Questões de Concurso Para cpcon

Foram encontradas 21.353 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2125009 Português
Texto 1:

Por que temos boas ideias no chuveiro? A ciência explica
Você se sente mais criativo no banho? É lá que surgem as respostas para os seus problemas? Entenda o que há por trás desses momentos de epifania.

Por Leo Caparroz
7 out 2022

        O matemático grego Arquimedes talvez seja o primeiro e mais famoso exemplo do chamado “shower effect” – “efeito banho” ou “efeito do chuveiro”, nome dado àquela criatividade que parece surgir naturalmente assim que abrimos o shampoo e a água quente começa a cair.
          A história: Arquimedes teria recebido uma difícil tarefa de um rei – atestar se a sua coroa tinha realmente a quantidade de ouro que foi dada ao artesão. Sem ideia de como fazer isso, o matemático teria entrado em uma banheira e percebido que o volume de água que subia era igual ao volume de seu corpo. Eureca: para descobrir o volume (e, consequentemente, a densidade) da coroa, bastava reproduzir o processo e jogá-la n'água. Problema resolvido.
          Milhares de anos depois do banho de Arquimedes, um grupo de pesquisadores resolveu destrinchar o “efeito do chuveiro” e para entender se ele existe, de fato, e como funciona. Em seu estudo, publicado na revista Psychology of Aesthetics, Creativity, and the Arts, da Associação Americana de Psicologia, eles explicam o que o efeito significa para nossa mente, o que provavelmente o ativa – e como podemos usá-lo a nosso favor.
             A epifania vivenciada sob o chuveiro é consequência da natureza despretensiosa da tarefa. Segundo a pesquisa, o “shower effect” acontece quando nos engajamos em algo que não demanda muito da nossa cognição – como caminhar, praticar jardinagem e, claro, tomar banho. Ao deixarmos nossa mente vagar livremente (mas não tão livre a ponto de ficar distraída), estaríamos mais propensos a pensar em algo inovador e criativo.
              [...]
          “Imagine que você está empacado em um problema. O que você faz?”, questiona Irving. “Provavelmente não será algo absurdamente chato como ver tinta secar. Em vez disso, você faz algo que te deixa ocupado, como caminhar ou tomar banho. Atividades que sejam moderadamente envolventes.” Então, fica o conselho: se estiver precisando de uma dose extra de criatividade, caminhar até a padaria ou tomar um banho pode, realmente, te ajudar na epifania que você precisa.  

Fonte: https://super.abril.com.br/.

O artigo de Leo Caparroz apresenta características (fatores) de textualidade, as quais possibilitam a configuração desse escrito como um texto e, assim, como um objeto complexo. Acerca dessas características, assinale a seguir a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2125008 Português
Texto 1:

Por que temos boas ideias no chuveiro? A ciência explica
Você se sente mais criativo no banho? É lá que surgem as respostas para os seus problemas? Entenda o que há por trás desses momentos de epifania.

Por Leo Caparroz
7 out 2022

        O matemático grego Arquimedes talvez seja o primeiro e mais famoso exemplo do chamado “shower effect” – “efeito banho” ou “efeito do chuveiro”, nome dado àquela criatividade que parece surgir naturalmente assim que abrimos o shampoo e a água quente começa a cair.
          A história: Arquimedes teria recebido uma difícil tarefa de um rei – atestar se a sua coroa tinha realmente a quantidade de ouro que foi dada ao artesão. Sem ideia de como fazer isso, o matemático teria entrado em uma banheira e percebido que o volume de água que subia era igual ao volume de seu corpo. Eureca: para descobrir o volume (e, consequentemente, a densidade) da coroa, bastava reproduzir o processo e jogá-la n'água. Problema resolvido.
          Milhares de anos depois do banho de Arquimedes, um grupo de pesquisadores resolveu destrinchar o “efeito do chuveiro” e para entender se ele existe, de fato, e como funciona. Em seu estudo, publicado na revista Psychology of Aesthetics, Creativity, and the Arts, da Associação Americana de Psicologia, eles explicam o que o efeito significa para nossa mente, o que provavelmente o ativa – e como podemos usá-lo a nosso favor.
             A epifania vivenciada sob o chuveiro é consequência da natureza despretensiosa da tarefa. Segundo a pesquisa, o “shower effect” acontece quando nos engajamos em algo que não demanda muito da nossa cognição – como caminhar, praticar jardinagem e, claro, tomar banho. Ao deixarmos nossa mente vagar livremente (mas não tão livre a ponto de ficar distraída), estaríamos mais propensos a pensar em algo inovador e criativo.
              [...]
          “Imagine que você está empacado em um problema. O que você faz?”, questiona Irving. “Provavelmente não será algo absurdamente chato como ver tinta secar. Em vez disso, você faz algo que te deixa ocupado, como caminhar ou tomar banho. Atividades que sejam moderadamente envolventes.” Então, fica o conselho: se estiver precisando de uma dose extra de criatividade, caminhar até a padaria ou tomar um banho pode, realmente, te ajudar na epifania que você precisa.  

Fonte: https://super.abril.com.br/.

O texto em questão consegue desenvolver um raciocínio, o qual possibilita ao seu leitor ativar vários conhecimentos, mediante um equilíbrio variável entre: repetição (retroação) e progressão textuais. Com base nisso, assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) A relação título-texto estabelecida demonstra como uma investigação científica foi desenvolvida a partir de acontecimentos do senso comum.
( ) O texto apresenta o objetivo de popularizar o conhecimento científico, por meio da divulgação do chuveiro patenteado pela revista Psychology of Aesthetics, Creativity, and the Arts.
( ) O uso da palavra epifania, no quarto parágrafo, acontece em uma estratégia de referenciação, a qual é responsável por retomar a temática da criatividade e possibilitar sua progressão textual.
( ) O uso da palavra epifania, na última linha do texto, não compõe uma progressão textual, porque se encontra na conclusão do artigo e há outro tema desenvolvido depois.

Marque a alternativa com a sequência CORRETA.
Alternativas
Q2125007 Português
Texto 1:

Por que temos boas ideias no chuveiro? A ciência explica
Você se sente mais criativo no banho? É lá que surgem as respostas para os seus problemas? Entenda o que há por trás desses momentos de epifania.

Por Leo Caparroz
7 out 2022

        O matemático grego Arquimedes talvez seja o primeiro e mais famoso exemplo do chamado “shower effect” – “efeito banho” ou “efeito do chuveiro”, nome dado àquela criatividade que parece surgir naturalmente assim que abrimos o shampoo e a água quente começa a cair.
          A história: Arquimedes teria recebido uma difícil tarefa de um rei – atestar se a sua coroa tinha realmente a quantidade de ouro que foi dada ao artesão. Sem ideia de como fazer isso, o matemático teria entrado em uma banheira e percebido que o volume de água que subia era igual ao volume de seu corpo. Eureca: para descobrir o volume (e, consequentemente, a densidade) da coroa, bastava reproduzir o processo e jogá-la n'água. Problema resolvido.
          Milhares de anos depois do banho de Arquimedes, um grupo de pesquisadores resolveu destrinchar o “efeito do chuveiro” e para entender se ele existe, de fato, e como funciona. Em seu estudo, publicado na revista Psychology of Aesthetics, Creativity, and the Arts, da Associação Americana de Psicologia, eles explicam o que o efeito significa para nossa mente, o que provavelmente o ativa – e como podemos usá-lo a nosso favor.
             A epifania vivenciada sob o chuveiro é consequência da natureza despretensiosa da tarefa. Segundo a pesquisa, o “shower effect” acontece quando nos engajamos em algo que não demanda muito da nossa cognição – como caminhar, praticar jardinagem e, claro, tomar banho. Ao deixarmos nossa mente vagar livremente (mas não tão livre a ponto de ficar distraída), estaríamos mais propensos a pensar em algo inovador e criativo.
              [...]
          “Imagine que você está empacado em um problema. O que você faz?”, questiona Irving. “Provavelmente não será algo absurdamente chato como ver tinta secar. Em vez disso, você faz algo que te deixa ocupado, como caminhar ou tomar banho. Atividades que sejam moderadamente envolventes.” Então, fica o conselho: se estiver precisando de uma dose extra de criatividade, caminhar até a padaria ou tomar um banho pode, realmente, te ajudar na epifania que você precisa.  

Fonte: https://super.abril.com.br/.

Analise o conteúdo do Texto 1 e selecione a/s proposição/ções CORRETA/s:


I- O artigo de divulgação científica exposto utiliza recursos intertextuais de forma recorrente e consegue, pois, manter a coerência da prática comunicativa desse gênero de texto.

II- O artigo faz uso de intertextualidade, mediante a utilização de vozes de outras pessoas e menção a outros textos.

III- “Imagine que você está empacado em um problema. O que você faz?” difere de intertextualidade.

IV- Esse artigo repele o uso de intertextualidade, em prol do desenvolvimento de argumentos de autoridade.


É CORRETO o que se afirma apenas em: 

Alternativas
Q4052093 Pedagogia
De acordo com o Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011, são objetivos do Atendimento Educacional Especializado: 
Alternativas
Q4052092 Pedagogia

A audiodescrição (AD) é uma modalidade de tradução intersemiótica que tem como foco tornar materiais como filmes, peças de teatro, apresentações em eventos científicos e programas de TV, entre outras ações, acessíveis a pessoas com deficiência visual. Assim, sobre audiodescrição (AD), é CORRETO afirmar que:



I- Consiste na transformação de imagens em palavras para que importantes informações transmitidas de modo essencialmente visual não passem despercebidas.


II- Aaudiodescrição (AD) pode ser pré-gravada, ao vivo ou simultânea.


III- Descrições do cenário, figurino, personagens, assim como informações sobre mudanças espaço-temporais devem ser inseridas na audiodescrição (AD), permitindo que as mesmas também possam ser acessíveis para pessoas com deficiência visual.


IV- A audiodescrição (AD) nasceu na década de 90, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), fruto de pesquisas científicas realizadas pelo Núcleo de Tecnologias Assistivas da referida Instituição de Ensino Superior.



É CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q4052091 Psicologia
Podemos identificar como Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) que afeta significativamente a interação social, a comunicação, a linguagem e o comportamento, o seguinte transtorno:
Alternativas
Q4052090 Pedagogia
O Decreto nº 6.571 de 2008 foi revogado no final de 2011, ao ser aprovado o Decreto no 7.611, em 17 de novembro de 2011, o qual dispõe “sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências”. De acordo com o Decreto 7.611 de 2011, entende-se como Atendimento Educacional Especializado:
Alternativas
Q4052089 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
De acordo a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), Lei nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015, podemos identificar o DESENHO UNIVERSAL como:  
Alternativas
Q4052088 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
O Decreto 5.296/04, em seu Artigo 8°, considera acessibilidade, como: 
Alternativas
Q4052087 Fonoaudiologia
Existem diferentes tipos de perda auditiva. É possível classificar a pessoa com deficiência auditiva de acordo com seu grau de perda auditiva, avaliada em decibéis (dB). Assim, podemos avaliar como:
Alternativas
Q4052086 Libras
O Atendimento Educacional Especializado em Libras fornece a base conceitual dos conteúdos curriculares desenvolvidos na sala de aula. Esse atendimento contribui significativamente para que o aluno com surdez participe das aulas, interagindo com os professores e seus colegas. Assim, sobre o processo de inclusão escolar do aluno com surdez, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q4052085 Braille
O sistema Braille baseia-se em uma matriz ou símbolo gerador, a cela Braille, constituída por seis pontos em relevo, dispostos em duas colunas verticais, com três pontos à esquerda (pontos 1, 2 e 3) e três à direita (4, 5 e 6), ordenados de cima para baixo. A combinação destes pontos forma letras do alfabeto, sejam maiúsculas ou minúsculas. No texto em Braille, para simbolizar o sinal de maiúsculo quando só a primeira letra da palavra for maiúscula, utilizaremos quais pontos?
Alternativas
Q4052084 Pedagogia

Sobre o Sistema de leitura e escrita Braille, é CORRETO afirmar que:



I- O Sistema Braille deve ser introduzido em situações cotidianas, mesmo que o/a aluno/a não consiga decifrar este código, para que ele/ela aprenda a se comunicar e possa se favorecer da linguagem, da diversidade de jogos e de exercícios táteis o mais cedo possível.


II- O Sistema Braille possibilita o contato direto com a grafia das palavras, a interação do leitor com o texto e contribui para a compreensão e para o uso correto das letras, dos acentos e da pontuação.


III- A compreensão do Código Braille envolve um conjunto de conhecimentos e a apropriação de conceitos espaciais e numéricos, discriminação tátil, destreza de manipulação e coordenação motora.


IV- O Sistema Braille, criado por Louis Braille (1809-1852), é constituído por 62 sinais em cuja combinação representa as letras do alfabeto, os números, as vogais acentuadas, a pontuação, as notas musicais, os símbolos matemáticos e outros sinais gráficos.



Estão CORRETAS as afirmações

Alternativas
Q4052083 Noções de Informática
Leitores de tela são programas que possibilitam a leitura, por meio de síntese de voz, de elementos e de informações textuais contidas na tela do computador, assim como o retorno sonoro do que é digitado. São exemplos de leitores de tela:
Alternativas
Q4052082 Pedagogia

Em relação à Formação de Professores para o AEE (Atendimento Educacional Especializado) é CORRETO afirmar que:



I- Para atuar no AEE, os professores devem possuir formação específica para este exercício, que atenda aos objetivos da educação especial na perspectiva da educação inclusiva.


II- Aformação de professores consiste em um dos objetivos do PPP.


III- Para a formação em nível de aperfeiçoamento e especialização, a proposta é que sejam realizadas ações de formação fundamentadas em metodologias ativas de aprendizagem, a exemplo de Estudos de Casos, Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP), Aprendizagem Baseada em Casos (ABC), Trabalhos com Projetos, Aprendizagem Colaborativa em Rede (ACR), entre outras.


IV- O professor da Educação Especial na Perspectiva Inclusiva é especialista em uma área específica. Suas atividades desenvolvem-se, preferencialmente, nas escolas comuns ou nos centros especiais, desde que estes tenham uma parceria com escolas regulares.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q4052081 Pedagogia
O Projeto Político Pedagógico da Escola deve contemplar o AEE (Atendimento Educacional Especializado) como uma das dimensões da escola que respeita a diversidade. Assim, o Projeto Político Pedagógico da escola regular deve: 
Alternativas
Q4052080 Pedagogia
São atendidos, nas Salas de Recursos Multifuncionais, alunos que constituem o público-alvo da educação especial, conforme estabelecido na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e no Decreto N.6.571/2008. São eles: 
Alternativas
Q4052079 Pedagogia

Em relação à História da Educação Especial no Brasil, é CORRETO afirmar que:



I- O marco histórico da educação especial no Brasil foi estabelecido no final do século XIX, com a criação do Instituto dos Meninos Cegos, em 1854 e do Instituto dos Surdos-Mudos, em 1857.


II- Em 1954, é criada a primeira escola especial da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), no Rio de Janeiro, sob influência do casal de norte-americanos Beatrice Bemis e George Bemis, membros da National Association for Retarded Children e da atual National Association for Retarded Citizens (NARCH).


III- A Constituição Federal Brasileira de 1988, conhecida como Constituição Cidadã, assegurou que a educação de pessoas com deficiência deveria ocorrer preferencialmente na rede regular de ensino e garantiu, ainda, o direito ao atendimento educacional especializado.


IV- O Decreto 72.425, de 3 de julho de 1973, criou o Centro Nacional de Educação Especial (Cenesp), junto ao Ministério de Educação. Esse centro se constituiu no primeiro órgão educacional do Governo Federal, responsável pela definição da Política de Educação Especial.



É CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q4050568 Artes Visuais

– Como na pintura, a fotografia e as histórias em quadrinhos também podem se encaixar em dois tipos de imagem: a abstrata e a figurativa.



Observe as quatro imagens a seguir:




Imagem associada para resolução da questão



Sabendo que as imagens acima foram produzidas por Alfred Stieglitz (1), Rick Veitch (2), Laerte (3) e Aaron Siskind (4), classifique-as como abstrata ou figurativa e marque a alternativa abaixo que apresenta a ordem CORRETA, de 1 a 4, para a sua classificação.

Alternativas
Q4050567 Artes Visuais

X foi um dos mais importantes expoentes do Neoexpressionismo. Nascido em 1960, em Nova York, iniciou sua carreira no mundo das artes como grafiteiro, mas ficou mundialmente reconhecido mais tarde por suas telas. De ascendência porto-riquenha por parte de mãe e haitiana por parte de pai, sua obra incluiu o uso de muitas cores fortes e vivas, bem como de máscaras africanas, caveiras e crânios, demonstrando sua identidade como artista negro na América, na medida em que valorizava o seu contexto nativo em direção a um resgate cultural. Seu trabalho refletia enorme compreensão da poesia e da escrita de vanguarda. Faleceu aos 27 anos.



Y foi, provavelmente, o maior nome da Pop Art. Nascido em 1928, nos EUA, tornou-se pintor, designer gráfico, fotógrafo e cineasta. Foi financiador de outros artistas, a exemplo da banda Velvet Underground. Seu trabalho na pintura consistiu no uso de tintas acrílicas, cores fortes e brilhantes e ficou marcado pelo uso de objetos de consumo, temas cotidianos e reprodução em série. Suas telas incluem vários rostos de personalidades da sua época. Morreu em Nova York aos 58 anos.



X e Y tiveram uma amizade íntima e foram parceiros em vários trabalhos. Yjá era famoso e renomado mundialmente quando descobriu X, artista jovem, rejeitado na época, de tal forma que chegou a ser morador de rua antes de se tornar um dos artistas mais importantes da era contemporânea. Apesar da parceria inusitada - Y fazia uso da tecnologia para realizar obras possíveis de replicação em massa, seguindo um processo quase industrial, ao passo que X investia em redundâncias feitas à mão – os dois juntos trabalharam em um processo de cocriação e conseguiram deixar suas características nas obras. Não obstante, mantiveram uma relação de amor e ódio, ampliando a dualidade entre artista famoso e artista desconhecido, homem branco e homem negro, criação planejada e criação automática. De fato, criaram uma linguagem própria como equipe, provando que o trabalho em conjunto, feito através da união, pode imprimir uma marca única, sendo inclusive considerados precursores da era dos emojis



Imagem associada para resolução da questão



Após a leitura do texto acima, percebe-se que X e Y correspondem, respectivamente, a 

Alternativas
Respostas
14521: A
14522: D
14523: D
14524: E
14525: C
14526: E
14527: A
14528: B
14529: D
14530: A
14531: B
14532: A
14533: D
14534: D
14535: B
14536: C
14537: E
14538: C
14539: C
14540: A