Questões de Concurso Comentadas para fcc

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Q1247416 Arquitetura
O reconhecimento do contexto histórico como valor − incluindo aí significativas tradições e especificidades de grupos sociais, assim como tipologias construtivas preexistentes − , em oposição ao entendimento do homem ideal e à supervalorização do racionalismo tecnológico, caracteriza-se como fundamento para a corrente arquitetônica e urbanística, surgida em meados do século XX, denominada
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Q1247415 Arquitetura

Considere o cronograma apresentado pelo gráfico abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Neste caso, o caminho crítico é formado pela sequência de atividades:

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Q1247414 Arquitetura

Considere a figura abaixo, de uma rampa em corte sem paredes laterais.


Imagem associada para resolução da questão

O elemento de segurança indicado é

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Q1247413 Arquitetura
De acordo com a NBR 9050, que trata da acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, piso tátil é o piso caracterizado por textura e cor
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Q1247412 Arquitetura
Na legislação ambiental, a etapa que consiste na elaboração de uma descrição e análise dos recursos ambientais e suas interações, composto pela caracterização do meio físico, do meio biológico, dos ecossistemas naturais, e do meio socioeconômico é
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Q1247411 Arquitetura
A densidade do fluxo luminoso que incide sobre uma determinada superfície, como uma fachada ou uma parede interna, é chamada de
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Q1247410 Arquitetura
Considerando as classificações das paisagens culturais pela UNESCO, o lugar que manteve as características essenciais de um processo orgânico de evolução, ora interrompido, é denominado
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Q1247402 Raciocínio Lógico
Na conta armada abaixo, X Y e Z são números distintos.
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O valor da soma X + Z é:  
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Q1247398 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
    Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
    Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
    Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.
(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos
(org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura
Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
Uma interpretação adequada de um trecho do texto está em:
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Q1247395 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
    Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
    Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
    Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.
(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos
(org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura
Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
O termo então em Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário (6º parágrafo) expressa, no contexto, as noções de 
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Q1247392 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
    Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
    Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
    Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.
(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos
(org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura
Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
Uma frase condizente com o ponto de vista expresso no texto é:
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Q1247390 Português
Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

    Acredito que o leitor já deva ter ouvido, em alguma ocasião, esta frase: “Parem o mundo, que eu quero descer!”
    Talvez porque essas últimas décadas tenham sido − e continuarão a ser − de congestionamento dos sentidos. Há uma sensação de que não se sabe muito bem o que está acontecendo.
    Fazendo parte dos quadros de uma escola de Comunicação, muitas vezes tive de lembrar a mim mesmo, aos meus pares e alunos que, por mais complexa, tecnologicamente, que se tenha tornado a intermediação entre os indivíduos e a realidade externa, nada mudou, essencialmente, nas relações interpessoais: entre eu e o(s) outros(s). Essa é apenas uma das razões pelas quais os especialistas em psicologia continuam a explicar os conflitos da alma humana a partir das mesmas lendas da civilização grega de três mil anos atrás.
    Identidade e cultura sempre estiveram relacionadas. A identidade de cada um é moldada, socialmente, pelas influências culturais, por meio da comunicação. Simbolicamente, é como se alguém só se reconhecesse como indivíduo ao ver o seu reflexo no espelho da sociedade. Isso é válido para os mais diversos aspectos identitários, tais como etnia, gênero, religião, idioma etc.
    Na época dos festejos do bicentenário da Revolução Francesa, assisti a um programa de debates da TV em que, para definir igualdade, o sociólogo Alain Touraine ironizou: “Qualquer francês lhe dirá que é o direito que têm todas as pessoas do mundo de serem iguais a ele!”
    Descobri, então, que diversidade era exatamente o contrário. Deve ser a percepção de que existem “lá fora” seres que não são iguais a mim − seja eu francês, hotentote, homem, mulher, destro ou canhoto − e que pode haver algo em relação a esses entes diversos que possa me afetar − positiva ou negativamente.
(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos
(org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador: Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura
Negra no Brasil, 2010, p. 204-205) 
O autor centra sua argumentação nos seguintes eixos temáticos, entre os quais estabelece relação:
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Q1247389 Relações Públicas
De acordo com o Decreto no 70.274/1974, no que se refere à colocação, em evento, de personalidades que não constem na Ordem Geral de Precedência, o Chefe do Cerimonial, quando solicitado, prestará esclarecimentos de natureza 
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Q1247388 Relações Públicas
O tipo de evento e sua correta descrição está em
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Q1247387 Relações Públicas

Considere:

 

  I. conhecer normas do cerimonial público.


 II. possuir boa voz e dicção perfeita.


III. saber improvisar.


  IV. ter postura correta, demonstrar e possuir confiança.


   V. ter zelo com a aparência e trajar roupas discretas.


 VI. utilizar de verbos no imperativo, na fala.


VII. saber seguir o roteiro com rigidez, sem improvisos.


São, entre outras, características necessárias a um mestre de cerimônias do Poder Executivo as que constam APENAS em  

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Q1247386 Legislação Estadual
De acordo com o que estabelece o Decreto nº11.074/1978, o uso de papel e cartão de correspondência ou de convite, com o brasão dourado do Estado de São Paulo, é prerrogativa 
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Q1247385 Legislação Federal
De acordo com a Lei nº 5.700/1971, hasteia-se diariamente a Bandeira Nacional e a do Mercosul, entre outros, nos edifícios-sede 
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Q1247384 Relações Públicas

Considere um jantar com mesa posta para serviço à francesa, tendo como referência a pessoa que se alimenta acomodada:


  I. As lâminas das facas devem ser dispostas voltadas para dentro.

 

 II. Os talheres (garfo e faca) de mesa que serão usados para o prato principal são os mais próximos da lateral do sousplat/prato base.


III. A colher de sopa fica do lado direito das facas, quando for servida uma entrada como sopa ou caldo.


 IV. Os talheres de sobremesa ficam na parte superior do sousplat/prato base: primeiro o garfo, com o cabo virado para a esquerda; depois a colher, com o cabo virado para a direita de quem faz a refeição.


  V. A taça menor é a de água e fica na parte superior do lado direito, sendo a taça mais próxima de quem faz a refeição.


Está correto o que se afirma APENAS em 

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Q1247383 Relações Públicas
Na realização de eventos públicos e privados, a recepção dos convidados é missão de grande importância. A equipe do receptivo deve cuidar da elaboração da nominata. Essa lista de autoridades presentes será utilizada durante o evento pelo 
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Q1247382 Relações Públicas

Considere: 


            Tipo                                                                        Descrição dos Serviços


I           Coffee break          a.      É um misto de café da manhã e almoço, servido em estilo bufê; não exige a participação de todos os convidados ao mesmo tempo, pois a duração pode se estender. O horário mais usual é das 10h às 14h.


II         Coquetel            b.      Serviço de bufê estrategicamente localizado para que todos possam se servir rapidamente entre os trabalhos profissionais e cursos. Costuma ter a duração máxima de 30 minutos.


III        Brunch               c.  É realizado como prolongamento de determinados eventos como lançamentos de livros, inaugurações, exposições. Os convidados ficam em pé e circulam à vontade pelo ambiente; os salgadinhos e bebidas podem ser servidos em bandejas ou dispostos em uma mesa, no estilo bufê. 


A correta correspondência entre os tipos de serviços e sua respectiva descrição é: 

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Respostas
17941: E
17942: C
17943: A
17944: D
17945: B
17946: C
17947: B
17948: C
17949: B
17950: E
17951: E
17952: B
17953: E
17954: D
17955: B
17956: C
17957: E
17958: A
17959: B
17960: D