Questões de Concurso
Sobre paulo freire em pedagogia
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Paulo Freire criticava uma concepção “bancária” de educação, que apresenta como características:
I. Relação de verticalidade entre professor e aluno.
II. Processo de ensino centrado na narração.
III. Valorização da memorização mecânica dos conteúdos.
IV. O educando é sujeito ativo do processo educativo.
Quais estão corretas?
Freire (2001, p. 203) afirma que “a força da educação está na sua fraqueza; não podendo tudo, pode alguma coisa”.
Segundo o autor, podem ser feitos hoje pelos educadores e explicitam a importância do papel da escola nas transformações do mundo, exceto:
Freire (2011, p.49) aponta que “o clima do pensar certo não tem nada a ver com o das fórmulas pré-estabelecidas, mas seria a negação do pensar certo se pretendêssemos forjá-lo na atmosfera da licenciosidade ou do espontaneísmo”.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação entre “pensar certo” e “método” para Freire (2011):
A obra de Paulo Freire “Pedagogia da Autonomia” está dividida em três capítulos: “Não há docência sem discência”; “Ensinar não é transferir conhecimento” e “Ensinar é uma especificidade humana”. Com isso o autor apresenta, analisa e discute uma série de características, conceitos e fundamentos sobre o ato de ensinar.
Assinale a alternativa que contemple de forma correta alguns dos pressupostos desta obra sobre o ato de ensinar:
Para a superação da educação bancária, Paulo Freire (2005) preconizou um processo de ensino e aprendizagem pautado na superação da relação opressor-oprimido, configurando uma visão ampla da educação.
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005, 42.ª edição.
Assinale a alternativa que se relaciona a essa forma de conceber a educação.
“O mundo não é. O mundo está sendo. Como subjetividade curiosa, interferidora na objetividade com que dialeticamente me relaciono, meu papel no mundo não é só o de quem constata o que ocorre, mas também o de que intervém como sujeito de ocorrências.” (Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia, pag. 74)
Essa afirmação, para os educadores, corresponde ao significado corretamente descrito na alternativa:
Sobre o pensamento de Paulo Freire nesse livro, avalie as afirmações abaixo.
I. As práticas pedagógicas tradicionais tendem a anular o poder de indagação, de curiosidade do educando para construir o próprio saber; as dúvidas e curiosidades são silenciadas pelo autoritarismo do educador, que se enxerga como possuidor de um conhecimento indiscutível.
II. Em uma perspectiva progressista, o educador não trata o processo educativo como um ato de transmissão de conhecimentos, mas sim de criação de oportunidades para a construção dos saberes, representando um processo de formação pelo qual o educando se torna sujeito de seu conhecimento, porém ambas as partes desse processo passam por um aprendizado.
III. Dá ênfase às novas perspectivas e possibilidades oriundas do neoliberalismo e da globalização; conforme o autor, essa nova dinâmica societária possibilita uma verdadeira inclusão educativa, política e emancipatória para os diversos sujeitos sociais que vivem nos países periféricos da Àfrica e da América Latina.
IV. Destaca que, no processo de globalização, a ética está agindo a favor dos interesses das economias subalternas, uma vez que está favorecendo os interesses humanos de convívio, de respeito e de justiça; a ética só diz respeito, dentro do sistema, a minorias protegidas pelo lucro, havendo um domínio sobre as outras classes quanto a ideologias a serem seguidas e à educação a ser transmitida.
Está correto apenas o que se afirma em
Paulo Freire (1996), afirma que quanto mais o adulto evidencia a ludicidade, maior será a chance de conhecer-se como pessoa, saber de suas possibilidades e limitações. Sobre isso marque a alternativa correta.
“Às vezes, penso que se fala em cidadania como se fosse um conceito, muito abstrato, com certa força mágica, como se, quando a palavra cidadania fosse pronunciada, automaticamente, todos a ganhassem. Ou como se fosse um presente que políticos e educadores dessem ao povo.” (Paulo Freire)
Para o educador, cidadania é:
“Quando entro em uma sala de aula devo estar sendo um ser aberto a indagações, à curiosidade, às perguntas dos alunos, a suas inibições; um ser crítico e inquiridor, inquieto em face da tarefa que tenho – a de ensinar e não a de transferir conhecimento.” (Paulo Freire)
Numa perspectiva progressista, ensinar é: