Questões de Concurso
Sobre pneumologia em medicina
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( ) Os beta-agonistas de longa duração (p. ex., salmeterol) permanecem ativos por até 4 horas.
( ) Os corticoides inibem a inflamação das vias respiratórias, revertem a regulação para baixo do betareceptor e inibem a produção de citocina e a ativação da proteína de adesão.
( ) Os corticoides inaláveis não têm qualquer papel na agudização, mas são indicados para a supressão a longo prazo, controle e reversão da inflamação e dos sintomas.
( ) Os estabilizadores dos mastócitos inibem a liberação de histamina dos mastócitos, reduzem a hiperresponsividade das vias respiratórias e bloqueiam as respostas precoce e tardia aos alergênios.
Assinale a alternativa que contém a sequência correta.
I - Depois que a trombose venosa profunda se desenvolve, o coágulo pode se deslocar e se mover pelo sistema venoso e coração direito para se alojar nas artérias pulmonares, ocluindo parcial ou totalmente um ou mais vasos.
II - Pequenos êmbolos podem não ter nenhum efeito fisiológico agudo e muitos podem iniciar a lise imediatamente e desaparecer em horas ou dias.
III -A embolia pulmonar em sela descreve uma embolia que se aloja na bifurcação da artéria pulmonar principal e nas artérias pulmonares direita e esquerda.
IV-Os êmbolos em sela geralmente são, mas nem sempre, de risco alto ou intermediário.
Estão corretas as afirmativas:
O caso clínico hipotético contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
Mulher, 56 anos, tabagista 30 anos/maço, com tosse com expectoração esporádica e dispneia aos mínimos esforços há seis meses. Teve internação recente por descompensação do quadro. Realizou espirometria que detectou relação VEF1/CVF menor que 0,7 pós-broncodilatador e VEF 1 pós-broncodilatador de 20%. Realizou hemograma que detectou eosinófilos de 200.
Qual é a classificação de GOLD dessa paciente?
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as doenças às suas características.
Coluna 1
1. Tuberculose.
2. Rinite alérgica.
3. Bronquiolite viral aguda.
4. Bronquiectasia.
Coluna 2
( ) A tosse é caracterizada por ser persistente, com mais de 2 semanas de duração e com piora progressiva. Não há períodos de melhora ou melhora gradativa. Na ausculta pulmonar, podem ser ouvidos ruídos adventícios.
( ) A tosse surge 2 a 3 dias após o quadro inicial, associada a taquipneia leve, chegando a dispneia, gemência ou batimento de asa do nariz. Na ausculta respiratória, pode apresentar sibilos, estertores, aumento do tempo expiratório ou até mesmo ruído de transmissão da via aérea superior.
( ) Espirros em salva, prurido nasal intenso, coriza clara e abundante e obstrução nasal.
( ) Persistente produção de escarro, pneumonias frequentes, crepitantes na ausculta pulmonar.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O distúrbio que a paciente apresenta é:
O diagnóstico etiológico mais provável dessa complicação é:
Considerando esse fato, a melhor opção na abordagem da paciente é:
O resultado com melhor prognóstico para esse procedimento foi:
Tabagista de 40 anos-maço. HAS em uso de losartana 50 mg de 12 em 12 horas. Nega DM, hepatites e alergias. Ao exame físico: lúcida, orientada, hidratada, acianótica e afebril. PA 130 x 90 mmHg, FR 18 irpm, FC 80 bpm. AP: MV diminuído sem ruídos adventícios. Sat 02 95% em ar ambiente, sem esforço respiratório em repouso. Realizou espirometria, que revelou CVF normal, VEF1/CVF 66% pós-BD e VFE1 de 52%. Prova broncodilatadora negativa.
Nesse cenário clínico, a classificação de gravidade, segundo os critérios do GOLD, levando em consideração os parâmetros espirométricos, é:
Diante do quadro acima citado, a explicação mais provável para essa situação é:
Além de monitorização intensiva na UTI, a conduta mais apropriada para a paciente nesse momento é:
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a principal suspeita diagnóstica seria de:
Considerando-se a história laboral associada aos achados clínicos, radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
Diante da história clínica e dos achados radiológicos, é correto afirmar que:
Um homem de 23 anos, estudante de música, saudável e sem história patológica de doenças respiratórias, chega ao pronto-socorro com dor torácica súbita e intensa do lado direito, com dispneia. Ele relata que estava estudando com seu saxofone quando os sintomas começaram. No exame físico, observa-se diminuição do murmúrio respiratório no hemitórax direito, com hipertimpanismo à percussão e diminuição da expansão torácica nesse lado. O paciente está consciente, orientado, com frequência respiratória de 24 incursões por minuto e saturação de oxigênio de 93% em ar ambiente. Uma telerradiografia de tórax confirma a presença de um pneumotórax no hemitórax direito, ocupando aproximadamente 30%.
Diante desse quadro clínico, a conduta terapêutica mais adequada é: