Questões de Concurso Sobre a didática e o processo de ensino e aprendizagem em pedagogia

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Q4099514 Pedagogia
Para Feuerstein (2007), existem critérios de mediação na aprendizagem. Nesse sentido, assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, quanto a esses critérios.

( ) Transcendência: a mediação da transcendência é auxiliar o aluno a desenvolver metacognição para que seja possível, a partir do trabalho, da reflexão e da interação com o objeto de aprendizagem, a generalização e abstração objetivando a construção de novos conceitos a partir daqueles iniciais.

( ) Mediação do sentimento de competência: uma das características principais no desenvolvimento saudável do ser humano é sua capacidade de olhar para si mesmo e perceber-se como alguém competente.

( ) Mediação do desafio: a busca por inovação e complexidade: a escola pode promover situações em que os alunos se sintam desafiados na execução de suas tarefas.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4099513 Pedagogia
Segundo Feuerstein (2007), sobre a mediação da aprendizagem, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4099510 Pedagogia
De acordo com Fava (2014), os jovens Y e Z acreditam que não é apenas na escola que existe conhecimento. Ele pode ser construído, repassado, disseminado de outras formas e em outros locais. Preferem aprender em seu próprio tempo, em seus próprios termos; querem estudar utilizando a tecnologia, as ferramentas e as mídias sociais, de forma: 
Alternativas
Q4099414 Pedagogia
Significa, portanto, propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso, pelas crianças, aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural.

De acordo com o texto acima, extraído do Referencial curricular nacional para a educação infantil (RCNEI) a que se refere essa descrição? Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4087937 Pedagogia

Com passar dos anos, estudos comprovaram que a brincadeira e o jogo podem ajudar o processo de aprendizagem da criança, vindo a se fortalecer de geração para geração em diferentes sociedades, culturas e linguagens. A ação lúdica, proposta pelo jogo, pelo brinquedo e pela brincadeira é, por excelência, um dos recursos pedagógicos que possibilita o desenvolvimento integral da criança na creche e na pré-escola. Isto acontece porque:



I. Além de estimular diferentes áreas de desenvolvimento, pode ser utilizada como recurso pedagógico para o desenvolvimento de habilidades ligadas à aprendizagem de diferentes áreas do conhecimento.


II. O pressuposto é de que uma prática pedagógica lúdica proporcione alegria aos alunos durante o processo de aprendizagem.


III. Ocorre um processo dialético de levar o lúdico a sério, proporcionando o aprender pelo jogo; logo, aprender brincando.


IV. O uso de jogos e brincadeiras como recurso pedagógico possibilita a significação de conceitos para as crianças, por ser um dos únicos recursos que trabalha com diferentes tipos de linguagem ao mesmo tempo.



Está correto o que se afirma em 

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Q4087376 Pedagogia
“Qualquer criança ou adolescente com dificuldades de aprendizagem ou de comportamento na escola provoca um sentimento de fracasso em todas as partes envolvidas: professores, coordenadores, pais e no próprio aluno.” Essa breve afirmação remete às “recomendações: expectativas e propostas de profissionais da saúde e educação” apresentadas no Fórum sobre Medicalização da Educação e Sociedade, o qual suscita a compreensão e a concepção de escola como um ambiente potencializador da aprendizagem, envolvendo, inclusive, situações-problema. Considerando o exposto, assinale, a seguir, uma sugestão contributiva ao ambiente escolar enquanto espaço potencializador da aprendizagem.
Alternativas
Q4087252 Pedagogia
Entre os vários sistemas de escrita, o sistema alfabético se diferencia dos demais por sua relação com a cadeia sonora da fala, que ele representa. Assim, para aprender a ler e a escrever, é necessário que o aprendiz volte sua atenção para os sons da fala, e tome consciência das relações entre eles e sua representação gráfica, tanto no nível da palavra quanto no nível das relações fonema-grafema; por outro lado, para compreender e produzir textos, é necessário que a atenção se volte para o texto escrito, as peculiaridades estruturais e linguísticas que distinguem do texto oral. Para aprender a ler e a escrever, e para se tornar um leitor e um produtor de textos competente, o aprendiz precisa desenvolver a consciência metalinguística, que significa desenvolver a:
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Q4087250 Pedagogia
Baseada na experiência dos EUA, especialista considera
contraproducente a polêmica do MEC
sobre métodos de alfabetização

(Redação, 3 de abril de 2019.)

O debate sobre o melhor método para a alfabetização infantil retomou força no Brasil. As novas autoridades políticas e educacionais acreditam que letramento e construtivismo são teorias políticas e ideológicas, não educacionais. Por isso, defendem uma prática baseada no método fônico. O que pensa sobre a polêmica? Sei que esse é um tópico atual de preocupação no Brasil, mas deixe-me responder baseada no processo e na experiência nos Estados Unidos, que, evidentemente, conheço melhor. Por aqui, o conflito sobre métodos de alfabetização para ensinar a leitura é visto hoje, ao menos nos ambientes educacionais mais respeitados, como algo supervalorizado de forma contraproducente. É muito lamentável ver questões educacionais que precisam ser resolvidas com estudos, pesquisas e avaliações sérias e detalhadas de resultados associadas, direta ou indiretamente, a posições políticas. A fonética, ou método fônico, não é um método “de direita”, nem tampouco a atenção ao significado de textos e oportunidades para desenvolver habilidadeslinguísticas constitui uma abordagem “de esquerda”. O que as crianças precisam, a rigor, é de uma série de oportunidades para aprender a serem bons leitores, com compreensão efetiva dos textos. E o processo para a construção dessas oportunidades certamente inclui linguagem rica, envolvimento com o texto, acesso à instrução e prática com o princípio alfabético. Nenhum desses itens é mais ou importante que o outro. Quando a disputa se torna política, as pessoas se alinham de um lado, por paixão, e deixam de perceber e de apreciar o que há de valor científico ou metodológico na posição do outro. E aí a questão técnica e o reconhecimento das verdadeiras necessidades das crianças são abandonados ou ficam desequilibrados.

(Disponível em:https://revistaeducacao.com.br/2019/04/03/ mecalfabetizacao-2/. Acesso em: 26/07/2022.)

A polêmica parece estar sobretudo em dois pontos de divergência: a divergência sobre como orientar a aprendizagem de forma direta e explícita, no paradigma fonológico, ou de forma indireta, no paradigma construtivista. No paradigma construtivista, alfabetizar constitui-se de um conjunto de procedimentos, tais como:

I. A criação de condições para que a criança interaja intensamente com a escrita, com estímulo à descoberta da natureza da escrita, em uma perspectiva analítica e com contexto.
II. A proposta de situações-problema que levem a criança a experimentar a escrita, construindo hipóteses sobre sua natureza.
III. A proposição de abordagens sintéticas para que a criança compreenda o sistema de escrita dos elementos menos complexos aos mais complexos como, por exemplo, primeiro as vogais, depois as consoantes.
IV. O incentivo à reflexão diante de uma hipótese inadequada, indicando a necessidade de sua desconstrução ou reformulação, em uma perspectiva da alfabetização pela imagem.

Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q4087136 Pedagogia
Texto para responder à questão.


    No ano de 1878, formei-me em medicina pela Universidade de Londres e logo parti para Netley, a fim de seguir o curso exigido aos médicos militares. Terminados os meus estudos, fui designado para o Quinto Regimento de Fuzileiros de Northumberland, como cirurgião assistente. Nessa época, o Quinto estava acantonado na Índia, e antes que eu pudesse me apresentar eclodiu a Segunda Guerra Afegã. Ao desembarcar em Bombaim, soube que o meu regimento já havia atravessado os desfiladeiros e se achava embrenhado em território inimigo. Tomei o mesmo caminho, com muitos outros oficiais que estavam em idêntica situação, e consegui chegar são e salvo a Kandahar, onde encontrei minha unidade e imediatamente assumi minhas novas funções.
    A campanha trouxe honras e promoções para muitos, mas a mim só proporcionou infortúnios e desastres. Fui transferido da minha brigada para as tropas de Berkshire, com as quais tomei parte na fatídica Batalha de Maiwand. Ali, a bala de um mosquete afegão atingiu-me o ombro, fraturando o osso e raspando a artéria subclávia. Teria caído nas mãos dos ferozes ghazis, se não fosse a devoção e a coragem do ordenança Murray, que me pôs num cavalo de carga e conseguiu levar-me são e salvo para as linhas britânicas.
    Combalido pelo sofrimento e pelas contínuas privações que havia suportado, fui removido, numa longa composição de feridos, para o hospital central de Peshawar. Ali fui me restabelecendo, e já tinha melhorado o suficiente para andar um pouco pelas enfermarias, ou estender-me ao sol na varanda, quando apanhei uma gastrenterite, essa praga das nossas possessões indianas. Durante meses, tive a vida por um fio, e quando, finalmente, voltei a mim e entrei em convalescença, estava de tal modo fraco e macilento que uma junta médica foi de parecer que deviam me fazer regressar imediatamente à Inglaterra. Consequentemente, fui recambiado no vapor Orontes e um mês depois desembarquei no cais de Portsmouth, com a saúde irremediavelmente arruinada, mas com a permissão, dada por um governo paternal, de tentar melhorá-la nos nove meses seguintes.
    Não tendo relações nem parentes na Inglaterra, achava-me tão livre como o ar... ou pelo menos tão livre quanto pode ser um homem cujo rendimento não passa de onze xelins e seis pence por dia. Em tais circunstâncias, fui naturalmente atraído por Londres, essa grande fossa a que irresistivelmente vão ter todos os vadios e desocupados do império. Ali fiquei algum tempo, instalado num hotel do Strand, levando uma existência sem conforto nem sentido, e gastando, com mais largueza do que devia, todo o dinheiro que me vinha às mãos. Tão alarmante se tornou o estado das minhas finanças que em breve me vi na contingência de deixar a metrópole e ir viver no campo, ou alterar completamente o meu modo de vida. Escolhendo esta última alternativa, resolvi sair do hotel e alojar-me num domicílio mais barato e menos pretensioso.
    Exatamente no dia em que cheguei a essa conclusão, encontrava-me no Bar Criterion quando alguém me bateu no ombro. Voltando-me, reconheci Stamford, um jovem que fora meu assistente no Barts. Ver um rosto amigo no imenso deserto londrino é coisa deveras agradável para um homem solitário. Nos velhos tempos da universidade, não tínhamos lá grande intimidade, mas cumprimentei-o com entusiasmo, e ele, por sua vez, pareceu feliz de me ver. Na exuberância daquele momento, convidei-o para almoçar comigo no Holborn, e juntos tomamos uma carruagem.
    — Que diabo você tem feito, Watson? — perguntou-me ele, sem esconder o seu espanto, enquanto passávamos pelas ruas apinhadas de Londres. — Vejo-o magro como um sarrafo e escuro como uma castanha.
    Fiz-lhe um breve relato das minhas aventuras e mal o concluíra chegamos ao nosso destino.
    — Coitado! — exclamou ele, condoído pelos infortúnios que acabava de ouvir. — E que faz agora?
    — Procuro alojamento — respondi. — Tento resolver o problema de encontrar quartos confortáveis a preços razoáveis.
    — É curioso — disse o meu companheiro. — Você hoje é a segunda pessoa que fala dessa maneira.
    — E quem foi a primeira? — perguntei.
    —Um sujeito que trabalha no laboratório químico do hospital. Estava se queixando, ainda esta manhã, de não encontrar com quem dividir o aluguel de uns ótimos aposentos que tinha descoberto, mas que eram demasiado caros para a sua bolsa.
    — Magnífico! — exclamei. — Se ele procura alguém para compartilhar dos quartos e das despesas, sou exatamente essa pessoa. Prefiro ter um companheiro a morar sozinho.
      Stamford olhou-me de um modo estranho, por cima do seu copo de vinho.
    — Você ainda não conhece Sherlock Holmes — disse ele. — Não sei se lhe agradará como companheiro permanente.
    — Por quê? Haverá alguma coisa que não o recomende?
    — Oh! Eu não disse isso. Ele é um pouco esquisito... tem paixão por certos ramos da ciência. Que eu saiba, é uma pessoa muito correta.
     — Estudante de medicina?
    — Não. E não tenho a menor ideia a respeito da carreira que pretende seguir. Creio que entende muito de anatomia, e é um químico de primeira ordem. Mas, ao que me consta, nunca fez um curso sistemático de medicina. Estuda sem método, de uma maneira excêntrica, e já acumulou uma série de conhecimentos pouco vulgares que espantariam os seus professores.
     — Nunca lhe perguntou qual o ramo da ciência em que deseja especializar-se?   
    — Não — respondeu Stamford. — Não é dado a confidências, embora seja bastante comunicativo quando lhe dá na telha.
    — Pois eu gostaria de conhecê-lo. Visto que preciso morar com alguém, agrada-me que seja um homem tranquilo e estudioso. Ainda não estou bastante forte para suportar ruídos ou balbúrdias. Já tive muito dessas duas coisas no Afeganistão... e estou provido delas para o resto da existência. Como poderei travar relações com esse seu amigo?
    — Ele deve estar no laboratório — respondeu o meu companheiro. —Às vezes passa semanas inteiras semaparecer, mas noutras ocasiões não sai de lá o dia todo e boa parte da noite. Se quiser, vamos procurá-lo depois do almoço.
    —Combinado —respondi, e a conversação passou a outros assuntos.
    Quando nos dirigíamos para o hospital, ao sairmos do Holborn, Stamford deu-me mais algumas informações sobre o cavalheiro com quem eu me propunha morar.

(DOYLE, Arthur Conan. Um estudo em vermelho. Disponível em: https:// docero.com.br/doc/seces8. Adaptado.)
“Um estudo em vermelho” é um romance policial, escrito por um dos maiores representantes desse gênero. Ao levar textos como esse, pertencentes à literatura canônica, para sala de aula e discuti-los com os estudantes, seja por meio de leitura coletiva, protocolada ou individual, o professor demonstra uma compreensão 
Alternativas
Q4087028 Pedagogia
Imagem associada para resolução da questão
Cartoons can sometimes make a serious point. Benjamin Franklin’s 1754 “Join or Die” began the use of political cartoons. These visuals have been important in history by informing illiterate citizens and conveying a point of view on a political issue. Cartoonists, with a single picture, could insult enemies, celebrate allies, change people’s minds on important issues, and be humorous enough to make an impact on the public’s view. Political cartoons bring humor and exaggeration to past and current issues. I tell my students political cartoons are pictures with a point. We can provide students with the tools and questions they can use to decode and understand political cartoons.
https://blog.socialstudies.com/the-teachers-guide-to-helping-elementary-studentsanalyze-political-cartoons Acesso em: 7 de junho de 2022.

Which of the following does not show the value of political cartoons in the classroom?
Alternativas
Q4086975 Pedagogia

A linguagem oral é um dos aspectos fundamentais de nossa vida, pois é por meio dela que nos socializamos, construímos conhecimentos, organizamos nossos pensamentos e experiências, ingressamos no mundo. Assim, ela amplia nossas possibilidades de inserção e de participação nas diversas práticas sociais.


(Chaer; Guimarães, 2012, p. 72.)



É preciso que as atividades de uso e as de reflexão sobre a língua oral estejam contextualizadas em projetos de estudo. Em conformidade com Dias (2001, p. 36), “não se trata, simplesmente, de se ensinar a criança a falar, mas de desenvolver sua oralidade e saber lidar com ela nas mais diversas situações”. Sendo assim, a organização que o professor dá aos conteúdos deve dar oportunidade ao trabalho sistemático com a linguagem oral.


(Chaer; Guimarães, 2012, p. 75.)



Considerando o exposto, analise as afirmativas a seguir.



I. O desenvolvimento da linguagem oral na escola auxilia a criança a aprimorar sua comunicação, sua desenvoltura e sua argumentação.


II. Falar poesias, dar recados, solicitar informações, jogos de jogral, são exemplos de atividades orais que podem ser estimuladas pelo professor.


III. Uma escola participativa, onde haja o estímulo ao protagonismo e à autonomia, a oralidade é mais desenvolvida, pois o aluno é ouvido em suas necessidades e demandas.


IV. As atividades de oralidade precisam estar inseridas no planejamento escolar e não apenas serem aleatórias ou improvisadas e também podem se constituir em uma ferramenta de avaliação da aprendizagem.



Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q4086974 Pedagogia

Texto I



Imagem associada para resolução da questão


(Disponível em: http://clubedamafalda.blogspot.com/.) 



Texto II


A escola deve perceber que a educação de um cidadão livre e ativo se faz por meio da atividade consciente e da necessidade do respeito numa vida em sociedade, e não na ameaça e no medo da punição.


(Almeida, 2014, p. 284.)



A relação professor-aluno sempre foi um desafio à prática pedagógica e à aprendizagem. A diversidade presente nas salas de aula interfere no processo ensino-aprendizagem, pois nem todos aprendem ao mesmo tempo e nem possuem as mesmas condições para estudarem. Assinale a alternativa que apresenta uma reflexão mais efetiva para a construção de uma relação professor-aluno mais adequada na escola.

Alternativas
Q4086972 Pedagogia

A infância é uma etapa importante para as crianças que, por meio de atividades, fantasias e movimentos, ocupam boa parte do tempo dos pequenos. Por este motivo, atividades que irão desenvolver o cognitivo, a motricidade e a afetividade tornam- -se relevantes, pois, por meio dos jogos e brincadeiras as crianças aprendem a trabalhar com suas emoções e conflitos sentindo-se participantes de mundo em que vivem. Além disso, jogos e brincadeiras são fundamentais para o aprimoramento da linguagem e da comunicação.


(Franciosi; VIECELI, 2020. Adaptado.)



O prazer de jogar e brincar aumenta o número de sinapses elétricas e as novas informações são transmitidas ao cérebro com maior velocidade e armazenadas com melhor eficácia, consequentemente o aprendizado torna-se duradouro e não momentâneo.


(Freitas; Mancini, 2019, p. 108.)



Em relação à presença da ludicidade na escola de educação básica, assinale a alternativa correta quanto ao seu planejamento e desenvolvimento pelo professor.

Alternativas
Q4086970 Pedagogia

O estudante, segundo Luiz e Col (2013) e Tardif (2014), ao chegar à escola, traz consigo um conjunto de saberes matemáticos construídos em interação com seu meio social. Cabe ao professor incentivá-los a utilizar tais conhecimentos para resolver situações que apresentem significado e facilitem a construção de saberes mais elaborados nas etapas escolares posteriores.


(Silva, 2021, s/p.)




Segundo Giraldo (2018), o professor que leciona matemática nas séries iniciais do ensino fundamental deve agir sempre como mediador, ajudando o estudante a superar seus limites. Deve-se valer de atividades e avaliações diversas, que permita ao estudante a ter aprendizagem significativa, que faça interagir conhecimento escolar com o seu meio social.


(Silva, 2021, s/p.)



Em relação ao ensino da matemática no ensino fundamental, é correto afirmar que:

Alternativas
Q4086663 Pedagogia
O lúdico é um recurso pedagógico importante e na prática pedagógica atual, as atividades lúdicas utilizadas no processo educativo:

I. garantem uma aprendizagem significativa para a criança com dificuldades de aprendizagem.
II. possibilitam a aquisição dos conhecimentos de forma prazerosa
III. proporcionam o pleno desenvolvimento integral da criança.
IV. aproximam a criança do conhecimento científico, levando-as a vivenciar situações.
V. possibilitam a desatenção dificultando a construção da identidade autônoma da criança.

Estão corretas apenas as afirmativas:
Alternativas
Q4085944 Pedagogia

Para Coll e Solé (1996, p. 294), “a aula configura um espaço comunicativo regido por uma série de regras, cujo respeito permite que os participantes [...] possam comunicar-se e alcançar os objetivos a que se propõem”. A apropriação do conhecimento implica um determinado processo de aprendizagem que depende da motivação e da capacidade do aluno em agir e interagir sobre esse conhecimento, que poderá resultar em apreensão. Nessa perspectiva, o professor é o orientador, o coordenador e o facilitador do processo de ensino-aprendizagem. Considerando o exposto, o professor, em sua prática docente, se depara com problemas e dificuldades de ordem formativa, epistemológica e pedagógica, porque apresenta:



I. Obstáculos encontrados na construção de vínculos pedagógicos com o aluno.


II. Dificuldade de analisar e interpretar mais profundamente certas questões da ciência que ministra.


III. Inadequação dos procedimentos didático-científicos que não permitem suprir as condições do aluno no exercício intelectual necessário para reconhecer a problematização de temas essenciais à análise e à investigação.


IV. Resultado da proibição da fala do aluno, para legitimar a fala unilateral do professor equivalendo à obstrução da própria dinâmica do processo de construção das estruturas do conhecimento e da produção do conhecimento-conteúdo.



Está correto o que se afirma em 

Alternativas
Q4085620 Pedagogia
Diante dos imensos desafios relacionados aos aspectos formativos dos professores, sobretudo aqueles relacionados às necessidades educativas das crianças e dos estudantes, podemos afirmar que nossas salas de aula permanecem como um dos mais importantes espaços onde a mediação cultural acontece. Trata-se de um tipo específico de mediação a que nos referimos como ensino, compreendido como prática cultural consciente, organizado e centrado nos significados culturais que concebemos como conhecimento. A atividade dos professores, portanto, distingue-se das demais atividades humanas por se tratar de encontros com crianças, adolescentes e adultos em torno de dois movimentos que a caracterizam como atividade:
Alternativas
Q4084584 Pedagogia
Lemos sempre com um propósito. Lemos jornais para nos informar sobre o mundo em nossa volta; rótulos de produtos para identificar seus componentes e prazos de validade; lemos manuais para poder operar equipamentos; lemos cartas e e-mails para interagir com as pessoas; lemos formulários para inserir as informações solicitadas; romances e contos para nos distrair e nos dar prazer estético; etc. Essas leituras são, geralmente, feitas em silêncio, a não ser quando queremos compartilhar trechos com pessoas ao nosso redor.

PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e. Desenvolvendo a habilidade de leitura. In: PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira e (org.). Práticas de ensino e aprendizagem de inglês com foco na autonomia. Campinas: Pontes Editores, 2007. p. 130.

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a leitura.

( ) A aula de leitura precisa repetir o modelo tradicional de um texto acompanhado de perguntas que, muitas vezes, não envolvem nenhum esforço cognitivo e fazem com que os alunos achem a aula monótona e artificial.

( ) Há uma série de estratégias que podem atrapalhar o desenvolvimento da leitura, tais como inferência; utilizar o conhecimento sobre formação de palavras; conhecer a organização textual, os conectivos; usar dicionário; fazer marcas ou anotações no texto; formular perguntas.

( ) A atividade de leitura é um processo de construção de significados que envolve a habilidade de processar as informações registradas no papel em uma tela (processo bottom-up) e o conhecimento de mundo que o leitor aciona para compreender um texto (processo top-down).

( ) Skimming e scanning são estratégias de leitura. O que diferencia uma da outra é que, ao usar a estratégia de scanning, o leitor sabe o que está procurando, ou seja, ele está procurando uma informação específica, ao passo que, com a de skimming, o leitor está em busca do sentido geral do texto, muitas vezes para decidir se vai ler todo o texto de forma mais detalhada.

( ) Um(a) professor(a) deve desconsiderar o uso de textos autênticos. Ele/Ela deve começar com texto simples até chegar a textos mais complexos, usar textos diversos para que os alunos possam praticar diferentes tipos de leitura e assegurar-se de que a maioria do vocabulário seja conhecido e identificar facilmente as palavras desconhecidas ou, simplesmente, ignorá-las.



De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FCM Órgão: IF-AM Prova: FCM - 2022 - IF-AM - Professor PEBTT - Pedagogia |
Q4084515 Pedagogia
A qual abordagem se referem os aspectos relacionados à administração, eficiência, métodos, técnicas e teorias quanto ao professor e seu papel na escola e na sala de aula?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: FCM Órgão: IF-AM Prova: FCM - 2022 - IF-AM - Professor PEBTT - Pedagogia |
Q4084508 Pedagogia
Ao se discutir a prática pedagógica e a didática, Candau (1999) apresenta os conceitos de didática instrumental e didática fundamental.
De acordo com a autora, a didática instrumental é
Alternativas
Respostas
4721: A
4722: D
4723: A
4724: B
4725: A
4726: C
4727: B
4728: A
4729: C
4730: D
4731: A
4732: B
4733: D
4734: D
4735: D
4736: A
4737: A
4738: C
4739: D
4740: B