Questões de Concurso Comentadas para ibam

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Q3989360 História
Ao longo da história republicana brasileira, diferentes tentativas de ruptura institucional – bem-sucedidas ou fracassadas – evidenciam padrões distintos de reação do aparato jurídico-estatal. Quanto a esses padrões, podemos afirmar que: 
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Q3989359 História
A meta síntese do famoso “50 anos em 5” de Juscelino Kubitschek era a construção de Brasília. No entanto, a interiorização da capital do Estado esteve em perspectiva em outros diversos momentos da História brasileira e defendida oficialmente por políticos proeminentes, como: 
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Q3989358 História
A afirmação da República brasileira evidencia muitos dos movimentos políticos os quais permanecem ativos como estratégias de condução das opiniões sociais. Em uma entrevista sobre sua obra 1897 – A República polarizada e o atentado contra Prudente de Morais (Rio de Janeiro: Ayran, 2025), primeiro presidente civil no Brasil, o autor Ely Carneiro de Paiva relata um trecho de uma reportagem de um jornal da época afirmando que “o Conde d’Eu tem remetido dinheiro ao Conselheiro.” Considerado pelo autor uma fake news, tal trecho pode ter como intenção política:
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Q3989357 História
Entre os trechos selecionadas da obra História Concisa do Brasil, de Bóris Fausto (Edusp: 2000), aquele que se refere ao período regencial brasileiro é:  
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Q3989356 História
As reações internas ao modelo político que dominou o processo de independência do Brasil, e que sobretudo o consolidou, podem trazer à luz elementos que contrariam a versão “pacífica” de tal processo consagrada durante muito tempo pela historiografia tida como oficial, o que inclui muitas obras didáticas. Entre esses elementos, aquele que desafiou e venceu as pretensões de unidade territorial da Constituição de 1824 pode ser representado pelo seguinte movimento ou personagem: 
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Q3989355 História
Apesar da diversidade e da longevidade dos processos emancipatórios na América espanhola, bem como suas diferenças fundamentais em relação à independência brasileira, é nas décadas posteriores a essas independências que se evidenciam as maiores diferenças, inclusive na oposição entre fragmentação x centralização territorial. A historiografia latino-americana do século XX, no que tange às ex-colônias, considerando tal aspecto, conceituou os resultados das independências na América espanhola sob o termo: 
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Q3989352 História
A explicação clássica estrutural para o pioneirismo ibérico no movimento de expansão atlântica para a América a partir do século XV tem como elemento central:
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Q3989351 História
A dinâmica populacional da África subsaariana, antes do contato com europeus por volta do século XV, foi marcada por uma expansão de povos e culturas linguísticas semelhantes genericamente denominados bantos (grupo Níger-Congo). Essa lenta e eficiente expansão se deu tanto pela ocupação de territórios quanto pela aculturação de outros grupos. Todavia na porção mais ao sul do continente alguns grupos desenvolveram o conhecimento pastoril e mantiveram-se ali estabelecidos apesar da proximidade e pressão dos bantos. Esses grupos são conhecidos pelo seguinte termo: 
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Q3989350 História
O campo historiográfico que investiga as formas de representação, práticas simbólicas e sistemas de significados produzidos por grupos sociais em diferentes contextos históricos, analisando como constroem sentidos sobre o mundo, deve ser conceituado como:  
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Q3989349 História
“O método histórico só pode ser um método inexato... A história quer ser objetiva e não pode sê-lo. Quer fazer reviver e só pode reconstruir. Ela quer tornar as coisas contemporâneas, mas ao mesmo tempo tem de reconstruir a distância e a profundidade da lonjura histórica.”
RICOUER, P. Histoire de la philosophie et historicité. In LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas: Ed da Unicamp, 2003. p. 22.
A interpretação filosófica de Paul Ricouer acerca da História, assim como sua aproximação com o Historicismo, permite inferir que sua visão sobre essa mesma História se pauta pela:  
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Q3989348 História
“Foi, porém, a partir dos anos 1960 que intelectuais nacionalistas e de esquerda do Rio da Prata promoveram Solano López a líder anti-imperialista. Esse revisionismo que, com o tempo, descambou para posturas populistas, apresenta o Paraguai pré-guerra como um país progressista, onde o Estado teria proporcionado a modernização do país e o bem-estar de sua população, fugindo à inserção na economia capitalista e à subordinação à Inglaterra. Por essa explicação, Brasil e Argentina teriam sido manipulados por interesses britânicos para aniquilar o desenvolvimento autônomo paraguaio.”

DORATIOTO, Francisco. Maldita Guerra: nova história
da Guerra do Paraguai. São Paulo: Companhia das
Letras, 2002. p. 19
A partir da crítica exposta no trecho e à luz das abordagens historiográficas mais recentes, deve-se atribuir à origem da Guerra do Paraguai o seguinte ponto:
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Q3989347 História
“Foi, porém, a partir dos anos 1960 que intelectuais nacionalistas e de esquerda do Rio da Prata promoveram Solano López a líder anti-imperialista. Esse revisionismo que, com o tempo, descambou para posturas populistas, apresenta o Paraguai pré-guerra como um país progressista, onde o Estado teria proporcionado a modernização do país e o bem-estar de sua população, fugindo à inserção na economia capitalista e à subordinação à Inglaterra. Por essa explicação, Brasil e Argentina teriam sido manipulados por interesses britânicos para aniquilar o desenvolvimento autônomo paraguaio.”

DORATIOTO, Francisco. Maldita Guerra: nova história
da Guerra do Paraguai. São Paulo: Companhia das
Letras, 2002. p. 19
A obra cujo excerto foi retirado não se presta a criticar qualquer vertente historiográfica. Todavia, a posição historiográfica apontada no trecho e que, segundo o autor, não alcança uma explicação plausível para a ocorrência do conflito pode ser associada ao seguinte termo: 
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Q3989293 Português
TEXTO: BEBÊS EXPOSTOS À POBREZA APRESENTAM ATRASOS NO DESENVOLVIMENTO MOTOR JÁ AOS SEIS MESES

Maria Fernanda Ziegler

        A pobreza pode afetar o desenvolvimento motor dos bebês já aos seis meses de idade. Essa é a conclusão do primeiro estudo brasileiro que investigou mês a mês a quantidade e a qualidade do desenvolvimento motor e sua relação com a vulnerabilidade socioeconômica nos primeiros meses de vida.

        Conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o trabalho acompanhou 88 bebês dos 3 aos 8 meses, sendo 50 deles em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Os resultados foram publicados na revista Acta Psychologica.

        “Além desses bebês alcançarem marcos motores [como agarrar objetos, virar e sentar] mais tarde que os não expostos à pobreza, eles apresentavam menor diversidade de movimentos, repetindo sempre a mesma estratégia para pegar um brinquedo, por exemplo”, explica Carolina Fioroni Ribeiro da Silva, bolsista da Fapesp cujo estudo foi objeto de seu doutorado.

      Para Eloisa Tudella, professora da UFSCar e orientadora da pesquisa, esses atrasos sutis em lactentes expostos à pobreza podem ter impactos importantes mais adiante, nos períodos pré-escolar e escolar. 

        “Embora não tenha sido o foco direto da pesquisa, evidências indicam que atrasos motores leves no primeiro ano de vida podem influenciar o desenvolvimento global e se associar a problemas comportamentais na idade escolar, incluindo transtorno do déficit de atenção com hiperatividade [TDAH] e transtornos da coordenação”, afirma.

        O estudo mostrou ainda que há espaço para reversão já que, aos oito meses, os atrasos já não eram mais significativos. Essa possibilidade de melhora é atribuída ao engajamento das mães, que passaram a reproduzir em casa as orientações dadas durante as visitas (nenhum pai se apresentou como responsável para receber as pesquisadoras).

        “A maioria das mães expostas à pobreza era adolescente e não sabia como estimular os bebês após o nascimento. Durante as visitas, nós ensinávamos práticas simples, como colocar a criança de barriga para baixo, usar papel amassado como brinquedo ou conversar e cantar para o bebê. Todas as mães se mostraram muito receptivas, copiavam as ações durante as avaliações e passaram a interagir mais com os filhos, favorecendo seu desenvolvimento motor”, conta Silva, atualmente em pós-doutorado na Heinrich Heine University, na Alemanha.

        Conhecidos como “tummy time”, os períodos curtos em que o bebê fica de bruços sobre um tapete, acordado e supervisionado, são indicados para fortalecer cabeça, pescoço, ombros, costas e braços, contribuindo para a preparação da musculatura e a coordenação necessárias para que o bebê seja capaz de rolar, sentar, engatinhar e ficar de pé.

        “Em muitos lares, os bebês passavam mais tempo confinados em carrinhos, com poucas oportunidades para explorar o ambiente, fortalecer os músculos e experimentar diferentes formas de se mover, pois não havia espaço para isso”, afirma Silva.  

        O trabalho utilizou pela primeira vez no Brasil o Infant Motor Profile (IMP), instrumento desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Groningen, na Holanda. Diferente de escalas que avaliam apenas se o bebê atingiu determinado marco motor, o IMP analisa também a qualidade dos movimentos – variação, fluidez, simetria e desempenho. Isso permite identificar precocemente riscos neuromotores, planejar intervenções mais precisas e acompanhar a evolução das crianças ao longo do tempo.

        Segundo Tudella, outra vantagem do instrumento é reduzir a necessidade de avaliações mais caras e complexas, como ressonância magnética em bebês, que em geral exige sedação.

Fonte:
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/02 /bebes-expostos-a-pobreza-apresentam-atrasos-nodesenvolvimento-motor-ja-aos-seis-meses.shtml. Acesso em 12/02/2026. 
“Conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o trabalho acompanhou 88 bebês dos 3 aos 8 meses” (2º parágrafo). A palavra destacada está no: 
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Q3989289 Português
TEXTO: BEBÊS EXPOSTOS À POBREZA APRESENTAM ATRASOS NO DESENVOLVIMENTO MOTOR JÁ AOS SEIS MESES

Maria Fernanda Ziegler

        A pobreza pode afetar o desenvolvimento motor dos bebês já aos seis meses de idade. Essa é a conclusão do primeiro estudo brasileiro que investigou mês a mês a quantidade e a qualidade do desenvolvimento motor e sua relação com a vulnerabilidade socioeconômica nos primeiros meses de vida.

        Conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o trabalho acompanhou 88 bebês dos 3 aos 8 meses, sendo 50 deles em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Os resultados foram publicados na revista Acta Psychologica.

        “Além desses bebês alcançarem marcos motores [como agarrar objetos, virar e sentar] mais tarde que os não expostos à pobreza, eles apresentavam menor diversidade de movimentos, repetindo sempre a mesma estratégia para pegar um brinquedo, por exemplo”, explica Carolina Fioroni Ribeiro da Silva, bolsista da Fapesp cujo estudo foi objeto de seu doutorado.

      Para Eloisa Tudella, professora da UFSCar e orientadora da pesquisa, esses atrasos sutis em lactentes expostos à pobreza podem ter impactos importantes mais adiante, nos períodos pré-escolar e escolar. 

        “Embora não tenha sido o foco direto da pesquisa, evidências indicam que atrasos motores leves no primeiro ano de vida podem influenciar o desenvolvimento global e se associar a problemas comportamentais na idade escolar, incluindo transtorno do déficit de atenção com hiperatividade [TDAH] e transtornos da coordenação”, afirma.

        O estudo mostrou ainda que há espaço para reversão já que, aos oito meses, os atrasos já não eram mais significativos. Essa possibilidade de melhora é atribuída ao engajamento das mães, que passaram a reproduzir em casa as orientações dadas durante as visitas (nenhum pai se apresentou como responsável para receber as pesquisadoras).

        “A maioria das mães expostas à pobreza era adolescente e não sabia como estimular os bebês após o nascimento. Durante as visitas, nós ensinávamos práticas simples, como colocar a criança de barriga para baixo, usar papel amassado como brinquedo ou conversar e cantar para o bebê. Todas as mães se mostraram muito receptivas, copiavam as ações durante as avaliações e passaram a interagir mais com os filhos, favorecendo seu desenvolvimento motor”, conta Silva, atualmente em pós-doutorado na Heinrich Heine University, na Alemanha.

        Conhecidos como “tummy time”, os períodos curtos em que o bebê fica de bruços sobre um tapete, acordado e supervisionado, são indicados para fortalecer cabeça, pescoço, ombros, costas e braços, contribuindo para a preparação da musculatura e a coordenação necessárias para que o bebê seja capaz de rolar, sentar, engatinhar e ficar de pé.

        “Em muitos lares, os bebês passavam mais tempo confinados em carrinhos, com poucas oportunidades para explorar o ambiente, fortalecer os músculos e experimentar diferentes formas de se mover, pois não havia espaço para isso”, afirma Silva.  

        O trabalho utilizou pela primeira vez no Brasil o Infant Motor Profile (IMP), instrumento desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Groningen, na Holanda. Diferente de escalas que avaliam apenas se o bebê atingiu determinado marco motor, o IMP analisa também a qualidade dos movimentos – variação, fluidez, simetria e desempenho. Isso permite identificar precocemente riscos neuromotores, planejar intervenções mais precisas e acompanhar a evolução das crianças ao longo do tempo.

        Segundo Tudella, outra vantagem do instrumento é reduzir a necessidade de avaliações mais caras e complexas, como ressonância magnética em bebês, que em geral exige sedação.

Fonte:
https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2026/02 /bebes-expostos-a-pobreza-apresentam-atrasos-nodesenvolvimento-motor-ja-aos-seis-meses.shtml. Acesso em 12/02/2026. 
No oitavo parágrafo, a expressão “tummy time” é utilizada para designar:
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Q3989283 Geografia
Leia os textos a seguir:
Texto I
Armação dos Búzios consolidou-se como um dos principais destinos turísticos do país a partir da segunda metade do século XX. O crescimento acelerado do setor imobiliário e da atividade turística trouxe impactos como expansão urbana sobre áreas de restinga, pressão sobre lagoas costeiras, aumento da produção de resíduos sólidos e sobrecarga dos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário.
Disponível em: IBGE. Cidades e Estados: Armação dos Búzios (RJ). Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br. Acesso 13 fev. 2026 (adaptado).
Texto II
Relatórios de balneabilidade do Instituto Estadual do Ambiente apontam que o lançamento irregular de esgoto e a deficiência na infraestrutura de saneamento podem comprometer a qualidade da água em praias e lagoas da Região dos Lagos, sobretudo em períodos de maior fluxo turístico, quando a população flutuante amplia significativamente a demanda por serviços urbanos.
Disponível em: Instituto Estadual do Ambiente (INEA). Relatórios de balneabilidade das praias da Região dos Lagos. Governo do Estado do Rio de Janeiro. Acesso 13 fev. 2026 (adaptado).

Segundo os textos e considerando o processo de urbanização em cidades com as funções apresentadas, os problemas socioambientais observados são fruto de:
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Q3989282 Geografia
Todos os dias os centros urbanos sofrem com o aumento da temperatura. Diante do aquecimento global, a degradação desses ambientes traz riscos à saúde da população, desde o desconforto térmico até a ocorrência de doenças causadas pelo calor. Devido ao processo de urbanização, essa mudança na paisagem favorece a ocorrência do fenômeno da ilha de calor urbana (ICU), áreas urbanas com temperaturas mais elevadas que as áreas rurais vizinhas.
ROMERO, Cristhy, W. S. Relação entre as ilhas de calor e uso e ocupação do solo em centros urbanos de pequeno porte utilizando o sensoriamento remoto. São Paulo, UNESP, Geociências, v. 39, n. 1, p. 253 - 268, 2020

O trecho apresenta uma relevante transformação socioambiental típica das cidades, cujo agravamento se intensifica pela: 
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Q3989280 Geografia
Acordo de Parceria Mercosul-União Europeia
O Acordo de Parceria integrará dois dos maiores blocos econômicos do mundo. Juntos, MERCOSUL e UE reúnem cerca de 718 milhões de pessoas e Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente US$ 22,4 trilhões de dólares. Quando examinado pelo volume de comércio, trata-se, ao mesmo tempo, do maior acordo comercial a ser firmado pelo MERCOSUL e um dos maiores dentre os assinados pela UE. Em termos de população e tamanho das economias envolvidas, é um dos maiores acordos do mundo. Em um contexto de crescente protecionismo e unilateralismo comercial, o Acordo é uma sinalização em favor das trocas internacionais como fator para o crescimento econômico.
Disponível em: https://www.gov.br/mre/pt-br/assuntos/politica-externa-comercial-e-economica/agenda-de-negociacoesexternas/factsheet-acordo-de-parceria-mercosul-uniao-europeia. Acesso: 22 fev. 2026. (adaptado).
A assinatura deste acordo entre as partes representa a criação de uma: 
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Q3989279 Geografia
Donald Trump apresentou argumentos a líderes globais no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, sobre por que os Estados Unidos deveriam adquirir a Groenlândia. (...) Alguns pontos, como preocupações com a segurança nacional, já eram conhecidos. A novidade foi sua afirmação de que os EUA detinham o controle da ilha — e têm direito a ela — devido aos seus esforços para defender o território durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), após a invasão da Dinamarca pela Alemanha.
ZURCHER, Anthony. O novo argumento de Trump para anexar a Groenlândia. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/czdqgzqyd44o. Acesso: 21 fev. 2026 (adaptado).
O presidente americano intensificou ameaças de anexar a ilha do Ártico, território com grande importância geoestratégica, visando:  
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Q3989275 Geografia
A mata se fecha, as samambaias caem praticamente sobre o asfalto, os galhos dos pinheiros diante do carro avisam que aqui faz frio, por vezes muito frio. Em diversas ocasiões a cerração grossa foi minha companheira neste trecho. Bem lá no alto, as Agulhas Negras assistem, há décadas, à devastação do vale entre as maiores cidades do país. Inexpugnáveis, seus dois mil, setecentos e tantos metros protegem a parcela interior do sudeste brasileiro. De tantos em tantos tempos a neve aparece, ou aparecia. E dizem que em 1985 um tapete branco de um metro cobriu as rochas mais altas por três dias.
SENRA, Alvaro. Antiroad. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2025, p.25.

A estrutura de relevo sobre a qual a paisagem descrita está assentada denomina-se: 
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Q3989272 Geografia
O desenvolvimento da Geografia como ciência no final do século XIX foi marcado por diferentes interpretações acerca da relação entre sociedade e natureza. Enquanto alguns autores defendiam que o meio natural exercia forte influência sobre os grupos humanos, outros enfatizavam a capacidade de escolha e adaptação das sociedades diante das condições ambientais.
FABRÍCIO, A. R.; ARAÚJO, F. J. da S.; MENDES, J. A. Contribuições teórico-metodológicas de Paul Vidal de La Blache para a Geografia. Revista da Casa da Geografia de Sobral (RCGS), v. 25, n. 1, p. 17–35, 2023. DOI: 10.35701/rcgs.v.25.890.

No período destacado, correntes lablacheanas e ratzelianas buscaram explicar a relação entre sociedade e natureza. A comparação correta entre elas é:
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Respostas
301: A
302: D
303: B
304: B
305: A
306: C
307: C
308: C
309: A
310: C
311: D
312: B
313: A
314: C
315: A
316: C
317: B
318: C
319: B
320: D