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De acordo com Albino Rubim, “a vigência da noção de transversalidade da cultura expressa múltiplas possibilidades existentes de dimensões sociais hoje visitadas e perpassadas pela cultura. Em uma listagem, que não se pretende exaustiva, pode-se facilmente enumerar dentre estas esferas de interlocução: educação, turismo, saúde, política etc. Desde modo, as políticas culturais contemporâneas devem estar abertas a esta plêiade de interfaces, dado o caráter transversal da cultura na contemporaneidade”.
Fonte: Albino Rubim. Políticas culturais e novos desafios. In: Matrizes Ano 2 – nº 2, primeiro semestre de 2009. Disponível em https://www.revistas.usp.br/matrizes/article/download/3822 6/40998. Acessado em 01.09.2018.
Considerando o que Albino Rubim defende sobre a
transversalidade da cultura, é correto afirmar que
Como está publicizado em seu sítio eletrônico, o Porto Iracema das Artes, inaugurado em 2013, é uma escola de formação e criação artística gerida pelo Instituto Dragão do Mar – IDM – e “tem como objetivo funcionar como um fértil porto de experiências estéticas, um ancoradouro de ideias e pensamento, um lugar de trocas e de partilhas simbólicas. Uma escola de formação e criação de Cultura, que desenvolve processos formativos com vistas a formar uma geração de jovens criadores, nos diversos campos das artes. Um lugar de reflexão. Um espaço de cultura, no sentido mais plural do termo, no sentido da invenção poética, daquela que lança mão dos saberes para construir novas formas de vida”.
Fonte: http://www.portoiracemadasartes.org.br/a-escola/historico/. Acesso em 23.08.2018.
Considerando o enunciado acima, é correto afirmar que o Porto Iracema das Artes
O documento “Mais Diferenças: Portfólio de Cultura Inclusiva” defende que “diante das diversas políticas de inclusão social, acreditamos que o acesso à cultura é fundamental para a construção de uma sociedade inclusiva. Para tanto, é importante que todos possam estar incluídos nos movimentos artístico-culturais, em que a capacidade criativa, inventiva, a sensibilidade e a imaginação são estimuladas enquanto formas de expressão. Acreditamos, dentre outras premissas, que a Cultura é o campo do saber e do fazer estético e ético, que proporciona a construção de valores sociais. É múltipla, complexa e está em contínuo processo de produção, transformação e criação. No entanto, as pessoas com deficiência e TGD [Transtornos Globais do Desenvolvimento] ainda estão excluídas, muitas vezes, de tais processos”.
Fonte: Mais Diferenças: Portfólio de Cultura Inclusiva. Disponível em https://en.unesco.org/creativity/sites/creativity/files/md_por folio_culturainclusiva_2.pdf. Acesso em 19.08.2018.
Diante da realidade acima apresentada, é correto afirmar que
Atente ao seguinte excerto sobre projeto cultural: “Como qualquer projeto, o projeto cultural é um instrumento técnico, estratégico e de comunicação, no entanto, com especificidades [...] Um projeto cultural tem como resultado o desenvolvimento de um produto cultural, aí incluídos os serviços, as ações e os resultados culturais. O leque de produtos culturais que podem ser desenvolvidos é imenso [...] Portanto, não existe modelo único de projeto cultural, este dependerá do produto, serviço ou bem a ser produzido, do tamanho e da complexidade, bem como do contexto em que está inserido”.
Fonte: Projetos Culturais: como elaborar, executar e prestar contas. Brasília, 2014. Disponível em
https://guiadefomentodacultura.es.gov.br/Media/guiadefome ntodacultura/PDF/Cartilha%20Economia%20Criativa%20com pleta%20SEBRAE.pdf. Acesso em 22.08.2018.
De acordo com o excerto acima, pode-se afirmar corretamente que
Segundo Armando Almeida e Carlos Paiva Neto, “a heterogeneidade do campo das artes se apresenta como um grande desafio ao seu fomento. Uma série de fatores deve ser considerada, como as especificidades de cada linguagem, suas diferentes estéticas e a amplitude de suas dinâmicas que vai do experimental ao mercadológico. Para além das especificidades setoriais, devem-se levar em conta aspectos transversais, sejam eles relativos às questões de liberdade de expressão, à dimensão comercial, aos contextos regionais, à temporalidade de suas ações, entre outros. Um sistema público de fomento deve dialogar com essa multiplicidade de dinâmicas e questões e criar um ambiente propício ao desenvolvimento de todas elas”.
Fonte: Armando Almeida; Carlos Paiva Neto. Fomento à cultura no Brasil. Desafios e oportunidades. In: Pol. Cult. Rev., Salvador, v. 10, n. 2, p. 35-58, jul./dez. 2017.
Disponível em https://portalseer.ufba.br/index.php/pculturais/article/view/ 24390/16203. Acessado em 27.08.2018.
De acordo com os autores acima mencionados, é correto afirmar que
Segundo o jurista Francisco Humberto Cunha Filho, os Direitos Culturais “são aqueles afetos às artes, à memória coletiva e ao fluxo de saberes, que asseguram a seus titulares o conhecimento e uso do passado, interferência ativa no presente e possibilidade de previsão e decisão de opções referentes ao futuro, visando sempre à dignidade da pessoa humana”.
Fonte: http://www.direitosculturais.com.br/. Acesso em 11.09.2018.
A partir dessa definição, é correto afirmar que os Direitos Culturais
Segundo o Ministério da Cultura, as diretrizes para uma política pública voltada à leitura e ao livro no Brasil “levam em conta o papel de destaque que essas instâncias assumem no desenvolvimento social e da cidadania e nas transformações necessárias da sociedade para a construção de um projeto de nação com uma organização social mais justa”.
Fonte: http://www.cultura.gov.br/documents/10883/1171222/cade rnoPNLL_2014ab.pdf/df8f8f20-d613-49aa-94f5- edebf1a7a660. Acesso em 22.08.2018
Para tanto, o Ministério da Cultura lançou o Plano
Nacional do Livro e Leitura que tem, entre seus eixos
principais, conforme expresso no documento,
Atente para o seguinte enunciado: “Em 2012, o Ministério da Cultura – MinC – lançou o Plano da Secretaria da Economia Criativa: políticas, diretrizes e ações, 2011 – 2014. Segundo o documento, o Plano desejava ‘ser muito mais do que um documento definidor de intenções, políticas, diretrizes e ações no campo da economia criativa brasileira. Ele simboliza um movimento do MinC na redefinição do papel da cultura em nosso país’. Nesse sentido, entendia que ‘a diversidade cultural não [deveria] mais ser compreendida somente como um bem a ser valorizado, mas como um ativo fundamental para uma nova compreensão do desenvolvimento’”.
Fonte: Plano da Secretaria da Economia Criativa: políticas, diretrizes e ações, 2011 – 2014. Brasília: Ministério da Cultura, 2012.
Considerando o enunciado acima, é correto afirmar que
I. Ubirajara, Iracema;
II. As Minas de Prata, Guerra dos Mascates;
III. O Sertanejo, O Tronco do Ipê;
IV. Senhora, Sonhos D’Ouro.
Considerando os itens acima, é correto afirmar que os romances apresentados em