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Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: UEFS
Q1225791 Serviço Social
Sobre o Código de Ética do/a Assistente Social e suas disposições, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: ADAF - AM
Q1225217 Economia
Quais foram os principais fatores de restrição dos investimentos produtivos até janeiro de 1999?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: UEFS
Q1225173 Engenharia Civil
Nos materiais, o alongamento produzido por uma força P na direção dessa força é acompanhado por uma contração em qualquer direção transversal. Considerando-se um material homogêneo e isotrópico, o valor absoluto dado pela relação entre a deformação específica transversal e a deformação específica longitudinal é definido como 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: PC-ES
Q1225127 Direito Processual Penal
No tocante à aplicação da Lei n° 11.340/06 (Lei Maria da Penha), para a configuração da violência doméstica e familiar prevista no art. 5º da referida Lei, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: SES-PE
Q1223708 Medicina
A colecistectomia é um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados no mundo. Com o advento da videolaparoscopia, tornou-se uma cirurgia menos traumática, mais estética e com períodos mais curtos de internação. Em contrapartida, observouse o aumento da incidência de lesões de via biliar extra-hepática quando comparado ao procedimento aberto, fato preocupante devido à morbidade elevada desse tipo de lesão, cuja mortalidade não é desprezível. Existem várias classificações da lesão da via biliar, sendo a classificação de Strasberg uma delas. A respeito dessa classificação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: SES-PE
Q1223612 Direito Sanitário
São princípios do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE, EXCETO
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: TRT - 1ª REGIÃO (RJ)
Q1223573 Psicologia
José é pessoa com deficiência e está submetido ao regime de curatela. Ele pretende contrair matrimônio, no entanto seu curador o está impedindo. Nesse sentido, de acordo com os ditames da Lei n° 13.146/2015, o curador de José
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: UEFS
Q1223507 Biologia
Cada indivíduo possui uma composição microbiana única que sofre influência dos tipos de bactérias adquiridas por transmissão vertical materna, composição genética do indivíduo, dieta, uso de medicamentos, infecções intestinais e estresse. A exposição a fatores agressores, como estresse, consumo exagerado de álcool, tabagismo, uso de antibióticos e dieta não saudável, pode causar desequilíbrio da microbiota, com aumento das bactérias patogênicas e diminuição das bactérias comensais. Esse quadro é conhecido como 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: SES-PE
Q1223351 Nutrição
Em um trecho de uma aula, a professora faz a seguinte descrição: “apresentam efeitos metabólicos no trato gastrintestinal: servem de substrato para a microflora naturalmente presente no intestino, formam ácidos graxos de cadeia curta e regularizam o trânsito intestinal, tanto na constipação quanto na diarreia. Além disso, diminuem a absorção de glicose e colesterol”. A qual nutriente essa professora se refere? 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: UEFS
Q1223250 Direito Ambiental
Os princípios e diretrizes para a implementação da Política Nacional da Biodiversidade foram instituídos por meio da publicação 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA
Q1223135 Português
Texto I “MÚSICA E(M) SOCIEDADE”, UMA RICA REFLEXÃO SOBRE O PAPEL DA MÚSICA EM NOSSAS VIDAS  Julinho Bittencourt 
O livro de Paulo Roxo Barja, traduz em linguagem simples e rica, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar Paulo Roxo Barja é uma pessoa plugada em dois mundos. Por um lado, é pós-doutorado pela USP, doutor em ciências e mestre em física. Por outro, é cordelista e músico, formado em piano e interessado por música, seja ela qual for. Filho de pai maestro com mãe apaixonada por literatura, a despeito da sua atuação como cientista e acadêmico, nunca deixou a sua produção artística de lado.  Na mesma medida em que se aprofunda nos estudos, a sua intenção musical se volta, ironicamente, mais e mais às coisas forjadas pelo povo e para o povo. Autor de extensa obra (só de cordéis, já publicou mais de 70), acaba de lançar “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, um pequeno e lindo livro onde consegue, ao mesmo tempo, o rigor científico em sua estrutura e uma linguagem surpreendentemente clara no seu conteúdo.
Tudo o que compartilha ao longo de suas pouco mais de 140 páginas são experiências que vivenciou, ouviu e comprovou em vários momentos de sua vida. Parte de coisas prosaicas e cotidianas que qualquer ouvinte de música um pouco mais atento experimenta, mas que o autor traduz com maestria, encaixando peças até então soltas e aleatórias. 
Logo de saída, desmistifica o ambiente sagrado da música erudita, mais exatamente o período da renascença. Num capítulo hilário, redime a nossa contemporaneidade desbocada e desbanca falsos moralistas das salas de concerto ao nos mostrar, traduzir e comentar canções do século XVI tão malcriadas que fariam qualquer MC do funk proibidão parecer ingênuo iniciante.
Dos renascentistas profanos, pula para o urgente e emergente mundo sagrado dos pretos velhos da umbanda, segundo ele, a religião mais genuinamente brasileira de todas. Mais uma vez, corre a buscar exemplos que entrelaçam a trajetória dos negros escravos aos seus cantos, ritmos e origens de suas danças. 
Seguir viagem adentro neste “Música e(m) Sociedade” é mergulhar em experiências musicais díspares, algumas delas em artigos divididos com outros autores.  Paulo Roxo Barja transita por várias manifestações e se debruça, sobretudo, nas reações humanas que elas desencadeiam, no todo compartilhado. Nos sons forjados por nós e que, consequentemente, nos forjam e assim por diante. 
Vai da canção pop brasileira dos anos 50 até 2000 à trilha do filme “O Som do Coração”, imprescindível na construção da narrativa. Relata vivências em comunidades, poesia e canção popular, a paixão por Nara Leão, o papel da música na área da saúde.
Guarda para o final, feito sobremesa, uma deliciosa série de reflexões extremamente pessoais que, talvez por isso mesmo, se revelem estranhamente próximas, irrecusavelmente comuns a muitos de nós. Uma das mais divertidas é quando conta ter colocado a interpretação de Cristiane Jaccottet para o Prelúdio Nº 1, do Cravo Bem Temperado, de Bach, no toque do seu celular. Por conta disto, por diversas vezes, se pegou não atendendo a ligação enlevado com a música. 
No final das contas, “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, de Paulo Roxo Barja, vai te pegar de surpresa, ao traduzir, na sua linguagem simples e rica de professor, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar.
Publicado em: 31/01/2018 Texto adaptado. Disponível em: https://www.revistaforum.com. br/2018/01/31/musica-em-sociedade-uma-rica-reflexao-sobre-o-papel-da-musica-em-nossas-vidas/ Acesso em: 01/02/2018
Sobre o Texto I, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: FUNPAPA
Q1223017 Português
Texto I “MÚSICA E(M) SOCIEDADE”, UMA RICA REFLEXÃO SOBRE O PAPEL DA MÚSICA EM NOSSAS VIDAS  Julinho Bittencourt 
O livro de Paulo Roxo Barja, traduz em linguagem simples e rica, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar Paulo Roxo Barja é uma pessoa plugada em dois mundos. Por um lado, é pós-doutorado pela USP, doutor em ciências e mestre em física. Por outro, é cordelista e músico, formado em piano e interessado por música, seja ela qual for. Filho de pai maestro com mãe apaixonada por literatura, a despeito da sua atuação como cientista e acadêmico, nunca deixou a sua produção artística de lado.  Na mesma medida em que se aprofunda nos estudos, a sua intenção musical se volta, ironicamente, mais e mais às coisas forjadas pelo povo e para o povo. Autor de extensa obra (só de cordéis, já publicou mais de 70), acaba de lançar “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, um pequeno e lindo livro onde consegue, ao mesmo tempo, o rigor científico em sua estrutura e uma linguagem surpreendentemente clara no seu conteúdo.
Tudo o que compartilha ao longo de suas pouco mais de 140 páginas são experiências que vivenciou, ouviu e comprovou em vários momentos de sua vida. Parte de coisas prosaicas e cotidianas que qualquer ouvinte de música um pouco mais atento experimenta, mas que o autor traduz com maestria, encaixando peças até então soltas e aleatórias. 
Logo de saída, desmistifica o ambiente sagrado da música erudita, mais exatamente o período da renascença. Num capítulo hilário, redime a nossa contemporaneidade desbocada e desbanca falsos moralistas das salas de concerto ao nos mostrar, traduzir e comentar canções do século XVI tão malcriadas que fariam qualquer MC do funk proibidão parecer ingênuo iniciante.
Dos renascentistas profanos, pula para o urgente e emergente mundo sagrado dos pretos velhos da umbanda, segundo ele, a religião mais genuinamente brasileira de todas. Mais uma vez, corre a buscar exemplos que entrelaçam a trajetória dos negros escravos aos seus cantos, ritmos e origens de suas danças. 
Seguir viagem adentro neste “Música e(m) Sociedade” é mergulhar em experiências musicais díspares, algumas delas em artigos divididos com outros autores.  Paulo Roxo Barja transita por várias manifestações e se debruça, sobretudo, nas reações humanas que elas desencadeiam, no todo compartilhado. Nos sons forjados por nós e que, consequentemente, nos forjam e assim por diante. 
Vai da canção pop brasileira dos anos 50 até 2000 à trilha do filme “O Som do Coração”, imprescindível na construção da narrativa. Relata vivências em comunidades, poesia e canção popular, a paixão por Nara Leão, o papel da música na área da saúde.
Guarda para o final, feito sobremesa, uma deliciosa série de reflexões extremamente pessoais que, talvez por isso mesmo, se revelem estranhamente próximas, irrecusavelmente comuns a muitos de nós. Uma das mais divertidas é quando conta ter colocado a interpretação de Cristiane Jaccottet para o Prelúdio Nº 1, do Cravo Bem Temperado, de Bach, no toque do seu celular. Por conta disto, por diversas vezes, se pegou não atendendo a ligação enlevado com a música. 
No final das contas, “Música e(m) Sociedade – Artigos, Crônicas e Reflexões”, de Paulo Roxo Barja, vai te pegar de surpresa, ao traduzir, na sua linguagem simples e rica de professor, relações que você sempre teve com a música e que, feito num sonho, seu texto faz despertar.
Publicado em: 31/01/2018 Texto adaptado. Disponível em: https://www.revistaforum.com. br/2018/01/31/musica-em-sociedade-uma-rica-reflexao-sobre-o-papel-da-musica-em-nossas-vidas/ Acesso em: 01/02/2018
O Texto I pertence a qual gênero textual? 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: SES-PE
Q1222878 Veterinária
De acordo com o Decreto-lei nº 986 de 21 de outubro de 1969, em seu artigo 3°, “a interdição de alimento para análise fiscal será iniciada com a lavratura de termo de apreensão assinado pela autoridade fiscalizadora competente e pelo possuidor ou detentor da mercadoria ou, na sua ausência, por duas testemunhas, onde se especifique a natureza, tipo, marca, procedência, nome do fabricante e do detentor do alimento.” Qual alternativa apresenta corretamente um parágrafo desse artigo?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: SES-PE
Q1221315 Veterinária
Algumas espécies de peixes, em especial os da Família Scombridae, são mais susceptíveis à formação de histamina no seu tecido muscular o que, dependendo da concentração, pode levar à intoxicação ou formação de processos alérgicos. Considerando o exposto, assinale a alternativa correta
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: SEAD-PA
Q1221025 Comunicação Social
Assinale a alternativa que define corretamente o conceito de crossmedia
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: TRT - 1ª REGIÃO (RJ)
Q1221014 Direito Penal
Um Técnico Judiciário Especialidade Segurança do Tribunal Regional do Trabalho está portando uma arma de fogo durante o seu serviço e reclama com um amigo da periculosidade criminal de seu bairro, dizendo estar propenso a manter-se com a arma mesmo após o cumprimento de sua escala, a fim de se deslocar até a sua residência com segurança. Nessa situação, é correto afirmar que 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: PC-ES
Q1220248 Direito Urbanístico
De acordo com a legislação que dispõe sobre o parcelamento do solo para fins urbanos, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: PC-ES
Q1220140 Legislação Estadual
Dentre outros casos, para imposição das penas disciplinares aos funcionários policiais infratores, é competente o 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: SES-PE
Q1220021 Radiologia
A respeito do exame Enema opaco, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s) 
I. É o estudo radiológico do intestino grosso.  II. O meio de contraste negativo é obtido com solução de 80% de sulfato de Bário e 20% de sulfato de Chumbo.  III. A porção do trato gastrointestinal a ser examinada deve estar livre de líquidos e resíduos fecais
Alternativas
Ano: 2018 Banca: AOCP Órgão: SES-PE
Q1219996 Radiologia
Durante um plantão em hospital, é pedido um exame de coluna lombar – oblíqua, incidência OPD. Após posicionar o paciente corretamente, o profissional das técnicas radiológicas deve incidir o RC 
Alternativas
Respostas
321: C
322: D
323: D
324: E
325: C
326: E
327: A
328: C
329: C
330: E
331: B
332: E
333: A
334: B
335: B
336: C
337: A
338: E
339: E
340: A