Questões de Concurso
Sobre psicologia da educação em psicologia
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Fonte: PATTO, Maria Helena Souza. Psicologia e Ideologia: uma crítica à psicologia escolar. São Paulo: T. A. Queiroz, 1984. PATTO, Maria Helena Souza. A Produção do Fracasso Escolar: histórias de submissão e rebeldia. São Paulo: T. A. Queiroz, 1990.
Esta última tinha como ideia central a de que:
AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION - APA. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais: DSM-5. 5. ed. Lisboa: Climepsi, 2014. Adaptado. Marque a alternativa CORRETA que corresponde a esta descrição.
Quando se trata da relação entre o impacto psicológico e a prática de atividades físicas e esportivas na escola, marque a alternativa CORRETA.
( ) Jean Piaget concebe que a criança atinge o pensamento lógico-abstrato precocemente, atribuindo papel mínimo ao ambiente; para ele, a construção do conhecimento advém prioritariamente de fatores maturacionais inatos.
( ) Lev Vygotsky defende que o desenvolvimento cognitivo está fortemente vinculado às interações sociais e culturais, enfatizando a mediação de adultos ou pares mais experientes e o uso da linguagem como ferramenta de construção interna.
( ) Maria Montessori propõe um “ambiente preparado” que promova a autonomia das crianças, defendendo a observação atenta do professor e a apresentação sequenciada de materiais em consonância com períodos sensíveis de aprendizagem.
Marque a alternativa que apresenta a sequência das afirmativas acima, de cima para baixo:
O trabalho em equipe multidisciplinar na educação é essencial para garantir um atendimento integral ao aluno, especialmente na educação inclusiva.
Nesse contexto, assinale a alternativa que descreve corretamente o papel da equipe multidisciplinar na escola.
Durante uma reunião escolar, um dos professores questionou o psicólogo da instituição sobre princípios associados aos projetos educacionais behavioristas e quais estratégias poderiam ser utilizadas para promover uma aprendizagem eficaz baseada nessa abordagem.
Com base nos princípios do behaviorismo, o psicólogo apresentou, como exemplo correto de aplicação a esse questionamento,
Carlos, um aluno de 10 anos, apresenta um quadro de surdez congênita. Desde os primeiros anos escolares, enfrentou dificuldades de comunicação, pois sua família não teve acesso a recursos para aprender Libras e a escola não oferecia apoio adequado. Com o tempo, ele desenvolveu insegurança e passou a evitar interações sociais, o que comprometeu o seu desempenho acadêmico e a sua autoestima.
Com base na teoria de Vygotsky, a dificuldade emocional e social desenvolvida por Carlos como consequência da falta de suporte adequado diante de sua realidade é um exemplo de
Estudiosos afirmam a importância de responsáveis e professores identificarem a ocorrência de situações de violência e bullying no ambiente escolar.
Um dos sinais apresentados pelos alunos que mais evidenciam a ocorrência de bullying está relacionado
O bullying e a violência escolar são fenômenos que impactam negativamente o ambiente educacional e o desenvolvimento dos alunos.
De acordo com estudos sobre o tema, uma estratégia eficaz para a prevenção do bullying nas escolas consiste em
Em uma escola municipal, a psicóloga escolar Carolina nota que muitos alunos demonstram dificuldades na adaptação ao ambiente escolar. Alguns apresentam sinais de ansiedade, outros têm dificuldades em se relacionar com os colegas ou têm dificuldades de concentração nas aulas, apesar de não apresentarem problemas acadêmicos evidentes. Com o objetivo de melhorar o bem-estar emocional dos alunos e oferecer suporte adequado, Carolina decide intervir.
Considerando que a atuação do psicólogo escolar deve ser alinhada às necessidades do contexto escolar e às práticas de Psicologia Educacional, é correto afirmar que Carolina deve
Leia o Texto II para responder à questão.
Nunca houve tanto diagnóstico de transtorno neurológico infantil. Em apenas um ano, entre 2022 e 2023, cerca de 200 mil crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram matriculados em salas de aula comuns no Brasil, um aumento de 50% segundo o Censo de Educação Básica. Mais do que uma questão para as famílias, esse cenário reflete um novo desafio nos colégios, que só deve crescer neste ano: o de como lidar com salas de alunos cada vez mais diversas e complexas.
Toda criança atípica tem direito a adaptação escolar para que consiga acompanhar pedagogicamente sua turma. “O papel da escola é ensinar da maneira que a criança aprende. A professora colocar todo mundo na cadeira, passar uma fórmula e, se o aluno não atingir a nota, ele é que é errado não é a essência da escola”, afirma a neuropsicopedagoga Ingrid Garrido. “O cérebro da criança atípica não funciona desse jeito. Então é essa criança que vai sempre para a coordenação, é essa que vão achar que é mal educada.”
“Quando saímos da licenciatura não estamos preparados nem para os alunos considerados típicos, quanto mais para os atípicos. Aprende-se na marra!”, brinca a professora Rosangela Senger, que está há 33 anos na profissão e já teve sala em que um aluno tinha TEA, três TDAH e um TOD (transtorno opositor desafiador). Para Rosangela, trabalhar em parceria com a família e os terapeutas é o melhor caminho, independentemente da necessidade em questão. “Não acredito que seja papel somente da escola oferecer a formação ao professor, mas este precisa buscar um aprofundamento para que seus alunos se desenvolvam da melhor forma. Mas te digo: ultimamente, a falta de limite, interesse e respeito de alunos considerados típicos é a nossa maior luta diária.”
(Luciana Garbin. Há cada vez mais diagnóstico de TDAH, autismo e outros transtornos: pais e escolas estão preparados? Disponível em: www.estadao.com.br/cultura, 12.02.2025. Adaptado)