Questões de Concurso
Sobre pneumologia em medicina
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Paciente JL, 22 anos, em situação de privação de liberdade (atualmente residente no complexo prisional de Aparecida de Goiânia), tabagista (1 carteira de cigarro convencional por dia há 6 anos), apresenta tosse pouco produtiva com expectoração amarelada há 6 semanas, associada a febre vespertina moderada, sudorese noturna, perda ponderal (4 kg em 4 semanas). No exame físico, apresenta: expansibilidade reduzida, frêmito tóraco-vocal aumentado e submacicez em ápice direito, murmúrio vesicular fisiológico com estertores finos na mesma topografia.
Diante do quadro clínico, qual é a provável hipótese diagnóstica para o caso e o exame complementar de escolha para confirmá-la, respectivamente?
Paciente do sexo masculino, 72 anos, portador de DPOC, recebe alta de internação hospitalar devido à descompensação infecciosa, com dispneia mMRC 4 e hemograma com contagem de eosinófilos de 400/mm³.
Qual a classificação (grupo) atual da DPOC do paciente em questão segundo GOLD 2024 e qual o melhor tratamento inalatório de manutenção a ser proposto?
A.S.D, 65 anos, feminino, vem à consulta médica, na Unidade Básica de Saúde, queixando-se de pigarro matinal e dispneia aos médios esforços. Hipertensa há dez anos, hipotireoidismo há cinco anos. Sedentária, tabagista 35 maços/ano. Sem história familiar relevante. Filha que a acompanha mostra-se preocupada com o tabagismo da mãe, solicitando apoio para essa demanda.
Com base no relato, a conduta adequada para o caso em questão compreende encaminhamento para o grupo de cessação tabágica e
L.M.S, 68 anos, portador de neoplasia de pulmão avançada, ECOG 4. Dá entrada no Cancer Center, com dispneia aos mínimos esforços, dor torácica ventilatória dependente a direita e tosse não produtiva. História de outras 3 internações prévias por “água no pulmão”, sendo drenado em duas oportunidades. USG de tórax demonstra bolsão hipoecogênico à direita, com volume estimado em 1350ml, associado a sinais de implantes pleurais. Análise prévia do líquido pleural: exsudato, linfocítico, com células neoplásicas positivas.
Qual seria a conduta adequada?
H.F, 72 anos, feminino, vem à consulta médica no ambulatório de cirurgia torácica, devido a achado de nódulo pulmonar em angiotomografia de tórax. Hipertensa há 25 anos, diabética não insulino dependente há 15 anos. Sedentária, ex-tabagista 40 maços/ano, parou há 20 anos. Angiotomografia de tórax demonstrando nódulo pulmonar, espiculado, justa pleural, em segmento anterior do lobo superior direito, medindo 7 mm, em seus maiores diâmetros, com tênue captação pelo meio de contraste.
De posse das recomendações para manejo dos nódulos pulmonares, qual a conduta adequada?
A.S.D, 68 anos, feminino, acompanha seu pai com câncer de pulmão, em consulta, no ambulatório de cirurgia torácica. Hipertensa há dez anos, hipotireoidismo há cinco anos. Sedentária, ex-tabagista, 35 maços/ano, parou há 12 anos. Extremamente preocupada com a possibilidade de ser portadora de neoplasia de pulmão. Dessa maneira, solicita aconselhamento para essa avaliação.
Frente a esse caso, qual seria a conduta adequada?
C.G.B.S, masculino, 22 anos, sem comorbidades. Atleta profissional de futebol, tabagista 4 maços/ano, etilista social. Dá entrada no pronto atendimento do Hospital de Urgências, com queixa de dor torácica súbita à direita e dispneia. Ao exame: Glasgow 15, FC 109 bpm, PA 110 x 90 mmHg, FR 23 irpm, SO2 91%. Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular, dois tempos, sem sopros. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular reduzido à direita, com percussão timpânica ipsilateral.
Frente ao caso em questão, qual a principal hipótese diagnóstica e qual a propedêutica complementar adequada, nesse momento, respectivamente?