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Q1396028 Contabilidade Geral
A sociedade empresária apresentou, em 31/12/16, a seguinte DRE – Demonstração do Resultado do Exercício:
Imagem associada para resolução da questão

Considerando apenas as informações da DRE – Demonstração do Resultado do Exercício, é correto afirmar que o Valor Adicionado a Distribuir é: 
Alternativas
Q1396027 Contabilidade Geral
Uma sociedade empresária após conciliação das contas constantes de seu Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado do Exercício, relativas ao exercício social de 2017, apurou as seguintes informações necessárias à elaboração da DFC – Demonstração dos Fluxos de Caixa do mesmo exercício social, conforme a seguir:
Aumento de Capital Social (em moeda corrente)              R$ 15.000,00 Aumento de Clientes                                                        (R$ 18.000,00) Venda de Imobilizado                                                        R$ 23.000,00 Aumento de Estoques                                                      (R$ 45.000,00) Aumento de Duplicatas Descontadas                                R$ 12.000,00 Empréstimos de Curto Prazo                                             R$ 34.000,00 Depreciação                                                                         R$ 8.000,00 Aquisição de Imobilizado                                                 (R$ 42.500,00) Aumento de Fornecedores                                                R$ 32.800,00 Redução de Salários a Pagar                                           (R$ 13.400,00) Lucro Líquido do Exercício                                                R$ 22.300,00
Considerando apenas as informações apresentadas anteriormente, após a elaboração da DFC – Demonstração dos Fluxos de Caixa, é correto afirmar que as atividades de:
Alternativas
Q1396026 Contabilidade Geral
A Sociedade Empresária apresentou, em 31/12/2016, as seguintes contas com seus respectivos saldos na sua contabilidade, após destinação do resultado apurado:
Caixa e Equivalentes                                          R$ 28.000,00 Edificações em Uso                                          R$ 188.000,00 Reserva de Ágio na Emissão de Ações             R$ 12.000,00 Terrenos de Uso                                               R$ 235.000,00 Ações em Tesouraria                                          R$ 28.000,00 Fornecedores                                                      R$ 87.500,00 Mercadorias para Revenda                                 R$ 24.000,00 Patentes                                                              R$ 18.500,00 Capital Subscrito                                               R$ 250.000,00 Adiantamento a Fornecedores                            R$ 16.000,00 Reserva de Incentivos Fiscais                             R$ 45.000,00 Veículos de Uso                                                 R$ 138.000,00 Investimentos em Controladas                            R$ 55.000,00 Reserva Legal                                                     R$ 32.500,00 Adiantamento Recebido de Clientes                   R$ 18.000,00 Depreciação Acumulada de Imóveis                   R$ 45.120,00 Gastos com Emissão de Títulos Patrimoniais       R$ 9.000,00 Capital a Integralizar                                             R$ 8.000,00 Salários a Pagar                                                  R$ 35.020,00 Propriedades para Investimentos                        R$ 60.000,00 Impostos a Recolher                                           R$ 33.820,00 Dividendos a Pagar                                             R$ 39.300,00 Reserva Estatutária                                             R$ 42.100,00 Depreciação Acumulada de Veículos                 R$ 55.200,00 Clientes                                                               R$ 85.060,00 Aplicação de Liquidez Imediata                          R$ 25.000,00 Exaustão de Terrenos                                         R$ 47.000,00 Empréstimo Bancário                                        R$ 175.000,00
A partir dos dados apresentados ao final do ano de 2016, o valor total do Patrimônio Líquido é de: 
Alternativas
Q1396025 Contabilidade Geral
Considere uma sociedade empresária que tem como atividade compra e venda de mercadorias. No mês de dezembro de 2018, registrou as seguintes operações:
1 – Adquiriu imobilizado a prazo no valor de R$ 140.000,00; 2 – Considerando que seu estoque de mercadorias em 30/11 estava com saldo zero, adquiriu, a prazo, mercadorias para revenda no valor total de R$ 160.000,00 com ICMS destacado na NF de 18%; 3 – Recebeu de seus clientes R$ 180.000,00 referente a vendas a prazo realizadas no mês de novembro; 4 – Efetuou vendas a prazo de mercadorias no valor de R$ 200.000,00 com ICMS destacado na NF de 12%, ao custo de R$ 105.000,00; 5 – Incorreu em despesas com pessoal no valor de R$ 14.000,00 a serem pagas em janeiro/2019; 6 – Obteve empréstimo no Banco no valor de R$ 60.000,00 com juros de 4% ao mês. Em 31/12 efetuou pagamento de uma parcela no valor de R$ 12.000,00 junto com a parcela de juros do mês; 7 – Efetuou pagamento de salários referente ao mês de novembro/2018 no valor de R$ 12.000,00; 8 – Incorreu em despesas de encargos sociais incidentes sobre a folha do mês no valor de R$ 3.200,00, a serem pagas em janeiro/2019; 9 – Vendeu em 31/12/2018 equipamento adquirido por R$ 85.000,00 para uso próprio em 10/01/2015, com vida útil estimada de 10 anos e valor residual de R$ 10.000,00. O equipamento foi vendido por R$ 50.000,00 (a empresa adota o método linear para cálculo da depreciação); 10 – Contratou seguro contra incêndios em 02/12/2018, com vigência de 12 meses, pelo qual pagou à vista um prêmio de R$ 24.000,00.
Considerando as transações ocorridas o resultado apurado no mês de dezembro de 2018 foi:
Alternativas
Q1396024 Contabilidade Geral
Determinada Sociedade Empresária produtora de celulose possui plantação própria de eucaliptos de onde são extraídos a matéria-prima para o processo produtivo. Em 09/2017 recebeu uma encomenda e, para atendê-la, além das 400 toneladas que tem disponível para produção da celulose, precisou comprar de terceiros outras 200 toneladas de matéria-prima in natura, a fim de atender à encomenda. No mês, momento da colheita da sua produção e na compra de madeira de terceiros, o valor justo da plantação apurado era de 85,00/tonelada e o valor de aquisição de terceiros foi de 75,00/tonelada. Considerando a existência de mercado organizado e que a sociedade irá aplicar, para fins de avaliação e mensuração, o disposto na NBC TG 29 (R2) – Ativos Biológicos, o valor total do custo da matéria-prima a ser utilizado na produção será de:
Alternativas
Q1396023 Contabilidade Geral
A Sociedade Empresária “A” Controladora das Sociedades “B” e de “C” sobre as quais mantém influência e controles recebeu das controladas informações acerca dos resultados líquidos apurados pelas mesmas em 30/12/2016, sendo, respectivamente, R$ 650.000,00 de “B” e, R$ 428.000,00 de “C”, para serem refletidos no Balanço Patrimonial de “A” em 31/12/2016. Considere que a participação de “A” no capital votante das controladas é de 20% em “B” e 25% em “C”, e que o valor inicial dos investimentos registrados na Controladora é de R$ 160.000,00 em “B” e R$ 125.000,00 em “C”. Aplicando-se o MEP – Método de Equivalência Patrimonial em ambas as investidas, o valor contábil final que será registrado no Balanço Patrimonial da Controladora “A” em 31/12/2016 será de:
Alternativas
Q1396022 Contabilidade Geral
Em 25/12/2018 foram encontradas as contas patrimoniais na contabilidade de uma Sociedade Empresária; observe. 1 – Duplicatas Descontadas 2 – Terrenos em Uso 3 – Adiantamentos a Empregados 4 – Adiantamento a Fornecedores 5 – Exaustão Acumulada 6 – Impostos a Recuperar 7 – Adiantamento de Clientes 8 – Encargos Financeiros a Transcorrer 9 – Provisão para 13º Salário 10 – Gastos com Emissão de Títulos 11 – Reserva de Incentivos Fiscais 12 – Capital Subscrito 13 – Empréstimos e Financiamentos 14 – Ações em Tesouraria 15 – Debêntures e Outros Títulos de Dívida
Assinale a sequência numérica que apresenta, respectivamente, contas de “Origens” e de “Aplicações “ de recursos no patrimônio da sociedade.
Alternativas
Q1396021 Contabilidade Geral
Uma empresa comercial revendia três tipos de produtos. Em 31/12/2019 apurou a seguinte situação sobre o estoque:
Produto Valor de aquisição Valor realizável líquido Produto A 92.000,00 89.000,00 Produto B 87.000,00 90.000,00 Produto C 54.000,00 52.000,00
Conforme o disposto na NBC TG 16 (R2) – Estoques, o ajuste ao valor de mercado deverá ser contabilizado. Considerando os dados apresentados, o registro do fato acarretará:
Alternativas
Q1396020 Contabilidade Geral
A empresa Alfa S/A adquiriu 80% de participação na empresa Beta S/A por R$ 300.000,00, passando a controlá-la e sendo esta considerada um negócio. Na data da operação, o patrimônio de Beta S/A apresentava a seguinte situação:
Imagem associada para resolução da questão

Considerando os dados apresentados, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q1396019 Contabilidade Geral
Uma Sociedade Empresária apresentou, em outubro de 2017, as seguintes informações relativas a operações de compras e vendas de mercadorias realizadas no período:
Imagem associada para resolução da questão

No final do mês de setembro/17, o saldo de mercadorias em estoque era igual a R$ 1.455,00, correspondente a 150 unidades. A única venda realizada no mês de outubro/17 ocorreu no dia 27/10/2017, quando foram vendidas 420 unidades. Considerando que a empresa utiliza o Método da Média Ponderada Móvel para avaliação de seus estoques, o Custo de Mercadorias Vendidas (CMV) no mês de outubro de 2017 foi de:
Alternativas
Q1396018 Contabilidade Geral
Uma Sociedade Empresária apresentou, em 30/04/17, as seguintes informações sobre a folha de pagamento de seus funcionários para contabilização nesta data, que será paga até o quinto dia do mês de maio/2017; observe.
Remuneração bruta dos funcionários R$ 210.000,00 INSS – Contribuição Previdenciária Retida dos Funcionários R$ 23.100,00 INSS – Contribuição Previdenciária Patronal R$ 42.000,00 FGTS Calculado sobre o valor bruto R$ 16.800,00
A contabilização das informações sobre a folha de pagamento do mês, considerando apenas os dados apresentados anteriormente, resultará em um aumento no Passivo Circulante de:
Alternativas
Q1396017 Contabilidade Geral
Sociedade Empresária vendeu, no exercício de 2016, matéria-prima para sua controladora por R$ 500.000,00, apurando um lucro na operação de R$ 180.000,00. Em 31/12/16, a controladora possuía em seus estoques 30% das matérias-primas negociadas. Com base nestas informações, em 31/12/16, o ajuste referente a lucros não realizados para fins de cálculo da Equivalência Patrimonial na Controlada era de:
Alternativas
Q1396016 Contabilidade Geral
A Sociedade Empresarial adquiriu, em outubro de 2018, produtos para revenda, a prazo, pelo valor total de R $ 500.000,00 com ICMS de 18% incluído na NF. Pagou à vista seguros referentes à compra no valor de R $ 10.000,00, sem a incidência de ICMS. Durante o mês de outubro de 2018 foram vendidas a prazo 50% das mercadorias pelo valor total de R $ 400.000,00 com impacto de ICMS de 18%. O lançamento contábil que melhor registra ambas as operações de compra e de vendas é:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1238660 Comunicação Social
A era da desinformação 

Não podemos negar que a internet tornou-se um dos principais meios para a disseminação de informações. Em 2018, a rede cruzou a marca de 4 bilhões de usuários. Mais da metade da população mundial está conectada a ela. Este ano, o consumo diário de mídia online passará o de TV. A tendência é que a diferença se acentue nos próximos anos. 
Graças às redes sociais e as plataformas de comunicação instantânea, a distância entre as pessoas diminui drasticamente. Já a velocidade de disseminação de informação aumentou de maneira brutal. Quando uma informação – um meme, ou uma notícia – cai na malha, ela é rapidamente replicada e enviada a outros pontos da rede. Quantas vezes não recebemos a mesma mensagem em diferentes grupos de Whastsapp ou vemos aquela notícia repetidas vezes no Twitter e no Facebook? 
Mas não é só a escala e a velocidade da internet que são fatos novos. Ao contrário de seus predecessores – TV e rádio –, a internet está ao alcance de todos. Qualquer pessoa pode usá-la para disseminar suas ideias a milhões. Por outro lado, foi possível dar voz a milhares de pessoas que não eram representadas e que agora têm como lutar por seus direitos. Do outro, colocamos um canhão nas mãos dos que usam a desinformação como ferramenta.
Em 2016, na campanha para a eleição presidencial dos EUA, vimos o surgimento do termo “fake news”. Notícias bem elaboradas, com cara de autênticas, mas que não eram verídicas e foram desenhadas para propagar determinada linha de pensamento. Elas sempre existiram, mas nunca alavancadas com uma plataforma como a internet. Com elas, o arsenal de guerra na era da informação ganhou uma arma de alto calibre. 
Agora, com a popularização da inteligência artificial, as “fake news” estão passando por um processo bem perigoso. Uma das maneiras de combater as notícias falsas era a de trazer ao público evidências claras da manipulação, como imagens, vídeos e áudios que pudessem tirar qualquer dúvida. Porém, ferramentas de síntese computacional estão dando origem ao que chamamos de “deep fakes”, deixando as “fake news” ainda mais robustas. Como os “deep fakes”, é possível, a partir de imagens e vídeos reais, gerar novas imagens e vídeos que colocam as pessoas do material original fazendo coisas que não acorreram – a troca do rosto de uma pessoa por outra, a criação de uma fala completamente fictícia e até a de rostos realistas, mas de pessoas que não existem. 
Esse tipo de manipulação já acontecia. As técnicas, porém, custavam caro, levavam tempo para serem produzidas e a qualidade final não era tão boa. Agora, tudo é feito de maneira cada vez mais automática. Todos sabem que já passou da hora de não acreditar em tudo que se lê e recebe pela internet. Agora é bom deixar de lado o “só acredito vendo”.  
(Por Manuel Lemos – O Estado de São Paulo. Disponível em: https://link.estadao.com.br/noticias/geral,a-era-dadesinformacao,70002915133.  Acesso em: 10/06/2019.) 

De acordo com o texto, a internet pode se tornar uma arma de guerra poderosa, porque: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1238572 Radiologia
Sobre os princípios físicos da ultrassonografia, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1238513 Português
A era da desinformação 

Não podemos negar que a internet tornou-se um dos principais meios para a disseminação de informações. Em 2018, a rede cruzou a marca de 4 bilhões de usuários. Mais da metade da população mundial está conectada a ela. Este ano, o consumo diário de mídia online passará o de TV. A tendência é que a diferença se acentue nos próximos anos. 
Graças às redes sociais e as plataformas de comunicação instantânea, a distância entre as pessoas diminui drasticamente. Já a velocidade de disseminação de informação aumentou de maneira brutal. Quando uma informação – um meme, ou uma notícia – cai na malha, ela é rapidamente replicada e enviada a outros pontos da rede. Quantas vezes não recebemos a mesma mensagem em diferentes grupos de Whastsapp ou vemos aquela notícia repetidas vezes no Twitter e no Facebook? 
Mas não é só a escala e a velocidade da internet que são fatos novos. Ao contrário de seus predecessores – TV e rádio –, a internet está ao alcance de todos. Qualquer pessoa pode usá-la para disseminar suas ideias a milhões. Por outro lado, foi possível dar voz a milhares de pessoas que não eram representadas e que agora têm como lutar por seus direitos. Do outro, colocamos um canhão nas mãos dos que usam a desinformação como ferramenta.
Em 2016, na campanha para a eleição presidencial dos EUA, vimos o surgimento do termo “fake news”. Notícias bem elaboradas, com cara de autênticas, mas que não eram verídicas e foram desenhadas para propagar determinada linha de pensamento. Elas sempre existiram, mas nunca alavancadas com uma plataforma como a internet. Com elas, o arsenal de guerra na era da informação ganhou uma arma de alto calibre. 
Agora, com a popularização da inteligência artificial, as “fake news” estão passando por um processo bem perigoso. Uma das maneiras de combater as notícias falsas era a de trazer ao público evidências claras da manipulação, como imagens, vídeos e áudios que pudessem tirar qualquer dúvida. Porém, ferramentas de síntese computacional estão dando origem ao que chamamos de “deep fakes”, deixando as “fake news” ainda mais robustas. Como os “deep fakes”, é possível, a partir de imagens e vídeos reais, gerar novas imagens e vídeos que colocam as pessoas do material original fazendo coisas que não acorreram – a troca do rosto de uma pessoa por outra, a criação de uma fala completamente fictícia e até a de rostos realistas, mas de pessoas que não existem. 
Esse tipo de manipulação já acontecia. As técnicas, porém, custavam caro, levavam tempo para serem produzidas e a qualidade final não era tão boa. Agora, tudo é feito de maneira cada vez mais automática. Todos sabem que já passou da hora de não acreditar em tudo que se lê e recebe pela internet. Agora é bom deixar de lado o “só acredito vendo”.  
(Por Manuel Lemos – O Estado de São Paulo. Disponível em: https://link.estadao.com.br/noticias/geral,a-era-dadesinformacao,70002915133.  Acesso em: 10/06/2019.) 

Considerando o que é afirmado no texto sobre a autenticidade das informações que circulam na internet, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1238424 Português
A era da desinformação 

Não podemos negar que a internet tornou-se um dos principais meios para a disseminação de informações. Em 2018, a rede cruzou a marca de 4 bilhões de usuários. Mais da metade da população mundial está conectada a ela. Este ano, o consumo diário de mídia online passará o de TV. A tendência é que a diferença se acentue nos próximos anos. 
Graças às redes sociais e as plataformas de comunicação instantânea, a distância entre as pessoas diminui drasticamente. Já a velocidade de disseminação de informação aumentou de maneira brutal. Quando uma informação – um meme, ou uma notícia – cai na malha, ela é rapidamente replicada e enviada a outros pontos da rede. Quantas vezes não recebemos a mesma mensagem em diferentes grupos de Whastsapp ou vemos aquela notícia repetidas vezes no Twitter e no Facebook? 
Mas não é só a escala e a velocidade da internet que são fatos novos. Ao contrário de seus predecessores – TV e rádio –, a internet está ao alcance de todos. Qualquer pessoa pode usá-la para disseminar suas ideias a milhões. Por outro lado, foi possível dar voz a milhares de pessoas que não eram representadas e que agora têm como lutar por seus direitos. Do outro, colocamos um canhão nas mãos dos que usam a desinformação como ferramenta.
Em 2016, na campanha para a eleição presidencial dos EUA, vimos o surgimento do termo “fake news”. Notícias bem elaboradas, com cara de autênticas, mas que não eram verídicas e foram desenhadas para propagar determinada linha de pensamento. Elas sempre existiram, mas nunca alavancadas com uma plataforma como a internet. Com elas, o arsenal de guerra na era da informação ganhou uma arma de alto calibre. 
Agora, com a popularização da inteligência artificial, as “fake news” estão passando por um processo bem perigoso. Uma das maneiras de combater as notícias falsas era a de trazer ao público evidências claras da manipulação, como imagens, vídeos e áudios que pudessem tirar qualquer dúvida. Porém, ferramentas de síntese computacional estão dando origem ao que chamamos de “deep fakes”, deixando as “fake news” ainda mais robustas. Como os “deep fakes”, é possível, a partir de imagens e vídeos reais, gerar novas imagens e vídeos que colocam as pessoas do material original fazendo coisas que não acorreram – a troca do rosto de uma pessoa por outra, a criação de uma fala completamente fictícia e até a de rostos realistas, mas de pessoas que não existem. 
Esse tipo de manipulação já acontecia. As técnicas, porém, custavam caro, levavam tempo para serem produzidas e a qualidade final não era tão boa. Agora, tudo é feito de maneira cada vez mais automática. Todos sabem que já passou da hora de não acreditar em tudo que se lê e recebe pela internet. Agora é bom deixar de lado o “só acredito vendo”.  
(Por Manuel Lemos – O Estado de São Paulo. Disponível em: https://link.estadao.com.br/noticias/geral,a-era-dadesinformacao,70002915133.  Acesso em: 10/06/2019.) 

O texto, de natureza argumentativa, foi publicado na coluna “Link” do jornal eletrônico O Estado de São Paulo. Pode-se concluir, com base na sua finalidade comunicativa, que esse texto é um representante do gênero: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1237775 Português
Todo filho é pai da morte de seu pai    Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho.  É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. 
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai. 
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. 
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. 
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática.  A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.  Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.  A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.  Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. 
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? 
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete. E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.  Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.  No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:  — Deixa que eu ajudo.  Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo. 
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.  Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.  Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.  Embalou o pai de um lado para o outro.  Aninhou o pai.  Acalmou o pai.  E apenas dizia, sussurrado:  — Estou aqui, estou aqui, pai!  O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.  
(Autor desconhecido. Disponível em: http://www.contioutra.com/todo-filho-e-pai-da-morte-de-seu-pai/. Dezembro de 2016.) 

Considerando que sujeito é o termo da oração que funciona como suporte de uma afirmação feita pelo predicado, assinale a afirmativa transcrita do texto que evidencia sujeito elíptico. 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1237688 Português
Todo filho é pai da morte de seu pai    Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho.  É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. 
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai. 
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. 
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. 
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática.  A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.  Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.  A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.  Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. 
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? 
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete. E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.  Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.  No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:  — Deixa que eu ajudo.  Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo. 
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.  Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.  Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.  Embalou o pai de um lado para o outro.  Aninhou o pai.  Acalmou o pai.  E apenas dizia, sussurrado:  — Estou aqui, estou aqui, pai!  O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.  
(Autor desconhecido. Disponível em: http://www.contioutra.com/todo-filho-e-pai-da-morte-de-seu-pai/. Dezembro de 2016.) 

Em “É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios.” (4º§), é correto afirmar que a ação verbal evidencia uma:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1237678 Português
Todo filho é pai da morte de seu pai    Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho.  É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela – tudo é corredor, tudo é longe.
É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. 
E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai. 
Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta.
E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. 
Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. 
Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática.  A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.  Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes.  A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões.  Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. 
Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? 
Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete. E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.  Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos.  No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:  — Deixa que eu ajudo.  Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo. 
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.  Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.  Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.  Embalou o pai de um lado para o outro.  Aninhou o pai.  Acalmou o pai.  E apenas dizia, sussurrado:  — Estou aqui, estou aqui, pai!  O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.  
(Autor desconhecido. Disponível em: http://www.contioutra.com/todo-filho-e-pai-da-morte-de-seu-pai/. Dezembro de 2016.) 

No trecho “Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.” (24º§), a ocorrência da crase é facultativa. Assinale a afirmativa em que tal fato NÃO ocorre. 
Alternativas
Respostas
2901: D
2902: D
2903: D
2904: X
2905: D
2906: D
2907: D
2908: D
2909: D
2910: D
2911: D
2912: D
2913: X
2914: D
2915: B
2916: B
2917: D
2918: C
2919: D
2920: B