Questões de Concurso Para ipefae

Foram encontradas 4.851 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3617747 Português
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

(...)

FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
Em “Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional”, a sequência em destaque estabelece ideia de: 
Alternativas
Q3617746 Português
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

(...)

FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
Na passagem “(...) de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação (...)”, se o verbo em destaque fosse substituído pelo verbo implicar, fazendo-se as adaptações necessárias, teríamos, segundo a gramática normativa:
Alternativas
Q3617745 Pedagogia
EDUCAÇÃO INCLUSIVA – UM DIREITO INEGOCIÁVEL

O acesso à educação e o direito à aprendizagem são garantias constitucionais universais, ou seja, previstas a todos os brasileiros como dever do Estado e da família. A diversidade de experiências, habilidades, contextos e capacidades entre estudantes é uma realidade que deve ser celebrada através de práticas educacionais inclusivas. Nas últimas décadas, a insistência em modelos pedagógicos padronizados demonstrou ser pouco eficiente, de modo que a promoção da diversidade como um valor inegociável constrói o futuro e o presente da educação. Quanto mais respeitados em suas diferenças, mais os estudantes e educadores avançam, sejam eles pessoas com ou sem deficiência.

Uma história de lutas e conquistas

Ao falar da educação inclusiva, é crucial resgatar o histórico de lutas, conquistas e estudos que consolidaram essa estratégia pedagógica como um modelo de avanço educacional. Ao longo da década de 90, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e movimentos sociais em defesa dos direitos das pessoas com deficiência se mobilizaram em torno desse tema, o que resultou na publicação de importantes documentos. Desde a Declaração de Salamanca (1994) até a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2006 e incorporada em 2015 à Constituição Federal, na forma da Lei Brasileira de Inclusão (LBI), um amplo cobertor legal se formou para amparar o combate à segregação e ao capacitismo.

Historicamente, a diversidade de habilidades e de características físicas e intelectuais foi categorizada pelo saber médico e científico na forma de padronizações excludentes. Nesse sentido, conformou-se ao longo do século 18 o chamado “corpo normal”, isto é, uma medida arbitrária de humanidade calcada em um conjunto de características tidas como necessárias para se constituir o indivíduo como sujeito de direitos. Uma pessoa que não atendesse a essas expectativas era definida como menos capaz e, por conseguinte, excluída dos espaços de convivência social, de educação e de trabalho. A esse fenômeno histórico e social dá-se o nome de capacitismo, que resulta da exclusão sistemática e estrutural de pessoas com deficiência.

(...)

