Questões de Concurso Sobre suporte ventilatório mecânico em medicina

Foram encontradas 449 questões

Q4393269 Medicina

Um homem de 35 anos de idade é retirado pelos bombeiros de uma casa em chamas, onde permaneceu por cerca de 15 minutos em ambiente fechado. Na admissão, apresenta queimaduras de segundo grau na face, vibrissas nasais chamuscadas, escarro com fuligem, rouquidão e estridor inspiratório. A frequência respiratória é de 28 irpm, e a oximetria de pulso mostra saturação de 95% sob máscara com reservatório.



Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada.

Alternativas
Q4393243 Medicina
Um paciente de 27 anos, vítima de colisão de motocicleta contra anteparo fixo, foi atendido pelo serviço de atendimento pré-hospitalar e transportado ao pronto-socorro com colar cervical e em prancha rígida, sem evidências de sangramento externo ativo. À admissão, apresentava respiração ruidosa, com roncos, saturação de oxigênio de 89% em uso de máscara com reservatório, frequência cardíaca de 108 bpm, pressão arterial de 122 × 78 mmHg e pontuação de 8 na escala de coma de Glasgow. Ao exame físico, observou-se equimose periorbitária bilateral, sem deformidades faciais. Considerando esse caso clínico, assinale a alternativa que apresenta a conduta prioritária.
Alternativas
Q4389623 Medicina
Homem, 69 anos, tabagista de 60 anos-maço, com diagnóstico de DPOC, procura o pronto-socorro por piora progressiva da dispneia, aumento do volume e da purulência do escarro há três dias. Após broncodilatadores inalatórios, corticosteroide sistêmico e oxigenoterapia controlada, permanece dispneico.
Ao exame: consciente, orientado e cooperativo, PA: 138 × 82 mmHg, FC: 104 bpm, FR: 30 irpm, SpO2 : 90% com máscara de Venturi a 28%. Apresenta uso de musculatura acessória e sibilos difusos, sem instabilidade hemodinâmica.
Gasometria arterial: pH: 7,29 PaCO2 : 68 mmHg PaO2 : 61 mmHg HCO3 – : 31 mEq/L

A intervenção mais apropriada neste momento é
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Q4352880 Medicina
Mulher de 55 anos é admitida na unidade de terapia intensiva após sofrer uma parada cardiorrespiratória presenciada, sendo submetida à desfibrilação com sucesso. O eletrocardiograma pós-desfibrilação demonstra supradesnivelamento de segmento ST em parede anterior. Ela é então submetida à intervenção coronária percutânea primária com implante de stent farmacológico na artéria coronária descendente anterior. À admissão na UTI: pressão arterial: 92 x 57 mmHg (PAM: 69 mmHg); frequência cardíaca: 88 bpm; temperatura central: 36 ºC; ela encontra-se intubada e em ventilação mecânica, com fração inspirada de oxigênio de 60%, volume corrente de 6 mL/kg de peso corporal ideal, frequência respiratória de 18 irpm e pressão positiva ao final da expiração de 5 cmH₂O; cardíaco: sem alterações; pulmonar: sem sibilos ou estertores; as extremidades estão frias, sem edema e com tempo de enchimento capilar normal. A gasometria arterial revela: pH: 7,45; PO₂: 62 mmHg; PCO₂: 45 mmHg; bicarbonato: 28 mEq/L; SatO₂: 90%.
Nesse momento, a conduta inicial de escolha é
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Q4352850 Medicina

Um homem de 38 anos, previamente hígido, é vítima de colisão automobilística de alta energia. Na admissão, encontra-se consciente, agitado, com frequência respiratória de 32 incursões por minuto, frequência cardíaca de 118 bpm, pressão arterial de 128 × 78 mmHg e saturação periférica de oxigênio de 88% em máscara com reservatório a 15 L/min. Ao exame físico, apresenta dor intensa à inspiração, redução da expansibilidade do hemitórax direito e movimento paradoxal de um segmento da parede torácica durante a respiração. A tomografia computadorizada demonstra fraturas segmentares de quatro arcos costais consecutivos à direita, com instabilidade do segmento anterior, associadas a contusão pulmonar ipsilateral, sem pneumotórax ou hemotórax significativo. Após analgesia multimodal inicial, o paciente permanece hipoxêmico, taquipneico e com aumento do trabalho respiratório, mas mantém nível de consciência adequado, tosse eficaz e capacidade de proteger a via aérea.


