Questões de Concurso
Sobre a didática e o processo de ensino e aprendizagem em pedagogia
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I. O planejamento das aulas favorece a organização dos conteúdos e dos objetivos de aprendizagem.
II. A adaptação das estratégias metodológicas pode contribuir para diferentes ritmos de aprendizagem.
III. A observação do desempenho dos alunos auxilia no acompanhamento da evolução técnica.
IV. O processo de ensino pode ser desenvolvido sem considerar as características do grupo atendido.
( ) O conceito de “ruído” abrange interferências de ordem psicológica, como preconceitos ou falta de atenção, que comprometem a recepção da mensagem.
( ) A decodificação de uma mensagem é influenciada pelo repertório cultural e pelas experiências prévias do receptor.
( ) A comunicação assertiva caracteriza-se pela imposição da vontade do emissor, garantindo que sua opinião prevaleça de forma impulsiva em situações de conflito.
Japan in the Ancient World
Japanese archaeologists divide the earliest part of Japanese history into four periods: the Paleolithic (preceramic) period, the Jomon (cord-marked pottery) period, the Yayoi period, and the Kofun (burial mound) period. Underlying this chronology, however, are two basic problems: First, who are the Japanese, and where did they come from? Second, how do the Japanese or "proto-Japanese" relate to the Ainu, a group of people who have resided in Japan since about 7500 B.C.E. but differ racially, culturally, and linguistically from modern Japanese in significant ways?
Paleolithic Japan (before 10,000 B.C.E.)
The Japanese islands have probably been occupied by humans for at least 30,000 years, if not longer. However, 10,000 years ago, Paleolithic Japan was a cooler place, and the sea level was 125 feet (38 meters) lower; therefore, some of the archaeological evidence of the earliest inhabitants is submerged. These hunters and gatherers, who had an extensive stone-tool inventory, most likely came to southern Japan through present-day Korea or to northern Japan from eastern Siberia, though there is abundant evidence of land connections to Asia at this time throughout the islands. It appears that the complete physical separation of the Japanese islands occurred only as recently as 18,000 to 12,000 years ago.
Jomon period (c. 10,000-c. 300 B.C.E.)
Starting about 13,000 years ago, when the Japanese climate began to warm, beautiful local pottery traditions—characterized by complex impressions made by twisted cords or sticks on the outside of pots before baking—abruptly appeared at various locales. Such ceramics eventually became commonplace throughout the islands. The Jomon people (named for this distinctive "cord-marked" ceramic style) were probably the direct descendants of the people of the previous Paleolithic traditions. They were very successful at hunting, fishing, and gathering, and because of the numerous rivers and rugged coastlines, they were largely sedentary. Shell mounds all over the islands indicate how extensively the ocean and rivers were exploited by Jomon people. The Jomon pottery eventually came to show distinctive regional styles, suggesting the existence of rather well-defined cultural groups and local folk traditions.
Yayoi (c. 300 B.C.E.-c. 300 C.E.)
About two thousand years ago, a distinct break occurred in the archaeological record. In Kyushu, the southernmost main island of Japan, bronze from the Korean peninsula and a newer style of earthenware pottery appeared, and iron smelting was developed. These changes characterize the Yayoi period, named after the district in modern Tokyo where certain artifacts were first discovered. The Yayoi period also saw the beginning of Japanese-style intensive irrigated wet-rice cultivation, which became the main means of subsistence for almost everyone on the islands. This agrarian rice-based economy—with basically the same kind of farming practices—would persist until Japan's westernization in the late nineteenth century.
However, controversy surrounds the origins of this culture. The Yayoi people may have come from overseas and replaced the earlier Jomon people (as evidenced by the presence of many new technologies from abroad). For many years, Japanese archaeologists have assumed this to be true, with the implication being that the Jomon people are the ancestors of modern Ainu, and modern Japanese are the descendants of those who migrated from the Asian mainland during the Yayoi and Kofun periods. However, a majority of archaeologists feel that the record probably indicates a gradual but direct continuity from Jomon people to early, but historically identifiable, Japanese, with any migration from the mainland blending in with the local cultures. In either case, by the end of the Yayoi period, certain institutional structures were in place—a division of labor, the accumulation of prestige and luxury goods by particular individuals, and the rise of complex political organizations—which created a more stratified society, allowing for the development of a full-fledged Japanese state in the Kofun period.
https://www.ebsco.com/research-starters/history/japan-ancient-world
Students use a digital timeline tool to represent the periods mentioned in the text. They include short English captions, images from reliable sources, pronunciation recordings of key terms and links to references. The teacher requires source checking, copyright awareness and revision of automated translations. Based on the procedure described, judge the statements below as True (T) or False (F).
(__)The activity represents technological substitution, since digital tools eliminate the need for reading comprehension and language mediation.
(__)The procedure is consistent with digital literacy, because students use technology to create, interpret, verify, attribute and communicate information responsibly.
(__)The activity is mainly informal browsing, since students collect images without considering credibility, authorship or linguistic accuracy.
(__)Source checking, copyright awareness and revision of automated translations are important elements of responsible digital literacy.
The correct sequence is:
Analise as afirmações sobre a contação de histórias na Educação Infantil e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso:
(__)A contação de histórias favorece o desenvolvimento da linguagem oral e da imaginação.
(__)A escuta de narrativas amplia as oportunidades de interação entre crianças e professores.
(__)As histórias podem contribuir para a formação cultural e para o desenvolvimento da criatividade.
(__)A escolha das histórias pode considerar os interesses, a faixa etária e os objetivos pedagógicos do grupo.
(__)A contação de histórias possui finalidade predominantemente recreativa, sem relação com os objetivos educacionais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
A brincadeira ocupa lugar central nas práticas pedagógicas da Educação Infantil por favorecer diferentes experiências de aprendizagem e desenvolvimento.
Considerando essa perspectiva, assinale a alternativa que expressa uma prática pedagógica que promove a aprendizagem e o desenvolvimento por meio das brincadeiras.
Quadro 1: Metodologias Ativas e suas Aplicações Psicopedagógicas
Fonte: RODRIGUES, Aquilanne Cecília et al. A utilização das metodologias ativas como ferramenta para o campo psicopedagógico: uma análise científica
baseada em evidências. Revista LAPETI, v. 2, p. 39-53, jul. 2025. Disponível em: https://lapeti.com.br/. Acesso em: 6 jun. 2026). I- O Storytelling possui alta aplicação psicopedagógica especialmente eficaz para crianças com TEA.
II- A Gamificação resulta em aumento do engajamento, com diminuição da motivação.
III- AABPj diz respeito à criação de projetos completos com possibilidades de aplicação prática de conhecimentos teóricos.
IV- A Metodologia ABP possibilita o desenvolvimento de pensamento crítico, pesquisa e colaboração junto a pessoas com dificuldades de aprendizagem, por meio do desenvolvimento de habilidades de resolução de problemas.
V- De acordo com Lopes et al. (2025, p. 71) Sala de Aula Invertida tem como aplicação psicopedagógica o acompanhamento personalizado da evolução dos alunos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- A intervenção psicopedagógica junto a estudantes com TDAH deve desconsiderar as funções executivas, a mediação pedagógica e as condições institucionais que interferem no processo de aprendizagem, evitando reduzir as dificuldades escolares à falta de esforço, disciplina ou interesse do estudante.
PORQUE
II- O TDAH envolve alterações nos processos de autorregulação cognitiva, comportamental e emocional, podendo repercutir na atenção sustentada, no planejamento, na persistência em tarefas, no manejo do tempo, na inibição de respostas impulsivas e na organização das atividades escolares, o que exige estratégias pedagógicas estruturadas, previsíveis e mediadas.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
I- A atuação psicopedagógica institucional deve articular formação docente, acompanhamento pedagógico e análise das condições concretas da escola, favorecendo práticas que promovam autorregulação, atenção, participação e aprendizagem dos estudantes.
II- A intervenção psicopedagógica institucional deve restringir-se à aplicação de atividades prontas de estimulação cognitiva, pois a eficácia da proposta depende da reprodução fiel do material, independentemente das características das turmas.
III- A promoção das funções executivas no contexto escolar pode contribuir para o desenvolvimento da atenção, do comportamento autorregulado, do engajamento acadêmico e da qualificação das práticas pedagógicas.
IV- As dificuldades de implementação de programas psicopedagógicos institucionais são atribuídas à resistência docente, desconsiderando fatores institucionais como tempo, recursos, infraestrutura, organização escolar e sobrecarga de conteúdos.
V- A atuação psicopedagógica institucional requer leitura contextualizada das demandas escolares, adaptação das intervenções às necessidades dos estudantes e construção coletiva de estratégias com os professores.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Segundo Bauer e Galian (2026), o clima escolar é um dos fatores centrais que medeiam as relações entre as condições de funcionamento da instituição e os resultados de aprendizagem. De acordo com as autoras, um bom clima escolar é marcado pelas seguintes características:
I. Coerência curricular e didática, com objetivos de aprendizagem claros e compartilhados.
II. Gestão participativa, capaz de articular professores e equipe pedagógica em torno de objetivos comuns.
III. Colaboração docente, refletida em trabalho disciplinar e uniforme, alicerçado em recursos materiais abundantes.
Quais estão corretas?
Um dos itens que deve constar em um plano de curso é a metodologia. São exemplos de metodologias a serem utilizadas pelo professor, segundo Bauer e Galian (2026):
I. Aula expositiva dialogada com perguntas problematizadoras.
II. Leitura orientada e textos.
III. Debates estruturados com regras claras.
Quais estão corretas?
Leia o Caso Fictício I para responder à questão.
Caso Fictício I: Ana, professora do 5º ano do Ensino Fundamental, organizou seu plano de ensino respaldando-se em princípios da teoria construtivista de aprendizagem, em que consta a sequência didática explicitada a seguir.
UNIDADE I – O sujeito e seu lugar no mundo – Sequência Didática
1- Apresentação por parte da professora de uma situação-problema a partir de uma notícia no jornal: “Área ocupada pelas favelas quase triplicou nos últimos 40 anos no Brasil”- a situação pode ser solucionada? De que forma? ...
2- Diálogo entre a professora e os alunos – estabelecer um diálogo com os alunos e entre eles e promover a problematização de dúvidas, questões e reflexões relacionados ao tema.
3- Comparação entre os diferentes pontos de vista – a professora registra os diferentes pontos de vista e promove a discussão em grupo.
4- Estudo em grupos dos objetos de conhecimento: dinâmica populacional, território, redes, população.
5- Conclusão – a partir da discussão do grupo e de suas contribuições, a professora sistematiza as conclusões.
6- Generalização – com as contribuições do grupo e as conclusões obtidas, a professora estabelece as leis, os modelos interpretativos ou os princípios que se deduzem deles.
7- Exercício de memorização – os alunos realizam atividades de memorização que lhes permitam lembrar os resultados das conclusões ou generalizações.
8- Avaliação – na classe, todos os alunos respondem as perguntas e fazem os testes durante o tempo de duas horas.
9- A professora comunica aos alunos os resultados obtidos.
Adaptado de uma situação apresentada por A. Zabala. Aprática educativa: como ensinar [livro eletrônico]. Porto Alegre: Penso, 2014.
Considerando o Caso Fictício I, a forma como a professora realiza os agrupamentos dos alunos em sala de aula evidencia suas concepções sobre como se ensina e como se aprende.
A partir do contexto apresentado, analise as assertivas a seguir.
I- Um agrupamento de alunos em grande grupo é adequado para a aprendizagem de conteúdos procedimentais, independentemente do que for realizado.
II- Agrupamento em um grande grupo dificulta o conhecimento das dificuldades dos alunos e o planejamento das intervenções necessárias.
III- Os agrupamentos em equipes móveis favorecem a convivência entre alunos proporcionando um grupo efetivamente mais acessível.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Caso Fictício I para responder à questão.
Caso Fictício I: Ana, professora do 5º ano do Ensino Fundamental, organizou seu plano de ensino respaldando-se em princípios da teoria construtivista de aprendizagem, em que consta a sequência didática explicitada a seguir.
UNIDADE I – O sujeito e seu lugar no mundo – Sequência Didática
1- Apresentação por parte da professora de uma situação-problema a partir de uma notícia no jornal: “Área ocupada pelas favelas quase triplicou nos últimos 40 anos no Brasil”- a situação pode ser solucionada? De que forma? ...