FONTE: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/emdebate/conteudo-multimidia/detalhe/educacao-inclusiva-um-direito-inegociavel
Sobre o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3617451 Relações Humanas
A atividade de Monitor é de suma importância no cuidado do escolar, uma vez que profissionais de diferentes áreas devem participar cooperativamente desta demanda. Assim, compreendendo o cuidado como parte integrante da educação, com situações que extrapolam a dimensão pedagógica, não podemos considerar que:
Alternativas
Q3617448 Pedagogia
Fora do horário de trabalho, Dilermando, Monitor da Prefeitura de Itobi, encontrou algumas crianças da rede de ensino e notou que elas se colocam em perigo porque não atravessam a rua corretamente. Notando a atitude das crianças, no dia seguinte ao chegar na escola, Dilermando reuniu as crianças e passou dicas de como deveriam fazer para atravessar a rua corretamente.
Diante dos itens a seguir, assinale a alternativa que contemple apenas itens que poderiam ser usados pelo Monitor no aconselhamento das crianças.
I - Sem barulho na rua, não precisa olhar para os lados.
II - Olhe para os dois lados.
III - Atravesse em linha reta.
IV - Corra somente se estiver com pressa.
V - Nunca corra.
VI - Prefira atravessar na esquina.
VII - Atravesse entre os carros parados.
Alternativas
Q3617447 Legislação de Trânsito
O trânsito, como parte fundamental da vida em sociedade, possui suas regras e é importantíssimo que sejam respeitadas, permitindo a convivência harmônica e segura de todos. Com esta intenção, o Monitor, no primeiro dia de aula das crianças, instruiu que ao descerem do ônibus:
Alternativas
Q3617446 Legislação de Trânsito
Giovana, aluna da rede municipal de Itobi, admira tanto o trabalho do motorista de seu ônibus, que sempre diz: “Quando crescer serei motorista de alunos!”. Henrique, o Monitor, apoiando a vontade de Giovana comentou, embasado no art. 138 do CTB, que dentre um dos requisitos necessários para conduzir veículo com escolares, um deles é a categoria de habilitação, que deverá ser: 
Alternativas
Q3617445 Engenharia de Transportes e Trânsito
Sobre a mesma viagem da questão anterior, percebendo que o Monitor conhecia bastante sobre sinalizações, Joana ficou curiosa sobre uma placa que viu com a cor de fundo marrom e perguntou para o Monitor qual o significado.
O Monitor, embasado no Vol. III do Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito do CONTRAN, corretamente afirmou que se tratava de uma:
Alternativas
Q3617444 Legislação de Trânsito
Joana, aluna na rede municipal, estava entusiasmada com a viagem que fez com sua família para o litoral e disse ao Monitor ter percebido a quantidade e diversidade de placas que viu ao longo de todo o percurso. Foi relatando ter notado placas de várias cores e formas, algumas com escritos, outras com flechas, outras com desenhos. O Monitor conversou com Joana sobre a importância de conhecer a sinalização uma vez que ela estabelece regras e fornece informações aos usuários. O servidor do Município viu uma oportunidade educativa e disse a ela que algumas placas indicam os locais onde encontrar os serviços indicados na placa. São placas chamadas “Placas de Serviços Auxiliares”, possuem fundo azul, com desenhos próprios de cada serviço existente. O Monitor foi brincando com Joana, mostrando alguns desenhos e dizendo qual serviço correspondente, dos quais, foram apresentados:
Imagem associada para resolução da questão
Diante dos desenhos apresentados, assinale a alternativa que contenha apenas identificações corretas de Serviços Auxiliares de acordo com o Vol. III do Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito do CONTRAN. 
Alternativas
Q3617443 Legislação de Trânsito
O Art. 65 do CTB prevê que é obrigatório o uso do cinto de segurança para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional. Com vistas a segurança de todos e em respeito as normas da Lei Federal nº 9.503/1997, todos os passageiros do transporte escolar, obrigatoriamente, devem usar o cinto de segurança. O não uso constitui infração de trânsito, classificada, de acordo com o Art. 167, como: 
Alternativas
Q3617442 Legislação de Trânsito
Durante uma atividade de Educação no Trânsito promovida pela escola, pensando em uma situação na qual as crianças possam se deparar, supondo estarem dentro de um carro, os organizadores falaram da importância do que deve ser feito pelo condutor do carro ao se deparar nas vias terrestres com um veículo de polícia ou ambulância durante a efetiva prestação de serviço de urgência.
Amparados pelo item “a” do Inciso VII do Art. 29 do CTB, instruíram que quando os dispositivos de alarme sonoro e iluminação intermitente destes veículos estiverem acionados, indicando a proximidade: 
Alternativas
Q3617441 Legislação de Trânsito
Helena, Monitora na Prefeitura de Itobi, estava com um grupo de crianças na calçada da escola aguardando para embarca-las. Neste momento se lembrou dos conceitos e definições usados no CTB (disposto no Anexo I da Lei Federal nº 9.503/1997) e propôs uma rápida atividade lúdica, perguntando qual criança sabia que uma parte da calçada, onde eles aguardavam, poderia receber outro nome. Nenhuma criança soube dizer e acharam graça quando Helena disse que uma parte da calçada também pode ser chamada de:
Alternativas
Q3617439 Noções de Informática
Uma atividade bastante conhecida e utilizada no Windows como também em seus aplicativos é o Recortar, Copiar e Colar. Ao utilizar o recurso ‘recortar’, aplicado em um arquivo de uma determinada pasta, colando em outra, o usuário copia o arquivo da pasta inicial colando no destino final apagando o registro do lugar onde ele inicialmente ocupava.
Para esta atividade, realizada no computador, é possível utilizar as teclas de atalho, podendo realizar através do teclado algo que faria normalmente com o mouse. Neste caso, para utilizar o recurso “recortar” através do teclado, basta que o usuário pressione as teclas:
Alternativas
Q3617436 Matemática
Para levar seus filhos até a escola, Vinícius tem a opção de abastecer seu carro com álcool ou com gasolina. Quando opta pelo primeiro combustível consegue se deslocar 30 vezes até a escola gastando 20 litros de álcool já quando abastece com gasolina se desloca 36 vezes com 18 litros do combustível. Sabendo que o preço do álcool é de R$ 4,00 e o da gasolina é R$ 0,90 mais caro,
Alternativas
Q3617435 Matemática
O motorista Durval percebeu um acontecimento interessante enquanto transitava pela linha escolar: Na primeira parada entrou uma criança, na segunda parada o dobro da primeira, na terceira o dobro da segunda e assim foi acontecendo o crescimento até a quinta, e última parada. Quantas crianças embarcaram neste percurso?
Alternativas
Q3617434 Matemática
Por determinação da companhia que opera os ônibus escolares, os pontos de embarque dos estudantes deverão distanciar exatamente 3 km um dos outros. No trajeto até a escola, Pedro sobe no segundo ponto estabelecido de um total de 6 paradas do ônibus. Qual a distância percorrida por ele utilizando o transporte escolar sabendo que a escola fica 2 km distante do último ponto de embarque?
Alternativas
Q3617433 Matemática
O quarteirão de escola é composto por duas ruas A e B, paralelas entre si cuja dimensões são de 84 e 102 metros respectivamente. As outras duas ruas que formam essa quadra possuem 70 m cada uma. Portanto, para se dar uma volta no quarteirão da escola se percorre:
Alternativas
Q3617432 Matemática
O professor João mapeou os 27 estudantes do 5º ano B sobre as formas que utilizam para chegar até a escola.
Eis os dados:
• 20 usam carro • 11 usam de van • 10 vão a pé • 7 vão de carro e a pé • 5 vão de carro e de van • 3 vão de van e a pé • 1 vai de carro, van e a pé
Qual a razão entre aqueles que vão apenas de carro com o total de estudantes?
Alternativas
Q3617431 Matemática
Um veículo escolar percorre 35 km por dia para efetuar os deslocamentos dos estudantes do período da manhã (ida e volta) e da tarde (ida e volta). Somando os dois percursos da tarde se encontra uma distância 5 km mais longa que os dois períodos da manhã, que são idênticos. Dessa forma a quilometragem correspondente ao trajeto de ida dos estudantes das manhã é igual a: 
Alternativas
Q3617430 Português
O romance Torto Arado, de Itamar Vieira Junior, contextualiza historicamente as vivências das populações negras rurais no Brasil, especialmente no tocante à negação de direitos fundamentais. Leia-o para responder à questão.

Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e feijão, o quiabo e a abóbora.

VIEIRA JUNIOR, Itamar. Torto Arado. São Paulo: Todavia, 2019, p. 204
O fragmento selecionado da obra Torto Arado é eminentemente narrativo. Essa afirmação se confirma, pois há nele: 
Alternativas
Respostas
2361: B
2362: C
2363: D
2364: B
2365: B
2366: A
2367: D
2368: D
2369: A
2370: C
2371: C
2372: B
2373: B
2374: B
2375: B
2376: B
2377: C
2378: A
2379: C
2380: C