Questões de Concurso Comentadas para funcab

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Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1223849 Enfermagem
O Sistema de Informação da Atenção Básica foi implantado para o acompanhamento das ações e dos resultados das atividades realizadas pelas equipes do programa:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SESACRE
Q1223531 Química
Assinale a alternativa que apresenta um metal classificado na tabela periódica como um actinídeo.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1223475 Veterinária
Sobre o carbúnculo hemático é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: IF-RR
Q1223423 Português
TEXTO 1
Mesmo estranhei, quando fui notando que o tiroteio da rua tinha pousado termo; achei que fazia um certo minuto que o fogo tinha sopitado. Cessaram, sim. Mas gritavam, vuvú vavavá de conversa ruim, uns para os outros, de ronda-ronda. Haviam de ter desautorizado toda munição? Olhando, desentendi. [...] E vi, chefiando os dele, o Hermógenes! [...]
Conheci o que estava para ser: que os dele e os meus tinham cruzado grande e doido desafio, conforme para cumprir se arrumavam, uns e outros, nas duas pontas da rua, debaixo de forma; e a frio desembainhavam. O que vendo, vi Diadorim – movimentos dele. Querer mil gritar, e não pude, desmim de mim-mesmo, me tonteava, numas ânsias. E tinha o inferno daquela rua, para encurralar comprido... tiraram minha voz. [...]
Diadorim a vir, – do topo da rua, punhal em mão, avançar – correndo amouco...
Aí, eles se vinham, cometer. Os trezentos passos. [...] Eles todos, na fúria, tão animosamente. Menos eu!Arrepele que não prestava para tramandar uma ordem, gritar um conselho. Nem cochichar comigo pude. Boca se encheu de cuspes. [...] Mas eles vinham, se avinham, num pé-de-vento, no desadoro, bramavam, se investiram... [...] Diadorim – eu queria ver – segurar com os olhos... Escutei o medo claro nos meus dentes... O Hermógenes: desumano [...] Diadorim foi nele... Negaceou, com uma quebra de corpo, gambetou... E eles sanharam e baralharam, terçaram. De supetão... e só...
E eu estava vendo! [...] Assim, ah – mirei e vi – o claro claramente: aí Diadorim cravar e sangrar o Hermógenes...Ah, cravou – no vão – e ressurtiu o alto esguicho de sangue: porfiou para bem matar! [...] Como, de repente, não vi mais Diadorim! No céu, um ano de nuvens... Diadorim! [...] Subi os abismos... De mais longe, agora davam uns tiros, esses tiros vinham de profundas profundezas. Trespassei.
Conforme conto. Como retornei, tarde depois, mal sabendo de mim, e querendo emendar nó no tempo, tateando com meus olhos, que ainda restavam fechados. [...] Eu despertei de todo – como no instante em que o trovão não acabou de rolar até ao fundo, e se sabe que caiu o raio...
Diadorim tinha morrido – mil-vezes-mente – para sempre de mim; e eu sabia, e não queria saber, meus olhos marejavam.
ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. 19. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. P. 609-612. (Fragmento)
Riobaldo vê, do alto de uma construção, o embate que vai ser travado. O fragmento que traduz os sentimentos dele ao ver o início da luta é: 
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1223305 Fisioterapia
Os nervos cranianos responsáveis pelo controle dos movimentos dos olhos são:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: PC-ES
Q1223255 Português
O homem cuja orelha cresceu     Estava escrevendo, sentiu a orelha pesada. Pensou que fosse cansaço, eram 11 da noite, estava fazendo hora extra. Escriturário de uma firma de tecidos, solteiro, 35 anos, ganhava pouco, reforçava com extras. Mas o peso foi aumentando e ele percebeu que as orelhas cresciam. Apavorado, passou a mão. Deviam ter uns dez centímetros. Eram moles, como de cachorro. Correu ao banheiro. As orelhas estavam na altura do ombro e continuavam crescendo. Ficou só olhando. Elas cresciam, chegavam à cintura. Finas, compridas, como fitas de carne, enrugadas. Procurou uma tesoura, ia cortar a orelha, não importava que doesse. Mas não encontrou, as gavetas das moças estavam fechadas. O armário de material também. O melhor era correr para a pensão, se fechar, antes que não pudesse mais andar na rua. Se tivesse um amigo, ou namorada, iria mostrar o que estava acontecendo. Mas o escriturário não conhecia ninguém a não ser os colegas de escritório. Colegas, não amigos. Ele abriu a camisa, enfiou as orelhas para dentro. Enrolou uma toalha na cabeça, como se estivesse machucado.    Quando chegou na pensão, a orelha saía pela perna da calça. O escriturário tirou a roupa. Deitou-se, louco para dormir e esquecer. E se fosse ao médico? Um otorrinolaringologista. A esta hora da noite? Olhava o forro branco, incapaz de pensar, dormiu de desespero.    Ao acordar, viu aos pés da cama o monte de uns trinta centímetros de altura. A orelha crescera e se enrolara como cobra. Tentou se levantar. Difícil. Precisava segurar as orelhas enroladas. Pesavam. Ficou na cama. E sentia a orelha crescendo, com uma cosquinha. O sangue correndo para lá, os nervos, músculos, a pele se formando, rápido. Às quatro da tarde, toda a cama tinha sido tomada pela orelha. O escriturário sentia fome, sede. Às dez da noite, sua barriga roncava. A orelha tinha caído para fora da cama. Dormiu.    Acordou no meio da noite com o barulhinho da orelha crescendo. Dormiu de novo e quando acordou na manhã seguinte, o quarto se enchera com a orelha. Ela estava em cima do guarda-roupa, embaixo da cama, na pia. E forçava a porta. Ao meio-dia, a orelha derrubou a porta, saiu pelo corredor. Duas horas mais tarde, encheu o corredor. Inundou a casa. Os hóspedes fugiram para a rua. Chamaram a polícia, o corpo de bombeiros. A orelha saiu para o quintal. Para a rua.    Vieram os açougueiros com facas, machados, serrotes. Os açougueiros trabalharam o dia inteiro cortando e amontoando. O prefeito mandou dar a carne aos pobres. Vieram os favelados, as organizações de assistência social, irmandades religiosas, donos de restaurantes, vendedores de churrasquinho na porta do estádio, donas de casa. Vinham com cestas, carrinhos, carroças, camionetas. Toda a população apanhou carne de orelha. Apareceu um administrador, trouxe sacos de plástico, higiênicos, organizou filas, fez uma distribuição racional.    E quando todos tinham levado carne para aquele dia e para os outros, começaram a estocar. Encheram silos, frigoríficos, geladeiras. Quando não havia mais onde estocar a carne de orelha, chamaram outras cidades. Vieram novos açougueiros. E a orelha crescia, era cortada e crescia, e os açougueiros trabalhavam. E vinham outros açougueiros. E os outros se cansavam. E a cidade não suportava mais carne de orelha. O povo pediu uma providência ao prefeito. E o prefeito ao governador. E o governador ao presidente.    E quando não havia solução, um menino, diante da rua cheia de carne de orelha, disse a um policial: “Por que o senhor não mata o dono da orelha?”  
(Ignácio de Loyola Brandão, Os melhores contos de Ignácio de Loyola Brandão. Seleção de Deonísio da Silva. São Paulo: Global, 1993. p.    135.)
No fragmento “Deitou-se, louco PARA dormir e esquecer. [...] Incapaz de pensar, dormiu DE desespero.”, transcrito do texto, as preposições  destacadas têm, respectivamente, valores semânticos de:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SESACRE
Q1223157 Enfermagem
Na hospitalização infantil oncológica, qual das neoplasias abaixo é a mais frequente? 
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: EMDUR de Porto Velho - RO
Q1223078 Português
Aregência do verbo destacado em “[...] inclinando um coração que BATIAtodo concreto.” é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SEPLAG-SE
Q1222961 Direito do Trabalho
No que concerne ao tema contrato individual de trabalho, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: PC-ES
Q1222925 Português
Texto 2:   Se os senhores algum dia quiserem encontrar um representante da grande nação brasileira, não o procurem nunca na sua residência. Seja a que hora for, de manhã, ao amanhecer mesmo, à hora do jantar, quando quiserem enfim, se procurarem, o criado há de dizer-lhes secamente: Não está. Falo-lhes de experiência própria, porque, durante as inúmeras vezes, a toda a hora do dia, em que fui ao Hotel Términus procurar o Deputado Castro, apalpando a carta do coronel, tive o desprazer de ouvir estas duas palavras do porteiro indiferente. Nas últimas vezes, antes mesmo de acabar a pergunta, já o homenzinho respondia invariavelmente da mesma desesperadora forma negativa.     É bem fácil de imaginar com que sorte de cogitações eu ia passando esses dias. O meu dinheiro dentro em breve, pago o hotel, ficaria reduzido a alguns mil réis insignificantes. Não conhecia ninguém, não tinha a mínima relação que me pudesse socorrer, dar-me qualquer cousa, casa ao menos, até que me arranjasse. Saíra de meus penates, cheio de entusiasmo, certo de que aquela carta, mal fosse apresentada, me daria uma situação qualquer. Era essa a minha convicção, dos meus e do próprio coronel. Tinha-se lá, por aquelas alturas, em grande conta a força do doutor Castro nas decisões dos governantes e a influência do velho fazendeiro sobre o ânimo do deputado.     Não era ele o seu grande eleitor? Não era ele o seu banqueiro para os efeitos eleitorais? E nós, lá na roça, tínhamos quase a convicção de que o verdadeiro deputado era o coronel e o doutor Castro um simples preposto seu. As minhas idas e vindas ao hotel repetiam-se e não o encontrava. Vinham-me então os terrores sombrios da falta de dinheiro, da falta absoluta. Voltava para o hotel taciturno, preocupado, cortado de angústias. Sentia-me só, só naquele grande a imenso formigueiro humano, só, sem parentes, sem amigos, sem conhecidos que uma desgraça pudesse fazer amigos. Os meus únicos amigos eram aquelas notas sujas encardidas; eram elas o meu único apoio; eram elas que me evitavam as humilhações, os sofrimentos, os insultos de toda a sorte; e quando eu trocava uma delas, quando as dava ao condutor do bonde, ao homem do café, era como se perdesse um amigo, era como se me separasse de uma pessoa bem amada... Eu nunca compreendi tanto a avareza como naqueles dias [em] que dei alma ao dinheiro, e o senti tão forte para os elementos da nossa felicidade externa ou interna...     A minha ignorância de viver e falta de experiência quase deixavam transparecer a natureza das minhas preocupações. O gerente do hotel pareceu-me que as farejava. De quando em quando, procurava na conversação amedrontar-me com o seu poderio, proveniente de estreitas relações que mantinha com as autoridades. Assim entendi ser o sentido das anedotas que contava. Uma vez – narrou ele – depois de uma longa hospedagem, um hóspede quisera furtar-se ao pagamento. Não tivera dúvidas, fora ao delegado auxiliar, um seu amigo, o doutor Felício, contara-lhe o caso e o homem teve que pagar, se quis tirar as malas. Com ele era assim; não dormia. Nada de justiça, de pretorias... Qual! Com a polícia a cousa vai mais depressa, a questão é ter amigos e ele tinha-os excelentes; e, em seguida, interrogando-me diretamente: O senhor não viu, ontem, aquele homem gordo que jantou na cabeceira? É o escrivão da “X”. Os escrivões, fique o senhor sabendo, é que são as verdadeiras autoridades. Os delegados não fazem senão o que eles querem; tecem os pauzinhos e... E o italiano rematou com um olhar canalha aquela sua informação sobre a onipotência dos escrivães. (BARRETO, Lima. . 7ª ed.: São Paulo, Brasiliense, 1978, p. 55-6.)
A alternativa em que falta a devida correspondência temporal entre a forma verbal simples empregada no texto e a forma composta proposta para substituí-la é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: IF-RR
Q1222779 Artes Plásticas
No contexto histórico-social que inclui o artista, a obra de arte, os difusores comunicacionais e o público, a arte se apresenta como produção, trabalho e construção. Nesse mesmo contexto a arte é representação do universo cultural. Diante disso, a arte é movimento na dialética da relação:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1222777 Biologia
Muitos cientistas e estudiosos se questionam se haveria alguma ligação entre plantas e animais, como se deu essa diferenciação entre eles em termos evolutivos e por que nenhum animal conhecido conseguia fazer fotossíntese.       Com base nessas dúvidas muitas pesquisas e estudos foram realizados sobre tal temática, mas nunca foi achado um indivíduo que compartilhasse características mútuas de animais a plantas; até que um dia uma pequena lesma do mar verde passou a chamar a atenção dos cientistas, pois ao se alimentar de algas da região, seu organismo começou, ao invés de digerir os cloroplastos delas, a absorvê-los e colocá-los no próprio tecido do animal, tornando-o o primeiro animal semiclorofilado a existir.      Após certos anos mantendo esse hábito, notou-se que a lesma não precisa mais ingerir essas algas, pois seu organismo havia integrado os genes desta ao seu, fazendo com que ele passasse a produzir sua própria clorofila. Com isso o animal começou a fazer fotossíntese, tornando-se o primeiro animal fotossintético a existir em toda face da Terra. [...]           (Disponível em: http://dbiotec.blogspot.com.br/2011/10/lesmaplanta.html –Acesso em 05/10/2013)
A equação geral que representa a fotossíntese é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: IF-RR
Q1222767 Educação Artística
O educador que traz a proposta de uma consistente preparação estética e artística dos estudantes, formalizada no estudo das linguagens artísticas, da teoria e história da arte, inter-relacionado com a sociedade em que eles vivem, estará contribuindo para a formação cultural do aluno e de:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: EMDUR de Porto Velho - RO
Q1222518 Direito do Trabalho
Sobre a contratação de trabalhadores por empresa interposta, é correto afirmar que:


Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SESACRE
Q1221676 Segurança e Saúde no Trabalho
A NR 17 (Ergonomia), em seu anexo I (Trabalho dos operadores de checkout), estabelece que o mobiliário do checkout e as suas dimensões, incluindo distâncias e alturas, no posto de trabalho, devem atender às características antropométricas dos trabalhadores em:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SESACRE
Q1221437 Segurança e Saúde no Trabalho
Com relação à NR 32 (Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde), analise as informações abaixo: 
I. Os parasitas, as toxinas e os príons, são considerados agentes biológicos.   II. O Programa de Prevenção de Risco Ambiental deve ser reavaliado a cada 24 meses. 
III. O prontuário clínico individual previsto pela NR 07 deve ser mantido atualizado e ser conservado por 30 anos. 
IV. Os quartos ou enfermarias, destinados ao isolamento de pacientes portadores de doenças infectocontagiosas, devem conter lavatório em seu interior. 
São corretas apenas as afirmações:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1221395 História
O processo de escravidão está associado às diversas formas de exploração e de violência contra a população africana. Essa situação levou a inúmeros momentos de rebeldia. Homens e mulheres escravizados reagiram a esta condição, proporcionando formas de resistência que influíram na superação dessa modalidade de trabalho.        Dentre os diversos fatores que levaram à abolição da escravidão pode-se citar:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SEPLAG-SE
Q1221205 Direito Constitucional
Sobre o controle de constitucionalidade no ordenamento jurídico brasileiro, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: Prefeitura de Ji-Paraná - RO
Q1221173 Pedagogia
Segundo Mikail Bakhtin, em estudos sobre a natureza da linguagem, afirma que a “língua vive e evolui historicamente na comunicação verbal concreta, não no sistema linguístico abstrato das formas da língua nem no psiquismo individual do falante”.       Pode-se depreender dessa afirmação que a linguagem é um fator:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: SEPLAG-SE
Q1221172 Direito Constitucional
Sobre o Mandado de Segurança, assinale a alternativa que reflete posição consolidada do Supremo Tribunal Federal.
Alternativas
Respostas
7181: A
7182: A
7183: D
7184: E
7185: A
7186: A
7187: A
7188: B
7189: D
7190: E
7191: D
7192: A
7193: E
7194: D
7195: D
7196: E
7197: D
7198: D
7199: D
7200: E