Questões de Concurso
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Leia o texto a seguir, para responder às questões de 1 a 3.
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Conto de fadas para Mulheres Modernas
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1____Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa, independente e cheia de autoestima que, enquanto
2--contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades
3--ecológicas, se deparou com uma rã. Então, a rã pulou para o seu colo e disse:
4____- Linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito. Mas, uma bruxa má lançou-me um encanto e eu transformei-me
5--nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar
6--feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas,
7--criarias os nossos filhos e viveríamos felizes para sempre…
8____… E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de
9--um finíssimo vinho branco, a princesa sorria e pensava: – Eu, hein? … nem morta!
(Luís Fernando Veríssimo)
A partir da leitura do texto “Conto de fadas para Mulheres Modernas”, analise as proposições e coloque (V) para verdadeira e (F) para falsa.
( ) O texto proporciona uma reflexão, por meio de um discurso personalizado, conferindo ao tema um certo juízo de valor.
( ) O conto poderia ter como desfecho: Aprincesa terminaria com o príncipe e “viveriam felizes para sempre.”
( ) A escolha lexical pode fornecer pistas e levar-nos a afirmar que o discurso do príncipe pertence ao passado tal como os contos tradicionais, já o da princesa é contemporâneo.
( ) O autor, de uma forma coloquial, retrata com muito humor a vida da mulher contemporânea que ao descobrir seus potenciais latentes teria se rebelado e resolvido mostrar todo o seu potencial, elevando sua autoestima e autoconfiança aos mais altos níveis.
( ) Os adjetivos usados para definir a princesa não condizem com a atitude que ela toma no fim do conto.
A sequência CORRETA é:
( ) Registrar e licenciar os ciclomotores. ( ) Registrar e licenciar os veículos de tração de animais. ( ) Registrar e licenciar veículos de tração e propulsão humana. ( ) Implantar, manter e operar sistema de estacionamento pago nas vias. ( ) Conceder autorização para conduzir veículos de propulsão humana e animal.
Asequência CORRETAé:
I - Um silvo breve ( ) Diminuir a marcha. II - Dois silvos breves ( )Seguir em frente. III - Um silvo longo ( )Parada obrigatória.
Está CORRETA a sequência:
I - Cassa automaticamente a CNH do condutor flagrado sob o efeito de álcool. II - Suspende a CNH por 1 ano. III - O valor da infração é uma gravíssima multiplicado por 20. IV- Com concentração alcoólica acima de 0,32 miligramas de álcool por litro de ar alveolar expelido se caracteriza como crime de trânsito.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
1- Tacômetro. ( ) Mostra a temperatura do motor
2- Velocímetro. ( ) Indica quantos quilômetros o veículo percorreu. 3- Hodômetro. ( ) Informa a velocidade do veículo.
4- Manômetro. ( ) Informa a rotação do motor.
5- Termômetro. ( ) Sinaliza algum problema com o óleo do motor.
A sequência CORRETA é:

I - A circulação far-se-á pelo lado direito da via admitindo as exceções. II - Nas rotatórias, pelas quais estiver circulando, o condutor terá preferência de passagem. III - Afaixa da direita é destinada para os veículos mais rápidos. IV- Os veículos destinados à prestação de socorro estando em serviço gozam de livre circulação e parada. V- Em cruzamentos não sinalizados terão preferência de passagem os veículos que circulam à esquerda do condutor.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
( ) É um conjunto de órgãos apenas da união. ( ) Entre suas finalidades temos a formação, habilitação, educação e a reciclagem de condutores. ( ) É composto por órgãos normativos e executivos de trânsito. ( ) Tem por órgão julgador de infrações a J AR I. ( ) O seu principal órgão normativo é o DENATRAN.
LUCRANDO COM A TRAGÉDIA
Inquérito revela os meandros do esquema montado por altos dirigentes da Cruz Vermelha do Brasil para se apropriarem de milhões doados a vítimas de grandes desastres. LESLIE LEITÃO
A CRUZ VERMELHA é muitas vezes a única presença autorizada em territórios hostis, assolados por guerras. Gigantesca máquina de ajuda humanitária com atuação em 187 países, a entidade mobiliza sua legião de voluntários e uma azeitada engrenagem de arrecadação de doações sempre que um desastre de grandes proporções se apresenta. No Brasil, a instituição, que já recebeu três prêmios Nobel da Paz, desviou-se dessa tarefa meritória ao ser devorada por um esquema capitaneado pela alta cúpula com um único objetivo: surrupiar dinheiro. Verbas doadas por brasileiros solidários a vítimas de tragédias foram parar no bolso dos chefes do escritório nacional, no Rio de Janeiro.
A partir da denúncia do roubo, feita por VEJA em agosto de 2012, a sede da entidade, em Genebra, e a polícia fluminense conduziram investigações que, agora em fase final, revelam um intricado percurso que envolve contas bancárias, ONGs e contratos de serviços nunca prestados. Total da rapinagem: 18,6 milhões de reais. Diante dos escândalos atuais, parece até pouco, mas são nada menos que 18,6 milhões de reais.
O inquérito conduzido pela Delegacia Fazendária da Polícia Civil do Rio, ao qual foi anexado o relatório da auditoria contratada pela Cruz Vermelha, revelou a trilha das manobras para embolsar recursos liderada pelo presidente do escritório nacional, Walmir Moreira Serra Júnior, e seu vice, Anderson Choucino, ambos afastados depois da denúncia de malversação.
[...]
“De segunda à sexta, o peemedebista continua morando no Jaburu, o belo palácio que Oscar Niemeyer projetou para parecer “uma casa de fazenda”, e que lembra mesmo uma, mais ainda quando as galinhas que ciscam à beira do lago comparecem de surpresa às reuniões que o presidente em exercício faz na sala envidraçada voltada para o jardim. Lá, em entrevista a Veja, ele defendeu as privatizações de tudo “o que for possível”, revelou ser contrário à criação de normas para “disciplinar” as delações premiadas, mas [...]”. Ao comentar a possibilidade de o deputado Eduardo Cunha renunciar à presidência da Câmara, contou que o aconselhou a “meditar a respeito”.
Assinale a alternativa em que o uso da crase ocorre pelo mesmo motivo do uso feito na pergunta presente no Texto 1: O senhor é favorável à redução do tempo de aposentadoria entre homens e mulheres?
Para articular as ideias do texto, utilizamos diferentes mecanismos de combinação oracional. Assim, podemos afirmar sobre as estruturas sintáticas que formam esse texto que:
I - A estrutura “de que no caso da mulher haja uma pequena diferença”, (linha 2) por complementar o termo “ideia”, é denominada oração substantiva completiva nominal. II - A relação de sentido expressa entre a oração adverbial introduzida pelo conector SE e a oração principal, na estrutura “você só pode se aposentar se reunir duas condições” (linhas 3 e 4) é de explicação. III - Na estrutura “com o tempo, se entendeu que isso era uma alternativa e não um somatório das duas condições”, (linhas 5 e 6) o SE funciona como partícula de indeterminação do sujeito.
É(são)CORRETA(S)apenas a(s) afirmação(ões) presente(s) em: