Questões de Concurso Sobre não definido

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Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: AMAZUL Provas: SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Assistente Administrativo - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Operador de Processos - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Engenharia Civil - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Instrumentação e Controle - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico/Tubulação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Edificações - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletricidade/Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrônica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Instrumentação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Mecânica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Química - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Radioproteção - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Secretariado - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Soldagem - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Industrial/Estruturas - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Projetista - 40 Horas |
Q4287457 Não definido
Uma empresa que fabrica componentes eletrônicos estima que daqui a x anos, o gasto em reais, de um determinado setor será igual a 8000.(1,09)0,4x. Se esta estimativa estiver correta, o gasto desse setor daqui a 5 anos será igual, em reais, a:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: AMAZUL Provas: SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Assistente Administrativo - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Operador de Processos - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Engenharia Civil - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Instrumentação e Controle - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico/Tubulação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Edificações - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletricidade/Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrônica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Instrumentação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Mecânica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Química - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Radioproteção - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Secretariado - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Soldagem - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Industrial/Estruturas - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Projetista - 40 Horas |
Q4287456 Não definido

Texto I



Portugal no mundo



Na semana passada discuti o papel do nosso país no mundo, defendendo que é no multilateralismo que seremos capazes de proteger os nossos interesses e ocupar um lugar na política internacional. Mas o multilateralismo não é perfeito, pelo que as Nações Unidas propuseram o conceito da “diplomacia preventiva” em meados da década de 50 do século passado, que pode ser resumido por um popular “mais vale prevenir do que remediar”.


Segundo o Banco Mundial, a causa primeira das crises estará na incapacidade dos Estados em servirem às suas populações nos quadros do desenvolvimento e da boa governação. E se até 2015 não havia um entendimento comum sobre o que se desejava, a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável veio dar-lhe resposta. Ao estabelecer um conjunto de 17 objetivos, 169 metas e mais de 200 indicadores de avaliação partilhados por todos os Estados – desenvolvidos e em desenvolvimento de ambos os hemisférios – pela sociedade civil e pelo setor privado, as Nações Unidas construíram e aprovaram uma linguagem comum a todos, que poderá permitir avaliar e antecipar os desvios aos propósitos que foram aceites por todos, o que poderá legitimar a Comunidade Internacional a desenvolver os instrumentos necessários para a diplomacia preventiva. Não se trata de impor um modelo de organização social e política estranho aos diferentes destinatários, mas de recorrer a um quadro único e livremente adotado por todos os Estados da ONU para promover o crescimento económico, o desenvolvimento social, a sustentabilidade ambiental e a boa governança, de forma a evitar os conflitos e as crises humanitárias associadas.


De acordo com as Nações Unidas e o Banco Mundial, a passagem de um modelo de diplomacia reativa para um modelo de diplomacia preventiva implicaria uma alteração nos mecanismos utilizados, nomeadamente uma visão de curto, médio e longo prazo, um modelo flexível que envolva todos os níveis de governo e organizações da sociedade civil de forma integrada, proativa e percebida como legítima pelos seus destinatários.


Regressando a Portugal, será no quadro da diplomacia preventiva que poderemos reforçar o nosso posicionamento internacional, trabalhando com as organizações internacionais e com outros Estados da Comunidade Internacional na promoção e implementação dos mecanismos que, à luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, permitam promover o desenvolvimento sustentável e evitar os conflitos. Para tanto, teríamos de mobilizar os Estados, as organizações internacionais, as universidades e as ONG que defendem o multilateralismo para um diálogo estruturado sobre os objetivos, processos e resultados da “diplomacia preventiva”. Se os países nórdicos, que não têm a nossa tradição universalista, e a Comunidade de Santo Egídio, que não é um Estado, o fazem, não há razão para pensarmos que Portugal não o poderá fazer.


Para cumprir, a proposta de desenvolvimento e paz do multilateralismo, teremos de ultrapassar as suas imperfeições e não nos limitarmos a tentar corrigir o que já se perdeu. Portugal, no quadro de uma legitimidade internacional partilhada, poderá dar um contributo relevante na procura dos mecanismos necessários para a construção e a implementação da “diplomacia preventiva”, reforçando assim o nosso papel no mundo.


Bernardo Ivo Cruz
Adaptado de: Diário de Notícias (Lisboa), 12/2/2022.
Uma palavra acentuada por ser paroxítona é:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: AMAZUL Provas: SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Assistente Administrativo - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Operador de Processos - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Engenharia Civil - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Instrumentação e Controle - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico/Tubulação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Edificações - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletricidade/Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrônica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Instrumentação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Mecânica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Química - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Radioproteção - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Secretariado - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Soldagem - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Industrial/Estruturas - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Projetista - 40 Horas |
Q4287455 Não definido

Texto I



Portugal no mundo



Na semana passada discuti o papel do nosso país no mundo, defendendo que é no multilateralismo que seremos capazes de proteger os nossos interesses e ocupar um lugar na política internacional. Mas o multilateralismo não é perfeito, pelo que as Nações Unidas propuseram o conceito da “diplomacia preventiva” em meados da década de 50 do século passado, que pode ser resumido por um popular “mais vale prevenir do que remediar”.


Segundo o Banco Mundial, a causa primeira das crises estará na incapacidade dos Estados em servirem às suas populações nos quadros do desenvolvimento e da boa governação. E se até 2015 não havia um entendimento comum sobre o que se desejava, a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável veio dar-lhe resposta. Ao estabelecer um conjunto de 17 objetivos, 169 metas e mais de 200 indicadores de avaliação partilhados por todos os Estados – desenvolvidos e em desenvolvimento de ambos os hemisférios – pela sociedade civil e pelo setor privado, as Nações Unidas construíram e aprovaram uma linguagem comum a todos, que poderá permitir avaliar e antecipar os desvios aos propósitos que foram aceites por todos, o que poderá legitimar a Comunidade Internacional a desenvolver os instrumentos necessários para a diplomacia preventiva. Não se trata de impor um modelo de organização social e política estranho aos diferentes destinatários, mas de recorrer a um quadro único e livremente adotado por todos os Estados da ONU para promover o crescimento económico, o desenvolvimento social, a sustentabilidade ambiental e a boa governança, de forma a evitar os conflitos e as crises humanitárias associadas.


De acordo com as Nações Unidas e o Banco Mundial, a passagem de um modelo de diplomacia reativa para um modelo de diplomacia preventiva implicaria uma alteração nos mecanismos utilizados, nomeadamente uma visão de curto, médio e longo prazo, um modelo flexível que envolva todos os níveis de governo e organizações da sociedade civil de forma integrada, proativa e percebida como legítima pelos seus destinatários.


Regressando a Portugal, será no quadro da diplomacia preventiva que poderemos reforçar o nosso posicionamento internacional, trabalhando com as organizações internacionais e com outros Estados da Comunidade Internacional na promoção e implementação dos mecanismos que, à luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, permitam promover o desenvolvimento sustentável e evitar os conflitos. Para tanto, teríamos de mobilizar os Estados, as organizações internacionais, as universidades e as ONG que defendem o multilateralismo para um diálogo estruturado sobre os objetivos, processos e resultados da “diplomacia preventiva”. Se os países nórdicos, que não têm a nossa tradição universalista, e a Comunidade de Santo Egídio, que não é um Estado, o fazem, não há razão para pensarmos que Portugal não o poderá fazer.


Para cumprir, a proposta de desenvolvimento e paz do multilateralismo, teremos de ultrapassar as suas imperfeições e não nos limitarmos a tentar corrigir o que já se perdeu. Portugal, no quadro de uma legitimidade internacional partilhada, poderá dar um contributo relevante na procura dos mecanismos necessários para a construção e a implementação da “diplomacia preventiva”, reforçando assim o nosso papel no mundo.


Bernardo Ivo Cruz
Adaptado de: Diário de Notícias (Lisboa), 12/2/2022.
O pronome destacado retoma não um elemento, mas uma ideia completa em:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: AMAZUL Provas: SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Assistente Administrativo - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Operador de Processos - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Engenharia Civil - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Instrumentação e Controle - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico/Tubulação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Edificações - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletricidade/Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrônica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Instrumentação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Mecânica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Química - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Radioproteção - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Secretariado - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Soldagem - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Industrial/Estruturas - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Projetista - 40 Horas |
Q4287454 Não definido

Texto I



Portugal no mundo



Na semana passada discuti o papel do nosso país no mundo, defendendo que é no multilateralismo que seremos capazes de proteger os nossos interesses e ocupar um lugar na política internacional. Mas o multilateralismo não é perfeito, pelo que as Nações Unidas propuseram o conceito da “diplomacia preventiva” em meados da década de 50 do século passado, que pode ser resumido por um popular “mais vale prevenir do que remediar”.


Segundo o Banco Mundial, a causa primeira das crises estará na incapacidade dos Estados em servirem às suas populações nos quadros do desenvolvimento e da boa governação. E se até 2015 não havia um entendimento comum sobre o que se desejava, a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável veio dar-lhe resposta. Ao estabelecer um conjunto de 17 objetivos, 169 metas e mais de 200 indicadores de avaliação partilhados por todos os Estados – desenvolvidos e em desenvolvimento de ambos os hemisférios – pela sociedade civil e pelo setor privado, as Nações Unidas construíram e aprovaram uma linguagem comum a todos, que poderá permitir avaliar e antecipar os desvios aos propósitos que foram aceites por todos, o que poderá legitimar a Comunidade Internacional a desenvolver os instrumentos necessários para a diplomacia preventiva. Não se trata de impor um modelo de organização social e política estranho aos diferentes destinatários, mas de recorrer a um quadro único e livremente adotado por todos os Estados da ONU para promover o crescimento económico, o desenvolvimento social, a sustentabilidade ambiental e a boa governança, de forma a evitar os conflitos e as crises humanitárias associadas.


De acordo com as Nações Unidas e o Banco Mundial, a passagem de um modelo de diplomacia reativa para um modelo de diplomacia preventiva implicaria uma alteração nos mecanismos utilizados, nomeadamente uma visão de curto, médio e longo prazo, um modelo flexível que envolva todos os níveis de governo e organizações da sociedade civil de forma integrada, proativa e percebida como legítima pelos seus destinatários.


Regressando a Portugal, será no quadro da diplomacia preventiva que poderemos reforçar o nosso posicionamento internacional, trabalhando com as organizações internacionais e com outros Estados da Comunidade Internacional na promoção e implementação dos mecanismos que, à luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, permitam promover o desenvolvimento sustentável e evitar os conflitos. Para tanto, teríamos de mobilizar os Estados, as organizações internacionais, as universidades e as ONG que defendem o multilateralismo para um diálogo estruturado sobre os objetivos, processos e resultados da “diplomacia preventiva”. Se os países nórdicos, que não têm a nossa tradição universalista, e a Comunidade de Santo Egídio, que não é um Estado, o fazem, não há razão para pensarmos que Portugal não o poderá fazer.


Para cumprir, a proposta de desenvolvimento e paz do multilateralismo, teremos de ultrapassar as suas imperfeições e não nos limitarmos a tentar corrigir o que já se perdeu. Portugal, no quadro de uma legitimidade internacional partilhada, poderá dar um contributo relevante na procura dos mecanismos necessários para a construção e a implementação da “diplomacia preventiva”, reforçando assim o nosso papel no mundo.


Bernardo Ivo Cruz
Adaptado de: Diário de Notícias (Lisboa), 12/2/2022.
"envolva todos os níveis de governo e organizações da sociedade civil de forma integrada, proativa e percebida como legítima pelos seus destinatários." (3o parágrafo)
No trecho, a palavra "como" pode ser substituída, mantendo o sentido global da frase, por:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: AMAZUL Provas: SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Assistente Administrativo - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Operador de Processos - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Engenharia Civil - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Instrumentação e Controle - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico/Tubulação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Edificações - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletricidade/Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrônica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Instrumentação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Mecânica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Química - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Radioproteção - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Secretariado - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Soldagem - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Industrial/Estruturas - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Projetista - 40 Horas |
Q4287453 Não definido

Texto I



Portugal no mundo



Na semana passada discuti o papel do nosso país no mundo, defendendo que é no multilateralismo que seremos capazes de proteger os nossos interesses e ocupar um lugar na política internacional. Mas o multilateralismo não é perfeito, pelo que as Nações Unidas propuseram o conceito da “diplomacia preventiva” em meados da década de 50 do século passado, que pode ser resumido por um popular “mais vale prevenir do que remediar”.


Segundo o Banco Mundial, a causa primeira das crises estará na incapacidade dos Estados em servirem às suas populações nos quadros do desenvolvimento e da boa governação. E se até 2015 não havia um entendimento comum sobre o que se desejava, a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável veio dar-lhe resposta. Ao estabelecer um conjunto de 17 objetivos, 169 metas e mais de 200 indicadores de avaliação partilhados por todos os Estados – desenvolvidos e em desenvolvimento de ambos os hemisférios – pela sociedade civil e pelo setor privado, as Nações Unidas construíram e aprovaram uma linguagem comum a todos, que poderá permitir avaliar e antecipar os desvios aos propósitos que foram aceites por todos, o que poderá legitimar a Comunidade Internacional a desenvolver os instrumentos necessários para a diplomacia preventiva. Não se trata de impor um modelo de organização social e política estranho aos diferentes destinatários, mas de recorrer a um quadro único e livremente adotado por todos os Estados da ONU para promover o crescimento económico, o desenvolvimento social, a sustentabilidade ambiental e a boa governança, de forma a evitar os conflitos e as crises humanitárias associadas.


De acordo com as Nações Unidas e o Banco Mundial, a passagem de um modelo de diplomacia reativa para um modelo de diplomacia preventiva implicaria uma alteração nos mecanismos utilizados, nomeadamente uma visão de curto, médio e longo prazo, um modelo flexível que envolva todos os níveis de governo e organizações da sociedade civil de forma integrada, proativa e percebida como legítima pelos seus destinatários.


Regressando a Portugal, será no quadro da diplomacia preventiva que poderemos reforçar o nosso posicionamento internacional, trabalhando com as organizações internacionais e com outros Estados da Comunidade Internacional na promoção e implementação dos mecanismos que, à luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, permitam promover o desenvolvimento sustentável e evitar os conflitos. Para tanto, teríamos de mobilizar os Estados, as organizações internacionais, as universidades e as ONG que defendem o multilateralismo para um diálogo estruturado sobre os objetivos, processos e resultados da “diplomacia preventiva”. Se os países nórdicos, que não têm a nossa tradição universalista, e a Comunidade de Santo Egídio, que não é um Estado, o fazem, não há razão para pensarmos que Portugal não o poderá fazer.


Para cumprir, a proposta de desenvolvimento e paz do multilateralismo, teremos de ultrapassar as suas imperfeições e não nos limitarmos a tentar corrigir o que já se perdeu. Portugal, no quadro de uma legitimidade internacional partilhada, poderá dar um contributo relevante na procura dos mecanismos necessários para a construção e a implementação da “diplomacia preventiva”, reforçando assim o nosso papel no mundo.


Bernardo Ivo Cruz
Adaptado de: Diário de Notícias (Lisboa), 12/2/2022.
O trecho “o que poderá legitimar a Comunidade Internacional a desenvolver os instrumentos necessários” (2º parágrafo) assume, no contexto da frase, o valor de:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: AMAZUL Provas: SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Assistente Administrativo - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Operador de Processos - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Engenharia Civil - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Instrumentação e Controle - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico/Tubulação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Edificações - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletricidade/Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrônica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Instrumentação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Mecânica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Química - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Radioproteção - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Secretariado - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Soldagem - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Industrial/Estruturas - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Projetista - 40 Horas |
Q4287452 Não definido

Texto I



Portugal no mundo



Na semana passada discuti o papel do nosso país no mundo, defendendo que é no multilateralismo que seremos capazes de proteger os nossos interesses e ocupar um lugar na política internacional. Mas o multilateralismo não é perfeito, pelo que as Nações Unidas propuseram o conceito da “diplomacia preventiva” em meados da década de 50 do século passado, que pode ser resumido por um popular “mais vale prevenir do que remediar”.


Segundo o Banco Mundial, a causa primeira das crises estará na incapacidade dos Estados em servirem às suas populações nos quadros do desenvolvimento e da boa governação. E se até 2015 não havia um entendimento comum sobre o que se desejava, a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável veio dar-lhe resposta. Ao estabelecer um conjunto de 17 objetivos, 169 metas e mais de 200 indicadores de avaliação partilhados por todos os Estados – desenvolvidos e em desenvolvimento de ambos os hemisférios – pela sociedade civil e pelo setor privado, as Nações Unidas construíram e aprovaram uma linguagem comum a todos, que poderá permitir avaliar e antecipar os desvios aos propósitos que foram aceites por todos, o que poderá legitimar a Comunidade Internacional a desenvolver os instrumentos necessários para a diplomacia preventiva. Não se trata de impor um modelo de organização social e política estranho aos diferentes destinatários, mas de recorrer a um quadro único e livremente adotado por todos os Estados da ONU para promover o crescimento económico, o desenvolvimento social, a sustentabilidade ambiental e a boa governança, de forma a evitar os conflitos e as crises humanitárias associadas.


De acordo com as Nações Unidas e o Banco Mundial, a passagem de um modelo de diplomacia reativa para um modelo de diplomacia preventiva implicaria uma alteração nos mecanismos utilizados, nomeadamente uma visão de curto, médio e longo prazo, um modelo flexível que envolva todos os níveis de governo e organizações da sociedade civil de forma integrada, proativa e percebida como legítima pelos seus destinatários.


Regressando a Portugal, será no quadro da diplomacia preventiva que poderemos reforçar o nosso posicionamento internacional, trabalhando com as organizações internacionais e com outros Estados da Comunidade Internacional na promoção e implementação dos mecanismos que, à luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, permitam promover o desenvolvimento sustentável e evitar os conflitos. Para tanto, teríamos de mobilizar os Estados, as organizações internacionais, as universidades e as ONG que defendem o multilateralismo para um diálogo estruturado sobre os objetivos, processos e resultados da “diplomacia preventiva”. Se os países nórdicos, que não têm a nossa tradição universalista, e a Comunidade de Santo Egídio, que não é um Estado, o fazem, não há razão para pensarmos que Portugal não o poderá fazer.


Para cumprir, a proposta de desenvolvimento e paz do multilateralismo, teremos de ultrapassar as suas imperfeições e não nos limitarmos a tentar corrigir o que já se perdeu. Portugal, no quadro de uma legitimidade internacional partilhada, poderá dar um contributo relevante na procura dos mecanismos necessários para a construção e a implementação da “diplomacia preventiva”, reforçando assim o nosso papel no mundo.


Bernardo Ivo Cruz
Adaptado de: Diário de Notícias (Lisboa), 12/2/2022.
"Mas o multilateralismo não é perfeito, pelo que as Nações Unidas propuseram o conceito da 'diplomacia preventiva' em meados da década de 50 do século passado" (1o parágrafo).
A relação de sentido estabelecida entre as partes da frase pode ser explicitada, acrescentando, após a vírgula, a seguinte palavra:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: AMAZUL Provas: SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Assistente Administrativo - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Operador de Processos - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Engenharia Civil - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Instrumentação e Controle - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico/Tubulação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Edificações - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletricidade/Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrônica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Instrumentação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Mecânica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Química - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Radioproteção - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Secretariado - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Soldagem - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Industrial/Estruturas - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Projetista - 40 Horas |
Q4287451 Não definido

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Portugal no mundo



Na semana passada discuti o papel do nosso país no mundo, defendendo que é no multilateralismo que seremos capazes de proteger os nossos interesses e ocupar um lugar na política internacional. Mas o multilateralismo não é perfeito, pelo que as Nações Unidas propuseram o conceito da “diplomacia preventiva” em meados da década de 50 do século passado, que pode ser resumido por um popular “mais vale prevenir do que remediar”.


Segundo o Banco Mundial, a causa primeira das crises estará na incapacidade dos Estados em servirem às suas populações nos quadros do desenvolvimento e da boa governação. E se até 2015 não havia um entendimento comum sobre o que se desejava, a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável veio dar-lhe resposta. Ao estabelecer um conjunto de 17 objetivos, 169 metas e mais de 200 indicadores de avaliação partilhados por todos os Estados – desenvolvidos e em desenvolvimento de ambos os hemisférios – pela sociedade civil e pelo setor privado, as Nações Unidas construíram e aprovaram uma linguagem comum a todos, que poderá permitir avaliar e antecipar os desvios aos propósitos que foram aceites por todos, o que poderá legitimar a Comunidade Internacional a desenvolver os instrumentos necessários para a diplomacia preventiva. Não se trata de impor um modelo de organização social e política estranho aos diferentes destinatários, mas de recorrer a um quadro único e livremente adotado por todos os Estados da ONU para promover o crescimento económico, o desenvolvimento social, a sustentabilidade ambiental e a boa governança, de forma a evitar os conflitos e as crises humanitárias associadas.


De acordo com as Nações Unidas e o Banco Mundial, a passagem de um modelo de diplomacia reativa para um modelo de diplomacia preventiva implicaria uma alteração nos mecanismos utilizados, nomeadamente uma visão de curto, médio e longo prazo, um modelo flexível que envolva todos os níveis de governo e organizações da sociedade civil de forma integrada, proativa e percebida como legítima pelos seus destinatários.


Regressando a Portugal, será no quadro da diplomacia preventiva que poderemos reforçar o nosso posicionamento internacional, trabalhando com as organizações internacionais e com outros Estados da Comunidade Internacional na promoção e implementação dos mecanismos que, à luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, permitam promover o desenvolvimento sustentável e evitar os conflitos. Para tanto, teríamos de mobilizar os Estados, as organizações internacionais, as universidades e as ONG que defendem o multilateralismo para um diálogo estruturado sobre os objetivos, processos e resultados da “diplomacia preventiva”. Se os países nórdicos, que não têm a nossa tradição universalista, e a Comunidade de Santo Egídio, que não é um Estado, o fazem, não há razão para pensarmos que Portugal não o poderá fazer.


Para cumprir, a proposta de desenvolvimento e paz do multilateralismo, teremos de ultrapassar as suas imperfeições e não nos limitarmos a tentar corrigir o que já se perdeu. Portugal, no quadro de uma legitimidade internacional partilhada, poderá dar um contributo relevante na procura dos mecanismos necessários para a construção e a implementação da “diplomacia preventiva”, reforçando assim o nosso papel no mundo.


Bernardo Ivo Cruz
Adaptado de: Diário de Notícias (Lisboa), 12/2/2022.
Em “Ao estabelecer um conjunto de 17 objetivos, 169 metas e mais de 200 indicadores de avaliação partilhados por todos os Estados” (2º parágrafo), a preposição “a”, na combinação “ao”, assume o valor de:
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Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: AMAZUL Provas: SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Assistente Administrativo - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Operador de Processos - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Engenharia Civil - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Instrumentação e Controle - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico/Tubulação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Edificações - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletricidade/Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrônica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Instrumentação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Mecânica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Química - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Radioproteção - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Secretariado - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Soldagem - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Industrial/Estruturas - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Projetista - 40 Horas |
Q4287450 Não definido

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Portugal no mundo



Na semana passada discuti o papel do nosso país no mundo, defendendo que é no multilateralismo que seremos capazes de proteger os nossos interesses e ocupar um lugar na política internacional. Mas o multilateralismo não é perfeito, pelo que as Nações Unidas propuseram o conceito da “diplomacia preventiva” em meados da década de 50 do século passado, que pode ser resumido por um popular “mais vale prevenir do que remediar”.


Segundo o Banco Mundial, a causa primeira das crises estará na incapacidade dos Estados em servirem às suas populações nos quadros do desenvolvimento e da boa governação. E se até 2015 não havia um entendimento comum sobre o que se desejava, a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável veio dar-lhe resposta. Ao estabelecer um conjunto de 17 objetivos, 169 metas e mais de 200 indicadores de avaliação partilhados por todos os Estados – desenvolvidos e em desenvolvimento de ambos os hemisférios – pela sociedade civil e pelo setor privado, as Nações Unidas construíram e aprovaram uma linguagem comum a todos, que poderá permitir avaliar e antecipar os desvios aos propósitos que foram aceites por todos, o que poderá legitimar a Comunidade Internacional a desenvolver os instrumentos necessários para a diplomacia preventiva. Não se trata de impor um modelo de organização social e política estranho aos diferentes destinatários, mas de recorrer a um quadro único e livremente adotado por todos os Estados da ONU para promover o crescimento económico, o desenvolvimento social, a sustentabilidade ambiental e a boa governança, de forma a evitar os conflitos e as crises humanitárias associadas.


De acordo com as Nações Unidas e o Banco Mundial, a passagem de um modelo de diplomacia reativa para um modelo de diplomacia preventiva implicaria uma alteração nos mecanismos utilizados, nomeadamente uma visão de curto, médio e longo prazo, um modelo flexível que envolva todos os níveis de governo e organizações da sociedade civil de forma integrada, proativa e percebida como legítima pelos seus destinatários.


Regressando a Portugal, será no quadro da diplomacia preventiva que poderemos reforçar o nosso posicionamento internacional, trabalhando com as organizações internacionais e com outros Estados da Comunidade Internacional na promoção e implementação dos mecanismos que, à luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, permitam promover o desenvolvimento sustentável e evitar os conflitos. Para tanto, teríamos de mobilizar os Estados, as organizações internacionais, as universidades e as ONG que defendem o multilateralismo para um diálogo estruturado sobre os objetivos, processos e resultados da “diplomacia preventiva”. Se os países nórdicos, que não têm a nossa tradição universalista, e a Comunidade de Santo Egídio, que não é um Estado, o fazem, não há razão para pensarmos que Portugal não o poderá fazer.


Para cumprir, a proposta de desenvolvimento e paz do multilateralismo, teremos de ultrapassar as suas imperfeições e não nos limitarmos a tentar corrigir o que já se perdeu. Portugal, no quadro de uma legitimidade internacional partilhada, poderá dar um contributo relevante na procura dos mecanismos necessários para a construção e a implementação da “diplomacia preventiva”, reforçando assim o nosso papel no mundo.


Bernardo Ivo Cruz
Adaptado de: Diário de Notícias (Lisboa), 12/2/2022.
No segundo parágrafo, o comentário delimitado por travessões tem a função de:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: AMAZUL Provas: SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Assistente Administrativo - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Operador de Processos - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Engenharia Civil - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Instrumentação e Controle - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico/Tubulação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Edificações - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletricidade/Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrônica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Instrumentação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Mecânica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Química - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Radioproteção - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Secretariado - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Soldagem - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Industrial/Estruturas - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Projetista - 40 Horas |
Q4287449 Não definido

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Portugal no mundo



Na semana passada discuti o papel do nosso país no mundo, defendendo que é no multilateralismo que seremos capazes de proteger os nossos interesses e ocupar um lugar na política internacional. Mas o multilateralismo não é perfeito, pelo que as Nações Unidas propuseram o conceito da “diplomacia preventiva” em meados da década de 50 do século passado, que pode ser resumido por um popular “mais vale prevenir do que remediar”.


Segundo o Banco Mundial, a causa primeira das crises estará na incapacidade dos Estados em servirem às suas populações nos quadros do desenvolvimento e da boa governação. E se até 2015 não havia um entendimento comum sobre o que se desejava, a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável veio dar-lhe resposta. Ao estabelecer um conjunto de 17 objetivos, 169 metas e mais de 200 indicadores de avaliação partilhados por todos os Estados – desenvolvidos e em desenvolvimento de ambos os hemisférios – pela sociedade civil e pelo setor privado, as Nações Unidas construíram e aprovaram uma linguagem comum a todos, que poderá permitir avaliar e antecipar os desvios aos propósitos que foram aceites por todos, o que poderá legitimar a Comunidade Internacional a desenvolver os instrumentos necessários para a diplomacia preventiva. Não se trata de impor um modelo de organização social e política estranho aos diferentes destinatários, mas de recorrer a um quadro único e livremente adotado por todos os Estados da ONU para promover o crescimento económico, o desenvolvimento social, a sustentabilidade ambiental e a boa governança, de forma a evitar os conflitos e as crises humanitárias associadas.


De acordo com as Nações Unidas e o Banco Mundial, a passagem de um modelo de diplomacia reativa para um modelo de diplomacia preventiva implicaria uma alteração nos mecanismos utilizados, nomeadamente uma visão de curto, médio e longo prazo, um modelo flexível que envolva todos os níveis de governo e organizações da sociedade civil de forma integrada, proativa e percebida como legítima pelos seus destinatários.


Regressando a Portugal, será no quadro da diplomacia preventiva que poderemos reforçar o nosso posicionamento internacional, trabalhando com as organizações internacionais e com outros Estados da Comunidade Internacional na promoção e implementação dos mecanismos que, à luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, permitam promover o desenvolvimento sustentável e evitar os conflitos. Para tanto, teríamos de mobilizar os Estados, as organizações internacionais, as universidades e as ONG que defendem o multilateralismo para um diálogo estruturado sobre os objetivos, processos e resultados da “diplomacia preventiva”. Se os países nórdicos, que não têm a nossa tradição universalista, e a Comunidade de Santo Egídio, que não é um Estado, o fazem, não há razão para pensarmos que Portugal não o poderá fazer.


Para cumprir, a proposta de desenvolvimento e paz do multilateralismo, teremos de ultrapassar as suas imperfeições e não nos limitarmos a tentar corrigir o que já se perdeu. Portugal, no quadro de uma legitimidade internacional partilhada, poderá dar um contributo relevante na procura dos mecanismos necessários para a construção e a implementação da “diplomacia preventiva”, reforçando assim o nosso papel no mundo.


Bernardo Ivo Cruz
Adaptado de: Diário de Notícias (Lisboa), 12/2/2022.
No primeiro parágrafo, a relação estabelecida entre as duas frases pode ser descrita, respectivamente, por:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: AMAZUL Provas: SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Assistente Administrativo - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Operador de Processos - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Engenharia Civil - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Instrumentação e Controle - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico/Tubulação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Edificações - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletricidade/Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrônica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Instrumentação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Mecânica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Química - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Radioproteção - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Secretariado - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Soldagem - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Industrial/Estruturas - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Projetista - 40 Horas |
Q4287448 Não definido

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Na semana passada discuti o papel do nosso país no mundo, defendendo que é no multilateralismo que seremos capazes de proteger os nossos interesses e ocupar um lugar na política internacional. Mas o multilateralismo não é perfeito, pelo que as Nações Unidas propuseram o conceito da “diplomacia preventiva” em meados da década de 50 do século passado, que pode ser resumido por um popular “mais vale prevenir do que remediar”.


Segundo o Banco Mundial, a causa primeira das crises estará na incapacidade dos Estados em servirem às suas populações nos quadros do desenvolvimento e da boa governação. E se até 2015 não havia um entendimento comum sobre o que se desejava, a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável veio dar-lhe resposta. Ao estabelecer um conjunto de 17 objetivos, 169 metas e mais de 200 indicadores de avaliação partilhados por todos os Estados – desenvolvidos e em desenvolvimento de ambos os hemisférios – pela sociedade civil e pelo setor privado, as Nações Unidas construíram e aprovaram uma linguagem comum a todos, que poderá permitir avaliar e antecipar os desvios aos propósitos que foram aceites por todos, o que poderá legitimar a Comunidade Internacional a desenvolver os instrumentos necessários para a diplomacia preventiva. Não se trata de impor um modelo de organização social e política estranho aos diferentes destinatários, mas de recorrer a um quadro único e livremente adotado por todos os Estados da ONU para promover o crescimento económico, o desenvolvimento social, a sustentabilidade ambiental e a boa governança, de forma a evitar os conflitos e as crises humanitárias associadas.


De acordo com as Nações Unidas e o Banco Mundial, a passagem de um modelo de diplomacia reativa para um modelo de diplomacia preventiva implicaria uma alteração nos mecanismos utilizados, nomeadamente uma visão de curto, médio e longo prazo, um modelo flexível que envolva todos os níveis de governo e organizações da sociedade civil de forma integrada, proativa e percebida como legítima pelos seus destinatários.


Regressando a Portugal, será no quadro da diplomacia preventiva que poderemos reforçar o nosso posicionamento internacional, trabalhando com as organizações internacionais e com outros Estados da Comunidade Internacional na promoção e implementação dos mecanismos que, à luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, permitam promover o desenvolvimento sustentável e evitar os conflitos. Para tanto, teríamos de mobilizar os Estados, as organizações internacionais, as universidades e as ONG que defendem o multilateralismo para um diálogo estruturado sobre os objetivos, processos e resultados da “diplomacia preventiva”. Se os países nórdicos, que não têm a nossa tradição universalista, e a Comunidade de Santo Egídio, que não é um Estado, o fazem, não há razão para pensarmos que Portugal não o poderá fazer.


Para cumprir, a proposta de desenvolvimento e paz do multilateralismo, teremos de ultrapassar as suas imperfeições e não nos limitarmos a tentar corrigir o que já se perdeu. Portugal, no quadro de uma legitimidade internacional partilhada, poderá dar um contributo relevante na procura dos mecanismos necessários para a construção e a implementação da “diplomacia preventiva”, reforçando assim o nosso papel no mundo.


Bernardo Ivo Cruz
Adaptado de: Diário de Notícias (Lisboa), 12/2/2022.
O modelo de diplomacia discutido no texto tem, entre outros propósitos, o de:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: SELECON Órgão: AMAZUL Provas: SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Assistente Administrativo - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Operador de Processos - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Engenharia Civil - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista de Instrumentação e Controle - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico/Tubulação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Projetista Mecânico - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Edificações - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletricidade/Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrônica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Instrumentação - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Mecânica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Química - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Radioproteção - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Secretariado - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Soldagem - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico de Eletrotécnica - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Industrial/Estruturas - 40 Horas | SELECON - 2022 - AMAZUL - Técnico em Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear e Defesa - Técnico Projetista - 40 Horas |
Q4287447 Não definido

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Portugal no mundo



Na semana passada discuti o papel do nosso país no mundo, defendendo que é no multilateralismo que seremos capazes de proteger os nossos interesses e ocupar um lugar na política internacional. Mas o multilateralismo não é perfeito, pelo que as Nações Unidas propuseram o conceito da “diplomacia preventiva” em meados da década de 50 do século passado, que pode ser resumido por um popular “mais vale prevenir do que remediar”.


Segundo o Banco Mundial, a causa primeira das crises estará na incapacidade dos Estados em servirem às suas populações nos quadros do desenvolvimento e da boa governação. E se até 2015 não havia um entendimento comum sobre o que se desejava, a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável veio dar-lhe resposta. Ao estabelecer um conjunto de 17 objetivos, 169 metas e mais de 200 indicadores de avaliação partilhados por todos os Estados – desenvolvidos e em desenvolvimento de ambos os hemisférios – pela sociedade civil e pelo setor privado, as Nações Unidas construíram e aprovaram uma linguagem comum a todos, que poderá permitir avaliar e antecipar os desvios aos propósitos que foram aceites por todos, o que poderá legitimar a Comunidade Internacional a desenvolver os instrumentos necessários para a diplomacia preventiva. Não se trata de impor um modelo de organização social e política estranho aos diferentes destinatários, mas de recorrer a um quadro único e livremente adotado por todos os Estados da ONU para promover o crescimento económico, o desenvolvimento social, a sustentabilidade ambiental e a boa governança, de forma a evitar os conflitos e as crises humanitárias associadas.


De acordo com as Nações Unidas e o Banco Mundial, a passagem de um modelo de diplomacia reativa para um modelo de diplomacia preventiva implicaria uma alteração nos mecanismos utilizados, nomeadamente uma visão de curto, médio e longo prazo, um modelo flexível que envolva todos os níveis de governo e organizações da sociedade civil de forma integrada, proativa e percebida como legítima pelos seus destinatários.


Regressando a Portugal, será no quadro da diplomacia preventiva que poderemos reforçar o nosso posicionamento internacional, trabalhando com as organizações internacionais e com outros Estados da Comunidade Internacional na promoção e implementação dos mecanismos que, à luz dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, permitam promover o desenvolvimento sustentável e evitar os conflitos. Para tanto, teríamos de mobilizar os Estados, as organizações internacionais, as universidades e as ONG que defendem o multilateralismo para um diálogo estruturado sobre os objetivos, processos e resultados da “diplomacia preventiva”. Se os países nórdicos, que não têm a nossa tradição universalista, e a Comunidade de Santo Egídio, que não é um Estado, o fazem, não há razão para pensarmos que Portugal não o poderá fazer.


Para cumprir, a proposta de desenvolvimento e paz do multilateralismo, teremos de ultrapassar as suas imperfeições e não nos limitarmos a tentar corrigir o que já se perdeu. Portugal, no quadro de uma legitimidade internacional partilhada, poderá dar um contributo relevante na procura dos mecanismos necessários para a construção e a implementação da “diplomacia preventiva”, reforçando assim o nosso papel no mundo.


Bernardo Ivo Cruz
Adaptado de: Diário de Notícias (Lisboa), 12/2/2022.
De acordo com o texto, a principal motivação para a emergência de uma crise reside em:
Alternativas
Q4287396 Não definido

As características da disortografia estão presentes no quadro da dislexia. Na dislexia também há um déficit no sistema fonológico - presente na disortografia -, caracterizado por dificuldades na conversão grafema-fonema, ocasionando leitura e escrita lenta, confusão entre palavras similares e prejuízos na compreensão da leitura e escrita.


Nesse contexto, todavia, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q4287395 Não definido

As avaliações da aprendizagem são coordenadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep.


Nesse contexto, como é chamada a avaliação diagnóstica do nível de alfabetização das crianças matriculadas no segundo ano de escolarização das escolas públicas brasileiras? 

Alternativas
Q4287394 Não definido

As tendências pedagógicas representam um conjunto de pensamentos e teorias educacionais que discorrem sobre como educação é compartilhada. Existem dois modelos: o liberal e o progressista.


Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q4287393 Não definido
A dimensão biológica do processo de aprendizagem refere-se ao organismo, suas especificidades e a possibilidade de aprendizagem e construção de esquemas de ação sobre o mundo, bem como instrumentalidade para agir sobre ele. Sobre este aspecto, Piaget aponta a existência de duas funções que são comuns à vida e ao conhecimento:
Alternativas
Q4287392 Não definido

Tendo em vista os eixos estruturantes das práticas pedagógicas e as competências gerais da Educação Básica propostas pela BNCC, seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento asseguram, na Educação Infantil, as condições para que as crianças aprendam.


Assinale a alternativa que apresenta esses seis direitos de aprendizagem e desenvolvimento:

Alternativas
Q4287391 Não definido

Na educação infantil, "as práticas pedagógicas que compõem a proposta Curricular da Educação Infantil devem ter como eixos norteadores que são fundamentais para o desenvolvimento dos bebês e das crianças e proporcionam experiências nas quais as crianças constroem e se apropriam de conhecimentos que permitem diversas aprendizagens e desenvolvimento.


Assinale a alternativa que apresenta corretamente esses eixos.

Alternativas
Q4287390 Não definido

Aprender a ler é um marco na vida das crianças. No entanto, existem vários métodos de alfabetização e se torna necessário conhecer cada um deles para entender qual contempla as melhores ferramentas para ensinar os alunos a ler e escrever.


https://institutoneurosaber.com.br/quais-sao-os-metodos-de-alfabetizacao/


A Política Nacional de Alfabetização (PNA), no Brasil, não explicita um método de alfabetização, ainda que os pilares expostos se aproximem do método que ensina as crianças a manipular os sons das palavras e combiná-los com letras para desenvolver a habilidade de decodificação.



Esse método é o:

Alternativas
Q4287389 Não definido
A Lei nº 10.436/02 reconhece a Língua Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão, determinando que sejam garantidas formas institucionalizadas de apoiar seu uso e difusão, bem como a inclusão da disciplina de Libras como parte integrante do currículo nos seguintes cursos:
Alternativas
Q4287388 Não definido
A Educação Infantil é o momento de inserção da criança no universo escolar, local que tem a função de acolher as crianças em suas necessidades individuais e ao mesmo tempo inseri-las no coletivo. Vygotsky (1986) (1989) defende que a interação social é um processo que se dá a partir e por meio de indivíduos com modos histórico e culturalmente determinados de agir, pensar e sentir, sendo portanto:
Alternativas
Respostas
3901: C
3902: D
3903: C
3904: D
3905: A
3906: A
3907: B
3908: C
3909: C
3910: B
3911: D
3912: C
3913: C
3914: A
3915: B
3916: D
3917: C
3918: B
3919: A
3920: A