Questões de Concurso
Sobre gastroenterologia em medicina
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Ao exame: sinal de Blumberg positivo, leucocitose (14.000/mm³) e PCR elevado. Ultrassom abdominal mostra imagem em alvo em fossa ilíaca direita.
A conduta mais adequada é
Nesse caso, são considerados sintomas de alarme
Nesse caso, a melhor opção terapêutica é
Ao exame físico, apresenta distensão abdominal, ruídos hidroaéreos aumentados e massa móvel e dolorosa palpável em mesogástrio. Exames laboratoriais mostram anemia leve normocítica. Uma tomografia de abdome contrastada evidencia uma lesão em “alvo” (target sign) no jejuno proximal com espessamento parietal focal. Não há pneumoperitônio ou líquido livre.
Com base nesse caso clínico, o diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica são
Ao exame físico, bom ganho ponderal, icterícia, hipocolia e colúria, hepatomegalia de consistência firme às custas do lobo esquerdo proeminente. Exames laboratoriais mostram elevação de bilirrubina conjugada (>1 mg/dL) e a ultrassonografia abdominal revela vesícula biliar contraída e não visualização do ducto colédoco e sinal do “cordão triangular”.
O passo seguinte em relação à confirmação da principal hipótese diagnóstica é realizar
Sobre as ferramentas de rastreio dessa doença, assinale a afirmativa correta.
Homem de 58 anos, com cirrose hepática por hepatite C (child Pugh A), apresenta dor abdominal e perda de peso. A dosagem de alfafetoproteína (AFP) está em 600 ng/mL. A imagem mostra nódulo hepático de 4 cm, hipervascular na fase arterial e washout na fase portal.
A principal conduta terapêutica indicada neste caso é
Ao exame, se encontra ictérico +/4, fígado palpado a 2 cm abaixo do RCD, sem ascite ou esplenomegalia. HBsAg positivo, HBeAg negativo, anti-HBe positivo, anti-HBc IgG positivo, anti-HBcIgM negativo, HBV DNA 107 UI/l TGO 150 U/l TGP 120 U/l.
A melhor opção para o quadro do paciente é
Nesse caso, de acordo com a classificação radiológica de Balthazar, essa pancreatite aguda é classificada como
Na chegada ao pronto-socorro, está pálido, sudorético, com PA: 90 x 60 mmHg, FC: 112 bpm. Revela sensibilidade epigástrica sem sinais de peritonite. A gasometria arterial mostra acidose metabólica leve. No hemograma com hemoglobina inicial: 8,1 g/dL. Foi realizada hidratação vigorosa com cristaloides e iniciado omeprazol EV. Realizou-se uma endoscopia digestiva alta que expõe úlcera duodenal sangrante com vaso visível (classificação de Forrest IIa).
A melhor conduta inicial após a estabilização hemodinâmica será
Exames laboratoriais recentes mostraram: glicemia de jejum de 145 mg/dL, hemoglobina glicada de 7,8%, colesterol total de 245 mg/dL, LDL de 165 mg/dL, HDL de 35 mg/dL e triglicérides de 280 mg/dL. As aminotransferases estavam elevadas: ALT de 68 U/L (VR: 10–40) e AST de 52 U/L (VR: 10–40), com razão AST/ALT de 0,76. Bilirrubinas, fosfatase alcalina e gama-GT estavam normais. O hemograma completo era normal. Ao exame físico, apresentava esteatose hepática detectada por ultrassonografia abdominal, sem outras alterações significativas.
Considerando a doença hepática gordurosa de origem metabólica e os achados descritos, a estratégia de rastreamento mais adequada para avaliação de fibrose hepática é
Endoscopia digestiva alta não mostrou lesões obstrutiva, mas havia grande retenção de resíduos alimentares no esôfago distal. Foi realizada manometria esofágica de alta resolução, que revelou:
• Relaxamento incompleto do esfíncter esofagiano inferior (pressão residual elevada);
• Peristalse ausente;
• Diagnóstico compatível com acalásia tipo II (Chicago).
A paciente, após discutir opções terapêuticas, opta pelo tratamento definitivo.
De acordo com o exposto, a conduta mais adequada é:
A melhor conduta terapêutica para esse paciente é
Conforme o guideline da US Multi-Society Task Force, o tempo recomendado para a repetição do exame nesse paciente é de
Exames laboratoriais:
• Bilirrubina total: 4,2 mg/dL (valor de referência até 1,2 mg/dL);
• Albumina: 2,3 g/dL (valor de referência: 3,5 – 5,0 g/dL);
• INR: 1,9 (valor de referência: 0,8 – 1,2);
• Creatinina: 0,9 mg/dL (valor de referência: 0,6 – 1,2 mg/dL); • Sódio: 134 mEq/L (valor de referência: 135 – 145 mEq/L).
Com base no caso apresentado, o Child-Pugh e a conduta mais adequada para esse paciente são:
Exames laboratoriais:
• Leucócitos: 15.000/mm3 (valor de referência: 4000 – 11000/mm3);
• PCR: 12 mg/mL (valor de referência: < 5);
• Bilirrubina total: 1,4 mg/dL (valor de referência: 0,3 – 1,2 mg/dL).
• Fosfatase alcalina: 85 U/L (valor de referência: 40 – 150 U/L).
Ultrassonografia abdominal com vesícula distendida, paredes espessadas (5 mm), presença de cálculos e líquido pericolecístico. De acordo com os critérios do Guideline de Tokyo para o diagnóstico da colecistite aguda, é considerado um critério diagnóstico:
O exame físico revela um paciente emagrecido, algumas telangectasias no tórax. Eritema palmar. Fígado palpado seis dedos abaixo do RCD, borda romba. TGO 220 (até 37), TGP 180, amilase 280 U, Somogy (até 180), ácido metilmalônico na urina normal, glicose 105 mg/dL, ácido fólico 6 ng/mL (acima de 3,9 ng/mL), Hto 41%, VCM 101 (80-100), fl leucometria 6800, morfologia normal, plaquetas 200000. RX simples de abdome mostrando calcificações na topografia do mesogástrio. US com pâncreas esclero atrófico, Wirsung dilatado, presença de cálculos na vesícula biliar.
Esses dados sugerem os diagnósticos de
( ) pseudopólipos
( ) apendicetomia tem efeito “protetor”
( ) Cobblestone
( ) eritema nodoso
( ) câncer de cólon
Associe o número (1) para retocolite ulcerativa e o número (2) para doença de Cronh. Leve em consideração que algumas das condições abaixo podem ocorrer nas duas doenças, mas apresentam maior prevalência em uma das duas.
Assim, a associação correta, na ordem apresentada, é:
Os exames laboratoriais mostravam: leucometria 15000 Hto 38%, glicemia 180 mg/dL, TGO 80, TGP 60, creatinina 4 mg/dL, amilase 500 U/l, triglicerídeos 1200 mg/dL. O paciente foi internado e acompanhado na clínica médica. Cerca de oito semanas após, seu exame revelava uma massa em mesogástrio e novo exame laboratorial revelava leucometria 8000 HTO 40%, glicemia 140 mg/dL, TGO 38, TGP 36, creatinina 2,1 mg/dL, amilase 440 U.
De acordo com esses dados, assinale a melhor opção com relação ao diagnóstico e a complicação apresentada.