Questões de Concurso
Sobre suporte ventilatório mecânico em medicina
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I. Pacientes não cooperativos em insuficiência respiratória hipoxêmica grave.
II. Na manutenção de hipoxemia ou acidose, apesar de teste com ventilação mecânica não invasiva.
III. Pacientes hipoxêmicos com sinais de utilização de musculatura acessória.
IV. Pacientes em parada respiratória.
São indicações de ventilação invasiva em pacientes na exacerbação da doença pulmonar obstrutiva crônica:
( ) Em casos refratários ou mais severos, podemos utilizar o sulfato de magnésio endovenoso, 10 a 20 g a correr em 30 minutos.
( ) Para intubação em sequência rápida de pacientes asmáticos, tanto o propofol quanto a quetamina são as drogas de escolha devido ao seu efeito broncodilatador.
( ) Os β2–agonistas em infusão endovenosa apresentam melhor eficácia em relação ao seu uso por via de nebulização ou inalação com espaçador.
( ) A frequência respiratória elevada e o aumento do tempo inspiratório são priorizados nos parâmetros ventilatórios de um paciente asmático em ventilação mecânica.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I. A pré-oxigenação deve ser realizada por, no mínimo, 6 minutos antes da intubação, sendo parte fundamental dos 7 “Ps”.
II. Sempre deve ser realizado um hipnótico seguido de um bloqueador neuromuscular de ação rápida para ser considerado SRI.
III. A técnica de oxigenação apneica não é indicada para pré–oxigenação de pacientes obesos pelo risco de denitrogenação inadequada.
Quais estão corretas?
( ) Um dos objetivos do cuff é impedir a broncoaspiração de secreções provenientes da região orofaríngea.
( ) O cuff corretamente posicionado ajuda a prevenir infecções nas vias aéreas.
( ) Para verificar se o cuff está vedando adequadamente a traqueia, é preciso verificar se está causando isquemia, fator indicativo de pressão adequada do balonete
I. Altas pressões no balonete da canula podem gerar isquemia da mucosa traqueal, que está diretamente relacionada ao surgimento da estenose cicatricial.
II. Fatores que contribuem para surgimento de disfagia em pacientes traqueostomizados são a diminuição da elevação laríngea e compressão esofágica pelo balonete da cânula.
III. Posicionamento caudal do traqueostoma, alta pressão do balonete e excesso de movimentação da cânula podem ocasionar surgimento de fístula traqueo-arterial.
Ao ser chamado para avaliar o caso, o cirurgião torácico rapidamente estabelece a principal hipótese diagnóstica e desencadeia o procedimento confirmatório, que são, respectivamente: