil

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Q3571999 Meio Ambiente
Os órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios, bem como as fundações instituídas pelo Poder Público, responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental, constituirão o Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA, que tem como órgão superior: 
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Q3571998 Meio Ambiente
O Secretário do Meio Ambiente é, sem prejuízo de suas funções:
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Q3571997 Direito Ambiental
A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana. Assinale a alternativa em acordo com o referido normativo. 
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Q3571996 Direito Ambiental
A Constituição Federal de 1988 assegura que todas as pessoas têm direito a um meio ambiente saudável e equilibrado, que é um bem comum e essencial para a qualidade de vida. Portanto, é dever tanto do Estado quanto da sociedade proteger e preservar o meio ambiente, garantindo que ele esteja disponível não só para as gerações atuais, mas também para as futuras. Sobre o tema, é incorreto afirmar que 
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Q3571995 Engenharia Ambiental e Sanitária
Quais das práticas a seguir podem contribuir para a contaminação dos alimentos?
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Q3571994 Engenharia Ambiental e Sanitária
Quais são os principais tipos de contaminação que podem afetar os alimentos? 
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Q3571993 Meio Ambiente
Qual dos seguintes gases é responsável pela degradação da camada de ozônio? 
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Q3571992 Legislação Municipal
De acordo com o artigo 166 da Lei Orgânica de Fazenda Rio Grande, assinale a alternativa correta.
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Q3571986 Matemática
Uma pessoa iniciou um projeto para realizar caminhadas todos os dias. No primeiro dia, ela caminhou por 20 min e nos demais dias aumentou o tempo de caminhada em 2 min a mais que no dia anterior. Sabendo que a meta inicial foi de chegar ao tempo de 2 horas de caminhada por dia, em quantos dias após iniciar seu projeto ela alcançará a meta estabelecida? 
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Q3571983 Raciocínio Lógico
Considere a proposição “Se João estuda muito então ficará aprovado em um concurso”. Assinale a alternativa que contém a negação dessa proposição. 
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Q3571980 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
Assinale a alternativa cujo trecho a seguir foi reescrito de maneira que não altere seu sentido.
“Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de ‘metas de inflação’”. 
Alternativas
Q3571976 Português
Leia o texto para responder a questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


        “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

        Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

         A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

      Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

      Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

       E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

     Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

      E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

     Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

       Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

       Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

     Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/ 
“Matar dois coelhos” é uma expressão 
Alternativas
Q3571932 Fonoaudiologia
Relacione as colunas de acordo com a classificação do timpanograma (Jerger, 1972) e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Timpanograma Tipo A.
2. Timpanograma Tipo Ar.
3. Timpanograma Tipo Ad.
4. Timpanograma Tipo C.
5. Timpanograma Tipo B.

( ) Timpanograma com pico deslocado para pressão negativa.
( ) Timpanograma plano.
( ) Amplitude reduzida.
( ) Amplitude aumentada.
( ) Normal.  
Alternativas
Q3571931 Fonoaudiologia
A respeito da Classificação do IPRF (Jerger, Speaks, & Trammell, 1968), relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. 100% a 92%
2. 88% a 80%
3. 76% a 60%
4. 56% a 52%
5. Abaixo de 50%

( ) Moderada dificuldade para compreender a fala.
( ) Acentuada dificuldade para acompanhar uma conversa.
( ) Nenhuma dificuldade para compreender a fala.
( ) Ligeira/discreta dificuldade para compreender a fala.
( ) Provavelmente incapaz de acompanhar uma conversa. 
Alternativas
Q3571930 Fonoaudiologia
Sobre as dificuldades de aprendizagem, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. As dificuldades de aprendizagem podem ser transitórias quando suas causas são tratadas ou eliminadas, enquanto os distúrbios permanecem pela vida toda, já que são disfunções do sistema nervoso central.
II. Os Distúrbios de Aprendizagem são causados por problemas no sistema nervoso central que geram dificuldades em áreas específicas da aprendizagem.
III. As dificuldades de aprendizagem pelo sistema nervoso central são detectadas por exames de imagens.
IV. Para lidar com os distúrbios de aprendizagem, é preciso a ajuda de profissionais especializados. 
V. A maior parte dos distúrbios passam a ser percebidos quando as crianças começam a frequentar a escola e, por isso, é necessário que elas estejam inseridas em instituições de ensino de qualidade capazes de ajudá-las. 
Alternativas
Q3571929 Fonoaudiologia
Em linhas gerais, o trabalho do fonoaudiólogo nas redes de atenção pode incluir alguns objetivos, sendo assim, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma sobre esses objetivos e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Contribuir para a construção de linhas de cuidado em cada uma das redes temáticas o trabalho individual.
( ) Buscar a compreensão e a construção da articulação entre os diversos pontos de atenção.
( ) Buscar integrar distintas instâncias de gestão, inclusive comitês gestores.
( ) Participar de padronização de procedimentos e elaboração de protocolos na atenção à saúde.
( ) Participar de ações destinadas ao planejamento, ao monitoramento e à execução de projetos e programas de saúde.
( ) Contribuir no planejamento e condução de estudos epidemiológicos e, consequentemente, na produção de conhecimento para a área de saúde.
( ) Contribuir na informação e no letramento em saúde do usuário do Sistema Único de Saúde.
( ) Fomentar estratégias de educação permanente. 
Alternativas
Q3571928 Saúde Pública
Em 2006, houve um grande movimento denominado Pacto pela Vida, em Defesa do SUS e de Gestão, que visava estabelecer um conjunto de reformas nas relações institucionais e fortalecimento da gestão do SUS. Foram firmados compromissos e definidas seis prioridades e metas no Pacto pela Vida, a serem alcançadas nos municípios, regiões, estados e o país, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Saúde da criança e adolescente.
( ) Controle do câncer do colo do útero e da mama.
( ) Aumento da mortalidade infantil e materna.
( ) Fortalecimento da capacidade de resposta às doenças emergentes e endemias, com ênfase na dengue, hanseníase, tuberculose, malária e influenza.
( ) Promoção da saúde com ênfase na atividade física regular e alimentação saudável.
( ) Fortalecimento da Atenção Básica. 
Alternativas
Q3571927 Fonoaudiologia
Na avaliação da leitura, de acordo com a abordagem cognitiva, deve incluir vários tipos de estímulos, a fim de se verificar a presença ou ausência de alguns efeitos aos quais as vias lexical e fonológica são sensíveis. A via lexical é sensível ao efeito de lexicalidade, frequência e imageabilidade, ao passo que a via fonológica é sensível aos efeitos de regularidade e extensão. Assim, alguns estímulos que a prova deve conter são:

I. palavras e pseudopalavras, pois apenas a via fonológica pode processar as últimas (efeito de lexicalidade).  
II. palavras de ortografia regular e de ortografia irregular, pois apenas a via lexical pode processar as últimas (efeito de regularidade). Em sistemas transparentes como o português, sugere-se o uso de palavras estrangeiras utilizadas em nosso meio, como e , que também são lidas pela via lexical.

III. palavras de função gramatical e palavras polimorfêmicas, para verificar a integridade das conexões diretas entre os dois léxicos (via lexical direta).

IV. palavras frequentes e não frequentes, pois diferenças entre esses estímulos sugerem danos na via lexical. 


V. palavras concretas e abstratas, uma vez que a presença do efeito de imageabilidade (melhor desempenho em palavras concretas que em abstratas) tem sido considerado como indicativo de danos na via lexical.


VI. palavras curtas e longas, uma vez que a via fonológica faz um processamento serial e sua leitura deve ser vulnerável ao efeito de extensão. 
Alternativas
Q3571926 Fonoaudiologia
A atuação do fonoaudiólogo educacional como assessor é ampla e, provavelmente, é a mais disseminada. Há inúmeras ações realizadas por esse profissional, nesta função. Entre elas, podemos destacar, de acordo com a Resolução CFFa 387/104:

I. atuação integrada à equipe escolar, a fim de criar ambientes físicos favoráveis à comunicação humana e ao processo de ensino-aprendizagem.
II. desenvolvimento de ações educativas, formativas e informativas, para disseminação do conhecimento sobre a interface entre comunicação e aprendizagem para os diferentes atores envolvidos no processo de ensino-aprendizagem: gestores, equipes técnicas, professores, familiares e educandos, inclusive intermediando campanhas públicas ou programas intersetoriais. 
III. desenvolvimento de ações institucionais, principalmente de promoção e prevenção, inclusive com a realização de encaminhamentos extra escolares.
IV. participação ativa em processos de formação continuada de profissionais da educação.
V. o fonoaudiólogo educacional deve olhar o cenário no qual a instituição de ensino está contextualizada, e realizar atendimento clínico quando houver demanda de dificuldades de aprendizagem na instituição.
VI. sensibilização e capacitação de educandos, educadores e familiares para a utilização de estratégias comunicativas que possam favorecer a universalização do acesso ao ambiente escolar, o aprendizado e a inclusão escolar e social.  
Alternativas
Q3571925 Fonoaudiologia
Analise as assertivas quanto a respiração que pode ser classificada quanto ao modo em nasal, oral e mista e assinale a alternativa correta.

I. A respiração predominantemente oral também pode ser associada a fatores de natureza não obstrutivas como amamentação materna insuficiente, hábitos orais prolongados e flacidez de músculos da face.
II. As consequências da respiração oral podem ser flacidez de estruturas face como lábios, que pode resultar em lábio superior hipodesenvolvido e inferior espesso e com eversão, dificultando o selamento labial.
III. Os músculos bucinadores, masseteres e temporais podem apresentar flacidez enquanto o músculo mentual se apresenta em hiperfunção. 
IV. A audição merece uma atenção especial nas crianças respiradoras orais, principalmente na faixa entre 5 e 12 anos, período de maior desenvolvimento das habilidades auditivas, visando a evitar flutuação dos limiares da audição e consequentemente prejuízos na aprendizagem. 
Alternativas
Respostas
1841: C
1842: B
1843: C
1844: C
1845: B
1846: D
1847: C
1848: A
1849: A
1850: A
1851: C
1852: B
1853: B
1854: C
1855: B
1856: A
1857: D
1858: D
1859: A
1860: D