Foram encontradas 130.637 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3506140 Direito do Trabalho
Em conformidade com a Constituição Federal de 1988, são assegurados aos trabalhadores domésticos, dentre outros, os seguintes direitos:
Alternativas
Q3506139 Raciocínio Lógico
João e Maria são irmãos e possuem mais irmăs e irmãos. O número de irmãos de João é igual ao seu número de irmăs. O número de irmăs de Maria é igual à metade de seu número de irmãos. Então o total de irmãos e irmăs é 
Alternativas
Q3506138 Raciocínio Lógico
Certa quantidade de bezerros precisa ser transportada e para isso dispõem-se de caminhões. Se colocarmos dois bezerros em cada caminhão, sobram treze bezerros; mas, se colocarmos três bezerros em cada caminhão, sobram três caminhões. Então o número de bezerros a serem transportados é
Alternativas
Q3506137 Raciocínio Lógico
Se "Alguns poetas são músicos" e "Nenhum músico é atleta", conclui-se corretamente que
Alternativas
Q3506136 Raciocínio Lógico
Cinco estudantes (Pedro, André, Tiago, Rafael e Lucas) participaram de um concurso de matemática e obtiveram as cinco primeiras colocações. A classificação final apresentou as seguintes características:
- Pedro terminou o concurso à frente de Tiago;
- Tiago ficou imediatamente à frente de Lucas;
- André não ficou entre os três últimos colocados:
- Rafael obteve uma posição melhor do que a de Pedro.
Com base nessas informações, os dois primeiros classificados foram
Alternativas
Q3506135 Raciocínio Lógico
João ficou em décimo sexto lugar contando a partir do topo e vigésimo nono lugar contando a partir do fim entre os alunos que passaram em um exame. Seis alunos não participaram da prova e cinco alunos foram reprovados. Assim, o número total de alunos na turma era
Alternativas
Q3506134 Estatística
Considere uma regressão linear simples da forma yi = bo+ b1xi +ei, onde b0 e bi, são parâmetros a serem estimados e ei o termo aleatório, com média 0 e desvio-padrão σ2. Sabe-se que a média dos valores de xi = 10 e a média dos valores de yi = 50.Utilizando o método dos mínimos quadrados, o valor estimado de b1 foi 4, então o valor estimado do intercepto (bo) é dado por
Alternativas
Q3506124 Matemática Financeira

Considere o fluxo de caixa a seguir cuja taxa interna de retorno positiva é de 12% ao ano.


29.png (258×73)


Nesse fluxo, o valor de X é igual a 

Alternativas
Q3506123 Matemática Financeira
Um empréstimo no valor de R$ 50.000,00 deverá ser liquidado por meio de 10 prestações mensais e consecutivas, vencendo a primeira prestação um mês após a realização do empréstimo. Sabe-se que foi utilizado o sistema de amortização misto a uma taxa de 2,5% ao mês. Se o fator de recuperação de capital (FRC) para a taxa de juros compostos de 2,5% ao mês para um período de 10 meses é igual a 0,11426, então o valor da 6ª prestação é de
Alternativas
Q3506122 Matemática Financeira
Considere que uma dívida no valor de R$ 120.000,00 deverá ser liquidada por meio de 60 prestações mensais e consecutivas, à taxa de 2% ao mês, pelo sistema de amortização constante. Se a primeira prestação vence um mês após a realização do empréstimo, então o valor da 40ª prestação é igual a 
Alternativas
Q3506121 Matemática Financeira
Uma dívida no valor R$ 10.000,00 foi contratada para ser liquidada por meio de 6 prestações mensais iguais e consecutivas, vencendo a primeira prestação um mês após a contratação da dívida. A taxa mensal de juros é de 3% e o valor de cada prestação é igual a R$ 1.846,00. Considerando o plano de amortização pelo sistema francês, então o saldo devedor da dívida imediatamente após o pagamento da primeira prestação é de
Alternativas
Q3506118 Matemática Financeira
Sejam dois projetos X e Y, mutuamente excludentes, que apresentam os fluxos de caixa dados pelo quadro abaixo, sendo D₁ e D₂ os respectivos desembolsos no ano 0.
23.png (284×75)
Considerando que a taxa mínima de atratividade é de 12% ao ano e que o valor atual (na data 0) do projeto X é igual ao valor atual (na data 0) do projeto Y, obtém-se que D, supera D₂ em
Alternativas
Q3506111 Matemática Financeira
Uma pessoa irá necessitar de R$ 120.600,00 para adquirir um automóvel daqui a 8 meses. O menor valor (C), em 1.000 reais, que ela deve depositar hoje em um banco que remunera os depósitos de seus clientes a uma taxa de juros simples de 10,8% ao ano, com o objetivo de adquirir o automóvel daqui a 8 meses, é tal que
Alternativas
Q3506109 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

A frase Existirmos, a que será que se destina? terá tradução adequada e permanecerá gramaticalmente correta nesta outra redação: 
Alternativas
Q3506108 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

As normas de concordância verbal encontram-se plenamente observadas na frase:
Alternativas
Q3506107 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.
Numa nova, correta e coerente redação da frase acima, o segmento sublinhado poderá ser substituído por:
Alternativas
Q3506105 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

Há um correto reconhecimento de como opera um dos principais caminhos tomados pelo homem nesta proposição:
Alternativas
Q3506104 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

Em nosso caminho da busca de sentido da nossa própria vida,
Alternativas
Q3506103 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Buscas de sentido


        Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.


        Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.


        Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.


        Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.


        "A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.


(Cláudio Thales de Araújo, a editar)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q3506102 Português

Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.


Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós


        Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.


        Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.


        Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.


        Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"


(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)

É inteiramente adequada a articulação entre os tempos e os modos das formas verbais na frase:
Alternativas
Respostas
3381: E
3382: A
3383: E
3384: D
3385: E
3386: C
3387: C
3388: E
3389: E
3390: B
3391: C
3392: A
3393: A
3394: E
3395: D
3396: C
3397: E
3398: B
3399: A
3400: C