Questões de Concurso
Sobre legislação da educação em pedagogia
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Coluna 1 1. Deficiência. 2. Transtornos globais de desenvolvimento. 3. Altas habilidades/superdotação. 4. Transtornos funcionais específicos.
Coluna 2 ( ) Aqueles que apresentam alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e na comunicação. ( ) Aqueles que têm impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. ( ) Demonstram potencial elevado em qualquer umas das áreas, isoladas ou combinadas: intelectual, acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes. ( ) Apresentam um repertório de interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo. ( ) Apresentam elevada criatividade, grande envolvimento na aprendizagem e realização de tarefas em áreas de seu interesse. ( ) Dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia, transtorno de atenção e hiperatividade, entre outros.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. Do ponto de vista dos sistemas de ensino, está representada pela formulação de uma matriz curricular básica, que desenvolva a Base Nacional Comum.
II. Deve considerar as demandas regionais do ponto de vista sociocultural, econômico e político.
III. A parte diversificada do currículo deve expressar, ademais das incorporações dos sistemas de ensino, as prioridades estabelecidas no projeto da unidade escolar e a inserção do educando na construção do seu currículo.
IV. Em relação ao Ensino Médio, deve impedir a flexibilidade da manifestação dos projetos curriculares das escolas.
Quais estão corretas?
I. As aprendizagens essenciais podem ser postergadas, visto que o currículo é elaborado para o desenvolvimento integral do aluno e centrado na transmissão de conhecimento.
II. A velha dicotomia entre conhecimento e prática, desenvolvimento cognitivo e socioemocional deve ser plenamente superada.
III. Ao deixar de se centrar na clássica transmissão de conteúdo, passa a se centrar no objetivo de potencializar o desenvolvimento humano pleno dos estudantes.
IV. Busca-se um olhar especial voltado aos docentes e à atualização de sua uma formação.
I. Incluiu conteúdo sobre a prevenção da violência contra a mulher nos currículos da educação básica e instituiu a Semana Escolar de Combate à Violência contra a Mulher.
II. Foi acrescentado texto para estabelecer o compromisso da educação básica com a formação do leitor e o estímulo à leitura.
III. Foi acrescentado um artigo que aborda as finalidades da Educação Básica.
IV. Dispôs sobre a modalidade de educação bilíngue de surdos, incluindo uma nova modalidade de educação.
Ao reafirmar os pressupostos construídos a partir de padrões homogêneos de participação e aprendizagem, a Política Nacional de Educação Especial não provoca uma reformulação das práticas educacionais de maneira que sejam valorizados os diferentes potenciais de aprendizagem no ensino comum, mas mantém a responsabilidade da educação desses alunos exclusivamente no âmbito da Educação Especial.
De acordo com a Lei Nº9394/96, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino, cabendo aos Estados, de forma autônoma, a coordenação da política nacional de educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais.
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva tem como objetivo assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, dislexia, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, em seu Artigo 9º, os eixos estruturantes das práticas pedagógicas dessa etapa da Educação Básica são conviver e o brincar, experiências nas quais as crianças podem construir e apropriar-se de conhecimentos por meio de suas ações e interações com seus pares e com os adultos, o que possibilita aprendizagens, desenvolvimento e socialização.
O entendimento de que a educação especial organizada de forma paralela à educação comum é a mais apropriada para a aprendizagem dos alunos que apresentam deficiência, problemas de saúde, ou qualquer inadequação com relação à estrutura organizada pelos sistemas de ensino, adequa-se às reais necessidades educacionais dos alunos com deficiência.
A atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – Lei nº 9.394/96, no artigo 59, preconiza que os sistemas de ensino devem assegurar aos alunos currículo, métodos, recursos e organização específicos para atender às suas necessidades, exceto o atendimento dos estudantes com deficiência, que precisam ser atendidos por meio de outra modalidade de ensino, a Educação Especial.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, as crianças têm o direito de participar, com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas.
A inclusão de um aluno com Transtorno do Espectro Autista implica na necessidade de o professor conhecer e construir primeiramente um vínculo com seus alunos, bem como entender a relação entre eles, para então possibilitar a elaboração de estratégias de ensino em benefício da aprendizagem da turma.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, as crianças têm o direito de conviver, brincar, participar, desenhar, explorar, expressar e constituir-se como sujeitos em diferentes espaços e tempos no ambiente escolar.
Segundo a BNCC, a organização por Campos de Experiências é uma forma de dar intencionalidade para as práticas pedagógicas e colocar a criança no centro do seu processo de aprendizagem, uma vez que organiza e integra brincadeiras, investigações e interações que acontecem no cotidiano escolar.