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I. A visita domiciliar deve ser planejada, possuir objetivos definidos e ter registro adequado.
II. Permite a observação direta das condições ambientais e sanitárias dos domicílios.
III. Deve limitar-se exclusivamente à entrega de materiais informativos.
Estão CORRETAS:
I. A abordagem comunitária pressupõe diálogo permanente com a população, valorizando o conhecimento local e a participação social nas ações de prevenção.
II. O planejamento das ações deve preterir as características sociais e culturais do território, priorizando exclusivamente os protocolos técnicos.
III. A atuação comunitária do agente favorece a identificação de fatores ambientais e comportamentais que interferem no processo saúde-doença.
Estão CORRETAS:
I. Integram as atividades do Agente Epidemiológico o desenvolvimento de ações educativas e a mobilização da comunidade voltadas à prevenção e ao controle de doenças e agravos à saúde.
II. Compete ao Agente Epidemiológico a identificação de casos suspeitos de doenças e agravos à saúde, com encaminhamento à unidade de referência e comunicação à autoridade sanitária responsável, quando indicado.
III. A realização de ações de campo envolvendo pesquisa entomológica, malacológica, manejo ambiental e utilização de medidas de controle químico e biológico integra o conjunto de atribuições legais do Agente Epidemiológico.
Nos termos da Lei nº 13.595/2018, pode-se afirmar que estão corretas:
I. A demora injustificada dos responsáveis em buscar atendimento na UBS ou a ausência frequente da criança em consultas de acompanhamento pode indicar situação de possível violência ou negligência.
II. Lesões recorrentes, como fraturas frequentes, queimaduras em locais variados e machucados em diferentes estágios de cicatrização, configuram sinais que devem ser desconsiderados se houver justificativa verbal dos responsáveis.
III. Alterações comportamentais, como medo excessivo, baixa autoestima, dificuldades escolares, enurese noturna e isolamento social, podem ser indicativos de violência psicológica ou física.
IV. Situações como uso de drogas, fugas de casa, tentativas de suicídio e gravidez precoce em adolescentes podem estar associadas a contextos de violência e demandam encaminhamento à equipe de referência.
Está(ão) CORRETA(S):
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
I. O mapa inteligente é construído a partir do mapa do território e alimentado por informações geográficas, sociais, ambientais, demográficas e de saúde coletadas no processo de territorialização.
II. O mapeamento deve ser realizado de forma participativa, envolvendo ACS, ACE, equipes da ESF e a população, favorecendo a apropriação do território pelas equipes.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
I. A escuta qualificada é fundamental para identificar situações de vulnerabilidade entre adolescentes.
II. O ACS pode orientar sobre prevenção de infecções sexualmente transmissíveis conforme diretrizes da equipe.
III. Questões relacionadas à saúde mental do adolescente devem ser preteridas nas abordagens do ACS.
Estão CORRETAS:
I. O ACS deve considerar a família como unidade central do cuidado, respeitando sua organização, cultura e formas próprias de relacionamento.
II. O trabalho do ACS restringe-se à identificação de doenças, não incluindo ações educativas ou preventivas junto às famílias.
III. O vínculo estabelecido entre ACS e família contribui para a adesão às orientações de saúde e para a continuidade do cuidado.
Das assertivas, pode-se afirmar que estão corretas:
12 – 15 – 15 – 18 – 19 – 21 – 21 – 21 – 22 – 25
Com base nesses dados, assinale a alternativa que apresenta corretamente a média aritmética e a moda dos tempos registrados, nesta ordem.
“A enfermeira aplicou o medicamento no paciente.”
“Caso precisem, avisem a coordenação imediatamente.”
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
O sagrado da mesa
Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.
Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.
Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir. Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.
Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.
Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).
I. redime é forma verbal do verbo redimir, classificada como verbo transitivo direto, pois exige complemento sem preposição.
II. se funciona como conjunção subordinativa explicativa, estabelecendo relação de condição para o período.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
O sagrado da mesa
Quando sentamos para comer, existe algo de reverência nesse gesto. Aqui, em nossa região de colonização italiana, esse costume está enraizado no coração das pessoas. As famílias se juntam não só para saciar a fome, mas para partilhar o tempo, o riso, as preces, as histórias e o pão. A mesa torna-se um altar do cotidiano, onde se celebra a vida.
Muitas vezes minha mãe dizia para nunca jogar comida fora, _____ o alimento é sagrado. Pela casa, repetia com voz mansa e presença firme: “Cuidado para não desperdiçar, ______ um dia pode faltar.” Eram pequenas lições temperadas com afeto e sabedoria que servia entre o fogão e a mesa, ensinando-nos a valorizar e a respeitar o que nos sustenta.
Mas o que tem acontecido é que muitas famílias estão entregando esse momento ao automatismo. As conversas cederam às telas; o barulho dos talheres se mistura ao som da televisão, e o silêncio foi substituído pelas distrações. Cada um come apressado, sozinho, no seu canto. E assim, o alimento perde o sentido que tinha: o de reunir. Nesse mesmo descuido, revela-se outra contradição dolorosa: enquanto sobra comida em algumas mesas, falta em tantas outras. No Brasil, cerca de 30% de tudo o que se produz é jogado fora, o que representa mais de 46 milhões de toneladas de alimentos por ano. Um verdadeiro absurdo diante da fome e da desigualdade.
Em 2022, o país voltou ao mapa da fome, com 33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave. Três anos depois, segundo a FAO (Food and Agriculture Organization), o Brasil deixou novamente esse mapa, mas a realidade permanece alarmante. O que os números revelam vai além das estatísticas: somos uma nação que, apesar de sua imensa capacidade de produção, ainda não consegue garantir alimento para todos. A fome não é um destino inevitável e, sim, o resultado das escolhas e prioridades que fazemos ao distribuir e consumir alimentos. Grande parte do desperdício nasce do cotidiano: nas feiras, nos restaurantes, nas casas, onde o olhar se acostumou a descartar o que ainda poderia ser aproveitado. E enquanto o lixo se enche de comida, o prato de muita gente segue vazio. A abundância não redime a fome se não houver partilha.
Talvez o problema esteja justamente no que esquecemos de celebrar. A refeição deixou de ser encontro, deixou de ser consciência. Quando se perde o sentido do alimento, de onde vem, o que custou, quem plantou, perde-se também o vínculo com o outro. E esse vínculo que, se refeito, pode transformar de novo a mesa em espaço de cuidado. Porque o sagrado de comer juntos está menos no prato e mais na presença. E, no fim das contas, é dela que a humanidade ainda tem fome.
Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?