Questões de Concurso Para ibam

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Q3745507 Psicologia
O Prof. Mário tem em sua sala de aula um estudante com severa dificuldade de concentração. O estudante é agitado e tem dificuldade de seguir instruções. Interrompe com frequência os colegas, apesar de boa capacidade intelectual. Normalmente, o aluno é muito impulsivo. Esse quadro tipicamente caracteriza:
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Q3745506 História
Na história da Educação, houve um período em que se celebrou a centralidade da razão. A Educação, nesse período, deveria formar indivíduos racionais, críticos e autônomos, com forte crítica à Igreja. Nessa época, fixou-se que o saber científico e filosófico deveria ter primazia sobre a doutrina religiosa. Um dos grandes nomes desse período foi o filósofo Rousseau. Esse modelo de Educação corresponde ao período histórico:
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Q3745505 Pedagogia
As teorias do currículo apresentam diferentes formas de compreender a organização do conhecimento e a função da escola. O Prof. Mateus entende que o currículo deve enfatizar diferenças, identidades, gênero, raça, multiculturalismo e discursos. Tomaz Tadeu da Silva é um dos autores preferidos do Prof. Mateus. Logo, pode-se afirmar que esse docente se filia à seguinte teoria do currículo:  
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Q3745504 Pedagogia
Caracteriza-se como bullying o seguinte fato:  
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Q3745503 Pedagogia
Trata-se de uma perspectiva que defende o direito de todos os alunos à escolarização na escola regular, valorizando a diversidade. Assim, inclui todos os estudantes: com deficiência, altas habilidades/superdotação, transtornos globais do desenvolvimento, além de grupos historicamente excluídos (sociais, culturais, étnicos). Seu maior objetivo é garantir acesso, permanência, participação e aprendizagem em condições de equidade. Essas são as características:
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Q3745502 Pedagogia
É um documento orientador da identidade da escola, que define missão, valores, propostas pedagógicas, organização e gestão participativa. Deve ser construído de forma participativa, envolvendo todos os atores da escola e a comunidade, garantindo a gestão democrática. Enfim, serve como instrumento para garantir a qualidade da educação, a autonomia da escola e o desenvolvimento integral dos alunos. Esse documento denomina-se:
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Q3745501 Pedagogia
O Prof. João preparou uma aula baseada no seguinte tema: “Diversidade ecológica de Cachoeiras de Macacu”. Para isso, resolveu convidar três colegas de trabalho para ajudá-lo a desenvolver o tema. Cada docente visitou a sala do Prof. João em um dia diferente. Ele convidou o professor de Ciências para falar sobre os animais da região. Convidou o professor de Geografia para falar dos principais rios do município. Por fim, convidou o professor de Língua Portuguesa para declamar poemas sobre a natureza. Todos esses professores foram à sala de aula do Prof. João, mas cada disciplina abordou o tema da diversidade ecológica separadamente. Essa atividade é um exemplo de:
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Q3745500 Pedagogia
Há muitas concepções distintas acerca do conceito de planejamento. O Prof. Carlos compreende que o planejamento deve estar ligado à gestão das competências e à regulação das aprendizagens. O mais importante não é apenas planejar conteúdos, mas criar situações de aprendizagem significativas. Essa visão acarreta implicações para a prática docente, pois o foco deve ser a organização do ensino de modo a desenvolver competências, com momentos de avaliação formativa. Pode-se afirmar que a visão de planejamento do Prof. Carlos está em conformidade com o pensamento de:  
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Q3745499 Pedagogia
A Profª Maria Antônia acredita que a avaliação deve medir o nível de aprendizado alcançado pelos alunos, com função classificatória. Geralmente é realizada ao final de um bimestre e classifica os estudantes conforme os níveis de aproveitamento e o rendimento alcançado, tendo os objetivos previamente estabelecidos. Essa é a caracterização da chamada avaliação:
Alternativas
Q3745498 Pedagogia
“Age na manifestação dos interesses do sistema capitalista e na sua divisão entre a burguesia e o proletariado, onde a escola é um ambiente preparatório que atende os indivíduos e os conduz para desempenhar o papel social atrelado às suas habilidades individuais” (Ferreira e Rubim, 2022). Essa definição se refere à Pedagogia:
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Q3745497 Pedagogia
Na história da Educação, a avaliação passou por diversas quebras de paradigma. Saviani (2009) propõe uma esquematização da avaliação segundo teorias da educação, organizando-as em dois grandes grupos: teorias críticas e teorias não críticas. Um exemplo de teoria crítica é a:
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Q3745496 Pedagogia
Wallon é um dos mais importantes teóricos a se debruçar sobre o estudo do desenvolvimento motor da criança, na perspectiva da chamada teoria psicogenética. Segundo esse estudioso, quando a criança faz a descoberta de si como alguém diferente das outras crianças e adultos e quando ela também já é capaz de identificar características singulares entre as pessoas com quem tem contato, ela está no estágio:  
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Q3745495 Pedagogia
A Profª Joana atua na educação infantil. Ela observa que a maior parte das crianças da turma apresenta pensamento egocêntrico e dificuldade para colocar-se no lugar do outro. As crianças misturam realidade com fantasia. Apresentam o chamado pensamento simbólico, anterior às noções de reversibilidade ou à capacidade de abstrações. De acordo com essas características, à luz da proposta de Jean Piaget, esse grupo de crianças está em um determinado estágio de desenvolvimento cognitivo, que é o:
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Q3745494 Pedagogia
Na literatura especializada da área, há várias correntes que procuram descrever como se dá o processo de aprendizagem. A Profª Cláudia entende a aprendizagem como resultado direto de associações entre estímulos e respostas observáveis, sempre mediados por reforços positivos ou negativos. Segundo sua concepção, o reforço é um instrumento educativo central: comportamentos desejados devem ser recompensados imediatamente para aumentar sua frequência; comportamentos indesejados têm seu reforço retirado ou recebem respostas negativas. De acordo com essas características, afirma-se que a Profª Cláudia defende o:  
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Q3745123 História
Leia o trecho de um discurso proferido por Neville Chamberlain em 1938:

