Questões de Concurso Comentadas sobre pediatria e neonatologia em medicina

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Q4009904 Medicina
Adolescente de 15 anos apresenta baixa estatura, amenorreia primária e pterígio cervical. Com base no enunciado, o diagnóstico CORRETO é:
Alternativas
Q4009893 Medicina
Adolescente de 15 anos apresenta dor abdominal recorrente, diarreia crônica e perda ponderal. História familiar positiva para doença inflamatória intestinal. Com base no enunciado, assinale o diagnóstico CORRETO:
Alternativas
Q4009074 Medicina
Na displasia broncopulmonar, frequentemente observada em prematuros submetidos à ventilação mecânica prolongada, o mecanismo fisiopatológico que explica CORRETAMENTE a limitação crônica da função pulmonar é:
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Q4009047 Medicina
Um lactente com pneumonia bacteriana grave apresenta consolidação pulmonar extensa e hipoxemia refratária. Nesse caso, o mecanismo fisiopatológico que diferencia a pneumonia bacteriana da viral em termos de resposta inflamatória e repercussão clínica é: 
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Q4006920 Medicina
Um RN de 36 semanas de idade gestacional nasce de parto vaginal, após rotura prematura de membranas. Ao nascimento, o neonato apresenta-se não vigoroso (esforço respiratório ineficaz e tônus muscular diminuído), porém com frequência cardíaca de 110 bpm. Diante das recomendações da AHA 2025 para o manejo do cordão umbilical e considerando a idade gestacional e o estado clínico do paciente, é CORRETO afirmar que: 
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Q4006906 Medicina
As recomendações atuais para ressuscitação neonatal consideram que o clampeamento do cordão deve ser adiado por pelo menos 30 a 60 segundos para os recém-nascidos a termo e prematuros mais vigorosos. Nos casos em que a circulação placentária esteja comprometida (descolamento da placenta, compressão ou avulsão do cordão umbilical), o cordão umbilical deve ser clampeado imediatamente e iniciadas as etapas de reanimação. Durante a reanimação neonatal em sala de parto, é uma conduta CORRETA de acordo com as recomendações:
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Q4006809 Medicina
Criança de 10 anos com febre, cefaleia e rigidez de nuca apresenta rebaixamento progressivo e déficit focal. A equipe discute punção lombar para diagnóstico. Considerando o enunciado, assinale a conduta CORRETA:
Alternativas
Q4006794 Medicina
Lactente de 6 meses, previamente hígido, apresenta coriza e tosse há 3 dias, evoluindo com taquipneia e sibilância difusa. Saturação 91% em ar ambiente e redução de ingesta. Sem história de asma/atopia. Nesse caso, o plano terapêutico inicial CORRETO é: 
Alternativas
Q4006370 Medicina
Considerando que uma criança de 2 anos apresenta diarreia aguda, sem sinais de desidratação, a conduta CORRETA deve ser:
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Q4006366 Medicina
Uma criança de 8 anos apresenta baixa estatura, anemia ferropriva e diarreia crônica. Exames mostram anticorpos anti-transglutaminase positivos. Em relação ao caso, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4006365 Medicina
Uma criança de 3 anos apresenta diarreia crônica, déficit de crescimento e esteatorreia. A hipótese CORRETA, nesse caso, é: 
Alternativas
Q4000638 Medicina
Criança de 11 anos em uso recente de clindamicina evolui com diarreia intensa, dor abdominal e leucocitose. Exame de fezes confirma toxina de C. difficile. De acordo com o tema, assinale a conduta CORRETA: 
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Q3998674 Medicina
Paciente, 4 anos, sexo masculino, morador de área urbana. História: Picada no membro inferior direito (pé) por escorpião amarelo (Tityus), trazido ao pronto-socorro 30 minutos após o acidente, com animal identificado pela família. Exame Clínico na Admissão: Dor local intensa (parestesia), sudorese profusa, agitação psicomotora, taquicardia (> 140 bpm) e vômitos. Classificado como moderado/grave. Sobre este assunto analise os itens a seguir e assinale a alternativa CORRETA:

I - Casos graves: manifestações sistêmicas evidentes: vômitos abundantes, sudorese, sialorreia, agitação alternada com sonolência, taquidispneia, broncorreia, arritmias cardíacas, bradicardia ou taquicardia, hiper ou hipotensão arterial, priapismo. O quadro pode evoluir para insuficiência cardíaca, edema pulmonar, choque e óbito.
II - Nos casos moderados e graves podem ser detectados à chegada: hiperglicemia, hiperamila- semia, leucocitose, hipopotassemia e aumento das enzimas cardíacas (fração MB da creatino- fosfoquinase [CK-MB] e troponina I, esta principalmente nos casos mais graves) nas dosagens seriadas.
III - As alterações mais encontradas são taquicardia e bradicardia sinusal, extrassístoles ventricu- lares, inversão da onda T, supra e infradesnivelamento do segmento ST, presença de ondas Q, além de bloqueios da condução atrioventricular. Radiografia de tórax: Pode mostrar aumento da área cardíaca e edema agudo de pulmão (principalmente nas situações de infusão prévia de volume).
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Q3998667 Medicina
Paciente, 10 anos, sexo masculino, previamente hígido. Queixa principal: Dor abdominal de início há 24 horas. História da Doença Atual: Dor iniciou em região periumbilical, de intensidade moderada, associada a inapetência e dois episódios de vômitos. Nas últimas 6 horas, a dor migrou e localizou-se intensamente na fossa ilíaca direita, evoluindo com febre aferida de 38,2 graus. Exame físico: Geral: Regular estado geral, álgido, febril. Abdome: Plano, ruídos hidroaéreos diminuídos, dor intensa à palpação profunda em FID, sinal de Blumberg (descompressão dolorosa) positivo, sinal de Rovsing positivo. Sobre o assunto, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA.

I - Em crianças a partir de 2 a 3 anos de idade, a ordem na qual os sintomas aparecem é mais importante do que qualquer sintoma individual. O primeiro sintoma a se desenvolver é dor. A apendicite quase sempre provoca dor. A dor pode começar no meio do abdômen, próximo ao umbigo e, depois, mover-se para a região inferior direita do abdômen. Contudo, é possível que a dor, sobretudo em bebês e crianças, seja sentida por todo o abdômen, em vez de estar localizada no quadrante inferior direito do abdômen. Crianças mais novas podem ser menos capazes de identificar a localização específica da dor e podem ficar apenas muito irritáveis ou letárgicas.

II - O diagnóstico da apendicite em crianças pode ser desafiador por diversos motivos. Muitos distúrbios podem causar sintomas similares, incluindo gastroenterite viral, divertículo de Meckel, intussuscepção e doença de Crohn. Com frequência, as crianças, em especial crianças pequenas, não apresentam sintomas e resultados de exame físico característicos, especialmente quando o apêndice não está na posição habitual no quadrante inferior direito do abdômen. Essa falta de sintomas típicos pode ser enganosa.

