Questões de Concurso
Sobre termos especiais em música
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I. A divisão tradicional das vozes em soprano, contralto, tenor e baixo (SATB) é fundamental para a criação de harmonias equilibradas e permite uma melhor distribuição das partes musicais.
II. A quantidade de cantores em cada seção vocal deve ser igual para garantir o equilíbrio sonoro do coro, independentemente da qualidade vocal de seus integrantes.
III. A função do regente é exclusiva para a direção musical, enquanto a liderança das seções é desnecessária, pois o regente deve supervisionar todas as partes igualmente.
IV. O planejamento de ensaios deve contemplar objetivos claros e progressivos, incluindo aquecimento vocal, técnica, leitura de partituras e trabalho do repertório, para o desenvolvimento técnico e artístico do coro.
Assinale a alternativa CORRETA:
(Bennet, 1989. Adaptado)
A essa particularidade do som se dá o nome de
Durante uma aula de educação musical, a professora apresentou aos alunos gravações do mesmo trecho musical executado por um violino, uma flauta e um piano, todos tocando exatamente as mesmas notas na mesma altura e intensidade. Ao final, questionou os alunos sobre o que tornava possível distinguir os instrumentos uns dos outros, mesmo que os parâmetros melódicos e rítmicos fossem idênticos. Diante desse cenário, é correto afirmar que a característica responsável por essa distinção sonora é:
O autor do conceito de paisagem sonora é
Considerando as possibilidades do fazer musical, Keith Swanwick (1979) as enumerou e as organizou em uma sigla que pode nos auxiliar a identificar se estamos conseguindo contemplar todos esses fazeres ou ainda privilegiando um dentre os demais.
As três principais formas do fazer musical, destacadas por Swanwick (1979), são
“O que é elementar? Elementar, em latim elementarius, quer dizer 'pertencente aos elementos, primeira matéria, primeiro princípio, relacionado ao princípio'. Prosseguindo, o que é música elementar? Música elementar jamais será unicamente música [...]” (ORFF apud BONA, p.140).
BONA, Melita. Carl Orff: Um compos itor em cena. In: MATEIRO, Teresa. ILARI, Beatriz (Org.). Pedagogias em educação musical. Curitiba: InterSaberes , 2012
Na abordagem Orff-Schulwerk, a música elementar compreende
'Eraumavezumapessoa queouviamuitobem/.../ Onossojogoacabou/.../ossons sempre maneiro'
Muito embora a realização desta atividade lúdica persiga resultados inventivos e musicais, ela não tem necessariamente uma finalidade artística. É um processo performático em tempo real, que demanda equilíbrio particular entre os aspectos didático, educativo, criativo e interpretativo, de acordo com o momento de trabalho ao longo do processo de aprendizagem.”
KATER, Carlos . Eraumavez : umapes soaqueouv iamuitobem (liv ro de apoio). São Paulo: Mus ca editora, 2011, p.6.
Sobre essa proposta de Carlos Kater, para a aplicação de sua obra “Eraumavez: umapessoaqueouviamuitobem”, podemos dizer que:
LOUREIRO, Maris tela. TATIT, Ana. Brincadeiras Cantadas de cá e de lá. São Paulo: Editora Melhoramentos , 2013, p. 64-65
Pensando em desenvolvê-la em sala de aula e considerando contemplar de maneira ampla a perspectiva dos fazeres musicais propostos por Keith Swanwick (C(L)A(S)P,) podemos dizer que seria mais interessante
SOUZA, J .; FIALHO, V.; ARALDI, J . Hip hop: da rua para a es cola. 3. ed. Porto Alegre: Sulina, 2008. p. 26. Disponível em: https ://rev is tameb.abem.mus .br/meb/artic le/v iew/115/37
Nesse depoimento, DJ Jota Pê destaca o poder da música e da letra da música. Muitas vezes os alunos trazem para a sala de aula músicas da sua vivência cotidiana nos seus grupos sociais (família, amigos etc.). Considerando as perspectivas contemporâneas de ensino da música, seria interessante