Questões de Concurso
Sobre medicina intensiva em medicina
Foram encontradas 4.314 questões
Para responder a questão, considere o relato a seguir.
Ao avaliar S.B., 63 anos, sexo feminino, submetida à cirurgia abdominal de grande porte, internada em unidade de terapia intensiva há quatro dias, portando, entre outros itens, acesso venoso periférico para administração de medicamentos, sonda vesical de demora e sonda nasoenteral para administração da dieta, o enfermeiro constatou que a paciente apresentava delirium, temperatura = 37,9 ºC; frequência cardíaca = 94 batimentos/minuto; frequência respiratória = 28 movimentos/minuto, pressão arterial = 84 x 48 mmHg e redução do débito urinário (0,4 mL/kg/h). Face a essa situação, acionou o médico responsável, que, após avaliação, suspeitando se tratar de um quadro de sepse relacionado à pneumonia/insuficiência respiratória, determinou a coleta de material para a realização de exames, entre eles os do kit sepse e prescreveu o início de antibioticoterapia, entre outras ações terapêuticas.
A embolia de líquido amniótico é uma condição obstétrica rara e geralmente fatal, ocorrendo, em geral, durante o parto, logo após o parto vaginal ou cesariana ou em 48 horas após o parto.
Em relação a essa patologia, assinale a alternativa correta.
Paciente masculino, 29 anos, é trazido pelo SAMU, com história de acidente automobilístico com colisão entre carro e moto. Na admissão apresentava abertura ocular aos estímulos verbais, resposta verbal com palavras inadequadas e resposta motora em retirada nos 4 membros.
Assinale a alternativa correta referente à escala de coma de Glasgow (ECG) e a melhor sequência de conduta inicial para esse quadro.
Paciente, 10 anos de idade, admitido em cetoacidose primeira descompensação com os seguintes exames: glicemia > 600 mg/dL; pH 7,0 HCO3 7mEq/L; K 3,0 mEq/L.
O que deve ser feito a partir da segunda hora de tratamento?
Uma criança com uma doença diarreica aguda pode ter uma desidratação grave e apresentar-se clinicamente com um choque hipovolêmico que pode ser muito difícil de diferenciar do choque séptico frio com pressão arterial baixa. Ao realizar a ressuscitação volêmica dessa criança desidratada, alguns sinais ajudam a diferenciar entre a desidratação grave e choque frio com pressão arterial baixa.
Como varia, após expansão volêmica, o gradiente entre pressões arteriais sistólica x diastólica e a medida da pressão venosa central, respectivamente, comparando valores pré e pós-expansão?
Um paciente que está sendo ventilado durante um estado asmático no modo pressão controlado apresenta melhora clínica gradual ao longo dos dias. De maneira concomitante, ocorre melhora na mecânica respiratória que pode ser também observada indiretamente pelas mudanças nos parâmetros ventilatórios e na mecânica pulmonar monitorada.
Assinale a alternativa que reflete essa melhora.
Paciente de 10 anos de idade, com síndrome desconforto respiratório agudo grave, em ventilação protetora, hemodinamicamente estável em uso de DVA, sedado e em uso de bloqueador neuromuscular, encontra-se com os seguintes parâmetros ventilatórios e gasométricos:
• VPM: Pressão controlada, FiO2 60%, FR 20 ipm, Tinsp 1,0 seg., Pinsp 28 cm/H2O, PEEP 14 cm/H2O, vol. corrente 5 mL/kg.
• Gasometria arterial: ph 7,32, paO2 54mmHg, paCO2 42mHg, BE –3,0, HCO3 22 mEq/L, SatO2 86%.
Dentre as estratégias apresentadas a seguir, qual é a melhor opção para melhorar a oxigenação?
Paciente de 5 anos de idade, 28 kg de peso, previamente hígido, internado na UTI com diagnóstico de pneumonia lobar direita, de origem comunitária, em suporte ventilatório, sem necessidade de suporte hemodinâmico com drogas vasoativas, em tratamento com ceftriaxona. Evolui no 5º dia de tratamento com hipoxemia súbita, sem piora hemodinâmica, em posição supina, adequadamente sedado e com uso de bloqueador neuromuscular. Nesse momento, apresenta-se com:
• RX tórax: cânula orotraqueal em posição adequada, diversos focos de condensação bilateral, padrão alveolar, acometendo 3 quadrantes, área cardíaca normal, fígado no rebordo costal direito.
• Ventilação pulmonar mecânica: modo pressão controlada, FiO2 60%, Frequência respiratória 20 i.p.m, tempo inspiratório 0,8 seg., pressão inspiratória 28 cm/H2O, PEEP 10 cm/H2O, volume corrente 200 mL.
• Complacência sistema respiratório: muito reduzida.
• Gasometria arterial: ph 7,30, paO2 52 mmHg, paCO2 42 mmHg, BE –4,5, HCO320 mEq/L, SatO2 88%.
Qual é a melhor faixa de volume corrente a ser utilizada pelo paciente nesse momento, segundo o Consenso PALICC?
Na monitorização da capnografia de um paciente em insuficiência respiratória, observa-se a seguinte alteração:

O achado é sugestivo do seguinte diagnóstico:
O caso clínico a seguir refere-se às questão.
Paciente, 52 anos, sexo masculino, portador de diabetes mellitus, com quadro de infecção por SARS-COV-2 há 8 dias, com internação hospitalar após piora clínica apresentando sintomas respiratórios graves e retorno do quadro febril. Apresenta tomografia pulmonar com padrão de acometimento em “vidro fosco” > 50%. Após deterioração do padrão ventilatório, foi submetido a intubação orotraqueal e ventilação mecânica.
O caso clínico a seguir refere-se às questão.
Paciente, 52 anos, sexo masculino, portador de diabetes mellitus, com quadro de infecção por SARS-COV-2 há 8 dias, com internação hospitalar após piora clínica apresentando sintomas respiratórios graves e retorno do quadro febril. Apresenta tomografia pulmonar com padrão de acometimento em “vidro fosco” > 50%. Após deterioração do padrão ventilatório, foi submetido a intubação orotraqueal e ventilação mecânica.
O caso clínico a seguir refere-se à questão.
Paciente idosa, internada com choque séptico de foco urinário, com monitorização hemodinâmica invasiva, evolui com diminuição do débito cardíaco, saturação venosa baixa e resposta alterada à prova de volume.