Questões de Concurso Sobre gastroenterologia em medicina

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Q3007478 Medicina

Tendo em vista que o carcinoma hepatocelular (CHC) é responsável por 90% dos casos das neoplasias primárias do fígado, julgue o item a seguir, referentes ao CHC. 


A medicação de primeira linha para o tratamento do CHC nos pacientes com doença neoplásica avançada (BCLC-C) e Child-Pugh A é o Sofosbuvir. 

Alternativas
Q3007477 Medicina

Tendo em vista que o carcinoma hepatocelular (CHC) é responsável por 90% dos casos das neoplasias primárias do fígado, julgue o item a seguir, referentes ao CHC. 


Em pacientes não cirróticos, o diagnóstico de CHC deve ser confirmado por histopatologia. 

Alternativas
Q3007476 Medicina

Tendo em vista que o carcinoma hepatocelular (CHC) é responsável por 90% dos casos das neoplasias primárias do fígado, julgue o item a seguir, referentes ao CHC. 


São considerados pacientes com alto risco de desenvolvimento de CHC, para os quais se recomenda rastreio para essa neoplasia, os pacientes com cirrose hepática e os pacientes com hepatite C crônica, independentemente do grau de fibrose. 

Alternativas
Q3007475 Medicina

Tendo em vista que o carcinoma hepatocelular (CHC) é responsável por 90% dos casos das neoplasias primárias do fígado, julgue o item a seguir, referentes ao CHC. 


O consumo de café tem demonstrado diminuição no risco de desenvolvimento de CHC nos pacientes com doença hepática crônica. 

Alternativas
Q3007474 Medicina

        Paciente com vinte e quatro anos de idade, solteiro, pastor, procurou atendimento médico devido a lentificação de pensamento e salivação havia 3 meses. Alternância do ciclo sono – vigília e lentificação do raciocínio. Referiu, também, início de marcha cambaleante e dificuldade de articulação de palavras progressivamente, com perda da capacidade da escrita e presença de humor depressivo. Negou dor, náuseas, vômitos, ascite, icterícia e febre. Perda ponderal de 6 kg em 6 meses.


Exame físico 


Neurológico: Marcha cambaleante com base alargada, com movimentação repetitiva de deslocamento da cabeça para a esquerda e sem desvio do olhar, salivação excessiva e constante. Exames laboratoriais com alteração de enzimas hepáticas, INR alargado, hipoalbuminemia, plaquetopenia, ceruloplasmina baixa e cobre urinário aumentado. EDA: varizes esofágicas de pequeno calibre e gástricas de pequeno calibre. Gastropatia da hipertensão portal. Erosão plana, única, pré-pilórica. USG de abdome (24/07/12): Sinais de hepatopatia crônica com esplenomegalia – Fígado de tamanho reduzido, contornos irregulares, com aumento da ecogenicidade periportal e ecotextura difusamente heterogênea. Baço de volume aumentado, homogêneo. Não se detectou líquido livre na cavidade abdominal. Nefrolitíase à esquerda.


Avaliação oftalmológica: lâmpada de fenda com evidência de anéis de Kayser- Fleischer. 

Julgue o item que se segue, a respeito desse quadro clínico. 


Se houvesse dúvida no diagnóstico etiológico da hepatopatia desse paciente, a avaliação do teor de cobre no tecido hepático estaria indicada, a despeito das alterações de coagulação desse caso. 

Alternativas
Q3007473 Medicina

        Paciente com vinte e quatro anos de idade, solteiro, pastor, procurou atendimento médico devido a lentificação de pensamento e salivação havia 3 meses. Alternância do ciclo sono – vigília e lentificação do raciocínio. Referiu, também, início de marcha cambaleante e dificuldade de articulação de palavras progressivamente, com perda da capacidade da escrita e presença de humor depressivo. Negou dor, náuseas, vômitos, ascite, icterícia e febre. Perda ponderal de 6 kg em 6 meses.


Exame físico 


Neurológico: Marcha cambaleante com base alargada, com movimentação repetitiva de deslocamento da cabeça para a esquerda e sem desvio do olhar, salivação excessiva e constante. Exames laboratoriais com alteração de enzimas hepáticas, INR alargado, hipoalbuminemia, plaquetopenia, ceruloplasmina baixa e cobre urinário aumentado. EDA: varizes esofágicas de pequeno calibre e gástricas de pequeno calibre. Gastropatia da hipertensão portal. Erosão plana, única, pré-pilórica. USG de abdome (24/07/12): Sinais de hepatopatia crônica com esplenomegalia – Fígado de tamanho reduzido, contornos irregulares, com aumento da ecogenicidade periportal e ecotextura difusamente heterogênea. Baço de volume aumentado, homogêneo. Não se detectou líquido livre na cavidade abdominal. Nefrolitíase à esquerda.


Avaliação oftalmológica: lâmpada de fenda com evidência de anéis de Kayser- Fleischer. 

Julgue o item que se segue, a respeito desse quadro clínico. 


O tratamento indicado para esse paciente seria a D-penicilamina oral, devido ao baixo risco de piora neurológica.

Alternativas
Q3007471 Medicina

        Paciente com vinte e quatro anos de idade, solteiro, pastor, procurou atendimento médico devido a lentificação de pensamento e salivação havia 3 meses. Alternância do ciclo sono – vigília e lentificação do raciocínio. Referiu, também, início de marcha cambaleante e dificuldade de articulação de palavras progressivamente, com perda da capacidade da escrita e presença de humor depressivo. Negou dor, náuseas, vômitos, ascite, icterícia e febre. Perda ponderal de 6 kg em 6 meses.


Exame físico 


Neurológico: Marcha cambaleante com base alargada, com movimentação repetitiva de deslocamento da cabeça para a esquerda e sem desvio do olhar, salivação excessiva e constante. Exames laboratoriais com alteração de enzimas hepáticas, INR alargado, hipoalbuminemia, plaquetopenia, ceruloplasmina baixa e cobre urinário aumentado. EDA: varizes esofágicas de pequeno calibre e gástricas de pequeno calibre. Gastropatia da hipertensão portal. Erosão plana, única, pré-pilórica. USG de abdome (24/07/12): Sinais de hepatopatia crônica com esplenomegalia – Fígado de tamanho reduzido, contornos irregulares, com aumento da ecogenicidade periportal e ecotextura difusamente heterogênea. Baço de volume aumentado, homogêneo. Não se detectou líquido livre na cavidade abdominal. Nefrolitíase à esquerda.


Avaliação oftalmológica: lâmpada de fenda com evidência de anéis de Kayser- Fleischer. 

Julgue o item que se segue, a respeito desse quadro clínico. 


Diante dos achados de fígado heterogêneo na ecografia, varizes de esôfago na endoscopia e plaquetopenia, é correto inferir que esse paciente já é portador de uma hepatite aguda grave por sobrecarga de cobre no fígado.

Alternativas
Q3007470 Medicina

        Paciente: mulher com cinquenta e sete anos de idade, casada, funcionária pública, natural de Curitiba – PA, procedente de Vicente Pires – DF.


        Ela refere quadro de icterícia notada em coloração de esclera, associado a coluria e acolia, sem outras queixas, como dor abdominal, febre, mal-estar, náuseas ou queixas intestinais. Procurou atendimento médico, tendo ficado internada aos cuidados de infectologia por 3 semanas. Citou viagem recente ao estado do Espírito Santo. Negou ingesta de álcool, medicamentos, substâncias tóxicas, hepatite previa. Marido falecido de distrofia muscular e 2 filhos vivos com mesma doença do pai. Exame físico: manteve-se consciente, orientada, sem flapping, sem sinais de ascite, exame físico de abdome inocente.


        Nesse período, observaram-se níveis aumentados de enzimas hepáticas TGO: 993, TGP: 763, FA: 175, GGG: 575; Bilirrubinas totais: 19; Bilirrubinas diretas: 16; Albumina sérica: 2,8; TAP INR: 1,7. Hemograma: HbHTO: 12-34, leucócitos: 2.950, plaquetas: 77.000. Sorologias para dengue, chikungunya, zika, febre amarela, leptospirose, toxoplasmose, citomegalovírus, E.-Barr e hepatites virais negativas. USG abd, TC abd e colangio RNM com fígado de aspecto normal, sem dilatação de vias biliares ou alterações de vesícula biliar.


        Devido à ausência de melhora clínica da icterícia e dos exames laboratoriais, foi solicitada avaliação de um hepatologista. Nos exames solicitados por este, evidenciaram-se FAN1-640 nuclear homogêneo, hipergamaglobulinemia 2,10, ferritina 9.000, transferrina 77%. O quadro evoluiu nas três semanas seguintes com ascite leve e encefalopatia hepática de grau I II. MELD 29. A paciente foi incluída em lista para transplante e realizaram-se todos os exames para tal. Em 16/7/2018, realizou-se o transplante hepático bem-sucedido e hoje a paciente encontra-se estável, sem icterícia, no aguardo do exame histopatológico do fígado explantado para conclusão diagnóstica. Hepatite autoimune com evolução de agudização de quadro crônico subclínico.

Julgue o seguinte item, relativo a esse caso clínico.


A hiperferritinemia isolada em altos títulos deve-se a sobrecarga de ferro pós-transfusional da paciente.

Alternativas
Q3007469 Medicina

        Paciente: mulher com cinquenta e sete anos de idade, casada, funcionária pública, natural de Curitiba – PA, procedente de Vicente Pires – DF.


        Ela refere quadro de icterícia notada em coloração de esclera, associado a coluria e acolia, sem outras queixas, como dor abdominal, febre, mal-estar, náuseas ou queixas intestinais. Procurou atendimento médico, tendo ficado internada aos cuidados de infectologia por 3 semanas. Citou viagem recente ao estado do Espírito Santo. Negou ingesta de álcool, medicamentos, substâncias tóxicas, hepatite previa. Marido falecido de distrofia muscular e 2 filhos vivos com mesma doença do pai. Exame físico: manteve-se consciente, orientada, sem flapping, sem sinais de ascite, exame físico de abdome inocente.


        Nesse período, observaram-se níveis aumentados de enzimas hepáticas TGO: 993, TGP: 763, FA: 175, GGG: 575; Bilirrubinas totais: 19; Bilirrubinas diretas: 16; Albumina sérica: 2,8; TAP INR: 1,7. Hemograma: HbHTO: 12-34, leucócitos: 2.950, plaquetas: 77.000. Sorologias para dengue, chikungunya, zika, febre amarela, leptospirose, toxoplasmose, citomegalovírus, E.-Barr e hepatites virais negativas. USG abd, TC abd e colangio RNM com fígado de aspecto normal, sem dilatação de vias biliares ou alterações de vesícula biliar.


        Devido à ausência de melhora clínica da icterícia e dos exames laboratoriais, foi solicitada avaliação de um hepatologista. Nos exames solicitados por este, evidenciaram-se FAN1-640 nuclear homogêneo, hipergamaglobulinemia 2,10, ferritina 9.000, transferrina 77%. O quadro evoluiu nas três semanas seguintes com ascite leve e encefalopatia hepática de grau I II. MELD 29. A paciente foi incluída em lista para transplante e realizaram-se todos os exames para tal. Em 16/7/2018, realizou-se o transplante hepático bem-sucedido e hoje a paciente encontra-se estável, sem icterícia, no aguardo do exame histopatológico do fígado explantado para conclusão diagnóstica. Hepatite autoimune com evolução de agudização de quadro crônico subclínico.

Julgue o seguinte item, relativo a esse caso clínico.


