Questões de Concurso Sobre segurança e saúde no trabalho
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( ) Deve-se usar máscara e trabalhar em local bem ventilado.
( ) É permitido comer e beber na mesma bancada de pintura.
( ) O uso de luvas previne doenças de pele e alergias.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Durante uma atividade de campo, o Agente de Combate às Endemias realiza o preparo e a aplicação de produtos químicos para controle vetorial. A equipe reforça as medidas de segurança necessárias para prevenir acidentes e proteger a saúde do trabalhador. Considerando esse contexto, analise as afirmativas a seguir:
I.A manipulação de produtos químicos deve ser realizada conforme orientação técnica, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual adequados à atividade.
II.O preparo de produtos químicos pode ser realizado em local não específico, desde que o trabalhador utilize luvas de proteção durante a atividade.
III.É recomendada a leitura prévia das instruções de uso e das informações de segurança antes da manipulação de produtos químicos.
IV.A reutilização de embalagens de produtos químicos para outros fins é permitida, desde que estejam devidamente higienizadas.
Assinale a alternativa CORRETA:
(__)O uso do EPI é obrigatório sempre que as medidas de proteção coletiva não forem suficientes para eliminar ou reduzir os riscos à saúde do trabalhador. (__)Compete ao trabalhador utilizar o EPI de forma adequada à finalidade a que se destina, responsabilizando-se por sua guarda e conservação. (__)A disponibilização do EPI ao trabalhador dispensa a necessidade de orientação e treinamento quanto ao seu uso correto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
I. Varrição, montagem e lavagem de feiras, vias e logradouros públicos e privados.
II. Capina, roçagem e poda de árvores, arbustos e gramados urbanos.
III. Manutenção elétrica em áreas verdes.
IV. Raspagem e pintura de meio-fio.
V. Limpeza de praias.
I. Levantamento preliminar dos perigos e sua eliminação, quando possível.
II. Avaliação dos riscos ocupacionais que não puderem ser completamente eliminados.
III. Estabelecimento de medidas de prevenção, com prioridades e cronograma.
IV. Acompanhamento do controle dos riscos ocupacionais, investigação, análise de acidentes e doenças ocupacionais.
I. As normas ocupacionais.
II. O modo e a exigência de tempo, quando aplicáveis.
III. A sequência do trabalho.
IV. O conteúdo das tarefas e os instrumentos e meios técnicos disponíveis.
V. Os aspectos psicológicos ocupacionais que possam influenciar a segurança e a saúde no trabalho.
I. Controles técnicos, administrativos e ocupacionais da exposição ao ruído.
II. Monitoramento periódico da exposição e das medidas de controle.
III. Treinamento e informação aos trabalhadores e à CIPA.
IV. Determinação dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI).
V. Audiometrias, conforme Anexo II da NR 7, bem como o histórico clínico e ocupacional do trabalhador.
I. Análise da tarefa e, quando aplicável, reformulação da atividade problema.
II. Análise do funcionamento da organização, dos processos, das situações de trabalho e da atividade.
III. Descrição e justificativa para definição de métodos, técnicas e ferramentas adequados para a análise e sua aplicação, não estando adstrita à utilização de métodos, técnicas e ferramentas específicos.
IV. Estabelecimento de diagnóstico com recomendações para revisão das intervenções efetuadas, mesmo que na ausência dos trabalhadores.
I. A organização deve providenciar para todos os trabalhadores informações sobre utilização dos equipamentos de combate ao incêndio.
II. Aberturas, saídas e vias de passagem de emergência devem ser identificadas e sinalizadas de acordo com a legislação municipal, estadual ou federal, e, quando aplicável, de acordo com as normas técnicas oficiais.
III. Aberturas, saídas e vias de passagem devem ser mantidas desobstruídas.
IV. Durante a jornada de trabalho, nenhuma saída de emergência deve ter fechadura.
V. Saídas de emergência podem ser adequadas com dispositivos que permitam fácil abertura do interior e de fora do estabelecimento.
I. Acompanhar o processo de identificação de perigos e avaliação de riscos, bem como adotar medidas de prevenção implementadas pela organização.
II. Elaborar e acompanhar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva em segurança e saúde no trabalho.
III. Requisitar à organização as informações sobre questões relacionadas à segurança e saúde dos trabalhadores, incluindo as Comunicações de Acidente de Trabalho (CAT) emitidas pela organização, resguardados o sigilo médico e as informações pessoais.
IV. Propor ao SESMT, quando houver, ou à organização a análise das condições ou situações de trabalho nas quais considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores e, se for o caso, a interrupção das atividades até a adoção das medidas corretivas e de controle.
V. Incluir temas referentes à prevenção e ao combate ao assédio sexual e a outras formas de violência no trabalho nas suas atividades e práticas.
I. Descrição das atividades do risco identificado e formas de exclusão.
II. Possíveis lesões ou agravos à saúde relacionados às exposições identificadas.
III. Medidas de proteção não existentes.
IV. Identificação dos grupos de trabalhadores expostos.
I. Conjugado de Proteção Individual é todo aquele conjunto composto por vários dispositivos conjugados contra apenas um risco ocupacional específico existente no ambiente de trabalho.
II. Cabe à organização orientar o empregador quanto ao EPI.
III. A seleção do EPI poderá ser registrada, integrar e ser referenciada no Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR.
IV. A organização deve selecionar os EPI considerando a compatibilidade, em casos que exijam a utilização simultânea de vários deles, de maneira a assegurar as respectivas eficácias para proteção contra os riscos existentes.
“O treinamento periódico deve ser realizado a cada _______________, com carga horária mínima de _________ horas, conforme conteúdo programático definido pelo empregador.”
I. Quando observada a necessidade de uma avaliação mais aprofundada da situação.
II. Quando identificadas inadequações ou insuficiência das ações adotadas.
III. Quando indicada causa relacionada às condições de trabalho na análise de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, nos termos do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
IV. Quando sugerida pelo acompanhamento de saúde dos trabalhadores, nos termos do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).
I. Atividades ou operações em instalações ou equipamentos elétricos energizados em alta tensão.
II. As operações de transporte de inflamáveis líquidos, em quaisquer vasilhames e a granel, a partir de 50 (cinquenta) litros.
III. Atividades que envolvam contato permanente com pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas.
IV. Atividades ou operações que impliquem exposição dos profissionais de segurança pessoal ou patrimonial a roubos e outras espécies de violência de ordem psicológica.
I. Os valores fixados na Tabela de Limites de Tolerância como “Asfixiantes Simples” determinam que, nos ambientes de trabalho, em presença dessas substâncias, a concentração mínima de oxigênio deverá ser 18 (dezoito) por cento em volume.
II. Na coluna “VALOR TETO”, estão identificados os agentes químicos cujos limites de tolerância não podem ser ultrapassados em momento algum da jornada de trabalho.
III. A avaliação das concentrações dos agentes químicos através de métodos de amostragem instantânea, de leitura direta ou não, deverá ser feita pelo menos em 10 (dez) amostragens para cada ponto ‒ ao nível respiratório do trabalhador.
IV. Os valores fixados na Tabela de Limites de Tolerância são válidos para absorção apenas por via respiratória.