Considerando a fisiopatologia do tórax instável e as estratégias atuais para prevenção e tratamento das complicações respiratórias, a conduta mais adequada no momento é

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Q4352847 Medicina

Homem de 87 anos, vítima de trauma craniofacial contuso por espancamento, chega inconsciente ao pronto-socorro, hemodinamicamente estável, com Escala de Coma de Glasgow igual a 8.


Considerando a avaliação primária do trauma pelo protocolo ABCDE, qual deve ser a prioridade da equipe?

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Q4352669 Medicina

Homem de 68 anos é admitido no departamento de emergência por insuficiência respiratória aguda hipoxêmica e rebaixamento do nível de consciência. O histórico é relevante para doença pulmonar obstrutiva crônica grave e insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada. Após falha da ventilação não invasiva, o paciente é intubado, acoplado à ventilação mecânica e sedado em infusão contínua com propofol e fentanila. Hemoculturas são coletadas e iniciada antibioticoterapia empírica com piperacilina-tazobactam e claritromicina. Ele evolui com instabilidade hemodinâmica, sendo necessário suporte vasopressor com noradrenalina por acesso venoso periférico, até a passagem de cateter venoso central na veia jugular interna direita. Exames séricos iniciais: lactato de 4,5 mmol/L e creatinina de 2,1 mg/dL. O paciente aguarda tomografias de crânio e tórax e vaga na unidade de terapia intensiva. Ocorre a troca de turno médico na emergência, exigindo a transferência de cuidados para a equipe plantonista da noite. O médico que assume o plantão utiliza o método I-PASS (Illness severity, Patient summary, Action list, Situation awareness and contingency planning, Synthesis by receiver) para estruturar a passagem de plantão.


Considerando as recomendações das diretrizes de segurança do paciente para transições de cuidado e a aplicação clínica estruturada, nesse cenário específico, é correto afirmar:

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Q4351512 Medicina

Lactente de 4 meses, sexo masculino, previamente hígido, nascido a termo, dá entrada no pronto-socorro com desconforto respiratório progressivo há 2 dias. Apresenta: FR: 68 irpm, saturação de O₂: 89% em ar ambiente, tiragem subcostal e intercostal moderada, batimento de asa do nariz e gemência. À ausculta: sibilos difusos e crepitações bilaterais. Após lavagem nasal com SF 0,9% e aspiração de vias aéreas superiores não houve melhora. A radiografia de tórax mostra hiperinsuflação pulmonar bilateral sem consolidações. O paciente é colocado em cateter nasal de alto fluxo (CNAF) a 2 L/kg/min, com fração inspirada de O₂ (FiO₂) a 40%.


Sobre a fisiologia e a aplicação do CNAF na bronquiolite viral aguda em lactentes, assinale a alternativa correta.

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Q4351479 Medicina

Homem de 68 anos é admitido na unidade de terapia intensiva com quadro de pneumonia adquirida na comunidade grave que evolui para síndrome do desconforto respiratório agudo (ARDS). Ele está intubado, em ventilação mecânica no modo pressão controlada (PCV), com as seguintes configurações do ventilador e parâmetros do paciente: pressão inspiratória: 15 cmH₂O; PEEP: 10 cmH₂O; pressão de pico: 25 cmH₂O; frequência respiratória: 24 irpm; tempo inspiratório: 1,0 segundo; fração inspirada de oxigênio: 70%; volume corrente exalado: 380 mL (~5,5 mL/kg do peso ideal). A gasometria arterial após 1 hora (estável hemodinamicamente): pH: 7,31; PCO₂: 50 mmHg; PO₂: 58 mmHg; SatO₂: 88%. Apesar da sedação e do bloqueio neuromuscular adequados, a oxigenação do paciente permanece crítica, com risco de hipoxemia tecidual grave e falência de órgãos induzida por hipóxia.


Em relação à ventilação mecânica e a abordagens para melhorar a oxigenação do paciente, é correto afirmar:

Alternativas
Q4351474 Medicina

Homem de 31 anos procura o serviço de emergência com história de 5 dias de febre alta, calafrios, mialgia intensa com predomínio na região lombar, cefaleia e dor abdominal difusa. Há doze horas, evolui com o aparecimento de tosse seca e dispneia rapidamente progressiva. Ele não tem comorbidades e não há tabagismo, etilismo ou uso de medicamentos. Ele é engenheiro agrônomo, atuante no manejo e na limpeza de silos de armazenamento de grãos no interior do estado de São Paulo. Ao exame físico: apresenta-se taquipneico, hipotenso e hipoxêmico, necessitando de intubação orotraqueal. Os exames séricos iniciais mostram: leucocitose importante com desvio à esquerda, com presença de linfócitos reativos (imunoblastos) correspondendo a 13% da série linfoide; plaquetas: 38.000/mm³; hematócrito: 53%; ureia: 78 mg/dL; creatinina: 1,9 mg/dL; desidrogenase lática: 920 U/L; albumina sérica: 2,3 g/dL. A radiografia de tórax evidencia infiltrado interstício-alveolar bilateral difuso simétrico com área cardíaca normal.


Considerando a principal hipótese diagnóstica, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q4351472 Medicina

Mulher de 68 anos é admitida no departamento de emergência com quadro de febre alta, tosse produtiva e dispneia progressiva nos últimos três dias. O antecedente é relevante para miastenia grave, em acompanhamento ambulatorial irregular. Na sala de emergência, a paciente apresenta-se torporosa, com respiração paradoxal e uso franco de musculatura acessória; pressão arterial: 75 x 40 mmHg; frequência cardíaca: 132 bpm; frequência respiratória: 38 irpm; temperatura: 39,4 ºC; SatO₂ em ar ambiente: 82%; ausculta pulmonar: estertores crepitantes bilaterais grosseiros. Lactato arterial beira-leito é de 5,8 mmol/L (normal: até 2,0). A intubação orotraqueal é indicada.


Nessa circunstância, é correto afirmar:

Alternativas
Q4345040 Medicina
Paciente de 52 anos, em ventilação mecânica após intubação por estado de mal asmático, apresenta súbita hipotensão. Ventilador mostra aumento progressivo das pressões, e a curva de fluxo expiratório não retorna à linha de base antes do próximo ciclo. Ausculta revela sibilos difusos bilateralmente.

Qual intervenção é mais apropriada?
Alternativas
Q4345030 Medicina
Homem de 42 anos é retirado de incêndio em ambiente fechado. Apresenta queimaduras faciais, fuligem em cavidade oral, rouquidão progressiva e estridor. A melhor conduta é:
Alternativas
Q4345018 Medicina
Homem de 56 anos apresenta pneumonia grave e choque séptico. Encontra-se em noradrenalina 0,4 µg/kg/min, PA 92 × 55 mmHg, FC 125 bpm, SpO₂ 88% com máscara não reinalante e apresenta importante esforço respiratório. A equipe decide pela intubação orotraqueal.
Considerando o risco de colapso cardiovascular peri-intubação, a estratégia mais apropriada é:
Alternativas
Q4345017 Medicina
Mulher de 72 anos, portadora de DPOC, chega ao DE com exacerbação grave. Está consciente, cooperativa, FR 32 irpm, SpO₂ 86% em ar ambiente. Após oxigênio controlado, apresenta SpO₂ 91%. Gasometria: pH 7,25; PaCO₂ 72 mmHg; HCO₃⁻ 31 mEq/L. É iniciada VNI. Após 60 minutos, permanece consciente, FR 25 irpm, pH 7,30 e PaCO₂ 64 mmHg. A melhor conduta é:
Alternativas
Q4330551 Medicina
Na exacerbação aguda da DPOC com acidose respiratória hipercápnica, a principal indicação de ventilação não invasiva ocorre quando a gasometria arterial demonstra:
Alternativas
Q4330303 Medicina
Os melhores resultados para uma ventilação segura em pediatria serão alcançados:  
Alternativas
Q4330296 Medicina
Quais parâmetros sugerem o surgimento de síndrome compartimental no tratamento de gastrosquise? 
Alternativas
Q4316214 Medicina
Os pontos chaves em ventilaçāo mecânica na Síndrome do Desconforto Respiratório Adquirido (ARDS) grave, incluem os seguintes parâmetros ventilatórios fundamentais e terapias adjuvantes: 
Alternativas
Q4316211 Medicina
Na avaliação da severidade da apresentação da asma brônquica, são características que representam ameaça à vida: 
Alternativas
Respostas
1: A
2: C
3: A
4: B
5: C
6: A
7: E
8: C
9: D
10: D
11: A
12: C
13: D
14: B
15: C
16: B
17: D
18: B
19: A
20: D