Mulher, meia-idade, hipergamaglobulinemia e FAN em altos títulos, excluindo-se outras causas de hepatite, são dados que corroboram o diagnóstico de hepatite autoimune. 

Alternativas
Q3007468 Medicina

        Paciente: mulher com cinquenta e sete anos de idade, casada, funcionária pública, natural de Curitiba – PA, procedente de Vicente Pires – DF.


        Ela refere quadro de icterícia notada em coloração de esclera, associado a coluria e acolia, sem outras queixas, como dor abdominal, febre, mal-estar, náuseas ou queixas intestinais. Procurou atendimento médico, tendo ficado internada aos cuidados de infectologia por 3 semanas. Citou viagem recente ao estado do Espírito Santo. Negou ingesta de álcool, medicamentos, substâncias tóxicas, hepatite previa. Marido falecido de distrofia muscular e 2 filhos vivos com mesma doença do pai. Exame físico: manteve-se consciente, orientada, sem flapping, sem sinais de ascite, exame físico de abdome inocente.


        Nesse período, observaram-se níveis aumentados de enzimas hepáticas TGO: 993, TGP: 763, FA: 175, GGG: 575; Bilirrubinas totais: 19; Bilirrubinas diretas: 16; Albumina sérica: 2,8; TAP INR: 1,7. Hemograma: HbHTO: 12-34, leucócitos: 2.950, plaquetas: 77.000. Sorologias para dengue, chikungunya, zika, febre amarela, leptospirose, toxoplasmose, citomegalovírus, E.-Barr e hepatites virais negativas. USG abd, TC abd e colangio RNM com fígado de aspecto normal, sem dilatação de vias biliares ou alterações de vesícula biliar.


        Devido à ausência de melhora clínica da icterícia e dos exames laboratoriais, foi solicitada avaliação de um hepatologista. Nos exames solicitados por este, evidenciaram-se FAN1-640 nuclear homogêneo, hipergamaglobulinemia 2,10, ferritina 9.000, transferrina 77%. O quadro evoluiu nas três semanas seguintes com ascite leve e encefalopatia hepática de grau I II. MELD 29. A paciente foi incluída em lista para transplante e realizaram-se todos os exames para tal. Em 16/7/2018, realizou-se o transplante hepático bem-sucedido e hoje a paciente encontra-se estável, sem icterícia, no aguardo do exame histopatológico do fígado explantado para conclusão diagnóstica. Hepatite autoimune com evolução de agudização de quadro crônico subclínico.

Julgue o seguinte item, relativo a esse caso clínico.


A encefalopatia que a paciente desenvolveu, associada a icterícia em um quadro agudo, é sugestiva de falência hepática. 

Alternativas
Q3007467 Medicina

        Paciente: mulher com cinquenta e sete anos de idade, casada, funcionária pública, natural de Curitiba – PA, procedente de Vicente Pires – DF.


        Ela refere quadro de icterícia notada em coloração de esclera, associado a coluria e acolia, sem outras queixas, como dor abdominal, febre, mal-estar, náuseas ou queixas intestinais. Procurou atendimento médico, tendo ficado internada aos cuidados de infectologia por 3 semanas. Citou viagem recente ao estado do Espírito Santo. Negou ingesta de álcool, medicamentos, substâncias tóxicas, hepatite previa. Marido falecido de distrofia muscular e 2 filhos vivos com mesma doença do pai. Exame físico: manteve-se consciente, orientada, sem flapping, sem sinais de ascite, exame físico de abdome inocente.


        Nesse período, observaram-se níveis aumentados de enzimas hepáticas TGO: 993, TGP: 763, FA: 175, GGG: 575; Bilirrubinas totais: 19; Bilirrubinas diretas: 16; Albumina sérica: 2,8; TAP INR: 1,7. Hemograma: HbHTO: 12-34, leucócitos: 2.950, plaquetas: 77.000. Sorologias para dengue, chikungunya, zika, febre amarela, leptospirose, toxoplasmose, citomegalovírus, E.-Barr e hepatites virais negativas. USG abd, TC abd e colangio RNM com fígado de aspecto normal, sem dilatação de vias biliares ou alterações de vesícula biliar.


        Devido à ausência de melhora clínica da icterícia e dos exames laboratoriais, foi solicitada avaliação de um hepatologista. Nos exames solicitados por este, evidenciaram-se FAN1-640 nuclear homogêneo, hipergamaglobulinemia 2,10, ferritina 9.000, transferrina 77%. O quadro evoluiu nas três semanas seguintes com ascite leve e encefalopatia hepática de grau I II. MELD 29. A paciente foi incluída em lista para transplante e realizaram-se todos os exames para tal. Em 16/7/2018, realizou-se o transplante hepático bem-sucedido e hoje a paciente encontra-se estável, sem icterícia, no aguardo do exame histopatológico do fígado explantado para conclusão diagnóstica. Hepatite autoimune com evolução de agudização de quadro crônico subclínico.

Julgue o seguinte item, relativo a esse caso clínico.


Trata-se de um caso de hepatite fulminante autoimune. 

Alternativas
Q3007466 Medicina

        Paciente: mulher com cinquenta e sete anos de idade, casada, funcionária pública, natural de Curitiba – PA, procedente de Vicente Pires – DF.


        Ela refere quadro de icterícia notada em coloração de esclera, associado a coluria e acolia, sem outras queixas, como dor abdominal, febre, mal-estar, náuseas ou queixas intestinais. Procurou atendimento médico, tendo ficado internada aos cuidados de infectologia por 3 semanas. Citou viagem recente ao estado do Espírito Santo. Negou ingesta de álcool, medicamentos, substâncias tóxicas, hepatite previa. Marido falecido de distrofia muscular e 2 filhos vivos com mesma doença do pai. Exame físico: manteve-se consciente, orientada, sem flapping, sem sinais de ascite, exame físico de abdome inocente.


        Nesse período, observaram-se níveis aumentados de enzimas hepáticas TGO: 993, TGP: 763, FA: 175, GGG: 575; Bilirrubinas totais: 19; Bilirrubinas diretas: 16; Albumina sérica: 2,8; TAP INR: 1,7. Hemograma: HbHTO: 12-34, leucócitos: 2.950, plaquetas: 77.000. Sorologias para dengue, chikungunya, zika, febre amarela, leptospirose, toxoplasmose, citomegalovírus, E.-Barr e hepatites virais negativas. USG abd, TC abd e colangio RNM com fígado de aspecto normal, sem dilatação de vias biliares ou alterações de vesícula biliar.


        Devido à ausência de melhora clínica da icterícia e dos exames laboratoriais, foi solicitada avaliação de um hepatologista. Nos exames solicitados por este, evidenciaram-se FAN1-640 nuclear homogêneo, hipergamaglobulinemia 2,10, ferritina 9.000, transferrina 77%. O quadro evoluiu nas três semanas seguintes com ascite leve e encefalopatia hepática de grau I II. MELD 29. A paciente foi incluída em lista para transplante e realizaram-se todos os exames para tal. Em 16/7/2018, realizou-se o transplante hepático bem-sucedido e hoje a paciente encontra-se estável, sem icterícia, no aguardo do exame histopatológico do fígado explantado para conclusão diagnóstica. Hepatite autoimune com evolução de agudização de quadro crônico subclínico.

Julgue o seguinte item, relativo a esse caso clínico.


Causas de hepatite fulminante como vírus, bacteriana ou medicamentosa/tóxica não teriam utilidade no estudo do caso em questão. 

Alternativas
Q3007465 Medicina

        Paciente do sexo feminino, com sessenta e quatro anos de idade, encaminhada por otorrinolaringologista, que investigava pigarro e se deparou com achado de varizes de pequeno calibre e gastropatia congestiva em exame de endoscopia digestiva alta. Paciente previamente hígida, etilismo social, sobrepeso leve (IMC 28), nega dislipidemia e tem diabetes do tipo 2, em uso de metformina e insulina. Entre exames complementares, a ultrassonografia de abdome mostrou fígado heterogêneo, com esteatose acentuada e esplenomegalia.


Exames laboratoriais: TGO: 52; TGP: 53; GGT: 21; BT: 0,8; TAP: 77%; INR: 1,2; albumina sérica 4,0. Hemograma: Hb/HTO: 17/49; leuco: 4.900; plaquetas; 123.000. Sorologia para hepatites B e C negativas. Perfil de ferro normal; autoanticorpos negativo. Alfafetoproteinas: 3,3; TSH: 0,72; albumina: 4,5; gamag: 1,03. 

Acerca desse caso clínico e de aspectos a ele pertinentes, julgue o item subsequente. 


Não há risco de doença cardiovascular para essa paciente, visto que a gordura está concentrada no fígado, e não nos vasos. 

Alternativas
Q3007463 Medicina

        Paciente do sexo feminino, com sessenta e quatro anos de idade, encaminhada por otorrinolaringologista, que investigava pigarro e se deparou com achado de varizes de pequeno calibre e gastropatia congestiva em exame de endoscopia digestiva alta. Paciente previamente hígida, etilismo social, sobrepeso leve (IMC 28), nega dislipidemia e tem diabetes do tipo 2, em uso de metformina e insulina. Entre exames complementares, a ultrassonografia de abdome mostrou fígado heterogêneo, com esteatose acentuada e esplenomegalia.


Exames laboratoriais: TGO: 52; TGP: 53; GGT: 21; BT: 0,8; TAP: 77%; INR: 1,2; albumina sérica 4,0. Hemograma: Hb/HTO: 17/49; leuco: 4.900; plaquetas; 123.000. Sorologia para hepatites B e C negativas. Perfil de ferro normal; autoanticorpos negativo. Alfafetoproteinas: 3,3; TSH: 0,72; albumina: 4,5; gamag: 1,03. 

Acerca desse caso clínico e de aspectos a ele pertinentes, julgue o item subsequente. 


Devido ao fato de haver alteração de transaminases, deve-se atuar para diminuir a agressão hepática mediante perda de peso, atividade física e controle das doenças metabólicas (DM, HAS, dislipidemia). 

Alternativas
Q3007462 Medicina

        Paciente do sexo feminino, com sessenta e quatro anos de idade, encaminhada por otorrinolaringologista, que investigava pigarro e se deparou com achado de varizes de pequeno calibre e gastropatia congestiva em exame de endoscopia digestiva alta. Paciente previamente hígida, etilismo social, sobrepeso leve (IMC 28), nega dislipidemia e tem diabetes do tipo 2, em uso de metformina e insulina. Entre exames complementares, a ultrassonografia de abdome mostrou fígado heterogêneo, com esteatose acentuada e esplenomegalia.


Exames laboratoriais: TGO: 52; TGP: 53; GGT: 21; BT: 0,8; TAP: 77%; INR: 1,2; albumina sérica 4,0. Hemograma: Hb/HTO: 17/49; leuco: 4.900; plaquetas; 123.000. Sorologia para hepatites B e C negativas. Perfil de ferro normal; autoanticorpos negativo. Alfafetoproteinas: 3,3; TSH: 0,72; albumina: 4,5; gamag: 1,03. 

Acerca desse caso clínico e de aspectos a ele pertinentes, julgue o item subsequente. 


O diabetes melito é um dos principais fatores de risco para esteato-hepatite não-alcoólica. 

Alternativas
Q3007461 Medicina

        Paciente do sexo feminino, com sessenta e quatro anos de idade, encaminhada por otorrinolaringologista, que investigava pigarro e se deparou com achado de varizes de pequeno calibre e gastropatia congestiva em exame de endoscopia digestiva alta. Paciente previamente hígida, etilismo social, sobrepeso leve (IMC 28), nega dislipidemia e tem diabetes do tipo 2, em uso de metformina e insulina. Entre exames complementares, a ultrassonografia de abdome mostrou fígado heterogêneo, com esteatose acentuada e esplenomegalia.


Exames laboratoriais: TGO: 52; TGP: 53; GGT: 21; BT: 0,8; TAP: 77%; INR: 1,2; albumina sérica 4,0. Hemograma: Hb/HTO: 17/49; leuco: 4.900; plaquetas; 123.000. Sorologia para hepatites B e C negativas. Perfil de ferro normal; autoanticorpos negativo. Alfafetoproteinas: 3,3; TSH: 0,72; albumina: 4,5; gamag: 1,03. 

Acerca desse caso clínico e de aspectos a ele pertinentes, julgue o item subsequente. 


Trata-se de uma senhora com hepatopatia crônica por esteato-hepatite não alcoólica. 

Alternativas
Q3007460 Medicina

        Paciente com sessenta e cinco anos de idade, portador de hepatite crônica alcoólica, abstêmio e estável há 8 anos. Chegou ao ambulatório com aumento do volume abdominal por ascite. Negou uso de medicamentos potencialmente nefrotóxicos, como antibióticos ou anti-inflamatórios. Durante terapêutica diurética, evoluiu com piora da função renal, com creatinina previa de 0,8 mg/dL e hoje de 2,5 mg/dL.


Julgue o item que se segue, relativo a esse caso clínico.


O tratamento desse paciente deve-se dar em ambiente hospitalar, e deve-se realizar reposição de albumina humana 1 g/kg/dia. 

Alternativas
Q3007459 Medicina

        Paciente com sessenta e cinco anos de idade, portador de hepatite crônica alcoólica, abstêmio e estável há 8 anos. Chegou ao ambulatório com aumento do volume abdominal por ascite. Negou uso de medicamentos potencialmente nefrotóxicos, como antibióticos ou anti-inflamatórios. Durante terapêutica diurética, evoluiu com piora da função renal, com creatinina previa de 0,8 mg/dL e hoje de 2,5 mg/dL.


Julgue o item que se segue, relativo a esse caso clínico.


Caso não haja melhora em 48 horas, deve-se indicar diálise para esse paciente.

Alternativas
Q3007458 Medicina

        Paciente com sessenta e cinco anos de idade, portador de hepatite crônica alcoólica, abstêmio e estável há 8 anos. Chegou ao ambulatório com aumento do volume abdominal por ascite. Negou uso de medicamentos potencialmente nefrotóxicos, como antibióticos ou anti-inflamatórios. Durante terapêutica diurética, evoluiu com piora da função renal, com creatinina previa de 0,8 mg/dL e hoje de 2,5 mg/dL.


Julgue o item que se segue, relativo a esse caso clínico.


A piora da função renal colabora substancialmente no Meld Score desse paciente, facilitando o acesso mais rápido ao transplante hepático. 

Alternativas
Q3007457 Medicina

        Paciente com sessenta e cinco anos de idade, portador de hepatite crônica alcoólica, abstêmio e estável há 8 anos. Chegou ao ambulatório com aumento do volume abdominal por ascite. Negou uso de medicamentos potencialmente nefrotóxicos, como antibióticos ou anti-inflamatórios. Durante terapêutica diurética, evoluiu com piora da função renal, com creatinina previa de 0,8 mg/dL e hoje de 2,5 mg/dL.


Julgue o item que se segue, relativo a esse caso clínico.


Deve-se realizar expansão volêmica e manter diuréticos como conduta inicial. 

Alternativas
Respostas
5201: E
5202: C
5203: E
5204: C
5205: E
5206: E
5207: E
5208: E
5209: C
5210: C
5211: E
5212: C
5213: E
5214: C
5215: C
5216: C
5217: C
5218: E
5219: C
5220: E