Questões de Concurso Sobre educação especial - leis, tratados e normas especiais em pedagogia

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Q2116828 Pedagogia
De acordo com A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC, 2008), “Por muito tempo perdurou o entendimento de que a educação especial organizada de forma paralela à educação comum seria mais apropriada para a aprendizagem dos alunos que apresentavam deficiência, problemas de saúde, ou qualquer inadequação com relação à estrutura organizada pelos sistemas de ensino. Essa concepção exerceu impacto duradouro na história da educação especial, resultando em práticas que enfatizavam os aspectos relacionados à deficiência, em contraposição à dimensão 
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Q2112170 Pedagogia
Para que a escola se torne inclusiva, faz-se necessário pensarmos que ela, desde sua criação, organizou-se com base em uma indiferença às diferenças. As experiências de inclusão na escola deparam-se, ainda, com o fato de que esta não é, pela sua história, em seus valores e práticas, uma estrutura inclusiva e foi, ela mesma, criadora de exclusão. Norwich apud Rodrigues apresenta uma série de dilemas que devem fazer parte do processo de mudança da escola, para que esta se torne, de fato, inclusiva. São eles: o currículo; a identificação; a relação pais-profissionais; e, o modelo de inclusão. De acordo com as informações dadas e, considerando hipoteticamente uma turma regular de uma determinada escola com alunos matriculados com Necessidades Educativas Especiais (NEE) e com deficiência mental, assinale a afirmativa INCORRETA. 
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Q2093805 Pedagogia
De acordo com o Parecer CNE/CEB nº 17/2001, são considerados professores capacitados para atuar em classes comuns com alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, aqueles que comprovem que, em sua formação, de nível médio ou superior, foram incluídos conteúdos, ou disciplinas sobre educação especial e desenvolvidas competências para:
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Q2087404 Pedagogia
As Diretrizes Operacionais da Educação Especial para o atendimento educacional especializado na educação básica pautam as redes de ensino público e particular na adoção das medidas inclusivas de organização escolar, cujas mudanças podem ser observadas sob três ângulos: o dos desafios provocados por essa inovação; o das ações no sentido de efetivá-la nas turmas escolares, incluindo o trabalho de formação de professores; e, finalmente, o das perspectivas que se abrem à educação escolar, a partir da implementação de projetos inclusivos. Considerando que a educação especial é uma modalidade que perpassa todos os níveis, etapas e modalidades, é correto afirmar que, EXCETO: 
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Q2087395 Pedagogia
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) é um serviço da educação especial que organiza atividades, recursos pedagógicos e de acessibilidade, de forma a complementar ou suplementar a escolarização dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, matriculados em classes comuns do ensino regular. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela. Sobre tal complementação ou suplementação, é correto afirmar que:
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Q2087071 Pedagogia
A predominância de recursos didáticos eminentemente visuais pode ocasionar uma visão fragmentada da realidade, desviar o foco de interesse e de motivação dos alunos cegos e com baixa visão. A fim de evitar essas distorções, os recursos destinados ao Atendimento Educacional Especializado (AEE) desses alunos devem:
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Q2087011 Pedagogia
A predominância de recursos didáticos eminentemente visuais pode ocasionar uma visão fragmentada da realidade, desviar o foco de interesse e de motivação dos alunos cegos e com baixa visão. A fim de evitar essas distorções, os recursos destinados ao Atendimento Educacional Especializado (AEE) desses alunos devem:
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Q2087008 Pedagogia
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela. NÃO são considerados público-alvo do AEE: 
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Q2087007 Pedagogia

Texto para responder à questão. Leia-o atentamente.

Inclusão é um movimento de mão dupla


    De todas as muitas formas de discriminação a que o homem é submetido, aquelas que afetam as pessoas com deficiência são muito singulares e específicas. Apesar desta questão também assumir formas e manifestações tradicionais de desprezo, indiferença, segregação ou violência, o que distingue a discriminação contra as pessoas com deficiência é que, em geral, ela vem revestida de práticas socialmente muito difundidas: caridade e assistência. Uma ajuda corriqueira para subir um degrau ou para atravessar uma rua pode ser vista como um ato solidário que respeita a autonomia e a participação social das pessoas com deficiência. Uma esmola ou estabelecer uma relação com as pessoas com deficiência, que reforça a imagem da fragilidade e incompetência, é um reforço da visão preconceituosa de submissão. Para romper com tais paradigmas é fundamental que se compreenda o significado dos conceitos de integração e inclusão. Isso se faz necessário para que se possa depreender as mudanças sociais que vêm sendo propostas, no que se refere aos programas de atenção às pessoas com deficiência, principalmente aqueles relacionados à educação, saúde, trabalho, cultura e lazer. 

    O conceito de integração pressupõe a necessidade de um esforço individual da pessoa com deficiência para adaptar-se e adequar-se ao convívio com a comunidade, que não se revê ou se modifica, partindo do princípio que as condições de convivência comunitária estão acessíveis a todos. Portanto, a convivência com as pessoas com deficiência, na lógica da integração, pressupõe que o indivíduo deve ser primeiro reabilitado para somente depois, se possível, ser integrado. O pressuposto da reabilitação traz como princípio básico a ideia de recuperação ou aquisição de funções, tendo como parâmetro o que é considerado normal. O conceito de normalização ou de normal é bastante complexo, mas, para esta reflexão, vale lembrar que o critério de normalidade não é apenas o que representa a maioria, mas também o que é considerado ideal. Integrar é um caminho de mão única, ou seja, cabe à pessoa com deficiência adaptar-se para cumprir as exigências da sociedade. Sob essa perspectiva, a sociedade se considera “pronta”, não cabendo, portanto, nenhuma modificação na sua lógica de funcionamento. 

    O princípio do respeito à diversidade fortaleceu o movimento da inclusão. Nesse enfoque, não se propõe a negação das diferenças, mas sim o reconhecimento e o respeito a elas. Não se propõe a igualdade massificada, mas a equiparação de oportunidades. A inclusão pressupõe um caminho de mão dupla e exige uma postura dinâmica de transformação e respeito de todos, ou seja, a sociedade não está pronta. Ela aprende, critica, repensa e desenvolve conceitos de forma dinâmica. Não se trata de uma mera troca lexical, mas de um novo paradigma, de um olhar ampliado, onde todos agem no sentido de construir seu grupo de convivência e espaços para compartilhar direitos e deveres, com responsabilidade e participação mútuas e recíprocas.

(Disponível em: https://iparadigma.org.br. Adaptado.)
De acordo com o texto, um ato solidário isolado, ainda que bem- -intencionado, não pode ser visto como respeito à autonomia e à participação social das pessoas com deficiência. Assinale a alternativa que contempla ações objetivando, especificamente, maximizar a autonomia da pessoa com deficiência.
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Q2087006 Pedagogia

Texto para responder à questão. Leia-o atentamente.

Inclusão é um movimento de mão dupla


    De todas as muitas formas de discriminação a que o homem é submetido, aquelas que afetam as pessoas com deficiência são muito singulares e específicas. Apesar desta questão também assumir formas e manifestações tradicionais de desprezo, indiferença, segregação ou violência, o que distingue a discriminação contra as pessoas com deficiência é que, em geral, ela vem revestida de práticas socialmente muito difundidas: caridade e assistência. Uma ajuda corriqueira para subir um degrau ou para atravessar uma rua pode ser vista como um ato solidário que respeita a autonomia e a participação social das pessoas com deficiência. Uma esmola ou estabelecer uma relação com as pessoas com deficiência, que reforça a imagem da fragilidade e incompetência, é um reforço da visão preconceituosa de submissão. Para romper com tais paradigmas é fundamental que se compreenda o significado dos conceitos de integração e inclusão. Isso se faz necessário para que se possa depreender as mudanças sociais que vêm sendo propostas, no que se refere aos programas de atenção às pessoas com deficiência, principalmente aqueles relacionados à educação, saúde, trabalho, cultura e lazer. 

    O conceito de integração pressupõe a necessidade de um esforço individual da pessoa com deficiência para adaptar-se e adequar-se ao convívio com a comunidade, que não se revê ou se modifica, partindo do princípio que as condições de convivência comunitária estão acessíveis a todos. Portanto, a convivência com as pessoas com deficiência, na lógica da integração, pressupõe que o indivíduo deve ser primeiro reabilitado para somente depois, se possível, ser integrado. O pressuposto da reabilitação traz como princípio básico a ideia de recuperação ou aquisição de funções, tendo como parâmetro o que é considerado normal. O conceito de normalização ou de normal é bastante complexo, mas, para esta reflexão, vale lembrar que o critério de normalidade não é apenas o que representa a maioria, mas também o que é considerado ideal. Integrar é um caminho de mão única, ou seja, cabe à pessoa com deficiência adaptar-se para cumprir as exigências da sociedade. Sob essa perspectiva, a sociedade se considera “pronta”, não cabendo, portanto, nenhuma modificação na sua lógica de funcionamento. 

    O princípio do respeito à diversidade fortaleceu o movimento da inclusão. Nesse enfoque, não se propõe a negação das diferenças, mas sim o reconhecimento e o respeito a elas. Não se propõe a igualdade massificada, mas a equiparação de oportunidades. A inclusão pressupõe um caminho de mão dupla e exige uma postura dinâmica de transformação e respeito de todos, ou seja, a sociedade não está pronta. Ela aprende, critica, repensa e desenvolve conceitos de forma dinâmica. Não se trata de uma mera troca lexical, mas de um novo paradigma, de um olhar ampliado, onde todos agem no sentido de construir seu grupo de convivência e espaços para compartilhar direitos e deveres, com responsabilidade e participação mútuas e recíprocas.

(Disponível em: https://iparadigma.org.br. Adaptado.)
Em correlação com as ideias expostas pelo texto, é pertinente afirmar que a metodologia/abordagem de ensino de surdos que privilegia sobremaneira a perspectiva da integração refere-se a:
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Q2086837 Pedagogia
A superdotação é ainda vista como um fenômeno raro e, prova disso, é o espanto e a curiosidade diante de uma criança ou adolescente que tenha sido diagnosticado como superdotado. Observa-se que muitas são as ideias errôneas a seu respeito presentes no pensamento popular. Quando se tratar de caracterização de alunos com altas habilidades/superdotação, há de se considerar no escopo conceitual os eixos que têm demonstrado consistência na manifestação do fenômeno superdotação e parecem ser consenso entre alguns os autores. Um destes eixos é a: 
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Q2086836 Pedagogia
Além de conhecer as características dos alunos com necessidades educacionais especiais, precisamos também conhecer os pressupostos que embasam um processo avaliativo dessas pessoas na busca de, efetivamente, praticar uma avaliação conjunta, pautada nos referenciais da diferença e não mais atuar, sob a égide da discapacidade e da deficiência. Para isso, a prática da avaliação caminha para além do simples fato de diagnosticar e classificar; a avaliação tem um papel decisivo quanto às práticas pedagógicas, colaborando diretamente nas decisões em relação às adaptações curriculares. Sobre os aspectos que precisam ser considerados para orientar a promoção ou a retenção do aluno na série, etapa, ciclo (ou outros níveis), analise as afirmativas a seguir.
I. A possibilidade de o aluno ter acesso às situações escolares regulares e com menor necessidade de apoio especial. II. A valorização de sua permanência com os colegas e grupos que favoreçam o seu desenvolvimento, comunicação, autonomia e aprendizagem. III. A competência curricular, no que se refere à possibilidade de atingir os objetivos, atender aos critérios de avaliação previstos no currículo adaptado. IV. O efeito emocional da promoção ou da retenção para o aluno e sua família.
Está correto o que se afirma em
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Q2086835 Pedagogia
Os alunos com uma deficiência de caráter permanente exigem adaptações curriculares que devem ser realizadas de acordo com as características de cada discente, durante grande parte ou durante todo o percurso escolar. Neste tipo de NEE encontramos crianças ou adolescentes que sofreram modificações, provocadas por problemas orgânicos, funcionais, por défices socioculturais e econômicos graves que abrangem o foro sensorial, intelectual, processo lógico, físico e emocional. Sobre as características das NEE de caráter permanente, é correto afirmar que:
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Q2086834 Pedagogia
Um dos grandes desafios da atualidade é a inclusão do autista nas escolas, que é um direito garantido por políticas públicas, seja nas esferas municipal, estadual e federal. Além disso, é um passo extremamente importante para a formação do autista, trazendo contribuições na autonomia e no seu desenvolvimento, preparando para os obstáculos que irão aparecer no futuro, pois, após a idade escolar, eles se deparam com o mercado de trabalho. O primeiro passo, entretanto, é conhecer e (re)conhecer as características do TEA.
I. O TEA é dividido de forma geral nos graus I (leve); II (moderado); e, III (severo), mas na realidade o espectro é muito mais amplo do que isso. Engloba em seu espectro as psicoses infantis, a síndrome de Asperger, a síndrome de Kanner e a síndrome de RettII. Os autistas têm dificuldades para interpretar a linguagem verbal e não verbal. Estes e outros transtornos do espectro começam na infância e tendem a diminuir na adolescência e na idade adulta. III. Mudar a rotina pode ser muito angustiante para os autistas. É importante pensar em estratégias para ajudar a pessoa com TEA a lidar com situações atípicas como asfestas de final de ano, mudanças de casa e/ou escola, ou até mesmo algo mais simples como a mudança da rota de um ônibus. IV. Os autistas apresentam hiperfoco, uma característica que pode mudar com o tempo ou durar a vida toda, e também crises conhecidas como crises de desregulação – meltdow e de desligamento – shutdown.
Está correto o que se afirma em

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Q2086833 Pedagogia
Um professor do curso de odontologia de uma universidade da zona leste de São Paulo está sendo acusado de humilhar uma aluna com autismo na frente de outros colegas. A jovem teve uma crise após a discussão com o docente. Durante uma aula, o professor pediu a Eliana que apertasse sua mão. Ela então explicou que era autista e que não gostava de ser tocada. De acordo com o marido da estudante, o docente se exaltou e passou a gritar para que Eliana olhasse em seu olho. Em seguida, ele começou a perguntar qual remédio a aluna tomava e se ela tinha algum laudo para comprovar que é autista. Diante da atitude do professor, Eliana teve uma crise e começou a chorar. Ela ainda se agachou em um canto com as mãos na cabeça e se movimentou, hábito que pode ser comum em quem tem autismo e passa por algum incômodo.
(Disponível em: https://www.psicologiasdobrasil.com.br/jovem-comautismo-acusa-professor-de-humilha-la-na-frente-dos-colegas-em-sp/.)
O fato relatado tem como contexto uma universidade e uma aluna adulta, mas, é comum que aconteça uma cena habitual do dia a dia de uma escola de ensino básico. São atitudes importantes no relacionamento com o autista e que não foram observados pelo professor da reportagem:
I. Ter cuidado com toques e palavras. Tentar entender como essas coisas atingem o autista, pois eles podem ser mais sensíveis ao toque do que as pessoas normalmente são. Além disso, deve ajudar a criar novas formas de comunicação. II. Agir com delicadeza, pois os autistas podem se incomodar com barulhos, confusão e quebras na rotina. Não visitar a casa de uma família com um autista sem agendar antes; mas, se desistir, o autista não se importará. Assim, deve preferir não ir. III. Ao explicar as coisas para um autista, deve-se evitar usar ironias, expressões de duplo sentido ou termos muito abstratos. Grande parte dos autistas entendem as coisas de forma muito direta e objetiva e sinais não verbais como “piscadinhas” ou gestos podem não ser óbvios para eles. IV. Estimular a interação com outros adultos e crianças. Descubrir os objetos de interesse do autista e entregá-los para que ele não necessite se esforçar para se comunicar, evitando, assim, o seu estresse.
Está correto o que se afirma em
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Q2086830 Pedagogia
De acordo com o Parecer CNE/CEB nº 17/01, classe especial é uma sala de aula, em escola de ensino regular, em espaço físico e modulação adequada. Nesse tipo de sala, o professor da educação especial utiliza métodos, técnicas, procedimentos didáticos e recursos pedagógicos especializados e, quando necessário, equipamentos e materiais didáticos específicos, conforme série/ciclo/etapa da educação básica, para que o aluno tenha acesso ao currículo da base nacional comum. De acordo com tal documento, a classe especial
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Q2086751 Pedagogia
Texto para responder à questão Leia-o atentamente.

Estudantes criam app para auxiliar motoristas surdos

Software interpreta sons do trânsito e emite sinais visuais para surdos.
(28 de dezembro de 2017.)

    Um grupo de estudantes do Centro de Inovação da PUC Minas desenvolveu, em parceria com a Microsoft, um app para auxiliar motoristas com deficiência auditiva. O aplicativo, que foi desenvolvido há dez meses, deve ser disponibilizado nas plataformas iOS e Android, no primeiro semestre de 2018. Chamado de SuriCar, o app foi apresentado na Feira Internacional de Negócios, Inovação e Tecnologia (FINIT) e na Imagine Cup 2018, competição de tecnologia da Microsoft América Latina.

    Segundo dados do IBGE, menos de 1% da população de brasileiros com deficiência auditiva possui carteira de habilitação, e boa parcela desse baixo percentual se deve à insegurança que os surdos enfrentam para dirigir, já que, atualmente, não existem muitos dispositivos disponíveis para dar ao motorista surdo a devida tranquilidade. Pensando em resolver essa questão, cinco jovens universitários, alunos dos cursos de Engenharia de Computação e Sistemas de Informação da PUC Minas Gerais, desenvolveram o aplicativo que capta sons externos e emite imagens de alerta. O software tem um tipo de inteligência artificial que codifica as ondas sonoras dos barulhos mais comuns do trânsito, bem como buzinas, ambulâncias, viaturas policiais e freadas, para alertar os motoristas surdos.

     De acordo com os seus desenvolvedores, novos sons podem ser incorporados ao sistema do SuriCar, que possibilita, ainda, que a tecnologia seja implantada em locais diferentes, mesmo que as frequências emitidas pelos veículos oficiais, por exemplo, não sejam as mesmas. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, pessoas surdas não só podem ter acesso à Carteira Nacional de Habilitação (CNH), como devem receber apoio dos órgãos responsáveis durante todo o processo de habilitação. A Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis) conta com intérpretes para auxiliar as pessoas surdas no processo de solicitação da CNH. O acompanhamento durante os cursos e testes é de responsabilidade dos órgãos competentes.

(Disponível em: http://www.portalacesse.com. Adaptado.)
O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Plano Viver sem Limite, instituído pelo Decreto nº 7.612, de 17 de novembro de 2011, com a finalidade de promover o exercício pleno e equitativo dos direitos das pessoas com deficiência, será executado pela União em colaboração com Estados, Distrito Federal, Municípios, e com a sociedade. Assinale a diretriz do Plano Viver sem Limite que foi contemplada com a criação do “SuriCar”.
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Q2086750 Pedagogia
A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurados sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida,sendo dever do Estado, da família, da comunidade escolar e da sociedade garantir educação de qualidade, segundo a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Aponte o item que apresenta uma das incumbências do poder público no sentido de assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar a educação da pessoa com deficiência.
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Q2086665 Pedagogia

O alfabeto manual é um recurso da Libras, que lhe permite utilizar a soletração para palavras que não haja um sinal específico, ou seja, desconhecido por uma determinada comunidade surda. Utilize o alfabeto manual a seguir para responder à questão.


(Disponível: https://culturasurda.net/2017/04/27/fonte-libras-2016/.) 


Com a configuração de mão na letra “U”, pode ser sinalizado o respectivo sinal:
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Q2086659 Pedagogia
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) deve contemplar as múltiplas necessidades educativas dos alunos, como institui as diretrizes operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na educação básica, modalidade educação especial, preconizado pela Resolução CNE/CEB 2009. Diante do exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Para atuação no AEE, o professor deve ter formação inicial que o habilite para o exercício da docência e formação específica para a educação especial. ( ) Acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola. ( ) Orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno. ( ) Ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promovendo autonomia e participação.
A sequência está correta em
Alternativas
Respostas
2121: D
2122: D
2123: A
2124: B
2125: C
2126: D
2127: C
2128: C
2129: A
2130: B
2131: D
2132: A
2133: B
2134: C
2135: C
2136: D
2137: A
2138: C
2139: A
2140: B