III - A apendicectomia é um procedimento bem simples e seguro, e exige uma hospitalização de um ou dois dias no caso de crianças sem complicações, como a ruptura do apêndice. Se o apêndice estiver rompido, o médico o remove e pode lavar o abdômen com líquido, administrar antibióticos por vários dias e observar sinais de possíveis complicações, como infecção e obstrução intestinal. Crianças com um apêndice rompido, geralmente, precisam permanecer mais tempo no hospital.
Alternativas
Q3995152 Medicina
    Criança do sexo masculino, nascida com 28 semanas de idade gestacional, peso ao nascer de 1.050 g, evoluiu sem hemorragia intraventricular grave, sem leucomalácia periventricular diagnosticada na fase neonatal e recebeu alta hospitalar em boas condições clínicas. Atualmente, encontra-se com 18 meses de idade corrigida e comparece para seguimento ambulatorial. Apresenta marcha independente, porém com leve instabilidade, vocabulário restrito a poucas palavras isoladas e dificuldades persistentes de atenção e autorregulação comportamental relatadas pelos cuidadores. Não há déficits sensoriais identificados.     O serviço discute se o seguimento especializado pode ser encerrado e a criança encaminhada apenas para acompanhamento em atenção primária.     De acordo exclusivamente com as diretrizes normativas para seguimento de crianças nascidas prematuras, qual é a conduta correta quanto ao acompanhamento do neurodesenvolvimento desse paciente? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995151 Medicina
    Criança do sexo feminino, com 24 meses de idade, previamente hígida, comparece à consulta de puericultura. A mãe refere que a criança caminha sem dificuldade, manipula brinquedos adequadamente, porém utiliza apenas duas palavras isoladas, não combina palavras, apresenta pouco interesse em compartilhar atenção com adultos e não aponta para solicitar objetos. Não houve regressão de habilidades. O exame neurológico não demonstra déficits motores, sensoriais ou sinais focais.     Na consulta, o pediatra realizou apenas observação clínica informal e tranquilizou a família, orientando retorno em 12 meses. Não foi aplicado instrumento padronizado de triagem do desenvolvimento, nem rastreio específico para transtorno do espectro do autismo.          Considerando exclusivamente as diretrizes normativas de vigilância e triagem do desenvolvimento infantil, qual é a conduta correta em relação à avaliação do desenvolvimento nesta situação? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3995150 Medicina

    Lactente do sexo masculino, com 18 meses de idade, nascido a termo, sem intercorrências perinatais, comparece à consulta de vigilância do desenvolvimento. Os pais relatam que a criança anda de forma independente, manipula brinquedos de encaixe, alimenta-se com as mãos e mantém bom contato visual durante interações. Entretanto, observam que o menino não aponta para mostrar interesse, não utiliza palavras isoladas com significado, comunica-se basicamente por vocalizações inespecíficas e não imita ações simples demonstradas pelos cuidadores. Não houve regressão de habilidades previamente adquiridas e o exame neurológico não evidencia déficits motores ou sensoriais.

    Considerando exclusivamente os marcos cognitivos e comportamentais normativos para vigilância do desenvolvimento, qual é a interpretação correta desse quadro? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento. 

Alternativas
Q3995149 Medicina
    Lactente do sexo feminino, com 9 meses de idade cronológica, nascida a termo, sem intercorrências gestacionais, perinatais ou neonatais, comparece à consulta de rotina para vigilância do desenvolvimento. A mãe relata que a criança consegue sentar-se de forma independente e estável, manipula objetos com as duas mãos, realizando transferência bimanual, mantém bom controle postural e não apresentou perda de habilidades previamente adquiridas. No entanto, ainda não realiza deslocamento locomotor independente, não engatinha, não se arrasta e também não consegue assumir a posição de pé mesmo com apoio. O exame neurológico não evidencia assimetrias, alterações de tônus ou sinais neurológicos focais.     Considerando exclusivamente os instrumentos normativos de vigilância do desenvolvimento baseados em evidência, utilizados para definição de marcos motores populacionais, qual é a interpretação correta desse achado? Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
Alternativas
Q3991438 Medicina
A promoção do aleitamento materno e a orientação dietética adequada são intervenções pilares da medicina preventiva na infância. Sobre o manejo das queixas comuns durante a lactação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3991426 Medicina
Considerando o acompanhamento do desenvolvimento neuropsicomotor e o monitoramento do crescimento na infância, analise as afirmativas a seguir:

I.A velocidade de crescimento é o parâmetro mais sensível para detectar precocemente distúrbios endócrinos ou nutricionais antes mesmo da alteração do percentil.
II.O fechamento da fontanela anterior, ou bregmática, deve ocorrer obrigatoriamente até o final do quarto mês de vida para garantir o perímetro cefálico normal.
III.Os marcos do desenvolvimento, como o sentar sem apoio e o início do balbucio, são esperados em crianças com desenvolvimento típico entre seis e nove meses.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
41: E
42: A
43: A
44: C
45: D
46: A
47: B
48: B
49: D
50: A
51: E
52: B
53: D
54: E
55: A
56: A
57: A
58: B
59: B
60: A