Questões de Concurso Sobre temas educacionais pedagógicos em pedagogia

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Q1854103 Pedagogia
A partir do que estabelece o Referencial Curricular de Alagoas (ReCAL) com relação às competências para língua inglesa no ensino fundamental, julgue o item a seguir.
As mídias digitais, enquanto instrumentos de expressão de protagonismo social, têm sua importância reconhecida entre as competências previstas pelo ReCAL para o ensino de língua inglesa.
Alternativas
Q1854102 Pedagogia
A partir do que estabelece o Referencial Curricular de Alagoas (ReCAL) com relação às competências para língua inglesa no ensino fundamental, julgue o item a seguir.
Apesar de abrir possibilidades para novas formas de abordagem do ensino de língua inglesa, as competências descritas no ReCAL ainda prezam por um nível de proficiência específico para cada ano do ensino fundamental.
Alternativas
Q1854101 Pedagogia
A partir do que estabelece o Referencial Curricular de Alagoas (ReCAL) com relação às competências para língua inglesa no ensino fundamental, julgue o item a seguir.
Uma das competências específicas de língua inglesa destaca a importância desse idioma para a inclusão dos indivíduos numa realidade global multicultural.
Alternativas
Q1854100 Pedagogia
A partir do que estabelece o Referencial Curricular de Alagoas (ReCAL) com relação às competências para língua inglesa no ensino fundamental, julgue o item a seguir.
A língua inglesa deve servir como meio para apreciação do patrimônio imaterial de diferentes culturas.
Alternativas
Q1853062 Pedagogia

    A leitura é um processo cognitivo, histórico, cultural e social de produção de sentidos. Isso significa dizer: o leitor — um sujeito que atua socialmente, construindo experiências e história — compreende o que está escrito a partir das relações que estabelece entre as informações do texto e seus conhecimentos de mundo, ou seja, o leitor é sujeito ativo do processo. Na leitura, não age apenas decodificando, isto é, juntando letras, sílabas, palavras, frases, porque ler é muito mais do que apenas decodificar. Ler é atribuir sentidos. E, ao compreender o texto como um todo coerente, o leitor pode ser capaz de refletir sobre ele, de criticá-lo, de saber como usá-lo em sua vida.

     Conceber a leitura desse modo muda radicalmente a forma de pensar e de organizar o seu ensino. Se os sentidos não estão prontos no texto, é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão. É importante que, nas aulas de leitura, o aluno faça perguntas, levante hipóteses, confronte interpretações, conte sobre o que leu e não apenas faça questionários de perguntas e respostas de localização de informação. Aula de leitura, então, começa com o acionamento ou a mobilização de conhecimentos anteriores do leitor. Os textos são marcados pelo momento histórico em que são escritos, pela cultura que os gerou, e ter essas informações, no momento da leitura, contribui para a compreensão.

     Uma nova concepção de leitura pressupõe o outro, os outros. Há um componente social no ato de ler. Lemos para nos conectarmos ao outro que escreveu o texto, para saber o que ele quis dizer, o que quis significar. Mas lemos também para responder às nossas perguntas, aos nossos objetivos. Nas aulas tradicionais de leitura, o aluno lê por ler, ou para responder perguntas para o professor saber que ele leu. Em situações sociais, em nossa vida cotidiana, no entanto, lemos para buscar respostas para nossas perguntas. Ler, portanto, pressupõe objetivos bem definidos. E esses objetivos são do próprio leitor, em cada uma das situações de leitura. São objetivos que vão sendo modificados à medida que lemos o texto. Assim, a cada nova informação, vamos reformulando nossos objetivos. Um grande desafio das aulas de leitura é levar o aluno a formular (e reformular) seus próprios objetivos.


Delaine Cafiero. Letramento e leitura: formando leitores críticos. In: Egon de Oliveira Rangel e Roxane Helena Rodrigues Rojo. Língua Portuguesa: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010 (com adaptações).  

Considerando as competências e as habilidades propostas pelo ReCAL com relação ao componente curricular de língua portuguesa no ensino fundamental, julgue o próximo item. 


Devido a demandas relacionadas a falhas nas estratégias de ensino-aprendizagem, a concepção e as estratégias para o ensino de língua portuguesa foram mudando ao longo do tempo, o que incluiu, por exemplo, a ruptura em relação ao ensino tradicional, que se fundamentava no ensino da gramática; por essa razão, atualmente, deve-se dar ênfase à esfera didática em detrimento da esfera normativa. 

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Q1853061 Pedagogia

    A leitura é um processo cognitivo, histórico, cultural e social de produção de sentidos. Isso significa dizer: o leitor — um sujeito que atua socialmente, construindo experiências e história — compreende o que está escrito a partir das relações que estabelece entre as informações do texto e seus conhecimentos de mundo, ou seja, o leitor é sujeito ativo do processo. Na leitura, não age apenas decodificando, isto é, juntando letras, sílabas, palavras, frases, porque ler é muito mais do que apenas decodificar. Ler é atribuir sentidos. E, ao compreender o texto como um todo coerente, o leitor pode ser capaz de refletir sobre ele, de criticá-lo, de saber como usá-lo em sua vida.

     Conceber a leitura desse modo muda radicalmente a forma de pensar e de organizar o seu ensino. Se os sentidos não estão prontos no texto, é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão. É importante que, nas aulas de leitura, o aluno faça perguntas, levante hipóteses, confronte interpretações, conte sobre o que leu e não apenas faça questionários de perguntas e respostas de localização de informação. Aula de leitura, então, começa com o acionamento ou a mobilização de conhecimentos anteriores do leitor. Os textos são marcados pelo momento histórico em que são escritos, pela cultura que os gerou, e ter essas informações, no momento da leitura, contribui para a compreensão.

     Uma nova concepção de leitura pressupõe o outro, os outros. Há um componente social no ato de ler. Lemos para nos conectarmos ao outro que escreveu o texto, para saber o que ele quis dizer, o que quis significar. Mas lemos também para responder às nossas perguntas, aos nossos objetivos. Nas aulas tradicionais de leitura, o aluno lê por ler, ou para responder perguntas para o professor saber que ele leu. Em situações sociais, em nossa vida cotidiana, no entanto, lemos para buscar respostas para nossas perguntas. Ler, portanto, pressupõe objetivos bem definidos. E esses objetivos são do próprio leitor, em cada uma das situações de leitura. São objetivos que vão sendo modificados à medida que lemos o texto. Assim, a cada nova informação, vamos reformulando nossos objetivos. Um grande desafio das aulas de leitura é levar o aluno a formular (e reformular) seus próprios objetivos.


Delaine Cafiero. Letramento e leitura: formando leitores críticos. In: Egon de Oliveira Rangel e Roxane Helena Rodrigues Rojo. Língua Portuguesa: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010 (com adaptações).  

Considerando as competências e as habilidades propostas pelo ReCAL com relação ao componente curricular de língua portuguesa no ensino fundamental, julgue o próximo item. 


No que se refere às práticas de linguagem, nos anos iniciais do ensino fundamental, deve-se dar ênfase aos processos de análise linguística/semiótica (alfabetização e ortografização), ao passo que, nos anos finais do ensino fundamental, há outros tipos de conhecimentos que são importantes, como o conhecimento da situação de comunicação, do gênero textual e do funcionamento dos recursos da língua.

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Q1853060 Pedagogia

    A leitura é um processo cognitivo, histórico, cultural e social de produção de sentidos. Isso significa dizer: o leitor — um sujeito que atua socialmente, construindo experiências e história — compreende o que está escrito a partir das relações que estabelece entre as informações do texto e seus conhecimentos de mundo, ou seja, o leitor é sujeito ativo do processo. Na leitura, não age apenas decodificando, isto é, juntando letras, sílabas, palavras, frases, porque ler é muito mais do que apenas decodificar. Ler é atribuir sentidos. E, ao compreender o texto como um todo coerente, o leitor pode ser capaz de refletir sobre ele, de criticá-lo, de saber como usá-lo em sua vida.

     Conceber a leitura desse modo muda radicalmente a forma de pensar e de organizar o seu ensino. Se os sentidos não estão prontos no texto, é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão. É importante que, nas aulas de leitura, o aluno faça perguntas, levante hipóteses, confronte interpretações, conte sobre o que leu e não apenas faça questionários de perguntas e respostas de localização de informação. Aula de leitura, então, começa com o acionamento ou a mobilização de conhecimentos anteriores do leitor. Os textos são marcados pelo momento histórico em que são escritos, pela cultura que os gerou, e ter essas informações, no momento da leitura, contribui para a compreensão.

     Uma nova concepção de leitura pressupõe o outro, os outros. Há um componente social no ato de ler. Lemos para nos conectarmos ao outro que escreveu o texto, para saber o que ele quis dizer, o que quis significar. Mas lemos também para responder às nossas perguntas, aos nossos objetivos. Nas aulas tradicionais de leitura, o aluno lê por ler, ou para responder perguntas para o professor saber que ele leu. Em situações sociais, em nossa vida cotidiana, no entanto, lemos para buscar respostas para nossas perguntas. Ler, portanto, pressupõe objetivos bem definidos. E esses objetivos são do próprio leitor, em cada uma das situações de leitura. São objetivos que vão sendo modificados à medida que lemos o texto. Assim, a cada nova informação, vamos reformulando nossos objetivos. Um grande desafio das aulas de leitura é levar o aluno a formular (e reformular) seus próprios objetivos.


Delaine Cafiero. Letramento e leitura: formando leitores críticos. In: Egon de Oliveira Rangel e Roxane Helena Rodrigues Rojo. Língua Portuguesa: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010 (com adaptações).  

Considerando as competências e as habilidades propostas pelo ReCAL com relação ao componente curricular de língua portuguesa no ensino fundamental, julgue o próximo item. 


O ReCAL foi concebido como um documento somente norteador, pois cabe a cada escola de Alagoas reformular o seu projeto político-pedagógico em consonância com as consolidações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a qual prevê o diálogo apenas com questões globais, devendo ser obedecidas as competências e as habilidades específicas do componente, que são comuns e devem estar presentes em todas as unidades escolares de ensino do estado. 

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Q1853059 Pedagogia

    A leitura é um processo cognitivo, histórico, cultural e social de produção de sentidos. Isso significa dizer: o leitor — um sujeito que atua socialmente, construindo experiências e história — compreende o que está escrito a partir das relações que estabelece entre as informações do texto e seus conhecimentos de mundo, ou seja, o leitor é sujeito ativo do processo. Na leitura, não age apenas decodificando, isto é, juntando letras, sílabas, palavras, frases, porque ler é muito mais do que apenas decodificar. Ler é atribuir sentidos. E, ao compreender o texto como um todo coerente, o leitor pode ser capaz de refletir sobre ele, de criticá-lo, de saber como usá-lo em sua vida.

     Conceber a leitura desse modo muda radicalmente a forma de pensar e de organizar o seu ensino. Se os sentidos não estão prontos no texto, é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão. É importante que, nas aulas de leitura, o aluno faça perguntas, levante hipóteses, confronte interpretações, conte sobre o que leu e não apenas faça questionários de perguntas e respostas de localização de informação. Aula de leitura, então, começa com o acionamento ou a mobilização de conhecimentos anteriores do leitor. Os textos são marcados pelo momento histórico em que são escritos, pela cultura que os gerou, e ter essas informações, no momento da leitura, contribui para a compreensão.

     Uma nova concepção de leitura pressupõe o outro, os outros. Há um componente social no ato de ler. Lemos para nos conectarmos ao outro que escreveu o texto, para saber o que ele quis dizer, o que quis significar. Mas lemos também para responder às nossas perguntas, aos nossos objetivos. Nas aulas tradicionais de leitura, o aluno lê por ler, ou para responder perguntas para o professor saber que ele leu. Em situações sociais, em nossa vida cotidiana, no entanto, lemos para buscar respostas para nossas perguntas. Ler, portanto, pressupõe objetivos bem definidos. E esses objetivos são do próprio leitor, em cada uma das situações de leitura. São objetivos que vão sendo modificados à medida que lemos o texto. Assim, a cada nova informação, vamos reformulando nossos objetivos. Um grande desafio das aulas de leitura é levar o aluno a formular (e reformular) seus próprios objetivos.


Delaine Cafiero. Letramento e leitura: formando leitores críticos. In: Egon de Oliveira Rangel e Roxane Helena Rodrigues Rojo. Língua Portuguesa: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010 (com adaptações).  

Considerando as competências e as habilidades propostas pelo ReCAL com relação ao componente curricular de língua portuguesa no ensino fundamental, julgue o próximo item. 


As competências específicas de linguagens para o ensino fundamental incluem a competência de compreender as linguagens como construção humana, histórica, social e cultural, de natureza dinâmica, reconhecendo-as e valorizando-as como formas de significação da realidade e expressão de subjetividades e identidades sociais e culturais.

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Q1853058 Pedagogia

    A leitura é um processo cognitivo, histórico, cultural e social de produção de sentidos. Isso significa dizer: o leitor — um sujeito que atua socialmente, construindo experiências e história — compreende o que está escrito a partir das relações que estabelece entre as informações do texto e seus conhecimentos de mundo, ou seja, o leitor é sujeito ativo do processo. Na leitura, não age apenas decodificando, isto é, juntando letras, sílabas, palavras, frases, porque ler é muito mais do que apenas decodificar. Ler é atribuir sentidos. E, ao compreender o texto como um todo coerente, o leitor pode ser capaz de refletir sobre ele, de criticá-lo, de saber como usá-lo em sua vida.

     Conceber a leitura desse modo muda radicalmente a forma de pensar e de organizar o seu ensino. Se os sentidos não estão prontos no texto, é preciso contribuir para que os alunos criem boas estratégias para estabelecer relações necessárias à compreensão. É importante que, nas aulas de leitura, o aluno faça perguntas, levante hipóteses, confronte interpretações, conte sobre o que leu e não apenas faça questionários de perguntas e respostas de localização de informação. Aula de leitura, então, começa com o acionamento ou a mobilização de conhecimentos anteriores do leitor. Os textos são marcados pelo momento histórico em que são escritos, pela cultura que os gerou, e ter essas informações, no momento da leitura, contribui para a compreensão.

     Uma nova concepção de leitura pressupõe o outro, os outros. Há um componente social no ato de ler. Lemos para nos conectarmos ao outro que escreveu o texto, para saber o que ele quis dizer, o que quis significar. Mas lemos também para responder às nossas perguntas, aos nossos objetivos. Nas aulas tradicionais de leitura, o aluno lê por ler, ou para responder perguntas para o professor saber que ele leu. Em situações sociais, em nossa vida cotidiana, no entanto, lemos para buscar respostas para nossas perguntas. Ler, portanto, pressupõe objetivos bem definidos. E esses objetivos são do próprio leitor, em cada uma das situações de leitura. São objetivos que vão sendo modificados à medida que lemos o texto. Assim, a cada nova informação, vamos reformulando nossos objetivos. Um grande desafio das aulas de leitura é levar o aluno a formular (e reformular) seus próprios objetivos.


Delaine Cafiero. Letramento e leitura: formando leitores críticos. In: Egon de Oliveira Rangel e Roxane Helena Rodrigues Rojo. Língua Portuguesa: ensino fundamental. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010 (com adaptações).  

Considerando as competências e as habilidades propostas pelo ReCAL com relação ao componente curricular de língua portuguesa no ensino fundamental, julgue o próximo item. 


Um dos conceitos previstos no ReCAL é o de multiletramentos, cuja ideia está centrada em ampliar os modos de letramento, considerando-se o ensino da língua nas mais diversas formas em que ela se manifesta na escola, tanto no que se refere às novas tecnologias, os gêneros digitais inseridos no contexto escolar, quanto no que se refere às práticas de linguagem presentes no cotidiano dos estudantes. 

Alternativas
Q1852992 Pedagogia

A avaliação é inerente ao processo de ensino e aprendizagem em matemática. Nesse contexto, julgue o item que se segue.


A avaliação na matemática tem caráter puramente quantitativo e, portanto, não deve ser tratada como uma situação de aprendizagem para o aluno.

Alternativas
Q1852991 Pedagogia

A avaliação é inerente ao processo de ensino e aprendizagem em matemática. Nesse contexto, julgue o item que se segue.


Atividades orais, como apresentações e trabalhos em grupo, devem ser evitadas na matemática, em função da subjetividade inerente a esse processo de avaliação. 

Alternativas
Q1852990 Pedagogia

A avaliação é inerente ao processo de ensino e aprendizagem em matemática. Nesse contexto, julgue o item que se segue.


Muito utilizadas na matemática, as provas tradicionais que consistem em exames escritos, realizadas individualmente, sem consulta e executadas em tempo pré-determinado e restrito são instrumentos suficientes para avaliação dos objetos presentes nos currículos de matemática em todos os anos do ensino básico. 

Alternativas
Q1852989 Pedagogia

A avaliação é inerente ao processo de ensino e aprendizagem em matemática. Nesse contexto, julgue o item que se segue.


Ao se tratar de situações-problema dentro da avaliação escolar, deve-se focar em aplicações simples de conhecimentos pré-determinados sem olhar outros aspectos das soluções propostas pelos alunos.

Alternativas
Q1852984 Pedagogia

No ensino de matemática há três aspectos relevantes que podem ser trabalhados nas aulas de matemática: as situações-problemas, a comunicação e o uso de jogos. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.


O professor de matemática deve incentivar diversos aspectos da comunicação entre os seus alunos. A produção de material oral, escrito e pictórico pelos estudantes pode auxiliar na avaliação do professor, bem como na transmissão de conhecimento entre os próprios estudantes.

Alternativas
Q1852982 Pedagogia

No ensino de matemática há três aspectos relevantes que podem ser trabalhados nas aulas de matemática: as situações-problemas, a comunicação e o uso de jogos. Com relação a esse assunto, julgue o item a seguir.


Os jogos e brincadeiras são cada vez mais utilizados em aulas de matemática como recursos auxiliares para desenvolvimento cognitivo, socialização e criatividade, transformando o ambiente escolar em um lugar mais prazeroso. Porém, toda atividade que envolva o uso de jogos deve ser restrita para evitar que aquele objeto lúdico seja apenas uma brincadeira livre e espontânea.

Alternativas
Q1852322 Pedagogia
    O desenvolvimento mental das crianças nesta era dominada pela telemática e que as obriga a uma vida crescentemente virtual, bem como os jogos eletrônicos no seu dia a dia e a desterritorialização representada pelo ciberespaço, implicaram a emergência de uma nova percepção, que vem determinando uma nova concepção de representação gráfica, a qual não se satisfaz com a linearidade dos livros conforme predominou até agora.
    O curioso é constatar que este crescimento de alguns aspectos da inteligência das novas gerações e até mesmo o surgimento desse novo sensorium juvenil não os habilita a um melhor desempenho escolar no que diz respeito aos conteúdos do currículo tradicional.

Marcos Silva. Ensino de História e novas tecnologias. Internet: <www.educadores.diaadia.pr.gov.br>.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item, acerca das novas tecnologias da comunicação e da informação no ensino de história.
O surgimento do que o autor do texto chama de “sensorium juvenil” não habilita os estudantes para um melhor desempenho dos conteúdos nos currículos tradicionais. 
Alternativas
Q1852321 Pedagogia
    O desenvolvimento mental das crianças nesta era dominada pela telemática e que as obriga a uma vida crescentemente virtual, bem como os jogos eletrônicos no seu dia a dia e a desterritorialização representada pelo ciberespaço, implicaram a emergência de uma nova percepção, que vem determinando uma nova concepção de representação gráfica, a qual não se satisfaz com a linearidade dos livros conforme predominou até agora.
    O curioso é constatar que este crescimento de alguns aspectos da inteligência das novas gerações e até mesmo o surgimento desse novo sensorium juvenil não os habilita a um melhor desempenho escolar no que diz respeito aos conteúdos do currículo tradicional.

Marcos Silva. Ensino de História e novas tecnologias. Internet: <www.educadores.diaadia.pr.gov.br>.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item, acerca das novas tecnologias da comunicação e da informação no ensino de história.
Como o desempenho mental das crianças vem sendo construído com um novo enfoque e novas relações devido à telemática, supõe-se a necessidade de as práticas do ensino da história serem repensadas para garantir a aprendizagem desse conteúdo.
Alternativas
Q1852320 Pedagogia
    O desenvolvimento mental das crianças nesta era dominada pela telemática e que as obriga a uma vida crescentemente virtual, bem como os jogos eletrônicos no seu dia a dia e a desterritorialização representada pelo ciberespaço, implicaram a emergência de uma nova percepção, que vem determinando uma nova concepção de representação gráfica, a qual não se satisfaz com a linearidade dos livros conforme predominou até agora.
    O curioso é constatar que este crescimento de alguns aspectos da inteligência das novas gerações e até mesmo o surgimento desse novo sensorium juvenil não os habilita a um melhor desempenho escolar no que diz respeito aos conteúdos do currículo tradicional.

Marcos Silva. Ensino de História e novas tecnologias. Internet: <www.educadores.diaadia.pr.gov.br>.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item, acerca das novas tecnologias da comunicação e da informação no ensino de história.
A linearidade presente nos livros foi quebrada pela convivência com uma nova realidade por parte dos estudantes, em uma vida cada vez mais virtual. 
Alternativas
Q1852319 Pedagogia
    O desenvolvimento mental das crianças nesta era dominada pela telemática e que as obriga a uma vida crescentemente virtual, bem como os jogos eletrônicos no seu dia a dia e a desterritorialização representada pelo ciberespaço, implicaram a emergência de uma nova percepção, que vem determinando uma nova concepção de representação gráfica, a qual não se satisfaz com a linearidade dos livros conforme predominou até agora.
    O curioso é constatar que este crescimento de alguns aspectos da inteligência das novas gerações e até mesmo o surgimento desse novo sensorium juvenil não os habilita a um melhor desempenho escolar no que diz respeito aos conteúdos do currículo tradicional.

Marcos Silva. Ensino de História e novas tecnologias. Internet: <www.educadores.diaadia.pr.gov.br>.
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o próximo item, acerca das novas tecnologias da comunicação e da informação no ensino de história.
Em função da convivência com a telemática, os estudantes têm tido uma nova percepção gráfica, portanto, mapas e outros materiais relacionados devem ser repensados para atrair esse público. 
Alternativas
Q1852316 Pedagogia
    A atuação em sala de aula, enquanto professor de História levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as “experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao processo histórico. Essa relação atua como um “regime de historicidade”, que permite ao historiador um questionamento sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o próprio campo do conhecimento histórico.

Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).

No texto anterior, o professor coloca sua experiência em sala de aula como forma de demonstrar a importância do conceito de temporalidade no ensino de história. A esse respeito, julgue o item a seguir.
As relações do homem com o tempo são objeto do ensino da história, pois, por meio desse conceito, os estudantes podem perceber a teia de relações sociais, políticas, econômicas e culturais que a sociedade organiza.
Alternativas
Respostas
40701: C
40702: E
40703: C
40704: C
40705: E
40706: C
40707: E
40708: C
40709: C
40710: E
40711: E
40712: E
40713: E
40714: C
40715: E
40716: C
40717: C
40718: E
40719: E
40720: C