Foram encontradas 13.722 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I. Na frase acompanharam o finado até a morada última, o autor usa um eufemismo com o intuito de tornar a referência ao local de sepultamento menos direta e mais suave.
II. O autor menciona que o Conselheiro Vale não estava ligado a nenhum dos dois principais partidos políticos da época para destacar sua independência e habilidade de manter amizades em ambos os lados.
Pode-se afirmar que:
Com base em documentos como os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), Parâmetros Curriculares de Santa Catarina (PCSC) e Proposta Curricular do Município de Gaspar (SC) 2008, destacamos no ensino de História princípios estruturantes apresentados em forma de mapa conceitual. O mapa conceitual foi elaborado pelo grupo de professores da Rede Municipal de Ensino como forma de destacarmos no ensino de História os seguintes princípios estruturantes que perpassam os anos finais do Ensino Fundamental:
(Proposta Curricular de Gaspar, Componente História p.102/103 – Objetivo Geral)
I. História; Fato histórico e Sujeito histórico.
II. Fonte histórica; Identidade e Cultura.
III. Memória; Historiografia e Tempo Histórico.
IV. História; Identidade e Geografia Física.
A sequência correta é:
(Priscilla Régis Cunha de Queiroz,Waldech César Rocha Júnior; 1ª edição Egus2015, p,50/52)
Dado esse contexto sobre História Medieval, assinale a alternativa INCORRETA:
“A Revolução Industrial consistiu nas transformações intensas e profundas do processo de produção que ficaram explicitadas pela substituição da energia humana pela energia motriz não humana (como hidráulica, eólica, e, principalmente, a vapor), pela superação da oficina artesanal (doméstica, manufatura) pela fábrica (maquinofatura) e pela consolidação da existência de duas classes sociais: a burguesia (proprietária e exploradora dos meios de produção) e os trabalhadores juridicamente livres (vendedores de sua força de trabalho)”.
(Lourival Santana Santos, Ruy Belém de Araújo; Revolução Industrial, p.32/33)
I. A superação das contradições que geraram a crise econômica no século XVII liberou as forças que prepararam as condições conjunturais para a ocorrência da Revolução Industrial na Inglaterra, no final do século XVIII, e que, durante o século XIX, se espalhou, de forma desigual e combinada, pela Europa e os outros continentes.
II. Existe uma homogeneidade na historiografia sobre a periodização da Revolução Industrial e o decorrente processo de industrialização mundial.
III. A formação social inglesa constituiu, ao longo dos séculos XVI, XVII e XVIII, as condições necessárias à ocorrência da Revolução Industrial, pois antecipou, em relação aos outros países europeus, a acumulação primitiva de capital (meios de produção, comércio e finanças) nas mãos de poucos, fundamental para o pesado investimento necessário para incrementar a montagem da fábrica e a colocação de força de trabalho livre (expropriado dos instrumentos e meios de produção) para ser submetido à exploração em troca do salário.
IV. Além desses dois fatores fundamentais juntaram-se outros como a unificação e formação do Estado Nacional, que, com a derrubada dos reis absolutistas e ascendência política da burguesia ao poder.
A sequência correta é:
Dado esse contexto sobre História Contemporânea, assinale a alternativa INCORRETA:
“A Pré-história, ao ser abordada pelos livros didáticos, em geral é tratada como a antessala da História, sua introdução, e não como parte dela. Isso se deve a seu próprio conceito e a como ele é interpretado normalmente, pois a Pré-história é definida como o campo de estudos do passado mais remoto da humanidade, desde seu surgimento até o aparecimento da escrita. Mais especificamente, até o surgimento da escrita no Egito e na Mesopotâmia, cerca de 3000 a 2000 a.C”.
(Dicionário de conceitos históricos / Kalina Vanderlei Silva, Maciel Henrique Silva. São Paulo : Contexto, 2009, p.343)
I. Esse conceito, elaborado no século XIX, tem, no entanto, sérios problemas. Um deles é o fato de que a escrita não surgiu em todos os lugares ao mesmo tempo, o que torna essa divisão temporal bastante arbitrária.
II. Outro problema é o etnocentrismo resultante do ato de considerar apenas a escrita, um elemento cultural restrito a determinadas culturas, como o fator determinante de quem se situa na história e de quem se situa fora dela.
III. A ideia de que as sociedades ágrafas, ou seja, sociedades sem escrita, não teriam história nasceu com a vertente positivista da historiografia ocidental no século XIX, que enfatizava, sobretudo, a importância do documento escrito na produção de conhecimento.
IV. Pré-história, no entanto, não é apenas uma periodização da História. Ela se tornou, durante o decorrer do século XX, uma disciplina histórica com metodologia própria, definida muitas vezes como ciência autônoma.
A sequência correta é:
“O início do processo de transição para o regime democrático se dá com a ascensão do general Ernesto Geisel à presidência da República, em 1974, quando, diante dos sinais de esgotamento do “milagre econômico” e da ditadura militar, o governo decide pôr em marcha o projeto de abertura “lenta, gradual e segura”.
