Questões de Concurso
Sobre diretrizes curriculares nacionais para a educação básica em pedagogia
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Caderno de Orientações Curriculares para o Ensino Fundamental (5°Ano) –Geografia (p. 93).
Aludido ao trecho acima o procedimento fundamental do letramento é partir do(a):
Caderno de Orientações Curriculares para o Ensino Fundamental (3°Ano) –Geografia (p. 92).
De acordo comas orientações pedagógicas previstas no Caderno de Orientações Curriculares para o Ensino deGeografia a expectativa é de que os alunos do 3° ano de escolaridade sejam capazes de reconhecer, EXCETO:
1. A criança é um sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade individual e coletiva.
2. Criança é um adulto em miniatura.
3. A criança deve ser entendida como um vir a ser, devendo sempre ser preparada para algo.
4. A criança é questionadora e constrói sentido sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
1. o desenvolvimento integral de cada criança que frequenta as classes de Educação Infantil.
2. que a criança esteja no espaço educacional com o único propósito de ser cuidada.
3. o desenvolvimento cognitivo da criança, a partir de execução de exercícios de fixação de numerais e letras.
4. o desenvolvimento dos saberes escolares, preparando-os para o espaço dos anos iniciais.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas
O fornecimento de informações pelos docentes e o desenvolvimento da capacidade de pesquisa dos discentes têm a mesma relevância para a organização do trabalho pedagógico no ensino médio.
I. Na defesa de projetos curriculares integrados, Santomé (in Globalização e interdisciplinaridade - o currículo integrado. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998) afirma que a utilidade social do currículo está em permitir aos alunos compreender a sociedade em que vivem, favorecendo, para tal, o desenvolvimento de aptidões, tanto técnicas como sociais, que os ajudem em sua localização na comunidade de forma autônoma, crítica e solidária. Para que tal objetivo seja alcançado, há temas, questões e problemas que precisam ser trabalhados e que não se enquadram, na maioria das vezes, nas áreas de conhecimento tradicionais.
II. As propostas de integração, que se constituíram ao longo da história do currículo, de modo geral, tiveram em comum a crítica à organização disciplinar. Isso coloca outro aspecto a ser considerado nessa discussão: a concepção de currículo disciplinar. Lopes (in Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: Ed. da UERJ, 2008) sinaliza uma tendência de as interpretações dos processos de disciplinarização na escola derivarem da análise dos processos de disciplinarização no campo científico.
III. O currículo integrado sob diferentes modalidades passou a fazer parte das reformas educacionais de vários países, sob distintos enfoques e modalidades. No Brasil, entre as mudanças introduzidas nas diretrizes previstas para a formação docente, assumiu centralidade o desenvolvimento de competências e habilidades. A denominação currículo integrado muitas vezes incorpora perspectivas epistemológicas, pedagógicas e mesmo políticas extremamente distintas e, em alguns casos, antagônicas. Diferentes perspectivas de integração curricular vêm sendo defendidas em contraposição à compartimentação e à fragmentação do conhecimento. Essa dicotomização inclui-se entre os aspectos mais criticados por pesquisadores ao longo da história do currículo, seja nas concepções tradicionais, seja nas críticas e pós-críticas (Lopes, Políticas de integração curricular. Rio de Janeiro: Ed. da UERJ, 2008).
É correto o que se afirma em:
I. A Câmara de Educação Básica ratifica que a organização do Ensino Fundamental, com 9 (nove) anos de duração, implica na necessidade de um debate sobre o projeto político-pedagógico, o regimento escolar, a formação de professores, as condições de infraestrutura. No que tange aos recursos didático-pedagógicos apropriados ao atendimento da infância e da adolescência, tem-se uma série de apontamentos no referido parecer, de modo que as escolas podem adequar-se gradativamente ao sugerido, ficando a critério dos entes federativos a organização dos tempos e espaços escolares.
II. O documento evidencia que a estruturação do novo ensino fundamental apresenta desafios a serem enfrentados pelos sistemas de ensino, tais como a observação da convivência das duas estruturas do ensino fundamental (8 anos em extinção, e 9 anos em implantação e implementação), a elaboração de novo currículo, a reorganização da educação infantil e fortalecimento dos conselhos de educação. Todavia, o documento não disserta sobre a consolidação do ciclo de alfabetização, tema este deixado a regulamentação por lei complementar.
III. A data de ingresso das crianças no Ensino Fundamental é a partir dos 6 anos de idade, completos ou a completar até o dia 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula, conforme as orientações legais e normas estabelecidas pelo CNE na Resolução CNE/CEB n° 3/2005 e nos seguintes Pareceres: CNE/CEB n° 6/2005, n° 18/2005, n° 7/2007, n° 4/2008, n° 22/209, e Resolução CNE/CEB n° 1/2010. A mesma recomendação aplica-se ao ingresso na Educação Infantil, nos termos do Parecer CNE/CEB n° 20/2009 e Resolução CNE/CEB n° 5/2009. Portanto, observando o princípio do não retrocesso, a matrícula no 1o ano fora da data de corte deve, imediatamente, ser corrigida para as matrículas novas, pois as crianças que não completaram 6 anos de idade no início do ano letivo devem ser matriculadas na Educação Infantil.
É correto o que se afirma em:
De acordo com a Lei no. 9394/1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e as Diretrizes Curriculares Nacionais e Diretrizes Curriculares Nacionais para o ensino fundamental de 9 anos, julgue os itens a seguir:
I. Constata-se um interesse crescente no Brasil em aumentar o número de anos do ensino obrigatório. A Lei 4.024, de 1961, estabelecia 4 anos; pelo Acordo de Punta Del Este e Santiago, o govemo brasileiro assumiu a obrigação de estabelecer a duração de 6 anos de ensino primário. Em 1971, a Lei 5.692 estendeu a obrigatoriedade para 8 anos. Já em 1996, a LDB sinalizou para um ensino obrigatório de 9 anos, a iniciar-se aos 6 anos de idade. Este se tornou meta da educação nacional pela Lei 10.172, de 9 de janeiro de 2001.
II. O Ensino Fundamental de 9 anos é um movimento mundial e, mesmo na América do Sul, são vários os países que o adotam, fato que chega até a colocar jovens brasileiros em uma situação delicada, uma vez que, para continuar seus estudos nesses países, é colocada a eles a contingência de compensara defasagem constatada.
III. Conforme a determinação legal (Lei n° 10.172/2001, meta 2 do Ensino Fundamental) de implantar progressivamente o Ensino Fundamental de 9 anos, pela inclusão das crianças de 6 anos de idade, tem duas intenções: “oferecer maiores oportunidades de aprendizagem no período da escolarização obrigatória e assegurar que, ingressando mais cedo no sistema de ensino, as crianças prossigam nos estudos, alcançando maior nível de escolaridade".
É correto o que se afirma em: