Questões de Concurso Público HU Brasil 2026 para Ano Adicional - Transplante de Rim (Urologia)
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História: jato urinário muito fraco; esforço miccional importante; sensação de esvaziamento incompleto; noctúria 5 a 6 vezes por noite; retenção urinária recorrente.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; diabetes mellitus tipo 2; uso de tansulosina e finasterida há 3 anos.
Exame Físico: PA: 144/86 mmHg; FC: 78 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Abdome: globo vesical palpável.
Toque retal: próstata aumentada; consistência fibroelástica; sem nódulos suspeitos; volume estimado em aproximadamente 95 g.
Exames Complementares: PSA: 4,1 mg/mL; creatinina: 2,1 mg/dL.
Ultrassonografia: próstata de 102 g; resíduo pós-miccional de 420 mL; hidronefrose bilateral leve.
Urofluxometria: qmáx: 5 mL/s.
A melhor conduta é
História clínica: trauma raquimedular há 4 anos após acidente automobilístico; lesão medular completa ao nível de T8; uso prévio prolongado de sonda vesical de demora; esvaziamento vesical espontâneo inadequado.
Refere: perdas urinárias frequentes; infecções urinárias recorrentes; sensação de esvaziamento incompleto; redução progressiva da qualidade de vida.
Exame Físico: PA: 126/80 mmHg; FC: 74 bpm; temperatura: 36,6°C.
Exame neurológico: paraplegia; reflexos compatíveis com lesão medular suprasacral.
Exames Complementares: ceatinina: 1,2 mg/dL.
Ultrassonografia: espessamento vesical; resíduo pós-miccional elevado; ausência de hidronefrose.
Estudo Urodinâmico: hiperatividade neurogênica do detrusor; pressões vesicais elevadas durante enchimento; dissinergia detrusor-esfíncter.
A melhor estratégia de manejo inicial é
Refere: jato urinário fraco; esforço miccional; gotejamento terminal; sensação de esvaziamento incompleto; episódios ocasionais de retenção urinária parcial.
Antecedentes: trauma perineal em queda de bicicleta há 10 anos; duas dilatações uretrais prévias; uma uretrotomia interna há 18 meses com melhora temporária.
Nega: febre; hematúria macroscópica; infecção urinária recente.
Exame Físico: PA: 126/78 mmHg; FC: 72 bpm; temperatura: 36,5°C.
Genitália externa: sem alterações.
Toque retal: próstata de volume habitual; sem nódulos suspeitos.
Exames Complementares: urofluxometria: qmáx: 5 mL/s; curva em platô.
Ultrassonografia: resíduo pós-miccional: 190 mL; sem hidronefrose.
Uretrografia retrógrada e miccional: estenose bulbar única; extensão aproximada de 2 cm; calibre significativamente reduzido; sem acometimento da uretra peniana.
A melhor conduta definitiva é
História clínica: prostatectomia radical robótica realizada há 18 meses; adenocarcinoma prostático pT2N0M0; PSA indetectável desde a cirurgia; sem radioterapia adjuvante.
Refere: perda urinária aos esforços; uso de 5 a 6 absorventes por dia; limitação importante das atividades sociais; ausência de urgência miccional significativa.
Tratamentos prévios: fisioterapia do assoalho pélvico por 12 meses; treinamento vesical; sem melhora clínica relevante.
Exame Físico: PA: 128/76 mmHg; FC: 72 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Teste de esforço: positivo para perda urinária.
Exames Complementares: EAS: normal; urocultura: negativa; cistoscopia: anastomose ureterovesical pérvia; ausência de estenose.
Estudo Urodinâmico: deficiência esfincteriana intrínseca; boa complacência vesical; ausência de hiperatividade detrusora significativa.
A melhor opção terapêutica é
Refere: sensação de peso escrotal; desconforto leve; ausência de dor intensa; sem sintomas urinários.
Antecedentes: criptorquidia direita corrigida aos 4 anos; sem outras comorbidades.
Exame Físico: PA: 122/74 mmHg; FC: 70 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Exame genital: testículo direito aumentado; nódulo endurecido intratesticular; aproximadamente 3 cm; testículo esquerdo sem alterações.
Exames Complementares: ultrassonografia escrotal: lesão sólida intratesticular direita; 3,2 cm; hipoecoica; hipervascularizada; marcadores tumorais: AFP: normal; β-hCG: discretamente elevada; LDH: elevada.
Procedimento realizado: orquiectomia radical inguinal direita.
Anatomopatológico: seminoma clássico; 3,4 cm; restrito ao testículo; sem invasão vascular; margens livres.
Tomografia de tórax, abdome e pelve: ausência de linfonodomegalias; ausência de metástases.
Assinale a opção correta em relação ao estadiamento e a melhor estratégia inicial.
Refere: dor lombar direita intermitente há aproximadamente 1 ano; episódios recorrentes de infecção urinária; sensação de fadiga; ausência de cólica renal intensa.
Antecedentes: diabetes mellitus tipo 2; três episódios de pielonefrite nos últimos dois anos; sem cirurgias urológicas prévias.
Exame Físico: PA: 132/80 mmHg; FC: 76 bpm; temperatura: 36,7 °C.
Exame abdominal: dor leve à palpação profunda do flanco direito.
Exames Complementares: creatinina: 0,9 mg/dL; EAS: leucocitúria discreta; urocultura: proteus mirabilis > 100.000 UFC/mL.
Tomografia Computadorizada: cálculo coraliforme completo ocupando pelve renal e cálices do rim direito; maior diâmetro: 4,8 cm; densidade compatível com cálculo infeccioso; ausência de obstrução ureteral.
Cintilografia Renal (DMSA): função renal diferencial: rim direito: 42%; rim esquerdo: 58%.
A melhor estratégia terapêutica é
Refere: dor lombar contínua; fadiga; perda de 8 kg nos últimos 6 meses; sintomas urinários obstrutivos moderados.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; ex-tabagista.
Exame Físico: PA: 138/82 mmHg; FC: 78 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Toque retal: próstata endurecida; nódulo extenso em lobo direito; perda do sulco mediano.
Exames Complementares: PSA: 186 ng/mL.
Ressonância Magnética da Próstata: lesão PI-RADS 5; extensão extracapsular; invasão de vesícula seminal.
Biópsia Prostática: adenocarcinoma acinar; ISUP 5 (Gleason 4+5=9).
PET-PSMA: múltiplas metástases ósseas; linfonodos pélvicos acometidos; ausência de metástases viscerais.
A melhor estratégia terapêutica inicial é
Refere: ausência de hematúria; ausência de perda ponderal; ausência de febre; sem sintomas urinários.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; obesidade grau I; ex-tabagista.
Exame Físico: PA: 134/82 mmHg; FC: 76 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Exame abdominal: sem massas palpáveis.
Exames Complementares: Creatinina: 0,9 mg/dL; TFGe: 82 mL/min/1,73m².
Tomografia Computadorizada de Abdome: massa sólida cortical renal esquerda; 3,2 cm de diâmetro; realce heterogêneo após contraste; localização polar inferior; sem invasão de gordura perirrenal; sem trombo venoso; sem linfonodomegalias.
Classificação clínica: cT1aN0M0.
Tomografia de tórax: sem evidência de metástases.
A melhor estratégia terapêutica é
História: quatro episódios de pielonefrite nos últimos 18 meses; necessidade de internação em duas ocasiões; febre elevada associada à dor abdominal; boa adesão ao tratamento prescrito.
Antecedentes: sem malformações conhecidas ao nascimento; desenvolvimento neuropsicomotor adequado.
Exame Físico: temperatura: 36,6°C; FC: 96 bpm; PA: 98/60 mmHg.
Exame abdominal: sem massas palpáveis; sem dor à palpação.
Exames Complementares: ultrassonografia: dilatação pielocalicial discreta à direita; espessura cortical preservada.
Cintilografia renal (DMSA): cicatrizes corticais renais à direita; rim direito: 42% da função renal; rim esquerdo: 58% da função renal.
Uretrocistografia Miccional: refluxo vesicoureteral direito grau V; dilatação ureteral importante; refluxo persistente durante toda a micção.
Evolução: apesar de antibioticoprofilaxia adequada, apresentou novos episódios de infecção urinária febril.
A melhor conduta é
Refere: hematúria intermitente com coágulos; desconforto lombar esquerdo leve; ausência de febre; ausência de sintomas urinários irritativos.
Antecedentes: tabagismo de 60 maços-ano; hipertensão arterial sistêmica; DPOC leve.
Exame Físico: PA: 136/82 mmHg; FC: 78 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Abdome: sem massas palpáveis.
Exames Complementares: creatinina: 1,1 mg/dL; citologia urinária: positiva para células uroteliais de alto grau; urotomografia: lesão vegetante de 2,8 cm na pelve renal esquerda; realce após contraste; sem invasão de órgãos adjacentes; sem linfonodomegalias; ureterorrenoscopia diagnóstica: lesão papilífera extensa em pelve renal esquerda.
Biópsia: carcinoma urotelial de alto grau.
Tomografia de tórax: sem metástases.
O tratamento padrão recomendado é
Refere: crises súbitas de hipertensão; taquicardia; tremores; ansiedade intensa durante os episódios; episódios com duração de 20 a 40 minutos.
Antecedentes: hipertensão arterial de difícil controle; uso de três anti-hipertensivos; sem diabetes mellitus.
Exame Físico: PA: 168/102 mmHg; FC: 104 bpm; temperatura: 36,5°C.
Exames Complementares: metanefrinas plasmáticas: elevadas (> 4 vezes o limite superior da normalidade).
Catecolaminas urinárias de 24 horas: elevadas.
Tomografia Computadorizada de Abdome: massa adrenal direita; 4,5 cm; heterogênea; sem invasão local.
Cintilografia com MIBG: captação exclusiva na adrenal direita.
A melhor estratégia terapêutica pré-operatória é
Refere: dor lombar esquerda progressiva; náuseas; redução do débito urinário; saída contínua de líquido claro pela ferida operatória nas últimas 48 horas.
Antecedentes: hipertensão arterial controlada; sem doença renal prévia.
Exame Físico: PA: 136/84 mmHg; FC: 92 bpm; temperatura: 37,3 °C.
Abdome: dor à palpação profunda no flanco esquerdo; pequena quantidade de líquido seroso em ferida cirúrgica.
Exames Laboratoriais: creatinina sérica: 1,8 mg/dL; creatinina pré-operatória: 0,9 mg/dL.
Tomografia Computadorizada com Fase Excretora: hidronefrose esquerda; extravasamento de contraste no terço distal do ureter esquerdo; coleção periuretral adjacente.
Considerando o quadro clínico apresentado, a melhor conduta inicial é
Refere: dor em flanco esquerdo intermitente; piora após grande ingestão hídrica; episódios ocasionais de náuseas; ausência de hematúria macroscópica.
Antecedentes: sem cirurgias urológicas prévias; sem histórico de litíase urinária.
Exame Físico: PA: 122/76 mmHg; FC: 72 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Exame abdominal: sem massas palpáveis; dor discreta em flanco esquerdo durante crise dolorosa.
Exames Complementares: creatinina: 0,9 mg/dL; Ultrassonografia: hidronefrose moderada à esquerda; ausência de dilatação ureteral; Urotomografia: dilatação pielocalicial esquerda; estreitamento da junção ureteropiélica; presença de vaso polar cruzando anteriormente a junção; Cintilografia renal com MAG3: rim esquerdo com 43% da função renal diferencial; curva compatível com obstrução significativa.
A melhor conduta é
Nega: hematúria; perda de peso; febre; sintomas urinários.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica; ex-tabagista; sem história familiar de câncer renal.
Exame Físico: PA: 132/78 mmHg; FC: 74 bpm; temperatura: 36,4 °C.
Abdome: sem massas palpáveis.
Exames Laboratoriais: creatinina: 0,9 mg/dL; TFG estimada: 85 mL/min/1,73m².
Tomografia Computadorizada com Contraste: lesão cística renal esquerda; 4,2 cm; septações espessas e irregulares; nódulos murais com realce pelo contraste; calcificações grosseiras focais.
Classificação radiológica: bosniak IV.
Sem: linfonodomegalias; trombo venoso; metástases.
A melhor conduta é
Refere: três episódios de infecção urinária no último ano; dor em flanco direito intermitente; disúria ocasional; episódios de hematúria microscópica.
Antecedentes: sem cirurgias urológicas prévias; sem comorbidades relevantes.
Exame Físico: PA: 118/74 mmHg; FC: 72 bpm; temperatura: 36,5 °C.
Abdome: sem massas palpáveis; dor discreta no flanco direito.
Exames Complementares: EAS: hematúria microscópica; leucocitúria discreta; ultrassonografia: dilatação leve do sistema coletor direito; imagem cística intravesical próxima ao meato ureteral direito; tomografia Computadorizada: ureterocele ortotópica direita; cálculo de 1,2 cm no interior da ureterocele; função renal preservada; cistoscopia: ureterocele intravesical compatível com exames de imagem.
A melhor conduta inicial é
Refere: continência urinária recuperada; ausência de recorrência oncológica; incapacidade de obter ereções suficientes para relação sexual; relata vida sexual ativa antes da cirurgia.
Antecedentes: hipertensão arterial controlada; sem diabetes mellitus; não fumante.
Dados Cirúrgicos: prostatectomia radical com preservação bilateral dos feixes neurovasculares.
Anatomopatológico: pT2N0M0; margens negativas.
Exame Físico: bom estado geral; genitália sem alterações anatômicas.
Exames Complementares: PSA: indetectável; testosterona total: normal.
A opção terapêutica de primeira linha recomendada é
Refere: fraqueza muscular proximal; equimoses frequentes; ganho de peso central; irregularidade menstrual.
Exame Físico: PA: 168/98 mmHg; FC: 84 bpm.
Achados clínicos: obesidade central; fácies cushingoide; estrias violáceas abdominais; fraqueza muscular proximal.
Exames Complementares: cortisol livre urinário de 24 horas: marcadamente elevado; teste de supressão com dexametasona: sem supressão do cortisol; ACTH plasmático: suprimido.
Tomografia Computadorizada de Abdome: massa adrenal esquerda; 8,2 cm; heterogênea; áreas de necrose; sem invasão evidente de órgãos adjacentes; tomografia de tórax: sem metástases.
A melhor estratégia terapêutica inicial é
Refere: urgência urinária intensa; frequência miccional aumentada; episódios diários de urge-incontinência; importante limitação social.
Antecedentes: hipertensão arterial controlada; sem doenças neurológicas; sem cirurgias pélvicas prévias.
Tratamentos realizados: modificações comportamentais; treinamento vesical; fisioterapia do assoalho pélvico; antimuscarínicos; agonista beta-3; aplicação intravesical de toxina botulínica; sem melhora clínica sustentada.
Exame Físico: bom estado geral; exame neurológico sem alterações.
Exames Complementares: EAS: normal; Urocultura: negativa; Ultrassonografia: sem alterações relevantes.
Estudo Urodinâmico: hiperatividade detrusora.
A melhor opção terapêutica é