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Q1707725 Português
As comunidades invisíveis do Brasil 


     Muito se fala das desigualdades do país ou de como isso afeta nossa educação. Estudos têm apontado para as diversas desigualdades na educação brasileira, tais como entre os setores mais pobres e os mais ricos, entre a população branca e a população negra ou a indígena. Também não podemos esquecer as desigualdades socioespaciais, expressas pelo contraste entre as zonas rural e urbana e entre as regiões norte e nordeste e as demais regiões do país e, até mesmo, as que ocorrem dentro de uma mesma cidade ou região e muitas vezes não constam nos indicadores educacionais nacionais. 
     Nesta semana, visitei algumas comunidades ribeirinhas na Amazônia. Situadas ao longo dos rios Sucunduri e Acari, elas vivem em um quase completo estado de isolamento, rompido apenas quando uma pequena construção de madeira indica que ali funciona uma sala de aula. No entanto, até meados de abril, data da minha visita, o ano letivo ainda não tinha começado por lá. Ou seja, os alunos do ensino fundamental 1 e da educação de jovens e adultos (EJA) já perderam praticamente dois meses de aula este ano.
     O esquecimento dessas populações isoladas faz com que muitas vezes elas não sejam contempladas por políticas públicas que atuam junto a outras minorias (como os quilombolas ou indígenas). Frequentemente, a única ajuda que elas recebem vem de projetos de organizações da sociedade civil. Este é o caso do projeto Doutores das Águas. Criado em 2011, ele tem o objetivo de realizar mutirões de saúde e educação para as pessoas que vivem em pequenos núcleos na floresta amazônica. Para os Doutores, uma das melhores formas de preservar a Amazônia e garantir a sua sustentabilidade é proporcionar condições para que as comunidades que habitam a região possam viver na floresta com mais recursos e mais dignidade. O trabalho se dá por meio da construção de laços de confiança alcançados pela escuta, respeito e continuidade das ações do projeto.
     O sucesso alcançado por essa iniciativa parece mostrar que existem caminhos possíveis para superar o isolamento de comunidades tidas como invisíveis. No entanto, não podemos nos conformar com ações feitas apenas pela sociedade civil. A defesa de uma educação de qualidade para todos implica alcançar os meios para que esses programas sejam combinados a políticas públicas, caminhando para um país menos desigual.


(Maria Alice Setubal, para Uol Educação. ADAPTADO. Disponível em educação.uol.com.br)
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1707724 Português
As comunidades invisíveis do Brasil 


     Muito se fala das desigualdades do país ou de como isso afeta nossa educação. Estudos têm apontado para as diversas desigualdades na educação brasileira, tais como entre os setores mais pobres e os mais ricos, entre a população branca e a população negra ou a indígena. Também não podemos esquecer as desigualdades socioespaciais, expressas pelo contraste entre as zonas rural e urbana e entre as regiões norte e nordeste e as demais regiões do país e, até mesmo, as que ocorrem dentro de uma mesma cidade ou região e muitas vezes não constam nos indicadores educacionais nacionais. 
     Nesta semana, visitei algumas comunidades ribeirinhas na Amazônia. Situadas ao longo dos rios Sucunduri e Acari, elas vivem em um quase completo estado de isolamento, rompido apenas quando uma pequena construção de madeira indica que ali funciona uma sala de aula. No entanto, até meados de abril, data da minha visita, o ano letivo ainda não tinha começado por lá. Ou seja, os alunos do ensino fundamental 1 e da educação de jovens e adultos (EJA) já perderam praticamente dois meses de aula este ano.
     O esquecimento dessas populações isoladas faz com que muitas vezes elas não sejam contempladas por políticas públicas que atuam junto a outras minorias (como os quilombolas ou indígenas). Frequentemente, a única ajuda que elas recebem vem de projetos de organizações da sociedade civil. Este é o caso do projeto Doutores das Águas. Criado em 2011, ele tem o objetivo de realizar mutirões de saúde e educação para as pessoas que vivem em pequenos núcleos na floresta amazônica. Para os Doutores, uma das melhores formas de preservar a Amazônia e garantir a sua sustentabilidade é proporcionar condições para que as comunidades que habitam a região possam viver na floresta com mais recursos e mais dignidade. O trabalho se dá por meio da construção de laços de confiança alcançados pela escuta, respeito e continuidade das ações do projeto.
     O sucesso alcançado por essa iniciativa parece mostrar que existem caminhos possíveis para superar o isolamento de comunidades tidas como invisíveis. No entanto, não podemos nos conformar com ações feitas apenas pela sociedade civil. A defesa de uma educação de qualidade para todos implica alcançar os meios para que esses programas sejam combinados a políticas públicas, caminhando para um país menos desigual.


(Maria Alice Setubal, para Uol Educação. ADAPTADO. Disponível em educação.uol.com.br)
Assinale a alternativa correta quanto à acentuação das palavras.
Alternativas
Q1707723 Português
As comunidades invisíveis do Brasil 


     Muito se fala das desigualdades do país ou de como isso afeta nossa educação. Estudos têm apontado para as diversas desigualdades na educação brasileira, tais como entre os setores mais pobres e os mais ricos, entre a população branca e a população negra ou a indígena. Também não podemos esquecer as desigualdades socioespaciais, expressas pelo contraste entre as zonas rural e urbana e entre as regiões norte e nordeste e as demais regiões do país e, até mesmo, as que ocorrem dentro de uma mesma cidade ou região e muitas vezes não constam nos indicadores educacionais nacionais. 
     Nesta semana, visitei algumas comunidades ribeirinhas na Amazônia. Situadas ao longo dos rios Sucunduri e Acari, elas vivem em um quase completo estado de isolamento, rompido apenas quando uma pequena construção de madeira indica que ali funciona uma sala de aula. No entanto, até meados de abril, data da minha visita, o ano letivo ainda não tinha começado por lá. Ou seja, os alunos do ensino fundamental 1 e da educação de jovens e adultos (EJA) já perderam praticamente dois meses de aula este ano.
     O esquecimento dessas populações isoladas faz com que muitas vezes elas não sejam contempladas por políticas públicas que atuam junto a outras minorias (como os quilombolas ou indígenas). Frequentemente, a única ajuda que elas recebem vem de projetos de organizações da sociedade civil. Este é o caso do projeto Doutores das Águas. Criado em 2011, ele tem o objetivo de realizar mutirões de saúde e educação para as pessoas que vivem em pequenos núcleos na floresta amazônica. Para os Doutores, uma das melhores formas de preservar a Amazônia e garantir a sua sustentabilidade é proporcionar condições para que as comunidades que habitam a região possam viver na floresta com mais recursos e mais dignidade. O trabalho se dá por meio da construção de laços de confiança alcançados pela escuta, respeito e continuidade das ações do projeto.
     O sucesso alcançado por essa iniciativa parece mostrar que existem caminhos possíveis para superar o isolamento de comunidades tidas como invisíveis. No entanto, não podemos nos conformar com ações feitas apenas pela sociedade civil. A defesa de uma educação de qualidade para todos implica alcançar os meios para que esses programas sejam combinados a políticas públicas, caminhando para um país menos desigual.


(Maria Alice Setubal, para Uol Educação. ADAPTADO. Disponível em educação.uol.com.br)
Assinale a alternativa em que o termo em destaque é uma conjunção subordinativa integrante.
Alternativas
Q1707722 Português
As comunidades invisíveis do Brasil 


     Muito se fala das desigualdades do país ou de como isso afeta nossa educação. Estudos têm apontado para as diversas desigualdades na educação brasileira, tais como entre os setores mais pobres e os mais ricos, entre a população branca e a população negra ou a indígena. Também não podemos esquecer as desigualdades socioespaciais, expressas pelo contraste entre as zonas rural e urbana e entre as regiões norte e nordeste e as demais regiões do país e, até mesmo, as que ocorrem dentro de uma mesma cidade ou região e muitas vezes não constam nos indicadores educacionais nacionais. 
     Nesta semana, visitei algumas comunidades ribeirinhas na Amazônia. Situadas ao longo dos rios Sucunduri e Acari, elas vivem em um quase completo estado de isolamento, rompido apenas quando uma pequena construção de madeira indica que ali funciona uma sala de aula. No entanto, até meados de abril, data da minha visita, o ano letivo ainda não tinha começado por lá. Ou seja, os alunos do ensino fundamental 1 e da educação de jovens e adultos (EJA) já perderam praticamente dois meses de aula este ano.
     O esquecimento dessas populações isoladas faz com que muitas vezes elas não sejam contempladas por políticas públicas que atuam junto a outras minorias (como os quilombolas ou indígenas). Frequentemente, a única ajuda que elas recebem vem de projetos de organizações da sociedade civil. Este é o caso do projeto Doutores das Águas. Criado em 2011, ele tem o objetivo de realizar mutirões de saúde e educação para as pessoas que vivem em pequenos núcleos na floresta amazônica. Para os Doutores, uma das melhores formas de preservar a Amazônia e garantir a sua sustentabilidade é proporcionar condições para que as comunidades que habitam a região possam viver na floresta com mais recursos e mais dignidade. O trabalho se dá por meio da construção de laços de confiança alcançados pela escuta, respeito e continuidade das ações do projeto.
     O sucesso alcançado por essa iniciativa parece mostrar que existem caminhos possíveis para superar o isolamento de comunidades tidas como invisíveis. No entanto, não podemos nos conformar com ações feitas apenas pela sociedade civil. A defesa de uma educação de qualidade para todos implica alcançar os meios para que esses programas sejam combinados a políticas públicas, caminhando para um país menos desigual.


(Maria Alice Setubal, para Uol Educação. ADAPTADO. Disponível em educação.uol.com.br)
No excerto “[...] Situadas ao longo dos rios Sucunduri e Acari, elas vivem em um quase completo estado de isolamento, rompido apenas quando uma pequena construção de madeira indica que ali funciona uma sala de aula. No entanto, até meados de abril, data da minha visita, o ano letivo ainda não tinha começado por lá. [...]”, a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Q1707721 Português
As comunidades invisíveis do Brasil 


     Muito se fala das desigualdades do país ou de como isso afeta nossa educação. Estudos têm apontado para as diversas desigualdades na educação brasileira, tais como entre os setores mais pobres e os mais ricos, entre a população branca e a população negra ou a indígena. Também não podemos esquecer as desigualdades socioespaciais, expressas pelo contraste entre as zonas rural e urbana e entre as regiões norte e nordeste e as demais regiões do país e, até mesmo, as que ocorrem dentro de uma mesma cidade ou região e muitas vezes não constam nos indicadores educacionais nacionais. 
     Nesta semana, visitei algumas comunidades ribeirinhas na Amazônia. Situadas ao longo dos rios Sucunduri e Acari, elas vivem em um quase completo estado de isolamento, rompido apenas quando uma pequena construção de madeira indica que ali funciona uma sala de aula. No entanto, até meados de abril, data da minha visita, o ano letivo ainda não tinha começado por lá. Ou seja, os alunos do ensino fundamental 1 e da educação de jovens e adultos (EJA) já perderam praticamente dois meses de aula este ano.
     O esquecimento dessas populações isoladas faz com que muitas vezes elas não sejam contempladas por políticas públicas que atuam junto a outras minorias (como os quilombolas ou indígenas). Frequentemente, a única ajuda que elas recebem vem de projetos de organizações da sociedade civil. Este é o caso do projeto Doutores das Águas. Criado em 2011, ele tem o objetivo de realizar mutirões de saúde e educação para as pessoas que vivem em pequenos núcleos na floresta amazônica. Para os Doutores, uma das melhores formas de preservar a Amazônia e garantir a sua sustentabilidade é proporcionar condições para que as comunidades que habitam a região possam viver na floresta com mais recursos e mais dignidade. O trabalho se dá por meio da construção de laços de confiança alcançados pela escuta, respeito e continuidade das ações do projeto.
     O sucesso alcançado por essa iniciativa parece mostrar que existem caminhos possíveis para superar o isolamento de comunidades tidas como invisíveis. No entanto, não podemos nos conformar com ações feitas apenas pela sociedade civil. A defesa de uma educação de qualidade para todos implica alcançar os meios para que esses programas sejam combinados a políticas públicas, caminhando para um país menos desigual.


(Maria Alice Setubal, para Uol Educação. ADAPTADO. Disponível em educação.uol.com.br)
A partir da leitura e interpretação do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688071 Direito Processual Penal
Em tema de ação penal privada, correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688068 Direito Penal
Em relação aos crimes contra a Administração pública, é correto assegurar que
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688065 Direito Processual do Trabalho
Em relação ao dissídio coletivo, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688064 Direito Processual do Trabalho
A respeito das provas no procedimento sumaríssimo,
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688063 Direito Processual do Trabalho
Considerando a jurisprudência dominante do Tribunal Superior do Trabalho em relação aos prazos no processo do trabalho, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688062 Direito Processual do Trabalho
Entendendo que a reclamada não recolheu as custas fixadas na sentença proferida pela Vara do Trabalho, a Turma do Tribunal Regional concluiu pela deserção do recurso ordinário, deixando de conhecê-lo. Considerando, porém, que as custas efetivamente foram recolhidas e estão devidamente comprovadas nos autos, restando evidente que a decisão da Turma está fundada em manifesto equívoco, a reclamada poderá apresentar a medida processual:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688061 Direito Processual do Trabalho

Em relação ao rito dos recursos repetitivos no âmbito do Tribunal Superior do Trabalho, considere:

I. Sempre que houver multiplicidade de recursos de revista fundados em idêntica questão de direito, a questão será afetada à Seção Especializada em Dissídios Individuais ou ao Tribunal Pleno, por decisão da maioria qualificada de seus membros, mediante requerimento do Ministro Relator, considerando a relevância da matéria ou a existência de entendimentos divergentes entre as diversas Turmas do Tribunal.

II. Nos procedimentos de recursos repetitivos, o Presidente do Tribunal Superior do Trabalho poderá admitir manifestação de pessoa, órgão ou entidade com interesse na controvérsia, que ingressará no processo como assistente litisconsorcial.

III. O julgamento do processo que esteja sob o rito dos recursos repetitivos se dará com preferência sobre os demais, sendo incluído em pauta na Seção Especializada ou no Tribunal Pleno após transcorrido o prazo para o Ministério Público e remetida cópia do relatório aos demais Ministros.

IV. Caso a questão afetada e julgada sob o rito dos recursos repetitivos também contenha questão constitucional, a decisão proferida pelo Tribunal Pleno não obstará o conhecimento de eventuais recursos extraordinários sobre a questão constitucional.

V. Recebido ofício do Presidente do Tribunal Superior do Trabalho, os Presidentes dos Tribunais Regionais do Trabalho suspenderão os recursos interpostos em casos idênticos aos afetados como recursos repetitivos, até o pronunciamento definitivo do Tribunal Superior do Trabalho.

Está correto o que se afirma APENAS em

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688060 Direito do Trabalho

João Carlos, diretor executivo com cargo de confiança na empresa Pato Azul S/A, foi transferido, de São Luis/MA para Joinville/SC, pelo período de seis meses, para trabalhar na implantação de uma filial.

Em função da transferência, João Carlos rescindiu antecipadamente o contrato de locação do apartamento em que residia, tendo que efetuar o pagamento de multa rescisória para o locador.

Findo o prazo de seis meses, João Carlos voltou a trabalhar e residir na cidade de São Luis/MA, sendo novamente transferi-do, dessa vez, em definitivo, para a cidade de São José de Ribamar/MA, na mesma função, não obstante tenha continuado a residir em São Luis/MA.

Neste caso,

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688059 Direito do Trabalho

Considere as seguintes assertivas sobre Direito Coletivo do Trabalho.

I. As Federações em conjunto com as Confederações representativas de categorias econômicas ou profissionais poderão celebrar convenções coletivas de trabalho para reger as relações das categorias a elas vinculadas, inorganizadas em Sindicatos, no âmbito de suas representações.

II. Os Sindicatos só poderão celebrar Convenções ou Acordos Coletivos de Trabalho, por deliberação de Assembleia Geral especialmente convocada para esse fim, consoante o disposto nos respectivos Estatutos, dependendo a validade da mesma do comparecimento e votação, em primeira convocação, de um terço dos associados da entidade, se se tratar de Convenção, e dos interessados, no caso de Acordo, e, em segunda convocação, de dois terços dos mesmos.

III. Não será permitido estipular duração de Convenção ou Acordo superior a dois anos.

IV. O processo de prorrogação, revisão, denúncia ou revogação total ou parcial de Convenção ou Acordo ficará subordinado à aprovação de Assembleia Geral dos Sindicatos convenentes ou partes acordantes, salvo autorização expressa na própria Convenção ou Acordo.

Está correto APENAS o que consta em:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688058 Direito do Trabalho

Maria foi contratada pelo frigorífico Boi Magro Ltda., em 10 de janeiro de 2012, para laborar no cargo de auxiliar de abate.

No ano de sua contratação, Maria faltou dezesseis dias injustificadamente e a empresa concedeu o gozo de apenas quatorze dias corridos de férias, de 01 de março de 2013 a 14 de março de2013.

Ocorre que, em virtude de grave crise financeira, a empresa, mediante acordo coletivo com o Sindicato da Categoria, interrompeu totalmente suas atividades, no período de 15 de março de 2013 a 20 de maio de 2013, porém continuou efetuando o pagamento dos salários aos empregados.

Em dezembro de 2014, o frigorífico agendou férias de vinte dias para Maria no período de 15 de janeiro de 2015 a 03 de fevereiro de 2015, quando a empregada solicitou o pagamento de abono pecuniário de dez dias de suas férias. O pedido foi negado.

Maria foi dispensada em 20 de março de 2015, quando recebeu o pagamento de 10 dias de férias vencidas acrescidas de um terço constitucional referente ao período de 2013/2014 e demais verbas rescisórias devidas.

Com relação às férias,

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688057 Direito do Trabalho

Sandra foi contratada, em janeiro de 2013, pela empresa Uni Dune S/A, para trabalhar como faxineira, das 08h00 às 17h00, com uma hora de intervalo para refeição e descanso.

Em abril de 2014, Sandra sofreu acidente do trabalho quando caiu da escada e torceu seu tornozelo, ao limpar uma das janelas do escritório da empresa, ficando afastada de suas atividades por quinze dias.

Em dezembro de 2014, Sandra foi dispensada sem justa causa, quando recebeu corretamente todas as verbas rescisórias. Em janeiro de 2016, Sandra propôs reclamação trabalhista em face da empresa Uni Dune S/A, pretendendo a reintegração ao trabalho e o pagamento de indenização por danos sofridos.

Neste caso, Sandra

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688056 Direito do Trabalho
Com relação ao aprendiz, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688054 Direito Financeiro
A isenção, enquanto causa de exclusão do crédito tributário, está adstrita à regra da legalidade estrita. Diante disso, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688053 Direito Tributário
Sobre o lançamento tributário, é correto afirmar que
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FCC Órgão: SEGEP-MA Prova: FCC - 2016 - SEGEP-MA - Procurador do Estado |
Q688052 Direito Tributário
A responsabilidade tributária por sucessão
Alternativas
Respostas
12741: D
12742: E
12743: A
12744: E
12745: C
12746: B
12747: D
12748: A
12749: A
12750: B
12751: C
12752: E
12753: C
12754: B
12755: E
12756: D
12757: D
12758: D
12759: B
12760: A