“Nós, o Führer e chanceler alemão e o primeiro-ministro britânico, tivemos hoje mais um encontro e concordamos em reconhecer que a questão das relações anglo-germânicas é de primordial importância para os dois países e para a Europa. Consideramos que o acordo assinado na noite passada e o Acordo Naval Anglo-Germânico simbolizam os desejos de ambos os povos de nunca mais guerrearem entre si. Estamos convictos de que o método de consulta será o método adotado para lidar com quaisquer questões concernentes a nossos dois países, e estamos determinados a continuar com nossos esforços para remover possíveis fontes de divergência e, assim, contribuir para assegurar a paz na Europa.”
ENDERS, A.; MORAES, M. & FRANCO, R. História em curso: da antiguidade à globalização. São Paulo: Editora do Brasil; Rio de Janeiro: FGV, 2008. p.313.

A estratégia apresentada ficou conhecida como: 
Alternativas
Q3745122 História
“Foi na França que se verificou o mais ecumênico, transcendental e universal dos acontecimentos históricos até então: a Revolução Francesa. Em nome da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, o povo, liderado pela burguesia, desencadeou o processo de ruptura com o passado. (...) Quem representava, até então, as forças de transformação? O Terceiro Estado, o Povo liderado pela burguesia.”
AQUINO, Rubim. História das sociedades: das sociedades modernas às sociedades atuais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2003. p.165-6. 

Assim como a maioria dos grandes temas na História, também a Revolução Francesa tem a sua historiografia marcada por influências ideológicas, exposição a novos olhares e diversidade de fontes e métodos. O trecho destacado aponta para uma concepção central de uma vertente historiográfica, talvez ainda dominante nas obras didáticas no Brasil, sobre a grandiosa e longeva sequência de eventos que caracteriza esse processo. Todavia, é também bastante reconhecida uma proposta revisionista desta perspectiva expressa no trecho, que se funda no seguinte autor e argumento: 
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Q3745121 História
É notória a intensa rivalidade entre o Estado de Israel e a República Islâmica do Irã. Entender as divergências entre ambos é essencial para que sejam compreendidas historicamente as tensas relações no Oriente Médio e diversos conflitos árabe-israelenses. Podemos dizer que na origem dessa rivalidade encontra-se o seguinte fato:
Alternativas
Q3745120 História
Analise o quadro a seguir, elaborado com apoio de Inteligência Artificial (ChatGPT 4.0) e referenciado pelas obras de Otávio Ianni, Thomas Skidmore, Francisco Weffort e Bóris Fausto, organizando alguns aspectos de diferentes perspectivas sobre o segundo governo de Getúlio Vargas. No entanto, três elementos do quadro foram suprimidos.


Q17.png (617×266)

Os elementos suprimidos, de cima para baixo, estão corretamente apresentados na seguinte alternativa:
Alternativas
Q3745119 História
“Apesar de sua maior profissionalização, os oficiais do Exército não poderiam deixar de ter uma concepção sobre a sociedade e sobre o sistema de poder existente. Durante a presidência do marechal Hermes, um grupo de militares e civis formara uma espécie de grupo de pressão em torno do presidente. Foram chamados de “salvacionistas”, por pretenderem salvar as instituições republicanas. Em que consistia a “salvação”? Tratava-se de reduzir o poder das oligarquias nas áreas onde isso parecia mais fácil e onde eram mais chocantes as desigualdades sociais”.
FAUSTO, Bóris. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009. p.174-5.

Das alternativas abaixo, aquela que contém especificamente uma personagem, um evento e um contexto decorrentes da defesa dos princípios do movimento apontado é a seguinte:  
Alternativas
Q3745118 História
A chamada “Questão religiosa”, correntemente associada à crise do poder imperial no Brasil, tem como mote a condenação à prisão dos bispos de Pernambuco e do Pará, que haviam encerrado irmandades que acolhiam maçons na Igreja católica, conforme orientação do papa Pio IX. Instalada a crise, ela foi resolvida com a soltura dos bispos e a revogação de sua condenação. Mas, no fim, quem ganhou esta disputa entre os poderes temporal e espiritual? Alguns autores, como Kátia Mattoso (Bahia, século XIX: uma província no Império. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992), defendem a tese de que ambos os lados perderam nesta “questão”, argumentando que:  
Alternativas
Respostas
2141: D
2142: D
2143: B
2144: D
2145: A
2146: B
2147: B
2148: C
2149: A
2150: A
2151: D
2152: C
2153: B
2154: B
2155: D
2156: A
2157: D
2158: C
2159: D
2160: B