Questões de Concurso Público Prefeitura de Barra Bonita - SP 2026 para Professor PEB II - Educação Física

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Q3882934 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
De acordo com o primeiro parágrafo, a inclusão das competências socioemocionais no currículo representa, fundamentalmente: 
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Q3882935 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
O texto estabelece uma distinção crucial sobre a Ética do Cuidado. Nesse sentido, a prática do cuidado na pedagogia, conforme o autor, é corretamente definida como:
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Q3882936 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
O autor argumenta que a efetivação da Ética do Cuidado está intrinsecamente ligada a uma condição específica no ambiente escolar. Qual é essa condição, cuja ausência é citada como um "obstáculo silencioso" à proposta humanizada? 
Alternativas
Q3882937 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
A competência socioemocional do professor manifesta-se em diversas práticas pedagógicas. Qual das ações a seguir é apresentada no texto como uma manifestação direta dessa competência? 
Alternativas
Q3882938 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
O segundo parágrafo estabelece que a Ética do Cuidado se afasta da "neutralidade técnica". Qual o significado dessa afirmação no contexto da formação docente? 
Alternativas
Q3882939 Pedagogia
Texto para a questão


A Formação Docente na Encruzilhada da Ética do Cuidado e da Competência Socioemocional

O ofício do professor, historicamente centrado na transmissão de conteúdos cognitivos, experimenta uma profunda ressignificação. A emergência de crises globais de saúde mental e a crescente complexidade das relações interpessoais no ambiente escolar impulsionaram a inclusão formal das competências socioemocionais nos currículos, reconhecendo que o sucesso acadêmico está intrinsecamente ligado à capacidade de gerir emoções, estabelecer empatia e tomar decisões responsáveis. Contudo, essa incorporação não pode ser vista como um mero adendo programático ou uma nova disciplina a ser "aplicada". Ela exige uma transformação na própria identidade profissional do docente.

A base para essa transformação reside na Ética do Cuidado, um conceito que se afasta da neutralidade técnica e propõe uma pedagogia engajada com o bem-estar integral do estudante e do próprio educador. Cuidar, nesse sentido, não é sinônimo de assistencialismo ou de uma sobrecarga emocional, mas sim o reconhecimento da vulnerabilidade inerente ao processo de ensino-aprendizagem. O professor, ao praticar a Ética do Cuidado, estabelece um vínculo de confiança que potencializa a aprendizagem, transformando a sala de aula em um espaço de acolhimento e segurança psicológica. Essa postura, no entanto, demanda que a própria instituição escolar invista no autocuidado docente, combatendo a síndrome de burnout e o esgotamento profissional, que são obstáculos silenciosos à efetivação de qualquer proposta humanizada.

A competência socioemocional, portanto, não é apenas um conjunto de habilidades a ser ensinado aos alunos, mas um prerrequisito para a prática pedagógica contemporânea. Ela se manifesta na capacidade do professor de mediar conflitos com justiça restaurativa, de planejar atividades que promovam a colaboração e de avaliar o processo de aprendizagem de forma formativa, e não meramente classificatória. A formação continuada, nesse contexto, deve ir além da atualização didática, focando no desenvolvimento da inteligência emocional do próprio educador. Somente um professor que se sente cuidado e emocionalmente equilibrado pode, de fato, exercer a Ética do Cuidado e ser um modelo autêntico na promoção das habilidades socioemocionais que a sociedade do século XXI exige.
Qual alternativa sintetiza a principal exigência do texto para a formação continuada do educador contemporâneo? 
Alternativas
Q3882961 Pedagogia
Em A escola e o conhecimento, Mário Sérgio Cortella articula epistemologia e política ao discutir a função social da escola. Considerando essa articulação, assinale a alternativa que expressa corretamente a concepção de conhecimento defendida pelo autor.
Alternativas
Q3882962 Pedagogia
Ao discutir a construção do conhecimento em sala de aula, Celso dos Santos Vasconcellos critica práticas pedagógicas tradicionais e propõe uma redefinição do papel docente. Segundo o autor, o planejamento pedagógico assume centralidade porque: 
Alternativas
Q3882963 Pedagogia
Na obra Pensamento e Linguagem, Vigotski estabelece uma relação dialética entre desenvolvimento cognitivo e linguagem. Considerando essa abordagem histórico-cultural, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3883195 Pedagogia
Da cultura do corpo João Batista Freire e Jocimar Daolio discutem a Educação Física como uma disciplina que lida com sujeitos culturais. Sob essa ótica, qual é a crítica central de Daolio à visão puramente biológica do movimento humano no contexto escolar?
Alternativas
Q3883196 Pedagogia
Atividades e Jogos Cooperativos Terry Orlick propõe que a aceitação e a participação são os pilares da cooperação. Em sua obra, ele detalha a estrutura de "jogos de escolha livre". Qual é a característica definidora dessa abordagem que a diferencia dos jogos competitivos tradicionais?
Alternativas
Q3883197 Pedagogia
A Educação Física e o Esporte na Escola Ao tratar da relação entre cotidiano escolar e o esporte, a obra do IBPEX (2011) discute a "esportivização" da Educação Física. Qual das seguintes posturas pedagógicas é defendida para superar a visão do esporte como simples reprodução do modelo televisivo? 
Alternativas
Q3883198 Pedagogia
Afazeres da Educação Física na escola O planejamento é um afazer central do docente. Segundo os autores, o planejamento participativo em Educação Física deve focar prioritariamente em:
Alternativas
Q3883200 Pedagogia
Jogos em Grupo na Educação Infantil Baseado na teoria de Piaget, Constance Kamii e Rheta DeVries discutem a importância dos jogos de regras na infância. Para as autoras, qual é o papel fundamental do erro do aluno durante um jogo em grupo? 
Alternativas
Q3883201 Pedagogia
Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação Tizuko Kishimoto diferencia os conceitos de jogo e brinquedo para a prática pedagógica. Segundo a autora, quando um objeto é utilizado pela criança para representar um mundo imaginário, ele assume a função de: 
Alternativas
Q3883203 Pedagogia
Teoria e Prática da Educação Física Ao analisar as tendências pedagógicas da Educação Física, a obra discute o movimento da Renovação. Sobre a abordagem Crítico-Superadora, assinale a alternativa que define corretamente sua relação com o conteúdo "Conhecimento sobre o Corpo":
Alternativas
Respostas
1: C
2: A
3: B
4: B
5: B
6: B
7: D
8: A
9: A
10: A
11: D
12: C
13: B
14: C
15: A
16: A