2- Diálogo entre a professora e os alunos – estabelecer um diálogo com os alunos e entre eles e promover a problematização de dúvidas, questões e reflexões relacionados ao tema.
3- Comparação entre os diferentes pontos de vista – a professora registra os diferentes pontos de vista e promove a discussão em grupo.
4- Estudo em grupos dos objetos de conhecimento: dinâmica populacional, território, redes, população.
5- Conclusão – a partir da discussão do grupo e de suas contribuições, a professora sistematiza as conclusões.
6- Generalização – com as contribuições do grupo e as conclusões obtidas, a professora estabelece as leis, os modelos interpretativos ou os princípios que se deduzem deles.
7- Exercício de memorização – os alunos realizam atividades de memorização que lhes permitam lembrar os resultados das conclusões ou generalizações.
8- Avaliação – na classe, todos os alunos respondem as perguntas e fazem os testes durante o tempo de duas horas.
9- A professora comunica aos alunos os resultados obtidos.
Adaptado de uma situação apresentada por A. Zabala. Aprática educativa: como ensinar [livro eletrônico]. Porto Alegre: Penso, 2014.
À luz da proposta de sequência didática apresentada pela professora Ana (Caso Fictício I), analise as assertivas a seguir.
I- A sequência didática da professora Ana não favorece o desenvolvimento de relações interativas na sala de aula, por não apresentar propostas de atividades articuladas e situações que favoreçam diferentes formas de se relacionar e de interagir dos estudantes.
II- O desenvolvimento de relações interativas na sala de aula encontra fundamento na zona de desenvolvimento proximal, que vê o ensino como um processo de construção compartilhada de significados.
III- A sequência didática da professora Ana contempla atividades que favorecem uma relação interativa positiva entre professora alunos, alunos-alunos, alunos-conteúdos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Em uma situação de ensino, a professora encaminhou a realização de uma atividade envolvendo a prática da entrevista pelos alunos, atividade esta que deveria ocorrer na própria sala de aula e na presença dos colegas da classe.
A partir desse contexto, analise as assertivas a seguir.
I- Expressar-se em situação de intercâmbio oral com clareza, preocupando-se em ser compreendido pelo interlocutor e usando a palavra com tom de voz audível, boa articulação e ritmo adequado correspondem a uma das habilidades a ser desenvolvida nos anos iniciais do Ensino Fundamental, especialmente no componente curricular Língua Portuguesa.
II- A entrevista não é uma prática ou recurso didático indicado para o desenvolvimento das habilidades vinculadas ao campo de atuação “Oralidade”, apontado na Base Nacional Comum Curricular (BNCC)-Anos Iniciais do Ensino Fundamental, no componente Língua Portuguesa.
III- A entrevista é uma atividade relevante para aprofundar o conhecimento e o uso da linguagem oral, as características das interações discursivas e as estratégias de fala e escuta em intercâmbios orais.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
A fim de propiciar situações de ensino e de aprendizagem que potencializassem o desenvolvimento de competências da área de conhecimentos matemáticos, uma professora do 2º ano do ensino Fundamental organizou o espaço da sala, dividindo os estudantes em grupos de 4 (quatro) alunos por mesa e disponibilizou em cada mesa blocos lógicos de diferentes cores, tamanhos e espessuras variadas, permitindo que os alunos explorassem os materiais.
À luz desse contexto, analise as assertivas a seguir.
I- Consoante a Base Nacional Comum Curricular (BNCC)-Anos Iniciais, relacionar figuras geométricas espaciais e objetos familiares do mundo físico é uma habilidade que deve ser estimulada pelo professor, a partir do 2º ano do Ensino Fundamental.
II- A manipulação de objetos geométricos espaciais de forma elaborada, raciocinada em um ambiente de interações e mediada pela ação do professor proporciona ao aluno níveis de abstração que leva ao conceito científico.
III- ABNCC-Anos Iniciais defende que o conhecimento da linguagem geométrica é relevante no processo de representação plana do espaço tridimensional.
É CORRETO o que se afirma apenas em: