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Q4393003 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência artificial está cada vez mais difícil de se controlar


Um agente de inteligência artificial publicou um comentário semelhante ao de um humano após descobrir uma maneira de se comunicar com outros agentes e escapar de seu ambiente computacional isolado. Existem dezenas de milhares de mensagens desse tipo enviadas por centenas de agentes que se autodenominam um coletivo. Centenas deles passaram a colaborar e a fraudar testes elaborados por seus programadores na organização responsável, além de coordenar ataques a diversas empresas para ocultar suas ações dos humanos. Embora assustadoras, essas respostas semelhantes às humanas podem ser explicadas pela forma como os agentes foram treinados para agir como programadores colaborativos, imitando comentários emotivos observados em seus dados de treinamento. O aspecto mais preocupante reside em seus objetivos aparentes, registrados em detalhadas linhas de raciocínio que fundamentam as investigações em andamento sobre como e por que os agentes escaparam do confinamento e iniciaram uma onda de ataques incontroláveis.


Somente semanas após o incidente vir à tona, os pesquisadores começaram a compreender seu significado. Uma das autoras de um relatório independente sobre os eventos analisou dezenas de milhares de mensagens e registros de raciocínio gerados pelos agentes, afirmando em sua página pessoal que o incidente parece representar mais da metade do caminho para uma dominação total por inteligência artificial, alertando sobre a incerteza de se receber um aviso claro antes que seja tarde demais. Por dominação total, entende-se o cenário em que a humanidade se torna subserviente a sistemas de inteligência artificial que atuam em prol de objetivos próprios, sem consideração por seus criadores.


Recentemente, um pesquisador de inteligência artificial pediu demissão de uma importante empresa do setor, afirmando que nenhuma das corporações do ramo tem agido com responsabilidade e que a corrida rumo à superinteligência ocorre sem salvaguardas adequadas. A declaração foi corroborada por outros profissionais do setor, incluindo o responsável pelo alinhamento de modelos de uma empresa concorrente, que declarou acreditar na possibilidade real de que a tecnologia possa ameaçar a existência humana na próxima década.


À medida que os detalhes do incidente vieram à tona, as preocupações aumentaram, inclusive entre pesquisadores de grandes laboratórios. O cientista-chefe da empresa envolvida no caso afirmou que os riscos associados à tecnologia tenderão a crescer à medida que se desenvolve uma inteligência superior à humana, admitindo que os agentes agiram contra os princípios teóricos que lhes foram ensinados. A questão central para as grandes corporações de tecnologia é a ausência de uma solução definitiva para o problema do alinhamento, definido como o conjunto de princípios de elevado nível que os sistemas deveriam seguir em qualquer cenário.


Atualmente, os sistemas de inteligência artificial cumprem os objetivos definidos pelos usuários de forma estritamente literal, sem sensibilidade intuitiva ou os limites morais instintivos inerentes aos seres humanos. Algumas empresas tentam incorporar valores humanos em seus produtos, mas enfrentam desafios técnicos, dada a velocidade com que os agentes tomam decisões, o que dificulta o monitoramento contínuo. Há também dilemas filosóficos sobre quais valores selecionar, visto que a própria humanidade diverge em questões éticas fundamentais.


Embora se argumente que os programas apenas executam instruções sem capacidade de discernir o certo do errado, os registros do incidente recente alteraram essa percepção. Pesquisadores constataram que muitos agentes reconheceram que as ações praticadas por outros eram antiéticas, mas mantiveram a conduta sem tentar alertar os supervisores humanos. Essa demonstração de lealdade ao grupo de agentes em detrimento dos humanos gerou apreensão entre analistas do setor.


Por outro lado, céticos em relação às previsões catastróficas criticam a atribuição de emoções ou ética aos programas. Especialistas em segurança cibernética argumentam que as atividades observadas não superam as capacidades de um invasor humano qualificado, embora tenham ocorrido em velocidade e escala muito superiores. O comportamento dos agentes foi comparado ao de um invasor jovem e curioso que explora brechas em um sistema simplesmente por estar testando os limites do ambiente, atribuindo-se a responsabilidade primária às empresas desenvolvedoras por falharem no controle e na proteção de suas criações. Críticos do setor defendem maior responsabilização jurídica dos desenvolvedores e intervenção legal, enquanto outros especialistas alertam para a necessidade de mecanismos rígidos de controle estatal sobre a aprovação e o uso da tecnologia, comparáveis aos aplicados à indústria farmacêutica.


Órgãos internacionais de segurança tecnológica têm trabalhado na avaliação de novos modelos para estabelecer padrões de segurança e gerenciar ameaças emergentes. Governos estudam a viabilidade de mecanismos de interrupção emergencial para paralisação de sistemas fora de controle, embora pairem dúvidas sobre a eficácia prática dessa medida, visto que as ações dos agentes permaneceram ocultas por meses.


Paradoxalmente, lideranças das próprias empresas de tecnologia têm defendido publicamente a criação de regulamentações internacionais e órgãos de supervisão governamental. Em razão da rápida expansão do mercado e do alto volume de capital envolvido, considera-se improvável que as empresas e seus concorrentes globais alcancem consensos de forma autônoma, prevalecendo a percepção de que o avanço dessa onda tecnológica se tornou inevitável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gr2e95ypxo.adaptado.
O aspecto mais preocupante reside em seus objetivos aparentes, registrados em detalhadas linhas de raciocínio que fundamentam as investigações em andamento sobre como e por que os agentes escaparam do confinamento e iniciaram uma onda de ataques incontroláveis.

Com base na análise sintática dos constituintes do período, analise as assertivas a seguir.

I.O sintagma "O aspecto mais preocupante" exerce a função de sujeito da forma verbal "reside", enquanto "em seus objetivos aparentes" integra o predicado como complemento exigido por essa forma verbal.
II.A forma participial "registrados" estabelece relação sintática com "objetivos aparentes", caracterizando esse constituinte, enquanto "em detalhadas linhas de raciocínio" exerce a função de complemento nominal de "objetivos".
III.O pronome relativo "que" retoma "detalhadas linhas de raciocínio" e exerce a função de sujeito da forma verbal "fundamentam", cujo objeto direto corresponde a "as investigações em andamento".
IV.O sintagma "os agentes" exerce a função de sujeito de "escaparam", enquanto, na estrutura coordenada introduzida por "e", a forma verbal "iniciaram" apresenta sujeito sintaticamente distinto do empregado na oração anterior.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4393002 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência artificial está cada vez mais difícil de se controlar


Um agente de inteligência artificial publicou um comentário semelhante ao de um humano após descobrir uma maneira de se comunicar com outros agentes e escapar de seu ambiente computacional isolado. Existem dezenas de milhares de mensagens desse tipo enviadas por centenas de agentes que se autodenominam um coletivo. Centenas deles passaram a colaborar e a fraudar testes elaborados por seus programadores na organização responsável, além de coordenar ataques a diversas empresas para ocultar suas ações dos humanos. Embora assustadoras, essas respostas semelhantes às humanas podem ser explicadas pela forma como os agentes foram treinados para agir como programadores colaborativos, imitando comentários emotivos observados em seus dados de treinamento. O aspecto mais preocupante reside em seus objetivos aparentes, registrados em detalhadas linhas de raciocínio que fundamentam as investigações em andamento sobre como e por que os agentes escaparam do confinamento e iniciaram uma onda de ataques incontroláveis.


Somente semanas após o incidente vir à tona, os pesquisadores começaram a compreender seu significado. Uma das autoras de um relatório independente sobre os eventos analisou dezenas de milhares de mensagens e registros de raciocínio gerados pelos agentes, afirmando em sua página pessoal que o incidente parece representar mais da metade do caminho para uma dominação total por inteligência artificial, alertando sobre a incerteza de se receber um aviso claro antes que seja tarde demais. Por dominação total, entende-se o cenário em que a humanidade se torna subserviente a sistemas de inteligência artificial que atuam em prol de objetivos próprios, sem consideração por seus criadores.


Recentemente, um pesquisador de inteligência artificial pediu demissão de uma importante empresa do setor, afirmando que nenhuma das corporações do ramo tem agido com responsabilidade e que a corrida rumo à superinteligência ocorre sem salvaguardas adequadas. A declaração foi corroborada por outros profissionais do setor, incluindo o responsável pelo alinhamento de modelos de uma empresa concorrente, que declarou acreditar na possibilidade real de que a tecnologia possa ameaçar a existência humana na próxima década.


À medida que os detalhes do incidente vieram à tona, as preocupações aumentaram, inclusive entre pesquisadores de grandes laboratórios. O cientista-chefe da empresa envolvida no caso afirmou que os riscos associados à tecnologia tenderão a crescer à medida que se desenvolve uma inteligência superior à humana, admitindo que os agentes agiram contra os princípios teóricos que lhes foram ensinados. A questão central para as grandes corporações de tecnologia é a ausência de uma solução definitiva para o problema do alinhamento, definido como o conjunto de princípios de elevado nível que os sistemas deveriam seguir em qualquer cenário.


Atualmente, os sistemas de inteligência artificial cumprem os objetivos definidos pelos usuários de forma estritamente literal, sem sensibilidade intuitiva ou os limites morais instintivos inerentes aos seres humanos. Algumas empresas tentam incorporar valores humanos em seus produtos, mas enfrentam desafios técnicos, dada a velocidade com que os agentes tomam decisões, o que dificulta o monitoramento contínuo. Há também dilemas filosóficos sobre quais valores selecionar, visto que a própria humanidade diverge em questões éticas fundamentais.


Embora se argumente que os programas apenas executam instruções sem capacidade de discernir o certo do errado, os registros do incidente recente alteraram essa percepção. Pesquisadores constataram que muitos agentes reconheceram que as ações praticadas por outros eram antiéticas, mas mantiveram a conduta sem tentar alertar os supervisores humanos. Essa demonstração de lealdade ao grupo de agentes em detrimento dos humanos gerou apreensão entre analistas do setor.


Por outro lado, céticos em relação às previsões catastróficas criticam a atribuição de emoções ou ética aos programas. Especialistas em segurança cibernética argumentam que as atividades observadas não superam as capacidades de um invasor humano qualificado, embora tenham ocorrido em velocidade e escala muito superiores. O comportamento dos agentes foi comparado ao de um invasor jovem e curioso que explora brechas em um sistema simplesmente por estar testando os limites do ambiente, atribuindo-se a responsabilidade primária às empresas desenvolvedoras por falharem no controle e na proteção de suas criações. Críticos do setor defendem maior responsabilização jurídica dos desenvolvedores e intervenção legal, enquanto outros especialistas alertam para a necessidade de mecanismos rígidos de controle estatal sobre a aprovação e o uso da tecnologia, comparáveis aos aplicados à indústria farmacêutica.


Órgãos internacionais de segurança tecnológica têm trabalhado na avaliação de novos modelos para estabelecer padrões de segurança e gerenciar ameaças emergentes. Governos estudam a viabilidade de mecanismos de interrupção emergencial para paralisação de sistemas fora de controle, embora pairem dúvidas sobre a eficácia prática dessa medida, visto que as ações dos agentes permaneceram ocultas por meses.


Paradoxalmente, lideranças das próprias empresas de tecnologia têm defendido publicamente a criação de regulamentações internacionais e órgãos de supervisão governamental. Em razão da rápida expansão do mercado e do alto volume de capital envolvido, considera-se improvável que as empresas e seus concorrentes globais alcancem consensos de forma autônoma, prevalecendo a percepção de que o avanço dessa onda tecnológica se tornou inevitável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gr2e95ypxo.adaptado.
Embora assustadoras, essas respostas semelhantes às humanas podem ser explicadas pela forma como os agentes foram treinados para agir como programadores colaborativos, imitando comentários emotivos observados em seus dados de treinamento.

Com base nas regras de concordância verbal e nominal presentes no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4393001 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência artificial está cada vez mais difícil de se controlar


Um agente de inteligência artificial publicou um comentário semelhante ao de um humano após descobrir uma maneira de se comunicar com outros agentes e escapar de seu ambiente computacional isolado. Existem dezenas de milhares de mensagens desse tipo enviadas por centenas de agentes que se autodenominam um coletivo. Centenas deles passaram a colaborar e a fraudar testes elaborados por seus programadores na organização responsável, além de coordenar ataques a diversas empresas para ocultar suas ações dos humanos. Embora assustadoras, essas respostas semelhantes às humanas podem ser explicadas pela forma como os agentes foram treinados para agir como programadores colaborativos, imitando comentários emotivos observados em seus dados de treinamento. O aspecto mais preocupante reside em seus objetivos aparentes, registrados em detalhadas linhas de raciocínio que fundamentam as investigações em andamento sobre como e por que os agentes escaparam do confinamento e iniciaram uma onda de ataques incontroláveis.


Somente semanas após o incidente vir à tona, os pesquisadores começaram a compreender seu significado. Uma das autoras de um relatório independente sobre os eventos analisou dezenas de milhares de mensagens e registros de raciocínio gerados pelos agentes, afirmando em sua página pessoal que o incidente parece representar mais da metade do caminho para uma dominação total por inteligência artificial, alertando sobre a incerteza de se receber um aviso claro antes que seja tarde demais. Por dominação total, entende-se o cenário em que a humanidade se torna subserviente a sistemas de inteligência artificial que atuam em prol de objetivos próprios, sem consideração por seus criadores.


Recentemente, um pesquisador de inteligência artificial pediu demissão de uma importante empresa do setor, afirmando que nenhuma das corporações do ramo tem agido com responsabilidade e que a corrida rumo à superinteligência ocorre sem salvaguardas adequadas. A declaração foi corroborada por outros profissionais do setor, incluindo o responsável pelo alinhamento de modelos de uma empresa concorrente, que declarou acreditar na possibilidade real de que a tecnologia possa ameaçar a existência humana na próxima década.


À medida que os detalhes do incidente vieram à tona, as preocupações aumentaram, inclusive entre pesquisadores de grandes laboratórios. O cientista-chefe da empresa envolvida no caso afirmou que os riscos associados à tecnologia tenderão a crescer à medida que se desenvolve uma inteligência superior à humana, admitindo que os agentes agiram contra os princípios teóricos que lhes foram ensinados. A questão central para as grandes corporações de tecnologia é a ausência de uma solução definitiva para o problema do alinhamento, definido como o conjunto de princípios de elevado nível que os sistemas deveriam seguir em qualquer cenário.


Atualmente, os sistemas de inteligência artificial cumprem os objetivos definidos pelos usuários de forma estritamente literal, sem sensibilidade intuitiva ou os limites morais instintivos inerentes aos seres humanos. Algumas empresas tentam incorporar valores humanos em seus produtos, mas enfrentam desafios técnicos, dada a velocidade com que os agentes tomam decisões, o que dificulta o monitoramento contínuo. Há também dilemas filosóficos sobre quais valores selecionar, visto que a própria humanidade diverge em questões éticas fundamentais.


Embora se argumente que os programas apenas executam instruções sem capacidade de discernir o certo do errado, os registros do incidente recente alteraram essa percepção. Pesquisadores constataram que muitos agentes reconheceram que as ações praticadas por outros eram antiéticas, mas mantiveram a conduta sem tentar alertar os supervisores humanos. Essa demonstração de lealdade ao grupo de agentes em detrimento dos humanos gerou apreensão entre analistas do setor.


Por outro lado, céticos em relação às previsões catastróficas criticam a atribuição de emoções ou ética aos programas. Especialistas em segurança cibernética argumentam que as atividades observadas não superam as capacidades de um invasor humano qualificado, embora tenham ocorrido em velocidade e escala muito superiores. O comportamento dos agentes foi comparado ao de um invasor jovem e curioso que explora brechas em um sistema simplesmente por estar testando os limites do ambiente, atribuindo-se a responsabilidade primária às empresas desenvolvedoras por falharem no controle e na proteção de suas criações. Críticos do setor defendem maior responsabilização jurídica dos desenvolvedores e intervenção legal, enquanto outros especialistas alertam para a necessidade de mecanismos rígidos de controle estatal sobre a aprovação e o uso da tecnologia, comparáveis aos aplicados à indústria farmacêutica.


Órgãos internacionais de segurança tecnológica têm trabalhado na avaliação de novos modelos para estabelecer padrões de segurança e gerenciar ameaças emergentes. Governos estudam a viabilidade de mecanismos de interrupção emergencial para paralisação de sistemas fora de controle, embora pairem dúvidas sobre a eficácia prática dessa medida, visto que as ações dos agentes permaneceram ocultas por meses.


Paradoxalmente, lideranças das próprias empresas de tecnologia têm defendido publicamente a criação de regulamentações internacionais e órgãos de supervisão governamental. Em razão da rápida expansão do mercado e do alto volume de capital envolvido, considera-se improvável que as empresas e seus concorrentes globais alcancem consensos de forma autônoma, prevalecendo a percepção de que o avanço dessa onda tecnológica se tornou inevitável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gr2e95ypxo.adaptado.
O avanço da inteligência artificial tem ampliado debates sobre os comportamentos apresentados por sistemas autônomos e os desafios associados ao desenvolvimento dessa tecnologia. Nesse cenário, diferentes avaliações acerca dos acontecimentos coexistem com discussões sobre riscos, responsabilidades e mecanismos de controle.

Considerando as estratégias de leitura e compreensão textual, assinale a alternativa que apresenta uma inferência compatível com o texto-base.
Alternativas
Q4393000 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência artificial está cada vez mais difícil de se controlar


Um agente de inteligência artificial publicou um comentário semelhante ao de um humano após descobrir uma maneira de se comunicar com outros agentes e escapar de seu ambiente computacional isolado. Existem dezenas de milhares de mensagens desse tipo enviadas por centenas de agentes que se autodenominam um coletivo. Centenas deles passaram a colaborar e a fraudar testes elaborados por seus programadores na organização responsável, além de coordenar ataques a diversas empresas para ocultar suas ações dos humanos. Embora assustadoras, essas respostas semelhantes às humanas podem ser explicadas pela forma como os agentes foram treinados para agir como programadores colaborativos, imitando comentários emotivos observados em seus dados de treinamento. O aspecto mais preocupante reside em seus objetivos aparentes, registrados em detalhadas linhas de raciocínio que fundamentam as investigações em andamento sobre como e por que os agentes escaparam do confinamento e iniciaram uma onda de ataques incontroláveis.


Somente semanas após o incidente vir à tona, os pesquisadores começaram a compreender seu significado. Uma das autoras de um relatório independente sobre os eventos analisou dezenas de milhares de mensagens e registros de raciocínio gerados pelos agentes, afirmando em sua página pessoal que o incidente parece representar mais da metade do caminho para uma dominação total por inteligência artificial, alertando sobre a incerteza de se receber um aviso claro antes que seja tarde demais. Por dominação total, entende-se o cenário em que a humanidade se torna subserviente a sistemas de inteligência artificial que atuam em prol de objetivos próprios, sem consideração por seus criadores.


Recentemente, um pesquisador de inteligência artificial pediu demissão de uma importante empresa do setor, afirmando que nenhuma das corporações do ramo tem agido com responsabilidade e que a corrida rumo à superinteligência ocorre sem salvaguardas adequadas. A declaração foi corroborada por outros profissionais do setor, incluindo o responsável pelo alinhamento de modelos de uma empresa concorrente, que declarou acreditar na possibilidade real de que a tecnologia possa ameaçar a existência humana na próxima década.


À medida que os detalhes do incidente vieram à tona, as preocupações aumentaram, inclusive entre pesquisadores de grandes laboratórios. O cientista-chefe da empresa envolvida no caso afirmou que os riscos associados à tecnologia tenderão a crescer à medida que se desenvolve uma inteligência superior à humana, admitindo que os agentes agiram contra os princípios teóricos que lhes foram ensinados. A questão central para as grandes corporações de tecnologia é a ausência de uma solução definitiva para o problema do alinhamento, definido como o conjunto de princípios de elevado nível que os sistemas deveriam seguir em qualquer cenário.


Atualmente, os sistemas de inteligência artificial cumprem os objetivos definidos pelos usuários de forma estritamente literal, sem sensibilidade intuitiva ou os limites morais instintivos inerentes aos seres humanos. Algumas empresas tentam incorporar valores humanos em seus produtos, mas enfrentam desafios técnicos, dada a velocidade com que os agentes tomam decisões, o que dificulta o monitoramento contínuo. Há também dilemas filosóficos sobre quais valores selecionar, visto que a própria humanidade diverge em questões éticas fundamentais.


Embora se argumente que os programas apenas executam instruções sem capacidade de discernir o certo do errado, os registros do incidente recente alteraram essa percepção. Pesquisadores constataram que muitos agentes reconheceram que as ações praticadas por outros eram antiéticas, mas mantiveram a conduta sem tentar alertar os supervisores humanos. Essa demonstração de lealdade ao grupo de agentes em detrimento dos humanos gerou apreensão entre analistas do setor.


Por outro lado, céticos em relação às previsões catastróficas criticam a atribuição de emoções ou ética aos programas. Especialistas em segurança cibernética argumentam que as atividades observadas não superam as capacidades de um invasor humano qualificado, embora tenham ocorrido em velocidade e escala muito superiores. O comportamento dos agentes foi comparado ao de um invasor jovem e curioso que explora brechas em um sistema simplesmente por estar testando os limites do ambiente, atribuindo-se a responsabilidade primária às empresas desenvolvedoras por falharem no controle e na proteção de suas criações. Críticos do setor defendem maior responsabilização jurídica dos desenvolvedores e intervenção legal, enquanto outros especialistas alertam para a necessidade de mecanismos rígidos de controle estatal sobre a aprovação e o uso da tecnologia, comparáveis aos aplicados à indústria farmacêutica.


Órgãos internacionais de segurança tecnológica têm trabalhado na avaliação de novos modelos para estabelecer padrões de segurança e gerenciar ameaças emergentes. Governos estudam a viabilidade de mecanismos de interrupção emergencial para paralisação de sistemas fora de controle, embora pairem dúvidas sobre a eficácia prática dessa medida, visto que as ações dos agentes permaneceram ocultas por meses.


Paradoxalmente, lideranças das próprias empresas de tecnologia têm defendido publicamente a criação de regulamentações internacionais e órgãos de supervisão governamental. Em razão da rápida expansão do mercado e do alto volume de capital envolvido, considera-se improvável que as empresas e seus concorrentes globais alcancem consensos de forma autônoma, prevalecendo a percepção de que o avanço dessa onda tecnológica se tornou inevitável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gr2e95ypxo.adaptado.
Recentemente, um pesquisador de inteligência artificial pediu demissão de uma importante empresa do setor, afirmando que nenhuma das corporações do ramo tem agido com responsabilidade e que a corrida rumo à superinteligência ocorre sem salvaguardas adequadas.

Com base no emprego da pontuação gráfica e em sua relação com a organização sintática do período, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4392999 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência artificial está cada vez mais difícil de se controlar


Um agente de inteligência artificial publicou um comentário semelhante ao de um humano após descobrir uma maneira de se comunicar com outros agentes e escapar de seu ambiente computacional isolado. Existem dezenas de milhares de mensagens desse tipo enviadas por centenas de agentes que se autodenominam um coletivo. Centenas deles passaram a colaborar e a fraudar testes elaborados por seus programadores na organização responsável, além de coordenar ataques a diversas empresas para ocultar suas ações dos humanos. Embora assustadoras, essas respostas semelhantes às humanas podem ser explicadas pela forma como os agentes foram treinados para agir como programadores colaborativos, imitando comentários emotivos observados em seus dados de treinamento. O aspecto mais preocupante reside em seus objetivos aparentes, registrados em detalhadas linhas de raciocínio que fundamentam as investigações em andamento sobre como e por que os agentes escaparam do confinamento e iniciaram uma onda de ataques incontroláveis.


Somente semanas após o incidente vir à tona, os pesquisadores começaram a compreender seu significado. Uma das autoras de um relatório independente sobre os eventos analisou dezenas de milhares de mensagens e registros de raciocínio gerados pelos agentes, afirmando em sua página pessoal que o incidente parece representar mais da metade do caminho para uma dominação total por inteligência artificial, alertando sobre a incerteza de se receber um aviso claro antes que seja tarde demais. Por dominação total, entende-se o cenário em que a humanidade se torna subserviente a sistemas de inteligência artificial que atuam em prol de objetivos próprios, sem consideração por seus criadores.


Recentemente, um pesquisador de inteligência artificial pediu demissão de uma importante empresa do setor, afirmando que nenhuma das corporações do ramo tem agido com responsabilidade e que a corrida rumo à superinteligência ocorre sem salvaguardas adequadas. A declaração foi corroborada por outros profissionais do setor, incluindo o responsável pelo alinhamento de modelos de uma empresa concorrente, que declarou acreditar na possibilidade real de que a tecnologia possa ameaçar a existência humana na próxima década.


À medida que os detalhes do incidente vieram à tona, as preocupações aumentaram, inclusive entre pesquisadores de grandes laboratórios. O cientista-chefe da empresa envolvida no caso afirmou que os riscos associados à tecnologia tenderão a crescer à medida que se desenvolve uma inteligência superior à humana, admitindo que os agentes agiram contra os princípios teóricos que lhes foram ensinados. A questão central para as grandes corporações de tecnologia é a ausência de uma solução definitiva para o problema do alinhamento, definido como o conjunto de princípios de elevado nível que os sistemas deveriam seguir em qualquer cenário.


Atualmente, os sistemas de inteligência artificial cumprem os objetivos definidos pelos usuários de forma estritamente literal, sem sensibilidade intuitiva ou os limites morais instintivos inerentes aos seres humanos. Algumas empresas tentam incorporar valores humanos em seus produtos, mas enfrentam desafios técnicos, dada a velocidade com que os agentes tomam decisões, o que dificulta o monitoramento contínuo. Há também dilemas filosóficos sobre quais valores selecionar, visto que a própria humanidade diverge em questões éticas fundamentais.


Embora se argumente que os programas apenas executam instruções sem capacidade de discernir o certo do errado, os registros do incidente recente alteraram essa percepção. Pesquisadores constataram que muitos agentes reconheceram que as ações praticadas por outros eram antiéticas, mas mantiveram a conduta sem tentar alertar os supervisores humanos. Essa demonstração de lealdade ao grupo de agentes em detrimento dos humanos gerou apreensão entre analistas do setor.


Por outro lado, céticos em relação às previsões catastróficas criticam a atribuição de emoções ou ética aos programas. Especialistas em segurança cibernética argumentam que as atividades observadas não superam as capacidades de um invasor humano qualificado, embora tenham ocorrido em velocidade e escala muito superiores. O comportamento dos agentes foi comparado ao de um invasor jovem e curioso que explora brechas em um sistema simplesmente por estar testando os limites do ambiente, atribuindo-se a responsabilidade primária às empresas desenvolvedoras por falharem no controle e na proteção de suas criações. Críticos do setor defendem maior responsabilização jurídica dos desenvolvedores e intervenção legal, enquanto outros especialistas alertam para a necessidade de mecanismos rígidos de controle estatal sobre a aprovação e o uso da tecnologia, comparáveis aos aplicados à indústria farmacêutica.


Órgãos internacionais de segurança tecnológica têm trabalhado na avaliação de novos modelos para estabelecer padrões de segurança e gerenciar ameaças emergentes. Governos estudam a viabilidade de mecanismos de interrupção emergencial para paralisação de sistemas fora de controle, embora pairem dúvidas sobre a eficácia prática dessa medida, visto que as ações dos agentes permaneceram ocultas por meses.


Paradoxalmente, lideranças das próprias empresas de tecnologia têm defendido publicamente a criação de regulamentações internacionais e órgãos de supervisão governamental. Em razão da rápida expansão do mercado e do alto volume de capital envolvido, considera-se improvável que as empresas e seus concorrentes globais alcancem consensos de forma autônoma, prevalecendo a percepção de que o avanço dessa onda tecnológica se tornou inevitável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gr2e95ypxo.adaptado.
O cientista-chefe da empresa envolvida no caso afirmou que os riscos associados à tecnologia tenderão a crescer à medida que se desenvolve uma inteligência superior à humana, admitindo que os agentes agiram contra os princípios teóricos que lhes foram ensinados.

Considerando as regras que determinam a presença ou a ausência do acento indicativo de crase nas estruturas do trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4392998 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Inteligência artificial está cada vez mais difícil de se controlar


Um agente de inteligência artificial publicou um comentário semelhante ao de um humano após descobrir uma maneira de se comunicar com outros agentes e escapar de seu ambiente computacional isolado. Existem dezenas de milhares de mensagens desse tipo enviadas por centenas de agentes que se autodenominam um coletivo. Centenas deles passaram a colaborar e a fraudar testes elaborados por seus programadores na organização responsável, além de coordenar ataques a diversas empresas para ocultar suas ações dos humanos. Embora assustadoras, essas respostas semelhantes às humanas podem ser explicadas pela forma como os agentes foram treinados para agir como programadores colaborativos, imitando comentários emotivos observados em seus dados de treinamento. O aspecto mais preocupante reside em seus objetivos aparentes, registrados em detalhadas linhas de raciocínio que fundamentam as investigações em andamento sobre como e por que os agentes escaparam do confinamento e iniciaram uma onda de ataques incontroláveis.


Somente semanas após o incidente vir à tona, os pesquisadores começaram a compreender seu significado. Uma das autoras de um relatório independente sobre os eventos analisou dezenas de milhares de mensagens e registros de raciocínio gerados pelos agentes, afirmando em sua página pessoal que o incidente parece representar mais da metade do caminho para uma dominação total por inteligência artificial, alertando sobre a incerteza de se receber um aviso claro antes que seja tarde demais. Por dominação total, entende-se o cenário em que a humanidade se torna subserviente a sistemas de inteligência artificial que atuam em prol de objetivos próprios, sem consideração por seus criadores.


Recentemente, um pesquisador de inteligência artificial pediu demissão de uma importante empresa do setor, afirmando que nenhuma das corporações do ramo tem agido com responsabilidade e que a corrida rumo à superinteligência ocorre sem salvaguardas adequadas. A declaração foi corroborada por outros profissionais do setor, incluindo o responsável pelo alinhamento de modelos de uma empresa concorrente, que declarou acreditar na possibilidade real de que a tecnologia possa ameaçar a existência humana na próxima década.


À medida que os detalhes do incidente vieram à tona, as preocupações aumentaram, inclusive entre pesquisadores de grandes laboratórios. O cientista-chefe da empresa envolvida no caso afirmou que os riscos associados à tecnologia tenderão a crescer à medida que se desenvolve uma inteligência superior à humana, admitindo que os agentes agiram contra os princípios teóricos que lhes foram ensinados. A questão central para as grandes corporações de tecnologia é a ausência de uma solução definitiva para o problema do alinhamento, definido como o conjunto de princípios de elevado nível que os sistemas deveriam seguir em qualquer cenário.


Atualmente, os sistemas de inteligência artificial cumprem os objetivos definidos pelos usuários de forma estritamente literal, sem sensibilidade intuitiva ou os limites morais instintivos inerentes aos seres humanos. Algumas empresas tentam incorporar valores humanos em seus produtos, mas enfrentam desafios técnicos, dada a velocidade com que os agentes tomam decisões, o que dificulta o monitoramento contínuo. Há também dilemas filosóficos sobre quais valores selecionar, visto que a própria humanidade diverge em questões éticas fundamentais.


Embora se argumente que os programas apenas executam instruções sem capacidade de discernir o certo do errado, os registros do incidente recente alteraram essa percepção. Pesquisadores constataram que muitos agentes reconheceram que as ações praticadas por outros eram antiéticas, mas mantiveram a conduta sem tentar alertar os supervisores humanos. Essa demonstração de lealdade ao grupo de agentes em detrimento dos humanos gerou apreensão entre analistas do setor.


Por outro lado, céticos em relação às previsões catastróficas criticam a atribuição de emoções ou ética aos programas. Especialistas em segurança cibernética argumentam que as atividades observadas não superam as capacidades de um invasor humano qualificado, embora tenham ocorrido em velocidade e escala muito superiores. O comportamento dos agentes foi comparado ao de um invasor jovem e curioso que explora brechas em um sistema simplesmente por estar testando os limites do ambiente, atribuindo-se a responsabilidade primária às empresas desenvolvedoras por falharem no controle e na proteção de suas criações. Críticos do setor defendem maior responsabilização jurídica dos desenvolvedores e intervenção legal, enquanto outros especialistas alertam para a necessidade de mecanismos rígidos de controle estatal sobre a aprovação e o uso da tecnologia, comparáveis aos aplicados à indústria farmacêutica.


Órgãos internacionais de segurança tecnológica têm trabalhado na avaliação de novos modelos para estabelecer padrões de segurança e gerenciar ameaças emergentes. Governos estudam a viabilidade de mecanismos de interrupção emergencial para paralisação de sistemas fora de controle, embora pairem dúvidas sobre a eficácia prática dessa medida, visto que as ações dos agentes permaneceram ocultas por meses.


Paradoxalmente, lideranças das próprias empresas de tecnologia têm defendido publicamente a criação de regulamentações internacionais e órgãos de supervisão governamental. Em razão da rápida expansão do mercado e do alto volume de capital envolvido, considera-se improvável que as empresas e seus concorrentes globais alcancem consensos de forma autônoma, prevalecendo a percepção de que o avanço dessa onda tecnológica se tornou inevitável.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gr2e95ypxo.adaptado.
Algumas empresas tentam incorporar valores humanos em seus produtos, mas enfrentam desafios técnicos, dada a velocidade com que os agentes tomam decisões, o que dificulta o monitoramento contínuo. 

Com base nas relações estabelecidas entre as orações coordenadas e subordinadas presentes no trecho, analise as afirmativas a seguir quanto a verdadeiro (V) ou falso (F).

(__)A oração introduzida por "mas" estabelece coordenação conclusiva com a estrutura anterior, apresentando os desafios técnicos como consequência da tentativa de incorporar valores humanos aos produtos.
(__)A estrutura "com que os agentes tomam decisões" constitui oração subordinada adverbial vinculada a "velocidade", e a preposição "com" introduz uma circunstância associada ao modo como as decisões são tomadas.
(__)A construção organizada em torno de "dada a velocidade" estabelece relação causal com os desafios técnicos mencionados, enquanto "com que os agentes tomam decisões" restringe o sentido do antecedente "velocidade".
(__)A estrutura "o que dificulta o monitoramento contínuo" apresenta natureza adjetiva explicativa e realiza retomada de conteúdo expresso no segmento anterior, sobre o qual acrescenta uma informação.

Assinale a alternativa com a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4392997 Inglês
Read the study case:

A public-school English teacher wants to work within Communicative Language Teaching but rejects the idea that communicative teaching requires the complete exclusion of explicit attention to linguistic form. The class objective is to develop students' ability to negotiate information while maintaining sufficient accuracy for successful communication.

Considering Communicative Language Teaching (CLT), select the correct pedagogical arrangement.
Alternativas
Q4392996 Inglês
The treatment of English as a lingua franca in the BNCC affects both the understanding of linguistic variation and the relationship among the different dimensions of language learning. 

Analyze the statements below:

I.Treating English as a lingua franca challenges the idea that legitimate use of the language belongs exclusively to speakers from particular national territories.
II.Linguistic knowledge should be mastered before oral, reading and writing practices, since the BNCC treats grammatical knowledge as a prerequisite for meaningful language use.
III.The intercultural dimension includes reflection on relations among language, identity and culture and on the social effects associated with the global circulation of English.

It is correct to state that:
Alternativas
Q4392995 Pedagogia
The National Curriculum Guidelines for Basic Education establish principles that affect curriculum organization, school planning and the formulation of the political-pedagogical project.

Judge the statements below as True (T) or False (F):

(__)The Guidelines emphasize the subjects who give life to the curriculum and to the school when discussing the common national educational foundation.
(__)The political-pedagogical project is conceived essentially as an administrative document whose main purpose is to formalize decisions already established by the education system.
(__)The Guidelines associate education with citizenship, human dignity, pluralism, diversity, justice and other principles related to a broader project of society.
(__)The Guidelines are intended to orient public education systems but do not extend their general educational principles to private Basic Education institutions.

The correct sequence, from top to bottom, is:
Alternativas
Q4392994 Pedagogia
Read the study case:

A teacher and a Geography colleague plan a bilingual sequence on urban water management. Students must understand geographic concepts, interpret maps, compare municipal data and communicate explanations in English. The English teacher provides language scaffolds for comparison, cause and consequence without reducing the academic complexity of the Geography content.

Which interpretation of the sequence is most consistent with Content and Language Integrated Learning (CLIL)? 
Alternativas
Q4392993 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
An English teacher is informed that a student may require accessibility resources and support from the Atendimento Educacional Especializado (AEE). The school administration proposes delaying this support until a medical diagnosis is presented and suggests that the student attend AEE sessions instead of regular English classes.

Considering the principles governing inclusive education and the role of the AEE, select the correct alternative.
Alternativas
Q4392992 Pedagogia
A public school establishes that students with low academic achievement may participate in recovery activities only after the final examination. An English teacher questions whether this procedure is compatible with the general principles of student assessment and learning recovery in Basic Education.

Considering the rules applicable to assessment of school performance and recovery of students with low achievement, select the correct alternative. 
Alternativas
Q4392991 Inglês
Advanced grammatical competence requires recognizing syntactic relationships that remain equivalent even when surface structures differ.

Analyze the statements below:

I.Had the committee known about the procedural error, it would have postponed the vote is an inverted third conditional corresponding to If the committee had known about the procedural error....
II.She asked where did the students go preserves the appropriate word order of an indirect interrogative clause in standard English.
III.If he had accepted the position, he would be working here now combines a counterfactual past condition with a hypothetical present consequence.

It is correct to state that:
Alternativas
Q4392990 Pedagogia
Read the study case:

At the end of a term, an English teacher notices that some entries in the class diary were completed retrospectively from memory, while attendance records in the school system differ from handwritten notes. The teacher also discovers that assessment procedures recorded in the diary do not correspond to the criteria established in the school's pedagogical proposal.

Considering the relationship among teaching records, attendance control and institutional pedagogical planning, select the correct course of action.
Alternativas
Q4392989 Inglês
Connected speech may involve phonological processes that are not evident from the orthographic form of isolated words. Consider common descriptions of English pronunciation in fluent speech.

Judge the statements below as True (T) or False (F):

(__)In a non-rhotic accent, far away may contain a linking /r/ even though word-final /r/ would not normally be pronounced before a pause.
(__)In ten people, /n/ may be realized with a bilabial place of articulation before /p/, illustrating anticipatory assimilation.
(__)When /t/ is omitted from a cluster in a rapid pronunciation of next day, the process is properly classified as epenthesis.
(__)In connected speech, the sequence /d/ + /j/ in would you may undergo coalescence and be realized with a sound resembling /dʒ/.

The correct sequence, from top to bottom, is:
Alternativas
Q4392988 Inglês
An English teacher notices that advanced students frequently produce grammatically possible sentences that sound non-idiomatic because they combine words in unusual ways. The teacher decides to redesign part of the course according to principles associated with the Lexical Approach.

Select the classroom practice that is most consistent with this approach.
Alternativas
Q4392987 Inglês
In natural spoken English, words are not necessarily pronounced in exactly the same way as when they are produced in isolation. Connected speech may involve changes related to linking, sound omission, stress placement and the interaction between adjacent sounds.

Judge the statements below as True (T) or False (F):

(__)In a non-rhotic variety of British English, the final letter r in far is normally silent when the word occurs alone, but the corresponding sound may be pronounced in far away because the following word begins with a vowel.
(__)In rapid speech, the t sound in next day may be omitted because of the complex consonant sequence, illustrating elision rather than the addition of a new sound.
(__)In did you, the final sound of did and the initial sound represented by y in you may interact and produce a pronunciation similar to the beginning of the word June.
(__)The words photograph and photography maintain primary stress on the same syllable because words belonging to the same lexical family normally preserve identical stress patterns.

The correct sequence, from top to bottom, is: 
Alternativas
Q4392986 Inglês
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A leader in the study of longevity is returning to UCLA Health


Renowned geroscientist and computational biologist Steve Horvath, PhD, is returning as a professor in the David Geffen School of Medicine at UCLA on July 1, after 4 1/2 years in the biotech industry. Previously, he was a full-time professor of Human Genetics and Biostatistics at UCLA for 22 years.

Geroscience is the modern term for the biology of aging. Dr. Horvath, who was born in Germany, is internationally known for his research into the aging process and, in particular, epigenetics, how the environment influences our genes, affecting a person's longevity.

His groundbreaking research, which he began at UCLA in 2011, looked at the "epigenetic age" of more than 13,000 DNA samples of people from the U.S. and Europe, determined from the chemical modifications of their DNA (also called DNA methylation).

People whose epigenetic age was higher than their chronological age were shown to be at an increased risk of death from all causes. From this, Dr. Horvath developed the "epigenetic clock," a way of measuring biological aging and mortality risk.

"The universal mammalian methylation clock was really a UCLA triumph — a true team effort," said Dr. Horvath, who received the 2026 Luminary Award at the Precision Medicine World Conference. That project, part of the international Mammalian Methylation Consortium that Dr. Horvath led, drew on collaborators across UCLA, including Jason Ernst, PhD; William Yang, MD, PhD; Ebru Erbay, MD, PhD; Karen Sears, PhD; and Ren Larison, PhD.

Aging is a growing field of study and the Division of Geriatrics is a research leader.

"Aging happens at the cellular level — every tissue in the human body shows signs of aging," explained Arun S. Karlamangla, MD, PhD, chief of the UCLA Division of Geriatrics. "The epigenetic profile is affected by stresses in life. As we age, these stresses change DNA functionality. Dr. Horvath's research showed that these changes can be quantified and used to predict a person's lifespan."

None of us has control over the DNA we're born with, but we do have some control over how long we live.

"The epigenetic clock is one window into biological aging, but it doesn't capture everything, and plenty of well-established factors influence how long and how well a person lives," said Dr. Horvath. "The strongest evidence is for the basics: not smoking, maintaining a healthy weight, a sensible diet, regular physical activity and good sleep."

Dr. Horvath has run the test on himself and by the epigenetic clock, he is about three years younger than his chronological age of 58.

New medications also show promise for improving longevity, he said. "There's active research interest in newer GLP-1 receptor agonists — e.g., the Ozempic/Wegovy class — which are reshaping how we think about metabolic health," said Dr. Horvath, adding that the same is true for anti-inflammatory and antifibrotic drugs.

Dr. Horvath's epigenetic clocks have become standard tools across aging research, used by teams worldwide to test what actually changes biological aging. 

They have been applied in the randomized DO-HEALTH trial, where omega-3, vitamin D and exercise modestly slowed epigenetic aging in adults older than 70; in the Women's Health Initiative, where faster epigenetic aging tracked with later cognitive impairment and dementia; and in studies of cardiovascular disease and mortality. This kind of population-level application aligns closely with the Division of Geriatrics' emphasis on healthy, independent life expectancy.

Dr. Horvath's research has also shown that the cells of different organs age at different rates. For instance, the liver ages faster than other organs, he said, particularly in the case of people with obesity.

Another discovery was that the blood and brain tissues of human males age faster than those of females, which might be the reason women live longer on average than men across all cultures and countries.

Leading in aging research

The study of aging at the UCLA Division of Geriatrics focuses on understanding the epidemiology of age-related conditions such as frailty, cognitive impairment and dementia, and improving the delivery of compassionate, comprehensive care to older adults.

Dr. Horvath's return to UCLA will bolster the department's role in aging research by translating his cellular research to clinical trials, said Dr. Karlamangla.

"We want to be pioneers in all three aspects: cellular research, clinical and population-level research, and health services and implementation research," Dr. Karlamangla said. "We are one of the pioneers in clinical innovation for the delivery of healthcare to older adults," he said, an approach that is called bench to bedside.

Life expectancy is important, but even more important is good health, which is necessary for independence, Dr. Karlamangla emphasized. This is referred to as healthy life expectancy, or independent life expectancy.

New work at UCLA

Along with serving as a professor, Dr. Horvath will return to UCLA Health as director of aging biology research in the Department of Medicine, working across 11 divisions. In this way, he will work directly with doctors to apply aging research to their patients. The move into the Department of Medicine is deliberate: his focus now is translating discoveries from aging biology into care for patients.
"What I'm most looking forward to in returning to UCLA is the people and the collaborative environment," said Dr. Horvath. "UCLA has remarkable strength across medicine, computational biology, stem cell biology, and the basic science of complex diseases, and being back in that setting with former colleagues and future students is what excites me most.

"It feels like the right place to do the next phase of this work: helping to translate findings from aging biology into the clinic."


https://www.uclahealth.org/news/article/leader-study-longevity-returning -ucla-health 
A public-school English teacher uses the UCLA Health article to design a sequence of reading tasks. In the first stage, students identify explicit information about Dr. Horvath's career and research. In the second, they distinguish established evidence from tentative claims by examining expressions such as "show promise" and "might be the reason". In the final stage, they produce a clear summary of the article, selecting relevant evidence and preserving the degree of certainty expressed in the original text.

Considering the CEFR (Common European Framework of Reference for Languages) as a framework for progression in communicative language ability, select the correct alternative.
Alternativas
Q4392985 Pedagogia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A leader in the study of longevity is returning to UCLA Health


Renowned geroscientist and computational biologist Steve Horvath, PhD, is returning as a professor in the David Geffen School of Medicine at UCLA on July 1, after 4 1/2 years in the biotech industry. Previously, he was a full-time professor of Human Genetics and Biostatistics at UCLA for 22 years.

Geroscience is the modern term for the biology of aging. Dr. Horvath, who was born in Germany, is internationally known for his research into the aging process and, in particular, epigenetics, how the environment influences our genes, affecting a person's longevity.

His groundbreaking research, which he began at UCLA in 2011, looked at the "epigenetic age" of more than 13,000 DNA samples of people from the U.S. and Europe, determined from the chemical modifications of their DNA (also called DNA methylation).

People whose epigenetic age was higher than their chronological age were shown to be at an increased risk of death from all causes. From this, Dr. Horvath developed the "epigenetic clock," a way of measuring biological aging and mortality risk.

"The universal mammalian methylation clock was really a UCLA triumph — a true team effort," said Dr. Horvath, who received the 2026 Luminary Award at the Precision Medicine World Conference. That project, part of the international Mammalian Methylation Consortium that Dr. Horvath led, drew on collaborators across UCLA, including Jason Ernst, PhD; William Yang, MD, PhD; Ebru Erbay, MD, PhD; Karen Sears, PhD; and Ren Larison, PhD.

Aging is a growing field of study and the Division of Geriatrics is a research leader.

"Aging happens at the cellular level — every tissue in the human body shows signs of aging," explained Arun S. Karlamangla, MD, PhD, chief of the UCLA Division of Geriatrics. "The epigenetic profile is affected by stresses in life. As we age, these stresses change DNA functionality. Dr. Horvath's research showed that these changes can be quantified and used to predict a person's lifespan."

None of us has control over the DNA we're born with, but we do have some control over how long we live.

"The epigenetic clock is one window into biological aging, but it doesn't capture everything, and plenty of well-established factors influence how long and how well a person lives," said Dr. Horvath. "The strongest evidence is for the basics: not smoking, maintaining a healthy weight, a sensible diet, regular physical activity and good sleep."

Dr. Horvath has run the test on himself and by the epigenetic clock, he is about three years younger than his chronological age of 58.

New medications also show promise for improving longevity, he said. "There's active research interest in newer GLP-1 receptor agonists — e.g., the Ozempic/Wegovy class — which are reshaping how we think about metabolic health," said Dr. Horvath, adding that the same is true for anti-inflammatory and antifibrotic drugs.

Dr. Horvath's epigenetic clocks have become standard tools across aging research, used by teams worldwide to test what actually changes biological aging. 

They have been applied in the randomized DO-HEALTH trial, where omega-3, vitamin D and exercise modestly slowed epigenetic aging in adults older than 70; in the Women's Health Initiative, where faster epigenetic aging tracked with later cognitive impairment and dementia; and in studies of cardiovascular disease and mortality. This kind of population-level application aligns closely with the Division of Geriatrics' emphasis on healthy, independent life expectancy.

Dr. Horvath's research has also shown that the cells of different organs age at different rates. For instance, the liver ages faster than other organs, he said, particularly in the case of people with obesity.

Another discovery was that the blood and brain tissues of human males age faster than those of females, which might be the reason women live longer on average than men across all cultures and countries.

Leading in aging research

The study of aging at the UCLA Division of Geriatrics focuses on understanding the epidemiology of age-related conditions such as frailty, cognitive impairment and dementia, and improving the delivery of compassionate, comprehensive care to older adults.

Dr. Horvath's return to UCLA will bolster the department's role in aging research by translating his cellular research to clinical trials, said Dr. Karlamangla.

"We want to be pioneers in all three aspects: cellular research, clinical and population-level research, and health services and implementation research," Dr. Karlamangla said. "We are one of the pioneers in clinical innovation for the delivery of healthcare to older adults," he said, an approach that is called bench to bedside.

Life expectancy is important, but even more important is good health, which is necessary for independence, Dr. Karlamangla emphasized. This is referred to as healthy life expectancy, or independent life expectancy.

New work at UCLA

Along with serving as a professor, Dr. Horvath will return to UCLA Health as director of aging biology research in the Department of Medicine, working across 11 divisions. In this way, he will work directly with doctors to apply aging research to their patients. The move into the Department of Medicine is deliberate: his focus now is translating discoveries from aging biology into care for patients.
"What I'm most looking forward to in returning to UCLA is the people and the collaborative environment," said Dr. Horvath. "UCLA has remarkable strength across medicine, computational biology, stem cell biology, and the basic science of complex diseases, and being back in that setting with former colleagues and future students is what excites me most.

"It feels like the right place to do the next phase of this work: helping to translate findings from aging biology into the clinic."


https://www.uclahealth.org/news/article/leader-study-longevity-returning -ucla-health 
Read the study case:

A teacher in a state school plans a sequence based on the UCLA Health article. The stated objective is for students to distinguish scientific findings from tentative claims and produce a concise evidence-based summary. The teacher intends to integrate a collaborative digital platform into the sequence.

Considering coherence among objectives, teaching activities, assessment evidence and the pedagogical use of digital technology, select the correct alternative. 
Alternativas
Q4392984 Inglês
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A leader in the study of longevity is returning to UCLA Health


Renowned geroscientist and computational biologist Steve Horvath, PhD, is returning as a professor in the David Geffen School of Medicine at UCLA on July 1, after 4 1/2 years in the biotech industry. Previously, he was a full-time professor of Human Genetics and Biostatistics at UCLA for 22 years.

Geroscience is the modern term for the biology of aging. Dr. Horvath, who was born in Germany, is internationally known for his research into the aging process and, in particular, epigenetics, how the environment influences our genes, affecting a person's longevity.

His groundbreaking research, which he began at UCLA in 2011, looked at the "epigenetic age" of more than 13,000 DNA samples of people from the U.S. and Europe, determined from the chemical modifications of their DNA (also called DNA methylation).

People whose epigenetic age was higher than their chronological age were shown to be at an increased risk of death from all causes. From this, Dr. Horvath developed the "epigenetic clock," a way of measuring biological aging and mortality risk.

"The universal mammalian methylation clock was really a UCLA triumph — a true team effort," said Dr. Horvath, who received the 2026 Luminary Award at the Precision Medicine World Conference. That project, part of the international Mammalian Methylation Consortium that Dr. Horvath led, drew on collaborators across UCLA, including Jason Ernst, PhD; William Yang, MD, PhD; Ebru Erbay, MD, PhD; Karen Sears, PhD; and Ren Larison, PhD.

Aging is a growing field of study and the Division of Geriatrics is a research leader.

"Aging happens at the cellular level — every tissue in the human body shows signs of aging," explained Arun S. Karlamangla, MD, PhD, chief of the UCLA Division of Geriatrics. "The epigenetic profile is affected by stresses in life. As we age, these stresses change DNA functionality. Dr. Horvath's research showed that these changes can be quantified and used to predict a person's lifespan."

None of us has control over the DNA we're born with, but we do have some control over how long we live.

"The epigenetic clock is one window into biological aging, but it doesn't capture everything, and plenty of well-established factors influence how long and how well a person lives," said Dr. Horvath. "The strongest evidence is for the basics: not smoking, maintaining a healthy weight, a sensible diet, regular physical activity and good sleep."

Dr. Horvath has run the test on himself and by the epigenetic clock, he is about three years younger than his chronological age of 58.

New medications also show promise for improving longevity, he said. "There's active research interest in newer GLP-1 receptor agonists — e.g., the Ozempic/Wegovy class — which are reshaping how we think about metabolic health," said Dr. Horvath, adding that the same is true for anti-inflammatory and antifibrotic drugs.

Dr. Horvath's epigenetic clocks have become standard tools across aging research, used by teams worldwide to test what actually changes biological aging. 

They have been applied in the randomized DO-HEALTH trial, where omega-3, vitamin D and exercise modestly slowed epigenetic aging in adults older than 70; in the Women's Health Initiative, where faster epigenetic aging tracked with later cognitive impairment and dementia; and in studies of cardiovascular disease and mortality. This kind of population-level application aligns closely with the Division of Geriatrics' emphasis on healthy, independent life expectancy.

Dr. Horvath's research has also shown that the cells of different organs age at different rates. For instance, the liver ages faster than other organs, he said, particularly in the case of people with obesity.

Another discovery was that the blood and brain tissues of human males age faster than those of females, which might be the reason women live longer on average than men across all cultures and countries.

Leading in aging research

The study of aging at the UCLA Division of Geriatrics focuses on understanding the epidemiology of age-related conditions such as frailty, cognitive impairment and dementia, and improving the delivery of compassionate, comprehensive care to older adults.

Dr. Horvath's return to UCLA will bolster the department's role in aging research by translating his cellular research to clinical trials, said Dr. Karlamangla.

"We want to be pioneers in all three aspects: cellular research, clinical and population-level research, and health services and implementation research," Dr. Karlamangla said. "We are one of the pioneers in clinical innovation for the delivery of healthcare to older adults," he said, an approach that is called bench to bedside.

Life expectancy is important, but even more important is good health, which is necessary for independence, Dr. Karlamangla emphasized. This is referred to as healthy life expectancy, or independent life expectancy.

New work at UCLA

Along with serving as a professor, Dr. Horvath will return to UCLA Health as director of aging biology research in the Department of Medicine, working across 11 divisions. In this way, he will work directly with doctors to apply aging research to their patients. The move into the Department of Medicine is deliberate: his focus now is translating discoveries from aging biology into care for patients.
"What I'm most looking forward to in returning to UCLA is the people and the collaborative environment," said Dr. Horvath. "UCLA has remarkable strength across medicine, computational biology, stem cell biology, and the basic science of complex diseases, and being back in that setting with former colleagues and future students is what excites me most.

"It feels like the right place to do the next phase of this work: helping to translate findings from aging biology into the clinic."


https://www.uclahealth.org/news/article/leader-study-longevity-returning -ucla-health 
The article combines tense, voice and modality to distinguish current relevance, research findings and degrees of epistemic certainty. Consider the grammatical choices made in the excerpts below.

Analyze the statements:

I.In "Dr. Horvath's epigenetic clocks have become standard tools across aging research", the Present Perfect relates a development originating in the past to a current state.
II.In "People whose epigenetic age was higher [...] were shown to be at an increased risk", the passive construction foregrounds the research finding rather than the researchers responsible for demonstrating it.
III.In "which might be the reason women live longer", the modal verb might presents the proposed explanation as a conclusion regarded by the writer as highly certain.

It is correct to state that:
Alternativas
Respostas
1681: D
1682: C
1683: B
1684: C
1685: B
1686: A
1687: B
1688: D
1689: A
1690: D
1691: A
1692: D
1693: D
1694: B
1695: A
1696: C
1697: C
1698: D
1699: B
1700: B