(https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/7869202/mod_ resource/content/2/na-corda-bamba-cap_7.pdf- José Roberto Reis).
I. O objetivo do governo Geisel era realizar uma “transição controlada”, com um processo paulatino de liberalização do regime que suprimisse os instrumentos de exceção, encaminhasse o país a uma progressiva institucionalização e garantisse a volta dos militares aos quartéis sem risco de revanchismos e outras punições.
II. O que se observou, entretanto, foi um incessante vai e vem entre a utilização dos mecanismos de repressão e a introdução de outros menos ostensivos, como a substituição do ato institucional n. 5 (AI-5), em janeiro de 1979, por um conjunto de medidas denominadas salvaguardas constitucionais, tornando-se Geisel – o “ditador da abertura”. (...)
III. De qualquer modo, medidas liberalizantes foram adotadas, como o fim da censura prévia no rádio e na televisão e o restabelecimento da garantia do habeas corpus para crimes políticos.
IV. Havia, entretanto, nos meios militares, resistências sérias ao projeto de distensão “lenta gradual e segura” proposto pelo grupo “castelista” (como eram identificados os militares que arquitetaram a distensão, com destaque para a dupla de generais Geisel e Golbery)(...)
A sequência correta é:
“A população se armava. A pobreza e a fome faziam-se presentes em Paris, e os franceses mais necessitados já incendiavam as barreiras da cidade em que se cobrava imposto sobre os alimentos. Aqueles movimentados dias eram uma prévia de um fato marcante que viria a ocorrer e que seria considerado um dos mais importantes da história francesa. Em 14 de julho de 1789, manifestantes em armas realizavam a tomada da prisão política da Bastilha, fortaleza vista como símbolo do absolutismo, apesar de quase não ser mais utilizada em 1789.”
(Costa e Mello, 2008, p. 331).
I. Obra da aristocracia, a Revolução redundou em proveito dos aristocratas. Na direção da administração pública, ela substitui-se à classe burguesa, classe vencida.
II. O episódio passou a ser chamado de Segunda Jornada Revolucionária. A importância desse acontecimento reside no fato de que, a partir desse momento, o movimento contaria também com a presença das massas trabalhadoras. Data oficialmente desse dia o início da Revolução Francesa. (Costa e Mello, 2008, p. 331).
III. Obra da burguesia, a Revolução redundou em proveito da burguesia. Na direção da administração pública, ela substitui-se à aristocracia, classe vencida.
IV. Instruída, exercitada na prática dos negócios, a burguesia, em face da massa ignorante, é a única que pode fornecer quadros à nova ordem.
A sequência correta é:
(Dicionário de conceitos históricos / Kalina Vanderlei Silva, Maciel Henrique Silva. São Paulo: Contexto, 2009, p.150)
De acordo com esse contexto, assinale a alternativa INCORRETA:
(Proposta Curricular de Gaspar, Componente História p.102/103 – Objetivo Geral)
De acordo com esse contexto, assinale a alternativa INCORRETA:
“(...) percebe-se que a História ensinada em sala de aula não é a mesma produzida nas universidades, mesmo porque no ambiente escolar não se formam historiadores; da mesma forma ela também não é uma transposição do que é produzido na academia. Quem defende esta ideia é André Chervel e outros, que percebem a disciplina obedecendo a uma ordem diferente daquela do espaço universitário”.
(Proposta Curricular de Gaspar, Componente História p.101)
I. Estudiosas como Circe Bittencourt nos ensinam esse “cuidado do olhar” da prática em sala de aula, e indicam como conclusão o protagonismo do(a) professor(a) e o(a) compreende como sujeito fundamental na transformação ou continuidade do ensino de História.
II. Com esse foco sobre o currículo real em relação aos(às) professores(as), que discutimos os objetivos da disciplina de História, com apoio dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e Proposta Curricular da Rede Municipal de Gaspar/SC 2008, bem como temas sobre avaliação e ensino.
III. Todavia, não é necessário ensinar todos os conteúdos descritos nos PCNs, mas sim sensibilizálos para a produção de uma consciência história.
IV. (...) tornam-se cada dia mais importante o ensino de História e a sua relevância no contexto atual, pois muitas vezes é questionada a sua inserção nas matrizes curriculares da escola, já que parece experimentarmos um ‘presentismo’ constante.
A sequência correta é:
I. Morreu de apoplexia fulminante.
II. Ele próprio exercera dois empregos.
“Na política internacional contemporânea, há diversas mudanças em curso que são consequências do processo que ficou conhecido desde os anos 80 como globalização e que segundo Canuto (2018), foi o período em que o comércio global cresceu em proporção do PIB em boa parte do mundo e mais de um milhão de pessoas foram tiradas da linha da pobreza, por conta da globalização comercial”.
(Cíntia da Silva Arruda, Os Avanços Tecnológicos e a Nova Globalização, 2019. p.2/3).
I. A integração tanto econômica quanto cultural entre os países no período da globalização, ou seja, a partir de 1990, só foi possível com o desenvolvimento e a popularização de diversas tecnologias que adquiriram um papel fundamental tanto para a evolução da economia mundial quanto das sociedades.
II. As redes de comunicação, cada vez mais rápidas e eficientes, especialmente por causa da proliferação da internet, permitiram o acesso a qualquer parte do globo de forma instantânea.
III. A transformação digital expande oportunidades para participação na economia global, e altera a lógica até então aplicada aos negócios, como à das empresas tradicionais, que, por exemplo, buscam vantagem competitiva em mão-de-obra abundante e barata, e deverão perder espaço para as concorrentes que investirem em tecnologia e inovação.
IV. Especulações sobre o futuro da globalização surgiram, mas de cara a hipótese de desglobalização foi descartada e diversos autores, pesquisadores e colunistas dos mais importantes jornais do mundo, ligados à tecnologia, passaram a defender que há um novo processo nascendo, que pode ser uma nova globalização que tem a revolução tecnológica e transformação digital como seus alicerce, que produz profundas mudanças na maneira como a tecnologia é desenvolvida, gerenciada e consumida, refletindo diretamente na forma de relacionamento entre países, indivíduos e empresas.
A sequência correta é:
“Enfocada sob o ângulo da Geografia, a paisagem constitui tema central para compreender os diferentes aspectos da organização espacial: os aspectos físicos formam os quadros naturais aos quais os grupos humanos imprimem transformações maiores ou menores, segundo o grau de tecnologia alcançada e os valores atribuídos a eles”.
(Percepção da Paisagem: conceituação, observação, descrição, vivência. Lucy Marion Calderini Philadelpho Machado Livre-Docente Aposentada do Instituto de Geociências e Ciências Exatas, Departamento de Geografia – UNESP/Rio Claro)
I. Que é uma paisagem para o geógrafo? Foco de interesse para toda a pesquisa geográfica, a paisagem ocupou, ocupa e ocupará todo o horizonte geográfico, constituindo-se como um tema clássico, um conceito permanente dentro da Geografia e um ponto de partida das observações.
II. O interesse em uma superfície terrestre tão variada contribuiu para que os geógrafos se dedicassem ao estudo de áreas individualizadas, dirigindo sua atenção para a paisagem, isto é, para a fisionomia, para a maneira como ela se apresenta aos nossos olhos.
III. A paisagem não muda à medida que nos locomovemos nela.
IV. A paisagem é o aspecto visível do espaço e é sempre definida de onde é observada, de onde está o observador. Portanto, como condição para sua existência, ela envolve uma atividade de quem a observa. Isto significa que a paisagem é o cenário de nossas experiências cotidianas, uma vez que nos encontramos envolvidos pela paisagem, fazemos parte dela.
A sequência correta é:
Uma das linhas de pesquisa tradicional da geografia, os critérios que delimitam os espaços urbanos e rurais constituem tema central de uma visão geográfica do Brasil na contemporaneidade. Com efeito, a delimitação de espaços urbanos no Brasil tem implicações no controle do território, o que faz com que seu estabelecimento ocorra por meio de legislação específica nas diversas esferas do poder constituído.
(A delimitação legal dos espaços urbanos Maria Helena Palmer Lima, caderno IBGE, p.75/97)
A estrutura socioeconômica tradicional de base rural começa a ser modificada a partir de 1930 com a implantação da industrialização que representou um novo e dinâmico movimento na formação territorial brasileira de natureza diferenciada e capaz de promover a inexistente integração produtiva e a complementaridade inter-regional, consolidando os contornos atuais do mapa político do Brasil.
(Adma Hamam de Figueiredo, Brasil: uma visão geográfica e ambiental no início do século XXI, IBGE, p.11/12)
I. Com efeito, as condições criadas no âmbito do complexo exportador cafeeiro, de geração de lucros e demanda por bens de consumo, aliadas à infraestrutura instalada, viabilizaram um processo de industrialização substitutivo de importações, deslocando, geográfica e politicamente, o eixo dinâmico da economia e marcando o ingresso do País em um padrão de acumulação urbano-industrial polarizado pela capital paulista.
II. De acordo com Oliveira (1981), o desenvolvimento econômico de São Paulo começou, desde então, a definir a divisão regional do trabalho nacional em substituição ao arquipélago das economias regionais até então existentes, determinadas, sobretudo, por suas relações com o exterior.
III. Nesse contexto, no bojo da crise internacional de 1929, assumindo uma forma centralizadora e autoritária, o Estado brasileiro começa a investir na indústria de base e a operar políticas de integração de seu vasto território e, simultaneamente, de estruturação do próprio mercado nacional de alimentos, de trabalho e de matérias-primas.
IV. No final dos anos 1930 caminhava-se, desse modo, para a formulação de uma nova síntese territorial na qual ao mesmo tempo que se valorizava e se exaltava o interior e sua capacidade de preservação do caráter nacional, começava a ser reconhecido o dinamismo econômico das metrópoles litorâneas, para onde se dirigia um crescente contingente populacional.
A sequência correta é: