Foram encontradas 97.427 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
“No sertão, o ‘ocê’ é mais do que pronome: é o jeito de falar, de chegar, de estar.”
(GUIMARÃES ROSA, João. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.)
A citação apresenta uma forma regional do pronome “você”. Com base nesse exemplo, identifique a afirmativa correta sobre variação linguística.
Analise a frase abaixo.
"Os desafios e as oportunidades presentes no cenário educacional atual são enormes e exigem uma postura comprometida dos professores."
Assinale a alternativa que apresenta a análise correta da concordância nominal e verbal nessa frase.
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
TEXTO I
Inclusão não é favor, é direito
A escola que exclui é a escola que não compreende o seu papel social. Incluir não é colocar o “diferente” no mesmo espaço do “normal” para cumprir uma formalidade institucional. Incluir é transformar a escola para que ela atenda a todos, independentemente de suas condições físicas, cognitivas, sociais ou emocionais.
A inclusão requer mais do que rampas e intérpretes. Requer escuta ativa, práticas pedagógicas flexíveis, formação permanente de educadores e ruptura com a lógica da homogeneização. O diferente não é problema; é oportunidade de aprender e ensinar de outras formas.
Quando a escola se torna um espaço verdadeiramente inclusivo, ela cumpre sua missão de formar cidadãos plenos, conscientes de sua dignidade e do direito de todos à educação. A inclusão, portanto, não é um favor: é um direito — e como tal, deve ser garantido com compromisso, sensibilidade e responsabilidade coletiva.
Autor: José Pacheco (educador português radicado no Brasil, idealizador da Escola da Ponte – Texto adaptado)
Qual é a ideia principal do texto?
Analise o trecho a seguir:
"A chef concluiu: "Saiu por onde entrou!" E eu me perguntava: isso é realmente importante?"
Considerando os recursos de pontuação presentes no trecho acima e seus efeitos discursivos, assinale a alternativa que analisa corretamente a função e a correção dos sinais empregados:
"Cada voz, uma visão. Onze pessoas, onze reações. Pensei: se isso acontece com uma abelha, imagine com temas sérios."
Com base no trecho e considerando os princípios da coesão e da coerência textual, assinale a alternativa que interpreta corretamente a relação entre os elementos linguísticos e a progressão do texto:
Quanto a aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.
A Marinha do Brasil tem relação com o caso apresentado no texto porque se trata de um acidente que se deu com uma moto aquática.
Quanto a aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.
No trecho “O Hospital de Cirurgia, local onde o médico atuava, lamentou a perda e prestou solidariedade aos familiares e amigos.”, a oração “onde o médico atuava” acrescenta uma circunstância em relação ao termo “local”.
Quanto a aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.
A palavra “irreparável” tem o sentido de “o que não se pode recuperar”.
Quanto a aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.
Em “emitiu nota se solidarizando com os familiares, amigos e colegas de profissão”, a regência de “solidarizar‑se” está correta, fazendo‑se por meio de “com”.
Quanto a aspectos gerais do texto, julgue o item seguinte.
O período “Eduardo Ferreira era natural de Alagoas, t inha 49 anos e deixa esposa e um filho.” é composto da coordenação de três orações – todas as três sindéticas.