Questões de Concurso
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Se nenhum gato convive com um pássaro, o número de famílias que NÃO possuem animais de estimação em casa é
63, 60, 57, 66, 62, 65, 69, 58.
Para se tornar uma equipe mais competitiva, o treinador sugeriu que cada integrante da equipe deveria aumentar sua massa muscular, o que resultaria em um ganho de 2% no peso corporal total. Se todas as 8 mulheres conseguirem atingir exatamente a meta estipulada pelo treinador, o peso médio da equipe, em quilogramas, será de
[Entre luas]
Declarou-me uma amiga que passou a se dedicar a olhar o céu estrelado para se consolar das feiuras terrestres. Não seria isso uma solução excessivamente cômoda? Se quiséssemos levar essa declaração às últimas consequências, acabaríamos dizendo: "que a Terra continue de mal a pior, eu olho para o céu e reencontro meu equilíbrio interior". Não estaria minha amiga instrumentalizando Ilicitamente esse céu estrelado?
Não buscaria eu exortá-la a mais entusiasmo lembrando as magníficas aventuras cosmonáuticas da humanidade, essas lutas míticas pela supremacia terrestre sobre o firmamento. O que me interessa, ao contrário, é tudo o que é apropriação verdadeira do espaço e dos objetos celestes, ou seja, o conhecimento objetivo de uma relação entre nós e o universo extra-humano.
A Lua, desde a Antiguidade, significou para os homens esse desejo de um paraíso luminoso e sereno, e essa devoção lunar dos poetas se perpetuou pelos tempos. Mas a Lua dos poetas tem alguma coisa a ver com as imagens leitosas e esburacadas que os foguetes nos enviam? Talvez não, ainda; mas o fato de sermos obrigados a reconsiderar a Lua de maneira nova nos levará a reconsiderar de maneira nova Inúmeras outras coisas. Quem ama a Lua realmente não se contenta em contemplá-la como uma imagem convencional: quer entrar numa relação mais estreita com ela, quer ver mais na Lua, quer que a Lua lhe diga mais.
(Adaptado de: CALVINO. Italo. Assunto encerrado - Discursos sobre literatura e sociedade. Tradução: Roberta Bami. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 217-218)
Uma nova redação correta e coerente do período acima se estabelece em:
[Entre luas]
Declarou-me uma amiga que passou a se dedicar a olhar o céu estrelado para se consolar das feiuras terrestres. Não seria isso uma solução excessivamente cômoda? Se quiséssemos levar essa declaração às últimas consequências, acabaríamos dizendo: "que a Terra continue de mal a pior, eu olho para o céu e reencontro meu equilíbrio interior". Não estaria minha amiga instrumentalizando Ilicitamente esse céu estrelado?
Não buscaria eu exortá-la a mais entusiasmo lembrando as magníficas aventuras cosmonáuticas da humanidade, essas lutas míticas pela supremacia terrestre sobre o firmamento. O que me interessa, ao contrário, é tudo o que é apropriação verdadeira do espaço e dos objetos celestes, ou seja, o conhecimento objetivo de uma relação entre nós e o universo extra-humano.
A Lua, desde a Antiguidade, significou para os homens esse desejo de um paraíso luminoso e sereno, e essa devoção lunar dos poetas se perpetuou pelos tempos. Mas a Lua dos poetas tem alguma coisa a ver com as imagens leitosas e esburacadas que os foguetes nos enviam? Talvez não, ainda; mas o fato de sermos obrigados a reconsiderar a Lua de maneira nova nos levará a reconsiderar de maneira nova Inúmeras outras coisas. Quem ama a Lua realmente não se contenta em contemplá-la como uma imagem convencional: quer entrar numa relação mais estreita com ela, quer ver mais na Lua, quer que a Lua lhe diga mais.
(Adaptado de: CALVINO. Italo. Assunto encerrado - Discursos sobre literatura e sociedade. Tradução: Roberta Bami. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 217-218)
[Entre luas]
Declarou-me uma amiga que passou a se dedicar a olhar o céu estrelado para se consolar das feiuras terrestres. Não seria isso uma solução excessivamente cômoda? Se quiséssemos levar essa declaração às últimas consequências, acabaríamos dizendo: "que a Terra continue de mal a pior, eu olho para o céu e reencontro meu equilíbrio interior". Não estaria minha amiga instrumentalizando Ilicitamente esse céu estrelado?
Não buscaria eu exortá-la a mais entusiasmo lembrando as magníficas aventuras cosmonáuticas da humanidade, essas lutas míticas pela supremacia terrestre sobre o firmamento. O que me interessa, ao contrário, é tudo o que é apropriação verdadeira do espaço e dos objetos celestes, ou seja, o conhecimento objetivo de uma relação entre nós e o universo extra-humano.
A Lua, desde a Antiguidade, significou para os homens esse desejo de um paraíso luminoso e sereno, e essa devoção lunar dos poetas se perpetuou pelos tempos. Mas a Lua dos poetas tem alguma coisa a ver com as imagens leitosas e esburacadas que os foguetes nos enviam? Talvez não, ainda; mas o fato de sermos obrigados a reconsiderar a Lua de maneira nova nos levará a reconsiderar de maneira nova Inúmeras outras coisas. Quem ama a Lua realmente não se contenta em contemplá-la como uma imagem convencional: quer entrar numa relação mais estreita com ela, quer ver mais na Lua, quer que a Lua lhe diga mais.
(Adaptado de: CALVINO. Italo. Assunto encerrado - Discursos sobre literatura e sociedade. Tradução: Roberta Bami. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 217-218)
[Entre luas]
Declarou-me uma amiga que passou a se dedicar a olhar o céu estrelado para se consolar das feiuras terrestres. Não seria isso uma solução excessivamente cômoda? Se quiséssemos levar essa declaração às últimas consequências, acabaríamos dizendo: "que a Terra continue de mal a pior, eu olho para o céu e reencontro meu equilíbrio interior". Não estaria minha amiga instrumentalizando Ilicitamente esse céu estrelado?
Não buscaria eu exortá-la a mais entusiasmo lembrando as magníficas aventuras cosmonáuticas da humanidade, essas lutas míticas pela supremacia terrestre sobre o firmamento. O que me interessa, ao contrário, é tudo o que é apropriação verdadeira do espaço e dos objetos celestes, ou seja, o conhecimento objetivo de uma relação entre nós e o universo extra-humano.
A Lua, desde a Antiguidade, significou para os homens esse desejo de um paraíso luminoso e sereno, e essa devoção lunar dos poetas se perpetuou pelos tempos. Mas a Lua dos poetas tem alguma coisa a ver com as imagens leitosas e esburacadas que os foguetes nos enviam? Talvez não, ainda; mas o fato de sermos obrigados a reconsiderar a Lua de maneira nova nos levará a reconsiderar de maneira nova Inúmeras outras coisas. Quem ama a Lua realmente não se contenta em contemplá-la como uma imagem convencional: quer entrar numa relação mais estreita com ela, quer ver mais na Lua, quer que a Lua lhe diga mais.
(Adaptado de: CALVINO. Italo. Assunto encerrado - Discursos sobre literatura e sociedade. Tradução: Roberta Bami. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 217-218)
[Entre luas]
Declarou-me uma amiga que passou a se dedicar a olhar o céu estrelado para se consolar das feiuras terrestres. Não seria isso uma solução excessivamente cômoda? Se quiséssemos levar essa declaração às últimas consequências, acabaríamos dizendo: "que a Terra continue de mal a pior, eu olho para o céu e reencontro meu equilíbrio interior". Não estaria minha amiga instrumentalizando Ilicitamente esse céu estrelado?
Não buscaria eu exortá-la a mais entusiasmo lembrando as magníficas aventuras cosmonáuticas da humanidade, essas lutas míticas pela supremacia terrestre sobre o firmamento. O que me interessa, ao contrário, é tudo o que é apropriação verdadeira do espaço e dos objetos celestes, ou seja, o conhecimento objetivo de uma relação entre nós e o universo extra-humano.
A Lua, desde a Antiguidade, significou para os homens esse desejo de um paraíso luminoso e sereno, e essa devoção lunar dos poetas se perpetuou pelos tempos. Mas a Lua dos poetas tem alguma coisa a ver com as imagens leitosas e esburacadas que os foguetes nos enviam? Talvez não, ainda; mas o fato de sermos obrigados a reconsiderar a Lua de maneira nova nos levará a reconsiderar de maneira nova Inúmeras outras coisas. Quem ama a Lua realmente não se contenta em contemplá-la como uma imagem convencional: quer entrar numa relação mais estreita com ela, quer ver mais na Lua, quer que a Lua lhe diga mais.
(Adaptado de: CALVINO. Italo. Assunto encerrado - Discursos sobre literatura e sociedade. Tradução: Roberta Bami. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 217-218)
I. O Tribunal adquire um novo sistema digital para agilizar o acesso seguro aos processos judiciais, mas a falta de treinamento dos usuários compromete o alcance dos objetivos de aumento de produtividade, celeridade e eficiência.
II. A mudança de sistema de provedor de e-mails do Tribunal resulta na perda de acesso às informações trocadas, impactando diretamente o fluxo de trabalho e causando empecilho à prestação de contas às instâncias controladoras.
III. O Tribunal é notificado por um órgão regulador de que descumpriu normas de transparência pública exigidas por lei, devido é ausência de algumas informações obrigatórias em seu portal de transparência.
IV. Foi decidido que a elaboração de um plano de contingência poderia ser adiada e, quando ocorreu um evento que provocou a interrupção significativa no atendimento aos cidadãos, isso gerou insatisfação dos jurisdicionados, comprometendo os objetivos do Tribunal de bem atender aos cidadãos.
V. Em uma inspeção de auditoria, constatou-se que houve problemas internos que impediram que dados relevantes sobre os processos em andamento fossem reportados adequadamente, dificultando a tomada de decisões e o cumprimento das obrigações de accountability.
De acordo com a Política de Gestão de Riscos (Ato TRT-GP n° 118/2018), as situações I, II, III, IV e V correspondem, correta e respectivamente, aos tipos de riscos: