Questões de Concurso
Sobre educação infantil em pedagogia
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A concepção de criança, na Educação Infantil, é de um ser que observa, questiona, levanta hipóteses, conclui, faz julgamentos, assimila valores e que, ainda, constrói conhecimentos e se apropria do conhecimento sistematizado por meio da ação e nas interações com o mundo físico e social.
Esse conjunto de aspirações não deve resultar no confinamento dessas aprendizagens a um processo de desenvolvimento natural ou espontâneo.
Ao contrário, impõe-se a necessidade de imprimir às práticas pedagógicas, sempre uma:
Desde 1997 (com os PCNs de 1ª a 4ª séries /1º e 2º ciclos), que os objetivos ‘ler autonomamente gêneros previstos para o ciclo’; e ‘escrever textos coesos e coerentes pertinentes aos gêneros previstos para o ciclo, adequados aos objetivos e aos leitores pretendidos’ estão presentes nas propostas curriculares nacionais.
Portanto, há tempos, a ideia de gênero textual a ser trabalhado com os alunos desde as primeiras etapas da Educação Básica, já é parâmetro para o trabalho com:
“A linguagem ocupa um papel central nas relações sociais vivenciadas por crianças e adultos. As crianças, desde cedo, convivem com a língua oral em diferentes situações: os adultos que as cercam falam perto delas e com elas.
Por meio da oralidade, as crianças participam de diferentes situações de interação social e aprendem sobre elas próprias, sobre a natureza e sobre a sociedade. Na instituição escolar, elas ampliam suas capacidades de compreensão e produção de textos orais, o que favorece a convivência delas com uma variedade maior de contextos de interação e a sua reflexão sobre as diferenças entre essas situações e sobre os textos nelas produzidos.
O mesmo ocorre em relação à escrita. As crianças e os adolescentes observam palavras escritas em diferentes suportes, como placas, outdoors, rótulos de embalagens; escutam histórias lidas por outras pessoas etc. Nessas experiências culturais com práticas de leitura e escrita, muitas vezes mediadas pela oralidade, meninos e meninas vão se constituindo como sujeitos letrados.”
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Cabe à escola, responsável pelo ensino formal da leitura e da escrita:
A participação dos estudantes na escola e na comunidade ajuda a formar seu caráter de cidadãos e de cidadãs.
O compartilhamento de experiências dos diferentes indivíduos da comunidade escolar nas decisões da escola é uma prática de atuação no espaço público, democrático, que possibilita conhecer os processos que caracterizam a vida política na comunidade.
A participação nas decisões pode variar de simples contribuições à manutenção e à organização do espaço, possível desde a fase infantil, até a participação em decisões gerenciais e acadêmicas, por meio:
Para Squire, os “Jogos não são apenas uma ferramenta para se ensinar as mesmas coisas de uma nova maneira, mas sim catalisadores que mobilizam os conhecimentos dos alunos, e os encorajam a pensar sistemicamente suas interações com o mundo.”
Assim, entende-se que os jogos digitais possuem um potencial realmente modificador sobre as abordagens utilizadas no processo educacional, favorecendo o desenvolvimento de uma visão de mundo:
Barbosa (2008) apresenta diferentes formas de registros que estão vinculadas ao acompanhamento das aprendizagens das crianças na Educação Infantil, e que também servem de documentação do processo pedagógico, da reflexão e da própria formação dos professores.
Entre as formas de registro destacadas pela autora está um instrumento que é um diário, um espaço coletivo de registro, com base nas ideias postuladas por Freinet, em que cada criança pode representar acontecimentos, sentimentos e situações significativas acontecidas no cotidiano. De acordo com a autora, esse instrumento é chamado de