Questões de Concurso
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Leia a tirinha a seguir para responder à questão

(Will Tirando, willtirando.com.br/ category/quadrinhos/page/2/, 21.06.2025)
Leia a tirinha a seguir para responder à questão

(Will Tirando, willtirando.com.br/ category/quadrinhos/page/2/, 21.06.2025)
Observe a charge a seguir:

(Blog do AFTM. https://blogdoaftm.com.br/ charge-halloween-5/, 01.11.2025)
Na charge, pode-se afirmar que há
Leia o texto a seguir para responder à questão:
O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.
O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).
Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.
(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.
O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).
Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.
(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.
O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).
Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.
(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão:
O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo. O país teria condições de alimentar a própria população e se organizar para exportar. Se exportasse, poderia matar a fome de populações sofridas de outras regiões do mundo que possuem carência alimentar. No entanto, o Brasil convive com uma dura contradição: embora o país seja uma potência agrícola, milhões de brasileiros ainda enfrentam a incerteza sobre o que pôr na mesa.
O acesso a uma alimentação saudável, adequada e nutritiva permanece restrito a uma parcela privilegiada da população brasileira — classe média e alta — enquanto a grande maioria, especialmente periferias urbanas pobres e comunidades vulneráveis, sofrem com a insegurança alimentar. Não fazem sequer três refeições ao dia. Essa situação de penúria não se configura apenas nos dias correntes, conforme escreve Josué de Castro em suas obras como Geografia da Fome (1946) e Fome: um tema proibido (1996). Nessa segunda obra o autor escreve: “Nas terras pobres famintas do Nordeste brasileiro, onde nasci, é hábito servir-se um pedacinho de carne seca com um prato bem cheio de farofa” (Castro, p. 23, 1996).
Por isso, torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social e de combate com rigor à influência da indústria dos alimentos ultraprocessados, que substituem refeições saudáveis e comprometem a saúde dos mais vulneráveis. A garantia de uma alimentação saudável é um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, longe da fome e da injustiça nutricional.
(Correio Braziliense, “A fome e a produção de alimentos no Brasil”, www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/10/7276849-a-fomee-a-producao-de-alimentos-no-brasil.html, 23.10.2025. Adaptado)
Observe as palavras destacadas nas passagens a seguir:
“O Brasil conquistou, novamente, um lugar de destaque no cenário internacional ao deixar o Mapa da Fome, pela segunda vez, e se consolidar como um dos maiores produtores de alimentos do mundo.” (1º parágrafo)
“Por isso torna-se imprescindível serem fortalecidos os programas de proteção social...” (3º parágrafo)
Essas palavras podem ser substituídas, sem alteração de sentido, respectivamente por
Assinale a alternativa que apresenta uma informação correta sobre o funcionamento desse tipo de criptografia.
Assinale a alternativa que mais se aproxima do tamanho mínimo do buffer (em megabytes) que o reprodutor deve acumular antes de iniciar a reprodução.
Assinale a alternativa que apresenta, na ordem, um protocolo da camada de aplicação, um protocolo da camada de transporte e um protocolo da camada de rede.
Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta corretamente o limite inferior (frequência mínima) da faixa do Canal 5.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o codec de vídeo utilizado no SBTVD-T.
Assinale alternativa que apresenta o valor mais próximo da capacidade máxima teórica desse canal de dados (limite de Shannon) em megabits por segundo (Mb/s).
Dado: Utilize log2 10 ≈ 10/3.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação sinal-ruído (SNR) em decibéis na entrada do receptor.
Dado: Utilize log 2 ≈ 0,3.
De acordo com o Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Frequências (PDFF) vigente no Brasil, assinale a alternativa que indica corretamente os responsáveis por cada uma dessas ações.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o menor número de repetidoras necessárias se a distância entre transmissor e receptor é de 180 km.
Dado: Use 100,2 ≈ 1,6.
Assinale a alternativa que apresenta a técnica mais adequada a ser utilizada no transmissor para evitar a perda de sincronismo de bit.
Assinale a alternativa que apresenta a taxa de transmissão de bits correspondente.