Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de campinas - sp

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Q1372069 Português

Atenção: A questão refere-se ao texto abaixo.  


Pequenas injustiças no calor da hora 


Nestes dias tumultuados de incerteza política que estamos vivendo, há outras incertezas de menor visibilidade, que vêm de longe, e fazem parte de um sistema articulado de crise social e de decadência de que anomalias de agora são apenas parte do problema. Os sociólogos definem situações desse tipo como estados de anomia, caracterizados pela perda da eficácia dos valores e das regras sociais que tornam a vida em sociedade possível. O Brasil, aparentemente, está ultrapassando o limite dessa segurança coletiva. Alguns episódios recentes são indicativos do que está acontecendo. 

Alunos do curso de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, a que se juntou um da Pontifícia Universidade Católica, segundo as notícias, na noite do último dia 19, diante da residência estudantil, agrediram a socos e pontapés um estudante do Curso de Veterinária, Nerlei Fidelis, de 31 anos, que estava acompanhado de um sobrinho. Da nação Caingangue, ele é um dos 76 alunos indígenas que ingressaram na Universidade através do vestibular especial ali implantado. (...). Os agressores incriminaram em Nerlei o fato de ser índio, e deram início a agressão com a pergunta “o que esses índios estão fazendo aí?” 

Os preconceitos de vários tipos, no Brasil, raciais, sociais, religiosos, de gênero e outros estão fundados no pressuposto de que cada um é livre e tem direitos nos limites do espaço a ele ou ela destinado. Não se trata, portanto, apenas de racismo, palavra que escamoteia um conjunto grande de preconceitos. Trata-se de uma concepção remotamente fundada no preconceito de casta ou no preconceito estamental, próprio de uma sociedade baseada no pressuposto de que as pessoas nascem e morrem socialmente desiguais. 

O Brasil sempre foi um país intolerante e, de vários modos, autoritário. Construímos um conjunto de disfarces formais e meramente rituais para enfrentar o desconforto da intolerância e das injustiças que dela decorrem. Mas, nos momentos de crise e de tensão sociais, os disfarces derretem-se sob o calor da hora e ficamos nus diante do espelho. Nunca conseguimos construir uma verdadeira identidade social. No papel, sim, mas, na vida, não. Com facilidade tendemos ao corporativismo e são muitos os que se fecham numa identidade restrita, sobreposta ao que deveria ser a identidade de todos, a da Pátria. 

(Adaptado de: MARTINS, José de Souza. Pequenas injustiças no calor da hora. In: O ESTADO DE S. PAULO. Aliás, E2, Domingo, 3 de abril de 2016.) 

No que se refere às informações presentes no texto e ao posicionamento assumido pelo autor, considere as afirmativas a seguir:
I. A incerteza política que o Brasil vive hoje é a causa do modus operandi de uma sociedade construída nos pilares da intolerância e autoritarismo.
II. No primeiro parágrafo, a expressão “anomalias” tem sentido de “consensos”.
III. O segundo parágrafo é um tipo de argumento por exemplificação, utilizado pelo enunciador para defender seu ponto de vista.
IV. No quarto parágrafo, “corporativismo” tem o sentido de “ação política em que prevalece a defesa de um setor organizado da sociedade em detrimento do interesse público”.
V. No título, a expressão “pequenas injustiças” é utilizada de modo irônico.
Está correto o que se afirma APENAS em
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Q1372068 Pedagogia
Nas Diretrizes Curriculares da Educação Básica para Educação Infantil e para o Ensino Fundamental do Município de Campinas, é apresentado o papel do professor polivalente nos primeiros anos do Ensino Fundamental:
Propor atividades que favoreçam as ações da criança permite que ela vá deslocando os conceitos do plano da ação para o plano do pensamento e isso é fundamental para o trabalho com as crianças dos anos iniciais, que estão formalizando conteúdos e sistematizando conceitos.

Os conteúdos e a metodologia de ensino, nos primeiros anos do Ensino Fundamental, devem contemplar
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Q1372067 Pedagogia
Um dos principais objetivos da prática pedagógica em Educação Matemática é desenvolver o raciocínio do aluno; ensinar o aluno a enfrentar situações novas; dar ao aluno a oportunidade de se envolver com as aplicações da matemática.
Para se atingir estes objetivos têm sido sugeridas metodologias baseadas na
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Q1372066 Pedagogia
Os autores Fernandes e Freitas ao se referirem à avaliação da aprendizagem como um processo, no documento “Indagações sobre o currículo”, do MEC afirmam:
“Ao falarmos de instrumentos utilizados nos processos de avaliação, estaremos falando das tarefas que são planejadas com o propósito de subsidiar, com dados, a análise do professor acerca do momento de aprendizagem de seus estudantes.”
Nessa concepção, a fala adequada de uma professora ao iniciar uma dessas tarefas com sua turma, em um terceiro ano do Ensino Fundamental é:
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Q1372064 Pedagogia
s estudos de Lerner e Sadovsky (1996) evidenciam que os alunos constroem hipóteses em relação ao conhecimento matemático da mesma forma que o fazem na leitura e na escrita. Por isso, muitas vezes a resposta aparentemente errada traz muitas informações de como o aluno pensa para resolver aquela questão. Quando um professor solicita ao aluno que ele escreva o número 294 e ele grafa “200904”, isto pode ser explicado pelas
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Q1372063 Pedagogia
No Documento “Elementos conceituais e metodológicos para definição dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento do ciclo de alfabetização do Ensino Fundamental” (MEC, 2012), que embasa as ações do Pacto Nacional para a Alfabetização na Idade Certa são tratados dois conceitos referentes ao ensino da leitura e escrita, transcritos abaixo.
I. O processo de apropriação do sistema de escrita alfabético. Para que o indivíduo se torne autônomo nas atividades de leitura e escrita, ele precisa compreender os princípios que constituem o sistema alfabético, realizar reflexões acerca das relações sonoras e gráficas das palavras, reconhecer e automatizar as correspondências som-grafia. É certo, portanto, que, na alfabetização, a criança precisa dominar o sistema alfabético, o que demanda que o professor trabalhe explicitamente com as relações existentes entre grafemas e fonemas.
II. O aprendiz precisa avançar rumo a uma alfabetização em sentido lato, a qual supõe não somente a aprendizagem do sistema de escrita, mas também os conhecimentos sobre as práticas, usos e funções da leitura e da escrita, o que implica o trabalho com todas as áreas curriculares e em todo o processo do Ciclo de Alfabetização.
Esses conceitos referem-se, respectivamente, à
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Q1372062 Pedagogia
Uma das diferentes formas de organização do conhecimento é integração/comunicação/dependência existente entre os Componentes Curriculares, que supera a fragmentação do conhecimento [...] que busca romper com a tendência da divisão do pensamento em saberes parcelados e desarticulados entre si (Diretrizes Curriculares da Educação Básica para o Ensino Fundamental Anos Iniciais − Município de Campinas)
A esse processo dá-se o nome de
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Q1372060 Pedagogia
Desde os primeiros dias do desenvolvimento da criança, suas atividades adquirem significado próprio num sistema de comportamento social e, sendo dirigidas a objetivos definidos, são refratadas através do prisma do ambiente da criança. O caminho do objeto até a criança e desta até o objeto passa através de outra pessoa. (VYGOTSKY)
Esse conceito refere-se à:
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Q1372059 Pedagogia
Durante uma aula sobre “direito à moradia”, em uma turma de 4° ano do ensino fundamental, a professora apresentava uma música e discutia com as crianças as características dos locais que viviam. Neste momento, algumas crianças da turma questionam a professora sobre a dengue, uma vez que a comunidade local vivenciava uma epidemia, e muitas crianças demonstravam-se interessadas na discussão. Considerando que a professora não estabeleceu tal doença como conteúdo a ser abordado em seu planejamento, a professora deve
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Q1372057 Pedagogia
A formação dos professores e das professoras devia insistir na constituição deste saber necessário e que me faz certo desta coisa óbvia, que é a importância inegável que tem sobre nós o contorno ecológico, social e econômico em que vivemos. E ao saber teórico desta influência teríamos que juntar o saber teórico-prático da realidade concreta em que os professores trabalham. Já sei, não há dúvida, que as condições materiais em que e sob que vivem os educandos lhes condicionam a compreensão do próprio mundo, sua capacidade de aprender, de responder aos desafios. Preciso, agora, saber ou abrir-me à realidade desses alunos com quem partilho a minha atividade pedagógica. Preciso tornar-me , se não absolutamente íntimo de sua forma de estar sendo, no mínimo, menos estranho e distante dela. E a diminuição de minha estranheza ou de minha distância da realidade hostil em que vivem meus alunos não é uma questão de pura geografia. Minha abertura à realidade negadora de seu projeto de gente é uma questão de real adesão de minha parte a eles e a elas, a seu direito de ser.
  Paulo Freire defendia que problematizar as causas da opressão e reconhecer as pessoas como seres condicionados, mas não determinados, é um imperativo ético na relação educador-educando.
Sendo assim, a prática docente  
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Q1372056 Pedagogia

Segundo as Diretrizes Curriculares da Educação Básica para a Educação Infantil do Município de Campinas (2013),


 As Diretrizes Curriculares não são prescrições. Norteiam as práticas pedagógicas, levando-se em conta que conhecimentos se dão nas relações múltiplas que se estabelecem no cotidiano. Apontam caminhos para todos seguirem, de acordo com sua capacidade criadora e inovadora, considerando a especificidade de cada comunidade educativa. Portanto, Diretriz Curricular se constitui em princípios que orientam o trabalho educativo e currículo é o que se configura no cotidiano.


Um aspecto destacado neste documento em relação à sua concepção de currículo é: 

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Q1372055 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais de Educação Infantil (DCNs − Parecer CNE/CEB n° 05/2009), As instituições de Educação Infantil devem criar procedimentos para acompanhamento do trabalho pedagógico e para avaliação do desenvolvimento das crianças sem objetivo de seleção, promoção ou classificação (...). Considerando as DCNs de Educação Infantil e os estudos sobre avaliação na educação infantil, é correto afirmar:
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Q1372054 Pedagogia

Na discussão sobre os ambientes escolares a arquiteta Mayumi Sousa Lima afirma:

Não existem espaços vazios de significados... O espaço físico isolado do ambiente só existe na cabeça dos adultos para medilo, para vendê-lo, para guardá-lo. Para a criança existe o espaço-alegria, o espaço-medo, o espaço-proteção, o espaço-mistério, o espaço-descoberta, enfim, os espaços de liberdade ou de opressão.


Na perspectiva da criação de espaços de liberdade nas escolas considere:


I. Os espaços devem ser organizados com objetos que permitam à criança ter contato com elementos de outras culturas e o convívio com uma ampla diversidade de valores estéticos.

II. Os espaços devem ter funcionalidades previamente definidas e serem separados para uso exclusivo por cada idade das crianças que frequentam a instituição, restringindo as interações entre diferentes faixas etárias que podem oferecer riscos de segurança para os menores.

III. O uso dos espaços não deve se restringir à sala referência da turma. Em especial, o contato com o meio externo e os elementos da natureza são necessários à saúde e à qualidade de vida.

IV. É fundamental, na composição estética do ambiente, a presença das produções infantis nas mais diversas formas de expressão.


Está correto o que se afirma APENAS em

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Q1372052 Pedagogia
Um dos aspectos que tem sido reafirmado desde a década de 1990 nos documentos que normatizam e orientam a educação infantil enquanto primeira etapa da educação básica é o reconhecimento do direito à brincadeira, considerada um modo de ser e estar no mundo das crianças, especialmente das crianças pequenas. Neste sentido, considerando aspectos do brincar nas turmas de bebês e o papel do professor, é correto afirmar:
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Q1372051 Pedagogia
O cotidiano escolar da educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental está permeado por atividades voltadas para diferentes trocas entre pares e aprendizagens em distintas áreas. Contudo, percebe-se certas restrições quanto às práticas artísticas e expressivas das crianças. Observa-se que a rotina diária favorece tempos para algumas práticas em detrimento de outras, prevalecendo um diminuto espaço para pintura, desenho, teatro, dança, escultura e demais expressões em linguagens artísticas. Assim sendo, percebe-se certa escassez de atividades lúdicas e artísticas e quando estão presentes, por vezes, são reduzidas a instrumento para se atingir objetivos de outras áreas ou disciplinas escolares. Essa prática intensifica-se quanto maior a faixa etária da criança e a etapa de ensino.
Diante desse contexto é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q1372050 Pedagogia

Considere as afirmações abaixo.


I. Arte na educação infantil não pode se resumir a poucos momentos contidos em propostas dirigidas em que se instrui para exercícios de habilidades especificas.

II. Na educação infantil não há necessidade de se preocupar com propostas pedagógicas e atividades artísticas sistemáticas.

III. As múltiplas linguagens infantis não são importantes ao trabalho pedagógico em educação infantil.

IV. É importante garantir o acesso a diferentes materiais que possibilitem ricos processos de criação, bem como, organizar espaços em que as crianças possam transitar, ter possibilidades de escolha e ampliar seu repertório visual, musical, corporal, cultural.

V. Embora importantes, as atividades artísticas devem restringir-se a momentos específicos do cotidiano infantil como mais uma atividade disciplinar.


Está correto o que se afirma APENAS em

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Q1372049 Pedagogia
Ao longe é possível observar certa organização de um pequeno grupo de meninas frequentadoras de uma escola de educação infantil. Conversas e combinados expunham uma lógica aparentemente incompreensível aos olhares daqueles que passavam ao redor. A manhã estava mais quente e as blusas de inverno com as quais as crianças vieram para a escola já não seriam necessárias. Tiradas uma a uma e de modo vagaroso, como num lento balé envolvendo tecido e mãos infantis, iam ganhando outra forma: eram transformadas em bonecas criadas com blusas, parecendo verdadeiros bebês. Tal como dobraduras japonesas feitas com papel elas adquiriam formato que permitia às crianças segurarem com firmeza, brincarem, alimentarem “de mentirinha”, ninar os bebês rica e criativamente criados. Esse ato criativo por parte das crianças envolvidas evidenciava uma rica e complexa capacidade de construir culturas e a si mesmas dentro do grupo. A cena descrita poderia ser vista cotidianamente em creches e pré-escolas brasileiras, sofrendo alterações a depender da região geográfica em que estão situadas. Contudo, algo aconteceu. Muito rapidamente a professora chamou a todas para o retorno à sala de aula parando bruscamente a brincadeira que tivera início entre as crianças desconsiderando o que estava acontecendo no grupo infantil. A atitude da professora demonstra uma concepção
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Q1372048 Pedagogia
Discutindo aspectos da Lei n° 10.639/2003, que torna obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas de Educação Básica pública e privada, J. Sales afirma que:
As diferentes formas de expressão identitária não podem ser vistas como essencialmente contrapostas ou adversas, sob pena de transformarmos a sala de aula em palco de acertos de contas. Disso decorre a possibilidade – livre e democrática – de emergência de formas identitárias negadas – como negras e indígenas, evidentemente – através da ação educativa.
Está correto afirmar que:
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Q1372047 Pedagogia
Ao discutir o ensino de história e cultura indígena previsto na Lei n° 11.645/2008, que torna obrigatório esse conteúdo no currículo escolar, Almeida Neto aponta equívocos em determinadas abordagens:
(...) No culto idílico a determinados valores e modo de vida indígenas; na inserção da temática indígena no currículo escolar em momentos muito específicos, como “Dia do Índio”, como exceção que confirma a regra; na pasteurização que empobrece, simplifica e homogeneíza a diversidade dos povos indígenas; na abordagem folclorizada presente em festividades e eventos escolares que trata os indígenas como povos exóticos; (...) na percepção essencialista de culturas indígenas puras, desconsiderando o hibridismo cultural.
Esse autor chama-nos a atenção para o denominado Dia do Índio como data comemorativa, a qual, orienta currículo e práticas pedagógicas tanto na educação infantil, quanto no ensino fundamental. Em função disso, é correto afirmar que
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Q1372046 Pedagogia
Pedro é aluno da turma do primeiro ano do ensino fundamental de uma escola pública e brinca diariamente em sua escola. Estava com vários meninos e meninas e com a professora brincando no pátio externo. Nessa mesma área, Pedro propõe a seus colegas que brincassem de “casinha” e que todos buscassem brinquedos para compor a casa e tarefas de cada um do grupo. Rapidamente as crianças escolhem os brinquedos. Bonecas, carros, vassouras e demais materiais são escolhidos e transformam-se em ricos jogos entre as crianças. Pedro, contudo, ao contrário de outros meninos, opta por brincar com bonecas e coloca um avental de cozinha de forma a tomar o lugar de cozinheiro. Ao sair do pátio em que brincavam, Pedro ouve o chamado de uma das educadoras da escola que lhe interpela sugerindo que não deveria brincar com as bonecas já que se tratava de atividade feminina. Afirma que não ficaria bem para ele e o comprometeria perante os demais colegas. A professora da turma, prontamente, iniciou uma conversa com essa educadora explicando-lhe sobre as diferenças de gênero, sobre os direitos de meninos e meninas escolherem suas brincadeiras e brinquedos, e que os mesmos não tinham essa diferença. Afirmava que intervenções como essa correm o risco de transformar a diferença, em desigualdade de gênero. Ao refletir sobre essa cena do cotidiano, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
321: C
322: B
323: D
324: E
325: C
326: A
327: B
328: C
329: D
330: B
331: E
332: A
333: C
334: D
335: E
336: A
337: A
338: B
339: B
340: D