Questões de Concurso
Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia
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I- Incluir um aluno com deficiência na escola regular consiste em possibilitar a sua matrícula e aceitá-lo fisicamente no ambiente educacional.
II- A acessibilidade física e instrumental diz respeito à adaptação de espaços, edifícios, mobiliários, transporte e meios de comunicação física.
III- O planejamento pedagógico para alunos com deficiência física deve focar em um ensino homogeneizado, evitando diferenciar as abordagens para não expor e constranger o estudante.
É CORRETO apenas o que se afirma em:
A relação entre escola e família pode contribuir para o acompanhamento da escolarização quando se estabelece por meio de diálogo, compartilhamento de informações e reconhecimento das responsabilidades dos diferentes participantes do processo educativo. Essa relação não significa transferir atribuições, mas construir formas de colaboração em benefício da aprendizagem e do desenvolvimento dos estudantes. Nesse contexto, analise as afirmativas e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso:
(__)A escola deve articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a instituição escolar.
(__)O compartilhamento de informações sobre frequência e rendimento pode contribuir para que as famílias acompanhem o processo escolar dos estudantes.
(__)A corresponsabilidade permite transferir às famílias parte das intervenções pedagógicas quando as dificuldades de aprendizagem estiverem relacionadas à falta de acompanhamento doméstico.
(__)O diálogo entre escola e família pode contribuir para a compreensão das necessidades dos estudantes e para a construção de estratégias de acompanhamento.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
I.As atividades de uma sequência didática devem apresentar articulação entre si e contribuir progressivamente para os objetivos de aprendizagem estabelecidos.
II.Os conhecimentos demonstrados pelos estudantes podem fornecer elementos para definir intervenções e realizar ajustes durante o desenvolvimento da sequência.
III.A organização sequencial requer que todas as atividades sejam definidas antecipadamente e mantidas até sua conclusão, assegurando continuidade aos objetivos inicialmente estabelecidos.
IV.O acompanhamento das aprendizagens ao longo da sequência pode subsidiar a retomada de conteúdos e a reorganização das estratégias utilizadas pelo professor.
É correto o que se afirma em:
Considerando a contribuição das experiências cotidianas para a construção da autonomia e da identidade, assinale a alternativa correta.
(__)A leitura de obras literárias pode proporcionar experiências de imaginação, escuta e construção de sentidos a partir das relações estabelecidas pelas crianças com as narrativas.
(__)A exploração de livros pode favorecer o contato das crianças com diferentes formas de linguagem, ilustrações, estruturas narrativas e práticas culturais relacionadas à leitura.
(__)A seleção de obras literárias deve priorizar textos que permitam ensinar conteúdos ou comportamentos previstos no planejamento, assegurando uma finalidade pedagógica definida para a leitura.
(__)A mediação da leitura pode favorecer a participação das crianças por meio de comentários, perguntas, antecipações e interpretações construídas durante ou após o contato com a obra.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
I.O jogo simbólico possibilita que a criança represente situações, personagens e acontecimentos por meio da imaginação e do faz de conta.
II.A interação entre as crianças durante o jogo simbólico pode favorecer comunicação, negociação de papéis e construção compartilhada de significados.
III.A disponibilização de materiais diversificados e espaços flexíveis pode ampliar as possibilidades de criação e transformação durante as brincadeiras simbólicas.
IV.A mediação docente no jogo simbólico requer direcionar os papéis e as ações das crianças para assegurar que a brincadeira desenvolva os conhecimentos previstos no planejamento.
É correto o que se afirma em:
Considerando as especificidades da Educação Infantil, assinale a alternativa que apresenta a intervenção pedagógica correta.
Considerando o desenvolvimento da consciência fonológica, assinale a alternativa correta.
- Gestão da sala de aula: professores alegres resolvem interrupções com mais agilidade.
- Relacionamento: o entusiasmo do docente favorece a criação de vínculos de apoio com os jovens.
- Desafio intelectual: o prazer em ensinar está ligado ao uso de estratégias que fazem o aluno pensar criticamente.
Essas mudanças na forma de ensinar impactam diretamente a percepção do aluno sobre sua própria capacidade. Quando percebem um professor entusiasmado, os estudantes sentemse mais seguros para explorar conceitos complexos. Assim, o humor do professor molda a experiência de aprendizado muito antes da entrega das notas finais. “Nosso estudo mostra que as emoções de um professor não são meramente um subproduto do processo educacional, mas um contribuinte ativo para ele”, diz Marina Elena Pfeifer.
Semelhanças observadas em diferentes culturas
Um dos pontos mais relevantes do levantamento foi a constância dos resultados em nações com realidades muito distintas. Apesar das diferenças econômicas e linguísticas entre países como China e Colômbia, a forma como a emoção do professor afeta o aluno seguiu o mesmo padrão. Isso indica que a dinâmica emocional no ensino é uma característica humana fundamental, e não um traço cultural isolado.
Os pesquisadores afirmam que, mesmo com métodos pedagógicos variados, o efeito dominó da alegria ou da raiva foi uma constante em todas as escolas analisadas. Esse padrão sugere que as interações sociais básicas em sala de aula respondem aos mesmos princípios psicológicos em qualquer lugar do mundo. A descoberta reforça a ideia de que o bem-estar do docente é uma necessidade universal para a educação.
Essa similaridade entre os países permite que as conclusões do estudo sejam aplicadas de forma ampla em políticas educacionais globais. Os autores chamam essa característica de universalidade relativa das dinâmicas emocionais. Isso significa que, embora a forma de expressar sentimentos varie, o impacto deles sobre a qualidade da aula é previsível.
Dessa forma, o estudo oferece uma base sólida para que sistemas de ensino de diferentes regiões adotem estratégias comuns de suporte ao docente. Entender que o mecanismo é o mesmo ajuda a planejar treinamentos que foquem na regulação emocional como parte da competência profissional. A pesquisa mostra que, independente do idioma, a linguagem das emoções é decisiva para o aprendizado.
Ciclos emocionais na rotina escolar
Os pesquisadores identificaram que a sala de aula é propensa à criação de ciclos emocionais que se alimentam sozinhos. Esses ciclos podem levar a turma a uma trajetória de sucesso ou de dificuldades persistentes ao longo do ano letivo.
No chamado ciclo virtuoso, a alegria do professor resulta em um ensino mais eficaz e no progresso dos alunos. Esse sucesso escolar, por sua vez, aumenta a satisfação e o orgulho do docente, reforçando sua felicidade.
Já o ciclo vicioso pode prender professores frustrados em uma espiral negativa de desempenho. A raiva compromete a gestão da classe, o que gera maus resultados nos testes e aumenta a irritação do educador. Sem uma intervenção, o professor pode se sentir cada vez mais incapaz de atingir seus objetivos pedagógicos.
O estudo mostra que essas emoções não são apenas subprodutos, mas participantes ativos da rotina.
Como quebrar os ciclos
Para quebrar esses padrões negativos, é necessário ir além de novos materiais didáticos ou mudanças no currículo. O apoio à saúde mental e ao equilíbrio emocional do professor é apontado como a ferramenta principal para reverter esses ciclos.
Intervenções baseadas em atenção plena, conhecidas como mindfulness, são citadas como exemplos de práticas que ajudam o docente a regular seu humor.
Essas ações permitem que o professor recupere o controle sobre o ambiente da sala de aula antes que o desgaste emocional se torne permanente. O sucesso de um sistema de ensino depende, portanto, da capacidade de manter o educador motivado e saudável.
Quando o ciclo virtuoso é estabelecido, tanto o professor quanto os alunos saem beneficiados em sua trajetória escolar.
Implicações para a gestão escolar
O estudo conclui que apoiar o bem-estar dos professores deve ser uma prioridade estratégica para escolas e governos. Reduzir o estresse docente não é apenas uma questão de gentileza, mas uma medida essencial para garantir a eficácia do aprendizado. Escolas que investem em ambientes saudáveis para os educadores estão, na prática, investindo no rendimento acadêmico de seus estudantes.
A gestão escolar pode atuar em várias frentes para proteger os recursos emocionais de sua equipe:
- Redução de tarefas administrativas excessivas que geram esgotamento.
- Oferecimento de treinamentos focados em competências de regulação emocional.
- Criação de espaços de acolhimento para que professores lidem com situações desafiadoras.
- Implementação de programas de prevenção ao estresse ocupacional e burnout.
Compreender que o ensino é uma atividade emocional ajuda a reformular os desafios da educação moderna. O professor deixa de ser visto apenas como um transmissor de conteúdo e passa a ser reconhecido como o gestor do clima da sala de aula. Essa mudança de visão é fundamental para que a comunidade escolar colabore na construção de um ambiente mais produtivo.
“A principal implicação no mundo real é que apoiar o bemestar emocional de um professor não é apenas 'algo bom de se ter' — é crítico para o sucesso do aluno”, avalia Marina Elena Pfeifer, líder do estudo.
Por fim, a pesquisa destaca que as emoções são contribuintes ativos e não meros resultados do processo educativo. O humor de quem ensina define se o aluno terá curiosidade ou resistência diante de uma nova matéria. Investir no equilíbrio de quem está à frente da turma é, segundo o estudo, o caminho mais curto para formar alunos mais confiantes e interessados.
(Fonte: Portal G1. Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/01/humor-doprofessor-impacta-desempenho-escolar-dos-alunos-estudo.ghtml (adaptado).
I. As metodologias ativas podem favorecer a participação dos estudantes e a construção do conhecimento por meio de situações de aprendizagem significativas.
II. A atuação do professor permanece relevante, especialmente na mediação, na organização das situações de aprendizagem e na orientação dos estudantes.
III. A adoção de metodologias ativas implica necessariamente transferir ao estudante a responsabilidade pelo ensino, reduzindo a necessidade de mediação sistemática do professor.
IV. O uso de metodologias ativas pode contribuir para o desenvolvimento da autonomia dos estudantes, sem eliminar a intencionalidade pedagógica do professor.
Estão CORRETAS:
A partir das características apresentadas no texto, assinale a alternativa que corresponde à metodologia ativa descrita.
Leia o texto abaixo e responda à questão
TEXTO I
Banhos de mar
Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.
Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?
De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum. (...)
Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.
O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.
Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.
O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.
Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.
Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.
A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?
Nunca mais. Nunca.
Clarice Lispector. A descoberta do Mundo.
pp. 249-251. Editora Nova fronteira, Rio, 1984
Essa ampliação também contribuiu para questionar práticas, valores e representações durante muito tempo percebidos como naturais ou permanentes, evidenciando que crenças, comportamentos e relações sociais são historicamente constituídos e podem estar relacionados a contextos de conflitos, dominação, violência e aculturação.
Considerando a perspectiva historiográfica apresentada no texto e os fundamentos que orientam a renovação do ensino de História, assinale a alternativa CORRETA.
Leia o texto abaixo e responda à questão
TEXTO I
Banhos de mar
Meu pai acreditava que todos os anos se devia fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão feliz quanto naquelas temporadas de banhos em Olinda.
Meu pai também acreditava que o banho de mar salutar era o tomado antes do sol nascer. Como explicar o que eu sentia de presente inaudito em sair de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que nos levaria para Olinda, ainda na escuridão?
De noite eu ia dormir, mas o coração se mantinha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu acordava às quatro e pouco da madrugada e despertava o resto da família. Vestíamos depressa e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que assim devia ser: em jejum. (...)
Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria. E me serviu como promessa de felicidade para o futuro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me agarrava, dentro de uma infância muito feliz, a essa ilha encantada que era a viagem diária.
O mar de Olinda era muito perigoso. Davam-se alguns passos em um fundo raso e de repente caía-se num fundo de dois metros, calculo.
Outras pessoas também acreditavam em tomar banho de mar quando o sol nascia. Havia um salva-vidas que, por uma ninharia de dinheiro, levava as senhoras para o banho: abria os dois braços, e as senhoras agarravam-se a eles para lutar contra as ondas fortíssimas do mar.
O cheiro do mar me invadia e me embriagava. As algas boiavam. Oh, bem sei que não estou transmitindo o que significavam como vida pura esses banhos em jejum, com o sol se levantando pálido ainda no horizonte. Bem sei que estou tão emocionada que não consigo escrever. O mar de Olinda era muito iodado e salgado. E eu fazia o que no futuro sempre iria fazer: com as mãos em concha, eu as mergulhava nas águas e trazia um pouco de mar até minha boca: eu bebia diariamente o mar, de tal modo queria me unir a ele.
Não demorávamos muito. O sol já se levantara todo, e meu pai tinha que trabalhar cedo. Mudávamos de roupa nas cabinas, e a roupa ficava impregnada de sal. Meus cabelos salgados me colavam na cabeça.
Então esperávamos, ao vento, a vinda do bonde para Recife. No bonde a brisa ia secando meus cabelos duros de sal.
A quem devo pedir que na minha vida se repita a felicidade? Como sentir com a frescura da inocência o sol vermelho se levantar? Nunca mais?
Nunca mais. Nunca.
Clarice Lispector. A descoberta do Mundo.
pp. 249-251. Editora Nova fronteira, Rio, 1984
Fonte: REIS, Aoran Sena Cerqueira. A teoria de Rüsen e o Ensino de História: possibilidades de pesquisa da consciência histórica. In: Bueno, André; Campos, Carlos Eduardo; Porto, Nilza (org.) Ensino de História: Teorias e Metodologias. 1ª Ed. Rio de Janeiro: Sobre Ontens/UFMS, 2020. ISBN: 978-65-00-02128-8 497pp.
Considerando o texto acima, que narra sobre os aspectos metodológicos do ensino de história, analise as proposições a seguir:
I. A aprendizagem histórica consiste na ampliação qualitativa das formas pelas quais os sujeitos produzem sentido para a experiência temporal.
II. A competência histórica manifesta-se na capacidade de relacionar criticamente experiências do passado com problemas do presente e expectativas de futuro.
III. A consciência histórica, por sua natureza epistemológica, deve permanecer desvinculada de valores e orientações práticas, preservando a objetividade do conhecimento histórico.
IV. A narrativa histórica constitui uma operação cognitiva por meio da qual a experiência temporal é organizada e convertida em orientação para a ação humana.
Estão CORRETOS.
I. Segundo a metodologia da Resolução de Problemas, o professor deve propor atividades desafiadoras para que o estu dante elabore apenas uma maneira de resolução para comparar a estratégia com a de outros alunos e, assim, valide o seu raciocínio.
II. Em sua prática pedagógica, o professor deve usar a História da Matemática para mostrar aos alunos a linha do tempo da construção do conhecimento matemático ao longo da história da humanidade.
III. A Etnomatemática é um movimento que surgiu durante a década de 1970. Trata-se de um método de ensino e pesquisa baseado em críticas sociais sobre o ensino tradicional da Matemática.
IV. Segundo a BNCC, as ideias fundamentais associadas ao pensamento geométrico são construção, representação e inter dependência.
V. De acordo com a BNCC, o estudo de Álgebra nos anos finais do Ensino Fundamental deve compreender principalmente ideias de regularidade, generalização de padrões e estabelecer a variação entre duas grandezas.
Quantas afirmações são verdadeiras?
Para a questão, analise o infográfico abaixo:
Texto VII

I. Uso de problematização contextualizada, ainda que as hipóteses e os procedimentos de pesquisa sejam todos determinados pelo professor;
II. Curadoria docente baseada na seleção e na apresentação prévia de todas as informações necessárias ao processo investigativo;
III. O protagonismo discente, envolvendo as dimensões sensório-motor, cognitiva e socioemocional do aluno;
IV. A busca por uma solução prática, caracterizando um processo indutivo que dispensa o uso de conhecimentos teóricos;
V. O caráter investigativo da proposta, que proporciona busca, seleção e avaliação crítica das informações;
VI. Fortalecimento da autonomia discente na definição de caminhos e estratégias de pesquisa sem a participação docente;
VII. Favorecimento de um trabalho de ação-reflexão-ação em situação prática de experiência, com a participação ativa do professor.
Selecione a alternativa correta.
Em um grupo digital criado por estudantes, começaram a circular montagens ofensivas sobre um adolescente, acompanhadas de comentários relacionados à sua expressão de gênero. O conteúdo passou a ser reproduzido em sala, gerando isolamento e faltas. A direção propôs uma palestra geral sobre “uso responsável da internet”, sem mencionar discriminação, e recomendou que o estudante bloqueasse os colegas para evitar novos conflitos.
Com base no caso descrito, assinale a alternativa INCORRETA:
Uma escola implementou um sistema de pontos para reduzir atrasos na entrega de atividades. No primeiro mês, houve aumento significativo das entregas; depois, o desempenho caiu. A equipe concluiu que “o reforço não funciona” e propôs elevar progressivamente o valor dos prêmios.
O psicólogo verificou que os pontos eram concedidos com vários dias de atraso, que os critérios variavam entre professores e que parte dos estudantes não compreendia como poderia utilizá-los.
Constatou ainda que alguns alunos deixavam de entregar atividades porque não dominavam os conteúdos prévios necessários.
Considerando princípios behavioristas e uma análise educacional não reducionista, assinale a alternativa CORRETA:
Considerando os pressupostos da Abordagem Comunicativa (Communicative Language Teaching – CLT), a intervenção pedagógica mais adequada consiste em:
Uma professora dos anos iniciais propôs aos estudantes a investigação sobre o consumo de água na comunidade. Organizados em grupos, os alunos realizaram entrevistas, produziram tabelas, interpretaram gráficos, pesquisaram dados científicos, elaboraram hipóteses, construíram propostas de economia de água e apresentaram os resultados à comunidade escolar.
Durante todo o processo, a professora atuou como mediadora das aprendizagens, incentivando o diálogo, a cooperação e a reflexão crítica.
Sob a perspectiva das metodologias ativas e das teorias construtivistas da aprendizagem, é correto afirmar que a atuação docente descrita caracteriza-se por: