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Q3877974 Português
Texto 3

Gaiolas ou asas?

Rubem Alves

        Ontem, este aforismo me atacou: “Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas”. Escolas-gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Seu dono pode levá-los aonde quiser. Deixaram de ser pássaros, pois a essência dos pássaros é o voo. Escolas-asas não amam pássaros engaiolados. Amam os pássaros em voo. Ensinar o voo não podem, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo só pode ser encorajado.

        Esse simples aforismo nasceu de um sofrimento: sofri conversando com professoras de Ensino Médio, em escolas de periferia. Seus relatos são de horror e medo. Balbúrdia, gritaria, desrespeito, ofensas, ameaças… E elas, timidamente, pedindo silêncio, tentando fazer as coisas que a burocracia determina: dar o programa, fazer avaliações… Ouvindo seus relatos, vi uma jaula cheia de tigres famintos, dentes arreganhados, garras à mostra – e as domadoras com seus chicotes, fazendo ameaças fracas demais para a força dos tigres… Sentir alegria ao sair de casa para ir para a escola? Ter prazer em ensinar? Amar os alunos? O seu sonho é livrar-se de tudo aquilo. Mas não podem. A porta de ferro que fecha os tigres é a mesma que as fecha com os tigres.

        Violento é o pássaro que luta contra os arames da gaiola ou a gaiola que o prende? Violentos são os adolescentes de periferia ou as escolas? Alguns dirão que os adolescentes de periferia precisam ser educados para melhorar de vida. De acordo. Uma boa educação abre os caminhos de uma vida melhor. Mas pergunto: nossas escolas dão uma boa educação? O que é uma boa educação?

        Os burocratas pressupõem que os alunos ganham boa educação se aprendem os conteúdos dos programas oficiais. E, para testar a qualidade da educação, criam mecanismos, provas, avaliações, acrescidos dos novos exames elaborados pelo Ministério da Educação. Mas será que a aprendizagem dos programas oficiais se identifica com o ideal de uma boa educação?

Disponível em: https://revistaensinosuperior.com.br/2011/09/10/gaiolas-ou-asas/. Acesso em: 15 jan. 2026. Excerto adaptado.
Observe o trecho a seguir, do 3º parágrafo do Texto 3:
Violento é o pássaro que luta contra os arames da gaiola ou a gaiola que o prende?
Esse enunciado propõe uma reflexão cujo objetivo é
Alternativas
Q3877973 Português
Texto 3

Gaiolas ou asas?

Rubem Alves

        Ontem, este aforismo me atacou: “Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas”. Escolas-gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Seu dono pode levá-los aonde quiser. Deixaram de ser pássaros, pois a essência dos pássaros é o voo. Escolas-asas não amam pássaros engaiolados. Amam os pássaros em voo. Ensinar o voo não podem, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo só pode ser encorajado.

        Esse simples aforismo nasceu de um sofrimento: sofri conversando com professoras de Ensino Médio, em escolas de periferia. Seus relatos são de horror e medo. Balbúrdia, gritaria, desrespeito, ofensas, ameaças… E elas, timidamente, pedindo silêncio, tentando fazer as coisas que a burocracia determina: dar o programa, fazer avaliações… Ouvindo seus relatos, vi uma jaula cheia de tigres famintos, dentes arreganhados, garras à mostra – e as domadoras com seus chicotes, fazendo ameaças fracas demais para a força dos tigres… Sentir alegria ao sair de casa para ir para a escola? Ter prazer em ensinar? Amar os alunos? O seu sonho é livrar-se de tudo aquilo. Mas não podem. A porta de ferro que fecha os tigres é a mesma que as fecha com os tigres.

        Violento é o pássaro que luta contra os arames da gaiola ou a gaiola que o prende? Violentos são os adolescentes de periferia ou as escolas? Alguns dirão que os adolescentes de periferia precisam ser educados para melhorar de vida. De acordo. Uma boa educação abre os caminhos de uma vida melhor. Mas pergunto: nossas escolas dão uma boa educação? O que é uma boa educação?

        Os burocratas pressupõem que os alunos ganham boa educação se aprendem os conteúdos dos programas oficiais. E, para testar a qualidade da educação, criam mecanismos, provas, avaliações, acrescidos dos novos exames elaborados pelo Ministério da Educação. Mas será que a aprendizagem dos programas oficiais se identifica com o ideal de uma boa educação?

Disponível em: https://revistaensinosuperior.com.br/2011/09/10/gaiolas-ou-asas/. Acesso em: 15 jan. 2026. Excerto adaptado.
Observe o trecho a seguir, do 2º parágrafo do Texto 3:
Sentir alegria ao sair de casa para ir para a escola? Ter prazer em ensinar? 
Essas sequências interrogativas evidenciam
Alternativas
Q3877972 Português
Texto 3

Gaiolas ou asas?

Rubem Alves

        Ontem, este aforismo me atacou: “Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas”. Escolas-gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Seu dono pode levá-los aonde quiser. Deixaram de ser pássaros, pois a essência dos pássaros é o voo. Escolas-asas não amam pássaros engaiolados. Amam os pássaros em voo. Ensinar o voo não podem, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo só pode ser encorajado.

        Esse simples aforismo nasceu de um sofrimento: sofri conversando com professoras de Ensino Médio, em escolas de periferia. Seus relatos são de horror e medo. Balbúrdia, gritaria, desrespeito, ofensas, ameaças… E elas, timidamente, pedindo silêncio, tentando fazer as coisas que a burocracia determina: dar o programa, fazer avaliações… Ouvindo seus relatos, vi uma jaula cheia de tigres famintos, dentes arreganhados, garras à mostra – e as domadoras com seus chicotes, fazendo ameaças fracas demais para a força dos tigres… Sentir alegria ao sair de casa para ir para a escola? Ter prazer em ensinar? Amar os alunos? O seu sonho é livrar-se de tudo aquilo. Mas não podem. A porta de ferro que fecha os tigres é a mesma que as fecha com os tigres.

        Violento é o pássaro que luta contra os arames da gaiola ou a gaiola que o prende? Violentos são os adolescentes de periferia ou as escolas? Alguns dirão que os adolescentes de periferia precisam ser educados para melhorar de vida. De acordo. Uma boa educação abre os caminhos de uma vida melhor. Mas pergunto: nossas escolas dão uma boa educação? O que é uma boa educação?

        Os burocratas pressupõem que os alunos ganham boa educação se aprendem os conteúdos dos programas oficiais. E, para testar a qualidade da educação, criam mecanismos, provas, avaliações, acrescidos dos novos exames elaborados pelo Ministério da Educação. Mas será que a aprendizagem dos programas oficiais se identifica com o ideal de uma boa educação?

Disponível em: https://revistaensinosuperior.com.br/2011/09/10/gaiolas-ou-asas/. Acesso em: 15 jan. 2026. Excerto adaptado.
A leitura global do Texto 3 revela que ele foi escrito com um tom
Alternativas
Q3877971 Português

Texto 2  



Nas três expressões que diferenciam as formas de violência escolar no Texto 2, quais são, respectivamente, os valores semânticos marcados pelas preposições? 
Alternativas
Q3877970 Português

Texto 2  



Assinale a alternativa que registra a causa citada no Texto 1 que pode, pelo que foi exposto por Bruno Simão, dar origem aos três casos de violência exemplificados no Texto 2. 
Alternativas
Q3877969 Português
Texto 1

Violência escolar: de onde vem e para onde vai?

Bruno Luis Simão

        A violência escolar é um problema que tem afetado cada vez mais a nossa sociedade. Infelizmente, essa realidade tem se tornado cada vez mais comum e pode trazer consequências graves para a formação dos estudantes e para o ambiente escolar como um todo. É preciso, portanto, entender as causas desse fenômeno para poder combatê-lo de forma efetiva, e é importante ressaltar que não há uma solução única para esse problema. Entre as causas mais comuns, podemos destacar a falta de investimento na educação, a desigualdade social, a falta de estrutura física das escolas, a falta de segurança pública, o bullying e o cyberbullying, o uso de drogas, a influência da mídia e a ausência de valores éticos e morais.
   
        A falta de investimento na educação é uma das principais causas da violência escolar, pois reflete na falta de recursos para a melhoria das estruturas físicas das escolas e para a capacitação dos professores. Isso pode gerar um ambiente de desmotivação e de desrespeito, que pode culminar em atos violentos. A desigualdade social também é uma causa importante dessa violência, uma vez que a falta de oportunidades e de acesso à educação de qualidade pode gerar um sentimento de revolta e de exclusão. Isso pode levar os estudantes a adotarem comportamentos agressivos e buscarem formas de se destacar, muitas vezes, recorrendo à violência.
   
        O bullying e o cyberbullying são formas de violência que ganharam destaque nos últimos anos, principalmente por meio das redes sociais. Essas formas de agressão podem afetar a autoestima dos estudantes e gerar traumas que podem acompanhá-los por toda a vida. O uso de drogas é outro fator que contribui para a violência na escola, pois pode gerar comportamentos agressivos e descontrolados nos alunos. Além disso, a influência da mídia também pode ser outra causa, uma vez que muitos alunos são expostos a conteúdos violentos que podem influenciá-los.
   
        Por fim, a ausência de valores éticos e morais pode ser uma das principais causas da violência escolar. A falta de respeito e de empatia pelo próximo pode gerar comportamentos agressivos e desrespeitosos, que podem afetar não só o ambiente escolar, mas também a sociedade como um todo.
    
        É preciso, portanto, que sejam tomadas medidas efetivas para combater esse tipo de violência. É fundamental que se invista na educação e na formação dos estudantes, promovendo valores como a empatia, a solidariedade e o respeito. Além disso, é importante que sejam criadas políticas públicas que garantam a segurança nas escolas e que combatam o bullying e o cyberbullying. Só assim será possível construir um ambiente escolar saudável e seguro, que permita a formação de cidadãos conscientes e responsáveis.

Disponível em: https://www.uninter.com/noticias/violencia-escolar-de-onde-vem-e-para-onde-vai. Acesso em: 15 jan. 2026. Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta coerência com as ideias do Texto 1 e está CORRETA em relação à norma de referência do português.
Alternativas
Q3877968 Português
Texto 1

Violência escolar: de onde vem e para onde vai?

Bruno Luis Simão

        A violência escolar é um problema que tem afetado cada vez mais a nossa sociedade. Infelizmente, essa realidade tem se tornado cada vez mais comum e pode trazer consequências graves para a formação dos estudantes e para o ambiente escolar como um todo. É preciso, portanto, entender as causas desse fenômeno para poder combatê-lo de forma efetiva, e é importante ressaltar que não há uma solução única para esse problema. Entre as causas mais comuns, podemos destacar a falta de investimento na educação, a desigualdade social, a falta de estrutura física das escolas, a falta de segurança pública, o bullying e o cyberbullying, o uso de drogas, a influência da mídia e a ausência de valores éticos e morais.
   
        A falta de investimento na educação é uma das principais causas da violência escolar, pois reflete na falta de recursos para a melhoria das estruturas físicas das escolas e para a capacitação dos professores. Isso pode gerar um ambiente de desmotivação e de desrespeito, que pode culminar em atos violentos. A desigualdade social também é uma causa importante dessa violência, uma vez que a falta de oportunidades e de acesso à educação de qualidade pode gerar um sentimento de revolta e de exclusão. Isso pode levar os estudantes a adotarem comportamentos agressivos e buscarem formas de se destacar, muitas vezes, recorrendo à violência.
   
        O bullying e o cyberbullying são formas de violência que ganharam destaque nos últimos anos, principalmente por meio das redes sociais. Essas formas de agressão podem afetar a autoestima dos estudantes e gerar traumas que podem acompanhá-los por toda a vida. O uso de drogas é outro fator que contribui para a violência na escola, pois pode gerar comportamentos agressivos e descontrolados nos alunos. Além disso, a influência da mídia também pode ser outra causa, uma vez que muitos alunos são expostos a conteúdos violentos que podem influenciá-los.
   
        Por fim, a ausência de valores éticos e morais pode ser uma das principais causas da violência escolar. A falta de respeito e de empatia pelo próximo pode gerar comportamentos agressivos e desrespeitosos, que podem afetar não só o ambiente escolar, mas também a sociedade como um todo.
    
        É preciso, portanto, que sejam tomadas medidas efetivas para combater esse tipo de violência. É fundamental que se invista na educação e na formação dos estudantes, promovendo valores como a empatia, a solidariedade e o respeito. Além disso, é importante que sejam criadas políticas públicas que garantam a segurança nas escolas e que combatam o bullying e o cyberbullying. Só assim será possível construir um ambiente escolar saudável e seguro, que permita a formação de cidadãos conscientes e responsáveis.

Disponível em: https://www.uninter.com/noticias/violencia-escolar-de-onde-vem-e-para-onde-vai. Acesso em: 15 jan. 2026. Adaptado.
No último parágrafo do Texto 1, a palavra “portanto” introduz um excerto que desempenha a função de 
Alternativas
Q3877967 Português
Texto 1

Violência escolar: de onde vem e para onde vai?

Bruno Luis Simão

        A violência escolar é um problema que tem afetado cada vez mais a nossa sociedade. Infelizmente, essa realidade tem se tornado cada vez mais comum e pode trazer consequências graves para a formação dos estudantes e para o ambiente escolar como um todo. É preciso, portanto, entender as causas desse fenômeno para poder combatê-lo de forma efetiva, e é importante ressaltar que não há uma solução única para esse problema. Entre as causas mais comuns, podemos destacar a falta de investimento na educação, a desigualdade social, a falta de estrutura física das escolas, a falta de segurança pública, o bullying e o cyberbullying, o uso de drogas, a influência da mídia e a ausência de valores éticos e morais.
   
        A falta de investimento na educação é uma das principais causas da violência escolar, pois reflete na falta de recursos para a melhoria das estruturas físicas das escolas e para a capacitação dos professores. Isso pode gerar um ambiente de desmotivação e de desrespeito, que pode culminar em atos violentos. A desigualdade social também é uma causa importante dessa violência, uma vez que a falta de oportunidades e de acesso à educação de qualidade pode gerar um sentimento de revolta e de exclusão. Isso pode levar os estudantes a adotarem comportamentos agressivos e buscarem formas de se destacar, muitas vezes, recorrendo à violência.
   
        O bullying e o cyberbullying são formas de violência que ganharam destaque nos últimos anos, principalmente por meio das redes sociais. Essas formas de agressão podem afetar a autoestima dos estudantes e gerar traumas que podem acompanhá-los por toda a vida. O uso de drogas é outro fator que contribui para a violência na escola, pois pode gerar comportamentos agressivos e descontrolados nos alunos. Além disso, a influência da mídia também pode ser outra causa, uma vez que muitos alunos são expostos a conteúdos violentos que podem influenciá-los.
   
        Por fim, a ausência de valores éticos e morais pode ser uma das principais causas da violência escolar. A falta de respeito e de empatia pelo próximo pode gerar comportamentos agressivos e desrespeitosos, que podem afetar não só o ambiente escolar, mas também a sociedade como um todo.
    
        É preciso, portanto, que sejam tomadas medidas efetivas para combater esse tipo de violência. É fundamental que se invista na educação e na formação dos estudantes, promovendo valores como a empatia, a solidariedade e o respeito. Além disso, é importante que sejam criadas políticas públicas que garantam a segurança nas escolas e que combatam o bullying e o cyberbullying. Só assim será possível construir um ambiente escolar saudável e seguro, que permita a formação de cidadãos conscientes e responsáveis.

Disponível em: https://www.uninter.com/noticias/violencia-escolar-de-onde-vem-e-para-onde-vai. Acesso em: 15 jan. 2026. Adaptado.
Considerando a progressão argumentativa do Texto 1, a estratégia utilizada para convencer o leitor da gravidade do problema baseia-se em
Alternativas
Q3877966 Português
Texto 1

Violência escolar: de onde vem e para onde vai?

Bruno Luis Simão

        A violência escolar é um problema que tem afetado cada vez mais a nossa sociedade. Infelizmente, essa realidade tem se tornado cada vez mais comum e pode trazer consequências graves para a formação dos estudantes e para o ambiente escolar como um todo. É preciso, portanto, entender as causas desse fenômeno para poder combatê-lo de forma efetiva, e é importante ressaltar que não há uma solução única para esse problema. Entre as causas mais comuns, podemos destacar a falta de investimento na educação, a desigualdade social, a falta de estrutura física das escolas, a falta de segurança pública, o bullying e o cyberbullying, o uso de drogas, a influência da mídia e a ausência de valores éticos e morais.
   
        A falta de investimento na educação é uma das principais causas da violência escolar, pois reflete na falta de recursos para a melhoria das estruturas físicas das escolas e para a capacitação dos professores. Isso pode gerar um ambiente de desmotivação e de desrespeito, que pode culminar em atos violentos. A desigualdade social também é uma causa importante dessa violência, uma vez que a falta de oportunidades e de acesso à educação de qualidade pode gerar um sentimento de revolta e de exclusão. Isso pode levar os estudantes a adotarem comportamentos agressivos e buscarem formas de se destacar, muitas vezes, recorrendo à violência.
   
        O bullying e o cyberbullying são formas de violência que ganharam destaque nos últimos anos, principalmente por meio das redes sociais. Essas formas de agressão podem afetar a autoestima dos estudantes e gerar traumas que podem acompanhá-los por toda a vida. O uso de drogas é outro fator que contribui para a violência na escola, pois pode gerar comportamentos agressivos e descontrolados nos alunos. Além disso, a influência da mídia também pode ser outra causa, uma vez que muitos alunos são expostos a conteúdos violentos que podem influenciá-los.
   
        Por fim, a ausência de valores éticos e morais pode ser uma das principais causas da violência escolar. A falta de respeito e de empatia pelo próximo pode gerar comportamentos agressivos e desrespeitosos, que podem afetar não só o ambiente escolar, mas também a sociedade como um todo.
    
        É preciso, portanto, que sejam tomadas medidas efetivas para combater esse tipo de violência. É fundamental que se invista na educação e na formação dos estudantes, promovendo valores como a empatia, a solidariedade e o respeito. Além disso, é importante que sejam criadas políticas públicas que garantam a segurança nas escolas e que combatam o bullying e o cyberbullying. Só assim será possível construir um ambiente escolar saudável e seguro, que permita a formação de cidadãos conscientes e responsáveis.

Disponível em: https://www.uninter.com/noticias/violencia-escolar-de-onde-vem-e-para-onde-vai. Acesso em: 15 jan. 2026. Adaptado.
A escolha da palavra “fenômeno”, no primeiro parágrafo do Texto 1, para designar a violência escolar, revela um objetivo de
Alternativas
Q3874589 Português

Ícone em bairro de Curitiba, casarão de 1876 ganhará nova função


    A Prefeitura de Curitiba quer dar uma nova finalidade ao prédio histórico da antiga Casa do Núcleo Habitacional Santa Efigênia, localizado em frente ao Terminal do Barreirinha. A Câmara Municipal aprovou, nesta terça-feira (11/11), o projeto que autoriza o Executivo a adquirir o terreno. A proposta é transformar o imóvel na nova Casa da Leitura de Curitiba, dedicada à promoção de atividades literárias e culturais para a comunidade. 


    Construída em 1876, a edificação é considerada desde 2019 uma Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), devido ao seu valor arquitetônico e histórico. O imóvel, porém, apresenta desgaste estrutural e está fechado há anos. Segundo o líder do governo na Câmara, vereador Serginho do Posto (PSD), o local está em uma área estratégica, na Avenida Anita Garibaldi, uma das principais vias de ligação entre o centro e a região norte da cidade. 


    “É um chalé de linhas românticas e influência da arquitetura dos imigrantes, que compunha a antiga estrada do Açungui, atual rua Mateus Leme, e fazia parte de uma série de ramais que ligavam o centro de Curitiba às colônias de imigrantes da época. Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. Hoje, temos a oportunidade de preservar mais um capítulo da história e da cultura da nossa cidade”, destacou o vereador.


    Para a nova destinação, será necessário restaurar janelas, pisos e reforçar a estrutura. A área também é considerada vulnerável, com risco de invasão e depredação. “Essa situação representa não apenas uma ameaça ao patrimônio municipal, mas também um problema de segurança pública. O projeto busca preservar a memória da cidade e evitar a perda de um bem com valor histórico e cultural para Curitiba”, completou o líder do governo.


    O casarão já abrigou, em outros tempos, a Associação Católica Filantrópica Santa Efigênia (Cafisi). O projeto de transformá-lo em Casa da Leitura parte da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), responsável por outras unidades do programa espalhadas pela cidade. A vereadora Giorgia Prates – Mandata Preta (PT) defendeu que a Fundação assegure o uso efetivo do espaço, criando um polo cultural descentralizado capaz de valorizar a memória e a identidade do bairro.


    De propriedade da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-CT), o imóvel encontra-se fechado e cercado por tapumes para evitar depredações. O sobrado tem dois pavimentos, com cerca de 50 m² cada, em um terreno de 525,6 m². A Comissão de Avaliação de Imóveis (CAI) da Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (SMATI) precificou a compra em R$ 756 mil, conforme o laudo nº 166/2025.


    A Assessoria de Captação de Recursos e Gestão de Investimentos (FTCG), ligada à Secretaria Municipal de Finanças, informou que o pagamento será feito com recursos do superávit financeiro da própria FCC, conforme previsão da Lei Orçamentária Anual de 2025. Obrigações e débitos anteriores à transferência continuarão sob responsabilidade da Cohab-CT, enquanto a Fundação ficará encarregada das despesas de escritura e registro. 


    O projeto foi levado à votação em regime de urgência, com tramitação aprovada na semana passada. A proposta retorna ao plenário nesta quarta-feira (12/11) para votação em segundo turno, etapa final antes da sanção do Executivo.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/icone-em-bairro-de-curitiba-casarao-de-1876-ganhara-nova-funcao/?utm_source=noticias-virais-rodape&utm_medium=internal-

tribuna&utm_campaign=tribuna 

Assinale a alternativa que apresente a função sintática exercida pela oração subordinada em destaque no período: “O projeto busca preservar a memória da cidade e evitar a perda de um bem com valor histórico e cultural para Curitiba”, completou o líder do governo.
Alternativas
Q3874588 Português

Ícone em bairro de Curitiba, casarão de 1876 ganhará nova função


    A Prefeitura de Curitiba quer dar uma nova finalidade ao prédio histórico da antiga Casa do Núcleo Habitacional Santa Efigênia, localizado em frente ao Terminal do Barreirinha. A Câmara Municipal aprovou, nesta terça-feira (11/11), o projeto que autoriza o Executivo a adquirir o terreno. A proposta é transformar o imóvel na nova Casa da Leitura de Curitiba, dedicada à promoção de atividades literárias e culturais para a comunidade. 


    Construída em 1876, a edificação é considerada desde 2019 uma Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), devido ao seu valor arquitetônico e histórico. O imóvel, porém, apresenta desgaste estrutural e está fechado há anos. Segundo o líder do governo na Câmara, vereador Serginho do Posto (PSD), o local está em uma área estratégica, na Avenida Anita Garibaldi, uma das principais vias de ligação entre o centro e a região norte da cidade. 


    “É um chalé de linhas românticas e influência da arquitetura dos imigrantes, que compunha a antiga estrada do Açungui, atual rua Mateus Leme, e fazia parte de uma série de ramais que ligavam o centro de Curitiba às colônias de imigrantes da época. Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. Hoje, temos a oportunidade de preservar mais um capítulo da história e da cultura da nossa cidade”, destacou o vereador.


    Para a nova destinação, será necessário restaurar janelas, pisos e reforçar a estrutura. A área também é considerada vulnerável, com risco de invasão e depredação. “Essa situação representa não apenas uma ameaça ao patrimônio municipal, mas também um problema de segurança pública. O projeto busca preservar a memória da cidade e evitar a perda de um bem com valor histórico e cultural para Curitiba”, completou o líder do governo.


    O casarão já abrigou, em outros tempos, a Associação Católica Filantrópica Santa Efigênia (Cafisi). O projeto de transformá-lo em Casa da Leitura parte da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), responsável por outras unidades do programa espalhadas pela cidade. A vereadora Giorgia Prates – Mandata Preta (PT) defendeu que a Fundação assegure o uso efetivo do espaço, criando um polo cultural descentralizado capaz de valorizar a memória e a identidade do bairro.


    De propriedade da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-CT), o imóvel encontra-se fechado e cercado por tapumes para evitar depredações. O sobrado tem dois pavimentos, com cerca de 50 m² cada, em um terreno de 525,6 m². A Comissão de Avaliação de Imóveis (CAI) da Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (SMATI) precificou a compra em R$ 756 mil, conforme o laudo nº 166/2025.


    A Assessoria de Captação de Recursos e Gestão de Investimentos (FTCG), ligada à Secretaria Municipal de Finanças, informou que o pagamento será feito com recursos do superávit financeiro da própria FCC, conforme previsão da Lei Orçamentária Anual de 2025. Obrigações e débitos anteriores à transferência continuarão sob responsabilidade da Cohab-CT, enquanto a Fundação ficará encarregada das despesas de escritura e registro. 


    O projeto foi levado à votação em regime de urgência, com tramitação aprovada na semana passada. A proposta retorna ao plenário nesta quarta-feira (12/11) para votação em segundo turno, etapa final antes da sanção do Executivo.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/icone-em-bairro-de-curitiba-casarao-de-1876-ganhara-nova-funcao/?utm_source=noticias-virais-rodape&utm_medium=internal-

tribuna&utm_campaign=tribuna 

Analise as afirmativas e assinale a alternativa CORRETA:



I - A palavra pagamento possui sufixo.



II - As palavras finalidade e comunidade possuem sufixos.



III - A palavra descentralizado possui prefixo e sufixo. 

Alternativas
Q3874587 Português

Ícone em bairro de Curitiba, casarão de 1876 ganhará nova função


    A Prefeitura de Curitiba quer dar uma nova finalidade ao prédio histórico da antiga Casa do Núcleo Habitacional Santa Efigênia, localizado em frente ao Terminal do Barreirinha. A Câmara Municipal aprovou, nesta terça-feira (11/11), o projeto que autoriza o Executivo a adquirir o terreno. A proposta é transformar o imóvel na nova Casa da Leitura de Curitiba, dedicada à promoção de atividades literárias e culturais para a comunidade. 


    Construída em 1876, a edificação é considerada desde 2019 uma Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), devido ao seu valor arquitetônico e histórico. O imóvel, porém, apresenta desgaste estrutural e está fechado há anos. Segundo o líder do governo na Câmara, vereador Serginho do Posto (PSD), o local está em uma área estratégica, na Avenida Anita Garibaldi, uma das principais vias de ligação entre o centro e a região norte da cidade. 


    “É um chalé de linhas românticas e influência da arquitetura dos imigrantes, que compunha a antiga estrada do Açungui, atual rua Mateus Leme, e fazia parte de uma série de ramais que ligavam o centro de Curitiba às colônias de imigrantes da época. Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. Hoje, temos a oportunidade de preservar mais um capítulo da história e da cultura da nossa cidade”, destacou o vereador.


    Para a nova destinação, será necessário restaurar janelas, pisos e reforçar a estrutura. A área também é considerada vulnerável, com risco de invasão e depredação. “Essa situação representa não apenas uma ameaça ao patrimônio municipal, mas também um problema de segurança pública. O projeto busca preservar a memória da cidade e evitar a perda de um bem com valor histórico e cultural para Curitiba”, completou o líder do governo.


    O casarão já abrigou, em outros tempos, a Associação Católica Filantrópica Santa Efigênia (Cafisi). O projeto de transformá-lo em Casa da Leitura parte da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), responsável por outras unidades do programa espalhadas pela cidade. A vereadora Giorgia Prates – Mandata Preta (PT) defendeu que a Fundação assegure o uso efetivo do espaço, criando um polo cultural descentralizado capaz de valorizar a memória e a identidade do bairro.


    De propriedade da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-CT), o imóvel encontra-se fechado e cercado por tapumes para evitar depredações. O sobrado tem dois pavimentos, com cerca de 50 m² cada, em um terreno de 525,6 m². A Comissão de Avaliação de Imóveis (CAI) da Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (SMATI) precificou a compra em R$ 756 mil, conforme o laudo nº 166/2025.


    A Assessoria de Captação de Recursos e Gestão de Investimentos (FTCG), ligada à Secretaria Municipal de Finanças, informou que o pagamento será feito com recursos do superávit financeiro da própria FCC, conforme previsão da Lei Orçamentária Anual de 2025. Obrigações e débitos anteriores à transferência continuarão sob responsabilidade da Cohab-CT, enquanto a Fundação ficará encarregada das despesas de escritura e registro. 


    O projeto foi levado à votação em regime de urgência, com tramitação aprovada na semana passada. A proposta retorna ao plenário nesta quarta-feira (12/11) para votação em segundo turno, etapa final antes da sanção do Executivo.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/icone-em-bairro-de-curitiba-casarao-de-1876-ganhara-nova-funcao/?utm_source=noticias-virais-rodape&utm_medium=internal-

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Assinale a alternativa que apresente a justificativa adequada para o emprego da primeira vírgula no período: Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. 
Alternativas
Q3874586 Português

Ícone em bairro de Curitiba, casarão de 1876 ganhará nova função


    A Prefeitura de Curitiba quer dar uma nova finalidade ao prédio histórico da antiga Casa do Núcleo Habitacional Santa Efigênia, localizado em frente ao Terminal do Barreirinha. A Câmara Municipal aprovou, nesta terça-feira (11/11), o projeto que autoriza o Executivo a adquirir o terreno. A proposta é transformar o imóvel na nova Casa da Leitura de Curitiba, dedicada à promoção de atividades literárias e culturais para a comunidade. 


    Construída em 1876, a edificação é considerada desde 2019 uma Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), devido ao seu valor arquitetônico e histórico. O imóvel, porém, apresenta desgaste estrutural e está fechado há anos. Segundo o líder do governo na Câmara, vereador Serginho do Posto (PSD), o local está em uma área estratégica, na Avenida Anita Garibaldi, uma das principais vias de ligação entre o centro e a região norte da cidade. 


    “É um chalé de linhas românticas e influência da arquitetura dos imigrantes, que compunha a antiga estrada do Açungui, atual rua Mateus Leme, e fazia parte de uma série de ramais que ligavam o centro de Curitiba às colônias de imigrantes da época. Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. Hoje, temos a oportunidade de preservar mais um capítulo da história e da cultura da nossa cidade”, destacou o vereador.


    Para a nova destinação, será necessário restaurar janelas, pisos e reforçar a estrutura. A área também é considerada vulnerável, com risco de invasão e depredação. “Essa situação representa não apenas uma ameaça ao patrimônio municipal, mas também um problema de segurança pública. O projeto busca preservar a memória da cidade e evitar a perda de um bem com valor histórico e cultural para Curitiba”, completou o líder do governo.


    O casarão já abrigou, em outros tempos, a Associação Católica Filantrópica Santa Efigênia (Cafisi). O projeto de transformá-lo em Casa da Leitura parte da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), responsável por outras unidades do programa espalhadas pela cidade. A vereadora Giorgia Prates – Mandata Preta (PT) defendeu que a Fundação assegure o uso efetivo do espaço, criando um polo cultural descentralizado capaz de valorizar a memória e a identidade do bairro.


    De propriedade da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-CT), o imóvel encontra-se fechado e cercado por tapumes para evitar depredações. O sobrado tem dois pavimentos, com cerca de 50 m² cada, em um terreno de 525,6 m². A Comissão de Avaliação de Imóveis (CAI) da Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (SMATI) precificou a compra em R$ 756 mil, conforme o laudo nº 166/2025.


    A Assessoria de Captação de Recursos e Gestão de Investimentos (FTCG), ligada à Secretaria Municipal de Finanças, informou que o pagamento será feito com recursos do superávit financeiro da própria FCC, conforme previsão da Lei Orçamentária Anual de 2025. Obrigações e débitos anteriores à transferência continuarão sob responsabilidade da Cohab-CT, enquanto a Fundação ficará encarregada das despesas de escritura e registro. 


    O projeto foi levado à votação em regime de urgência, com tramitação aprovada na semana passada. A proposta retorna ao plenário nesta quarta-feira (12/11) para votação em segundo turno, etapa final antes da sanção do Executivo.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/icone-em-bairro-de-curitiba-casarao-de-1876-ganhara-nova-funcao/?utm_source=noticias-virais-rodape&utm_medium=internal-

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Assinale a alternativa cuja crase seja empregada pela mesma justificativa do seu emprego no período: O projeto foi levado à votação em regime de urgência, com tramitação aprovada na semana passada. 
Alternativas
Q3874585 Português

Ícone em bairro de Curitiba, casarão de 1876 ganhará nova função


    A Prefeitura de Curitiba quer dar uma nova finalidade ao prédio histórico da antiga Casa do Núcleo Habitacional Santa Efigênia, localizado em frente ao Terminal do Barreirinha. A Câmara Municipal aprovou, nesta terça-feira (11/11), o projeto que autoriza o Executivo a adquirir o terreno. A proposta é transformar o imóvel na nova Casa da Leitura de Curitiba, dedicada à promoção de atividades literárias e culturais para a comunidade. 


    Construída em 1876, a edificação é considerada desde 2019 uma Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), devido ao seu valor arquitetônico e histórico. O imóvel, porém, apresenta desgaste estrutural e está fechado há anos. Segundo o líder do governo na Câmara, vereador Serginho do Posto (PSD), o local está em uma área estratégica, na Avenida Anita Garibaldi, uma das principais vias de ligação entre o centro e a região norte da cidade. 


    “É um chalé de linhas românticas e influência da arquitetura dos imigrantes, que compunha a antiga estrada do Açungui, atual rua Mateus Leme, e fazia parte de uma série de ramais que ligavam o centro de Curitiba às colônias de imigrantes da época. Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. Hoje, temos a oportunidade de preservar mais um capítulo da história e da cultura da nossa cidade”, destacou o vereador.


    Para a nova destinação, será necessário restaurar janelas, pisos e reforçar a estrutura. A área também é considerada vulnerável, com risco de invasão e depredação. “Essa situação representa não apenas uma ameaça ao patrimônio municipal, mas também um problema de segurança pública. O projeto busca preservar a memória da cidade e evitar a perda de um bem com valor histórico e cultural para Curitiba”, completou o líder do governo.


    O casarão já abrigou, em outros tempos, a Associação Católica Filantrópica Santa Efigênia (Cafisi). O projeto de transformá-lo em Casa da Leitura parte da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), responsável por outras unidades do programa espalhadas pela cidade. A vereadora Giorgia Prates – Mandata Preta (PT) defendeu que a Fundação assegure o uso efetivo do espaço, criando um polo cultural descentralizado capaz de valorizar a memória e a identidade do bairro.


    De propriedade da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-CT), o imóvel encontra-se fechado e cercado por tapumes para evitar depredações. O sobrado tem dois pavimentos, com cerca de 50 m² cada, em um terreno de 525,6 m². A Comissão de Avaliação de Imóveis (CAI) da Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (SMATI) precificou a compra em R$ 756 mil, conforme o laudo nº 166/2025.


    A Assessoria de Captação de Recursos e Gestão de Investimentos (FTCG), ligada à Secretaria Municipal de Finanças, informou que o pagamento será feito com recursos do superávit financeiro da própria FCC, conforme previsão da Lei Orçamentária Anual de 2025. Obrigações e débitos anteriores à transferência continuarão sob responsabilidade da Cohab-CT, enquanto a Fundação ficará encarregada das despesas de escritura e registro. 


    O projeto foi levado à votação em regime de urgência, com tramitação aprovada na semana passada. A proposta retorna ao plenário nesta quarta-feira (12/11) para votação em segundo turno, etapa final antes da sanção do Executivo.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/icone-em-bairro-de-curitiba-casarao-de-1876-ganhara-nova-funcao/?utm_source=noticias-virais-rodape&utm_medium=internal-

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Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: A proposta retorna ao plenário nesta quarta-feira (12/11) para votação em segundo turno, etapa final antes da sanção do Executivo. 
Alternativas
Q3874584 Português

Ícone em bairro de Curitiba, casarão de 1876 ganhará nova função


    A Prefeitura de Curitiba quer dar uma nova finalidade ao prédio histórico da antiga Casa do Núcleo Habitacional Santa Efigênia, localizado em frente ao Terminal do Barreirinha. A Câmara Municipal aprovou, nesta terça-feira (11/11), o projeto que autoriza o Executivo a adquirir o terreno. A proposta é transformar o imóvel na nova Casa da Leitura de Curitiba, dedicada à promoção de atividades literárias e culturais para a comunidade. 


    Construída em 1876, a edificação é considerada desde 2019 uma Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), devido ao seu valor arquitetônico e histórico. O imóvel, porém, apresenta desgaste estrutural e está fechado há anos. Segundo o líder do governo na Câmara, vereador Serginho do Posto (PSD), o local está em uma área estratégica, na Avenida Anita Garibaldi, uma das principais vias de ligação entre o centro e a região norte da cidade. 


    “É um chalé de linhas românticas e influência da arquitetura dos imigrantes, que compunha a antiga estrada do Açungui, atual rua Mateus Leme, e fazia parte de uma série de ramais que ligavam o centro de Curitiba às colônias de imigrantes da época. Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. Hoje, temos a oportunidade de preservar mais um capítulo da história e da cultura da nossa cidade”, destacou o vereador.


    Para a nova destinação, será necessário restaurar janelas, pisos e reforçar a estrutura. A área também é considerada vulnerável, com risco de invasão e depredação. “Essa situação representa não apenas uma ameaça ao patrimônio municipal, mas também um problema de segurança pública. O projeto busca preservar a memória da cidade e evitar a perda de um bem com valor histórico e cultural para Curitiba”, completou o líder do governo.


    O casarão já abrigou, em outros tempos, a Associação Católica Filantrópica Santa Efigênia (Cafisi). O projeto de transformá-lo em Casa da Leitura parte da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), responsável por outras unidades do programa espalhadas pela cidade. A vereadora Giorgia Prates – Mandata Preta (PT) defendeu que a Fundação assegure o uso efetivo do espaço, criando um polo cultural descentralizado capaz de valorizar a memória e a identidade do bairro.


    De propriedade da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-CT), o imóvel encontra-se fechado e cercado por tapumes para evitar depredações. O sobrado tem dois pavimentos, com cerca de 50 m² cada, em um terreno de 525,6 m². A Comissão de Avaliação de Imóveis (CAI) da Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (SMATI) precificou a compra em R$ 756 mil, conforme o laudo nº 166/2025.


    A Assessoria de Captação de Recursos e Gestão de Investimentos (FTCG), ligada à Secretaria Municipal de Finanças, informou que o pagamento será feito com recursos do superávit financeiro da própria FCC, conforme previsão da Lei Orçamentária Anual de 2025. Obrigações e débitos anteriores à transferência continuarão sob responsabilidade da Cohab-CT, enquanto a Fundação ficará encarregada das despesas de escritura e registro. 


    O projeto foi levado à votação em regime de urgência, com tramitação aprovada na semana passada. A proposta retorna ao plenário nesta quarta-feira (12/11) para votação em segundo turno, etapa final antes da sanção do Executivo.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/icone-em-bairro-de-curitiba-casarao-de-1876-ganhara-nova-funcao/?utm_source=noticias-virais-rodape&utm_medium=internal-

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Assinale a alternativa na qual as duas palavras sejam proparoxítonas:  
Alternativas
Q3874583 Português

Ícone em bairro de Curitiba, casarão de 1876 ganhará nova função


    A Prefeitura de Curitiba quer dar uma nova finalidade ao prédio histórico da antiga Casa do Núcleo Habitacional Santa Efigênia, localizado em frente ao Terminal do Barreirinha. A Câmara Municipal aprovou, nesta terça-feira (11/11), o projeto que autoriza o Executivo a adquirir o terreno. A proposta é transformar o imóvel na nova Casa da Leitura de Curitiba, dedicada à promoção de atividades literárias e culturais para a comunidade. 


    Construída em 1876, a edificação é considerada desde 2019 uma Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), devido ao seu valor arquitetônico e histórico. O imóvel, porém, apresenta desgaste estrutural e está fechado há anos. Segundo o líder do governo na Câmara, vereador Serginho do Posto (PSD), o local está em uma área estratégica, na Avenida Anita Garibaldi, uma das principais vias de ligação entre o centro e a região norte da cidade. 


    “É um chalé de linhas românticas e influência da arquitetura dos imigrantes, que compunha a antiga estrada do Açungui, atual rua Mateus Leme, e fazia parte de uma série de ramais que ligavam o centro de Curitiba às colônias de imigrantes da época. Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. Hoje, temos a oportunidade de preservar mais um capítulo da história e da cultura da nossa cidade”, destacou o vereador.


    Para a nova destinação, será necessário restaurar janelas, pisos e reforçar a estrutura. A área também é considerada vulnerável, com risco de invasão e depredação. “Essa situação representa não apenas uma ameaça ao patrimônio municipal, mas também um problema de segurança pública. O projeto busca preservar a memória da cidade e evitar a perda de um bem com valor histórico e cultural para Curitiba”, completou o líder do governo.


    O casarão já abrigou, em outros tempos, a Associação Católica Filantrópica Santa Efigênia (Cafisi). O projeto de transformá-lo em Casa da Leitura parte da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), responsável por outras unidades do programa espalhadas pela cidade. A vereadora Giorgia Prates – Mandata Preta (PT) defendeu que a Fundação assegure o uso efetivo do espaço, criando um polo cultural descentralizado capaz de valorizar a memória e a identidade do bairro.


    De propriedade da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-CT), o imóvel encontra-se fechado e cercado por tapumes para evitar depredações. O sobrado tem dois pavimentos, com cerca de 50 m² cada, em um terreno de 525,6 m². A Comissão de Avaliação de Imóveis (CAI) da Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (SMATI) precificou a compra em R$ 756 mil, conforme o laudo nº 166/2025.


    A Assessoria de Captação de Recursos e Gestão de Investimentos (FTCG), ligada à Secretaria Municipal de Finanças, informou que o pagamento será feito com recursos do superávit financeiro da própria FCC, conforme previsão da Lei Orçamentária Anual de 2025. Obrigações e débitos anteriores à transferência continuarão sob responsabilidade da Cohab-CT, enquanto a Fundação ficará encarregada das despesas de escritura e registro. 


    O projeto foi levado à votação em regime de urgência, com tramitação aprovada na semana passada. A proposta retorna ao plenário nesta quarta-feira (12/11) para votação em segundo turno, etapa final antes da sanção do Executivo.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/icone-em-bairro-de-curitiba-casarao-de-1876-ganhara-nova-funcao/?utm_source=noticias-virais-rodape&utm_medium=internal-

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Assinale a alternativa na qual a palavra seja acentuada pela mesma regra que justifica a acentuação na palavra imóvel
Alternativas
Q3874582 Português

Ícone em bairro de Curitiba, casarão de 1876 ganhará nova função


    A Prefeitura de Curitiba quer dar uma nova finalidade ao prédio histórico da antiga Casa do Núcleo Habitacional Santa Efigênia, localizado em frente ao Terminal do Barreirinha. A Câmara Municipal aprovou, nesta terça-feira (11/11), o projeto que autoriza o Executivo a adquirir o terreno. A proposta é transformar o imóvel na nova Casa da Leitura de Curitiba, dedicada à promoção de atividades literárias e culturais para a comunidade. 


    Construída em 1876, a edificação é considerada desde 2019 uma Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), devido ao seu valor arquitetônico e histórico. O imóvel, porém, apresenta desgaste estrutural e está fechado há anos. Segundo o líder do governo na Câmara, vereador Serginho do Posto (PSD), o local está em uma área estratégica, na Avenida Anita Garibaldi, uma das principais vias de ligação entre o centro e a região norte da cidade. 


    “É um chalé de linhas românticas e influência da arquitetura dos imigrantes, que compunha a antiga estrada do Açungui, atual rua Mateus Leme, e fazia parte de uma série de ramais que ligavam o centro de Curitiba às colônias de imigrantes da época. Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. Hoje, temos a oportunidade de preservar mais um capítulo da história e da cultura da nossa cidade”, destacou o vereador.


    Para a nova destinação, será necessário restaurar janelas, pisos e reforçar a estrutura. A área também é considerada vulnerável, com risco de invasão e depredação. “Essa situação representa não apenas uma ameaça ao patrimônio municipal, mas também um problema de segurança pública. O projeto busca preservar a memória da cidade e evitar a perda de um bem com valor histórico e cultural para Curitiba”, completou o líder do governo.


    O casarão já abrigou, em outros tempos, a Associação Católica Filantrópica Santa Efigênia (Cafisi). O projeto de transformá-lo em Casa da Leitura parte da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), responsável por outras unidades do programa espalhadas pela cidade. A vereadora Giorgia Prates – Mandata Preta (PT) defendeu que a Fundação assegure o uso efetivo do espaço, criando um polo cultural descentralizado capaz de valorizar a memória e a identidade do bairro.


    De propriedade da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-CT), o imóvel encontra-se fechado e cercado por tapumes para evitar depredações. O sobrado tem dois pavimentos, com cerca de 50 m² cada, em um terreno de 525,6 m². A Comissão de Avaliação de Imóveis (CAI) da Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (SMATI) precificou a compra em R$ 756 mil, conforme o laudo nº 166/2025.


    A Assessoria de Captação de Recursos e Gestão de Investimentos (FTCG), ligada à Secretaria Municipal de Finanças, informou que o pagamento será feito com recursos do superávit financeiro da própria FCC, conforme previsão da Lei Orçamentária Anual de 2025. Obrigações e débitos anteriores à transferência continuarão sob responsabilidade da Cohab-CT, enquanto a Fundação ficará encarregada das despesas de escritura e registro. 


    O projeto foi levado à votação em regime de urgência, com tramitação aprovada na semana passada. A proposta retorna ao plenário nesta quarta-feira (12/11) para votação em segundo turno, etapa final antes da sanção do Executivo.


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Assinale a alternativa na qual a letra c da palavra NÃO represente o mesmo fonema representado pela letra c na palavra Executivo:
Alternativas
Q3874581 Português

Ícone em bairro de Curitiba, casarão de 1876 ganhará nova função


    A Prefeitura de Curitiba quer dar uma nova finalidade ao prédio histórico da antiga Casa do Núcleo Habitacional Santa Efigênia, localizado em frente ao Terminal do Barreirinha. A Câmara Municipal aprovou, nesta terça-feira (11/11), o projeto que autoriza o Executivo a adquirir o terreno. A proposta é transformar o imóvel na nova Casa da Leitura de Curitiba, dedicada à promoção de atividades literárias e culturais para a comunidade. 


    Construída em 1876, a edificação é considerada desde 2019 uma Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), devido ao seu valor arquitetônico e histórico. O imóvel, porém, apresenta desgaste estrutural e está fechado há anos. Segundo o líder do governo na Câmara, vereador Serginho do Posto (PSD), o local está em uma área estratégica, na Avenida Anita Garibaldi, uma das principais vias de ligação entre o centro e a região norte da cidade. 


    “É um chalé de linhas românticas e influência da arquitetura dos imigrantes, que compunha a antiga estrada do Açungui, atual rua Mateus Leme, e fazia parte de uma série de ramais que ligavam o centro de Curitiba às colônias de imigrantes da época. Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. Hoje, temos a oportunidade de preservar mais um capítulo da história e da cultura da nossa cidade”, destacou o vereador.


    Para a nova destinação, será necessário restaurar janelas, pisos e reforçar a estrutura. A área também é considerada vulnerável, com risco de invasão e depredação. “Essa situação representa não apenas uma ameaça ao patrimônio municipal, mas também um problema de segurança pública. O projeto busca preservar a memória da cidade e evitar a perda de um bem com valor histórico e cultural para Curitiba”, completou o líder do governo.


    O casarão já abrigou, em outros tempos, a Associação Católica Filantrópica Santa Efigênia (Cafisi). O projeto de transformá-lo em Casa da Leitura parte da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), responsável por outras unidades do programa espalhadas pela cidade. A vereadora Giorgia Prates – Mandata Preta (PT) defendeu que a Fundação assegure o uso efetivo do espaço, criando um polo cultural descentralizado capaz de valorizar a memória e a identidade do bairro.


    De propriedade da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-CT), o imóvel encontra-se fechado e cercado por tapumes para evitar depredações. O sobrado tem dois pavimentos, com cerca de 50 m² cada, em um terreno de 525,6 m². A Comissão de Avaliação de Imóveis (CAI) da Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (SMATI) precificou a compra em R$ 756 mil, conforme o laudo nº 166/2025.


    A Assessoria de Captação de Recursos e Gestão de Investimentos (FTCG), ligada à Secretaria Municipal de Finanças, informou que o pagamento será feito com recursos do superávit financeiro da própria FCC, conforme previsão da Lei Orçamentária Anual de 2025. Obrigações e débitos anteriores à transferência continuarão sob responsabilidade da Cohab-CT, enquanto a Fundação ficará encarregada das despesas de escritura e registro. 


    O projeto foi levado à votação em regime de urgência, com tramitação aprovada na semana passada. A proposta retorna ao plenário nesta quarta-feira (12/11) para votação em segundo turno, etapa final antes da sanção do Executivo.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/icone-em-bairro-de-curitiba-casarao-de-1876-ganhara-nova-funcao/?utm_source=noticias-virais-rodape&utm_medium=internal-

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Assinale a alternativa na qual as duas palavras possuam dígrafos:
Alternativas
Q3874580 Português

Ícone em bairro de Curitiba, casarão de 1876 ganhará nova função


    A Prefeitura de Curitiba quer dar uma nova finalidade ao prédio histórico da antiga Casa do Núcleo Habitacional Santa Efigênia, localizado em frente ao Terminal do Barreirinha. A Câmara Municipal aprovou, nesta terça-feira (11/11), o projeto que autoriza o Executivo a adquirir o terreno. A proposta é transformar o imóvel na nova Casa da Leitura de Curitiba, dedicada à promoção de atividades literárias e culturais para a comunidade. 


    Construída em 1876, a edificação é considerada desde 2019 uma Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), devido ao seu valor arquitetônico e histórico. O imóvel, porém, apresenta desgaste estrutural e está fechado há anos. Segundo o líder do governo na Câmara, vereador Serginho do Posto (PSD), o local está em uma área estratégica, na Avenida Anita Garibaldi, uma das principais vias de ligação entre o centro e a região norte da cidade. 


    “É um chalé de linhas românticas e influência da arquitetura dos imigrantes, que compunha a antiga estrada do Açungui, atual rua Mateus Leme, e fazia parte de uma série de ramais que ligavam o centro de Curitiba às colônias de imigrantes da época. Inicialmente, ela foi utilizada como moradia e, com o tempo, também para uso comercial. Hoje, temos a oportunidade de preservar mais um capítulo da história e da cultura da nossa cidade”, destacou o vereador.


    Para a nova destinação, será necessário restaurar janelas, pisos e reforçar a estrutura. A área também é considerada vulnerável, com risco de invasão e depredação. “Essa situação representa não apenas uma ameaça ao patrimônio municipal, mas também um problema de segurança pública. O projeto busca preservar a memória da cidade e evitar a perda de um bem com valor histórico e cultural para Curitiba”, completou o líder do governo.


    O casarão já abrigou, em outros tempos, a Associação Católica Filantrópica Santa Efigênia (Cafisi). O projeto de transformá-lo em Casa da Leitura parte da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), responsável por outras unidades do programa espalhadas pela cidade. A vereadora Giorgia Prates – Mandata Preta (PT) defendeu que a Fundação assegure o uso efetivo do espaço, criando um polo cultural descentralizado capaz de valorizar a memória e a identidade do bairro.


    De propriedade da Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab-CT), o imóvel encontra-se fechado e cercado por tapumes para evitar depredações. O sobrado tem dois pavimentos, com cerca de 50 m² cada, em um terreno de 525,6 m². A Comissão de Avaliação de Imóveis (CAI) da Secretaria Municipal de Administração e Tecnologia da Informação (SMATI) precificou a compra em R$ 756 mil, conforme o laudo nº 166/2025.


    A Assessoria de Captação de Recursos e Gestão de Investimentos (FTCG), ligada à Secretaria Municipal de Finanças, informou que o pagamento será feito com recursos do superávit financeiro da própria FCC, conforme previsão da Lei Orçamentária Anual de 2025. Obrigações e débitos anteriores à transferência continuarão sob responsabilidade da Cohab-CT, enquanto a Fundação ficará encarregada das despesas de escritura e registro. 


    O projeto foi levado à votação em regime de urgência, com tramitação aprovada na semana passada. A proposta retorna ao plenário nesta quarta-feira (12/11) para votação em segundo turno, etapa final antes da sanção do Executivo.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/icone-em-bairro-de-curitiba-casarao-de-1876-ganhara-nova-funcao/?utm_source=noticias-virais-rodape&utm_medium=internal-

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Com base nas informações do texto e nas relações existentes entre as partes que o compõem, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3874234 Português
“Parassocial” é eleita Palavra do Ano de 2025 pelo Dicionário de Cambridge; entenda o que significa

Termo escolhido aponta o avanço de vínculos unilaterais entre fãs, influenciadores e chatbots

        O Dicionário de Cambridge escolheu “parassocial” como a Palavra do Ano de 2025, termo usado para descrever relações unilaterais em que uma pessoa sente intimidade com alguém que não a conhece, como celebridades, influenciadores e até chatbots de inteligência artificial (IA)

        Segundo o dicionário britânico, o interesse pela palavra disparou no último ano, acompanhando a discussão sobre a influência de criadores de conteúdos digitais e casos recentes de comportamentos obsessivos entre seguidores. Para linguistas, o tema ganhou força justamente porque espelha uma era em que a intimidade aparente com figuras públicas se tornou parte do cotidiano.

        O fenômeno cresce à medida que a cultura do fandom ganha novas camadas e vem sendo utilizada até como estratégia de marketing, segundo o estudo “Marketing de influenciadores e relações parassociais”, realizado pelo departamento de Humanidades e Ciências Sociais da University of California, EUA. 

        Nos podcasts, essa aproximação também cresce. De acordo com o dicionário, a espontaneidade, a fala imperfeita e o tom íntimo dos apresentadores têm funcionado como substitutos de amizades reais, criando a sensação de convivência contínua.

         No entanto, foi a IA que levou o debate a outro patamar. Com o avanço dos chatbots, alguns usuários passaram a tratar ferramentas como o ChatGPT como confidentes, amigos e até possíveis parceiros românticos. O Cambridge alerta que essas conexões podem ser emocionalmente significativas, e, em certos casos, problemáticas, abrindo discussões sobre dependência emocional, privacidade e limites éticos.

        Para Colin McIntosh, do Dicionário de Cambridge, a escolha sintetiza o momento atual. “Parassocial captura o espírito de 2025”, afirmou. Ele explicou que um termo antes restrito ao meio acadêmico entrou no vocabulário cotidiano. “Milhões de pessoas estão envolvidas em relações parassociais, e muitas outras observam seu crescimento”, disse. 

        A psicóloga Simone Schnall, da Universidade de Cambridge, avaliou que essas relações estão redefinindo o significado de celebridade e o modo como pessoas comuns interagem online. Segundo ela, a queda de confiança na mídia tradicional incentivou o público a buscar “autoridades individuais”, como influenciadores e youtubers, considerados mais acessíveis e autênticos.

Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/parassocial-e-eleita-palavra-do-ano-de-2025- pelo-dicionario-de-cambridge-entenda-o-que-significanprei/. Acesso em 30/11/2025. Excerto.
O texto utiliza aspas em “Marketing de influenciadores e relações parassociais” (3º parágrafo) para indicar:  
Alternativas
Respostas
861: B
862: D
863: E
864: A
865: E
866: C
867: D
868: B
869: C
870: C
871: E
872: A
873: B
874: D
875: C
876: B
877: E
878: A
879: D
880: B