Questões de Concurso
Sobre doenças infecto-parasitárias em medicina
Foram encontradas 11.061 questões
Nesse cenário, assinale o esquema terapêutico mais adequado para essa paciente.
Nega contato com pessoas com tosse crônica. A principal hipótese diagnóstica é
Considerando o quadro clínico e os antecedentes do paciente, o diagnóstico mais provável e a conduta inicial correta são
Quanto ao diagnóstico da Hanseníase, é correto afirmar, de acordo com as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil, que
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o exame com melhor sensibilidade para seu diagnóstico é
Um antirretroviral que interage com a rifampicina, e que deve ser retirado do esquema antirretroviral, se presente, é o:
Ao exame físico, apresenta-se com PA 80x40 mmHg, FC 130 bpm, TAX 39 °C e SpO2 88%; aparelho respiratório com estertoração em terço médio esquerdo e terço superior direito; aparelho cardiovascular com bulhas normofonéticas, sem sopros; abdome sem visceromegalias, presença de púrpura periumbilical; rigidez de nuca presente. Realizada tomografia de crânio seguida de punção lombar que evidenciou presença de celularidade aumentada (400 células com predomínio polimorfonuclear), proteinorraquia aumentada e hipoglicorraquia. À bacterioscopia, evidenciados bacilos Gram-negativos.
Diante do quadro exposto, a complicação infecciosa observada poderia ter sido evitada por
Ao exame, notam-se múltiplas lesões dispostas em abdome, região inguinal e membros inferiores, em sua maioria eritematosas, algumas com formação de pústula, outras com ulceração crateriforme com bordas eritematosas, inclusive a lesão inguinal, na qual queixa-se de dor, e poucas em estágio cicatricial hiperpigmentado. É digna de nota, particularmente, a maior lesão, presente em coxa, eritematosa, medindo cerca de 4cm, com discreta formação pustulosa em seu centro e flutuação em sua região central, e halo de hiperemia medindo cerca de 10 cm.
Quanto ao caso, é correto afirmar que
Antibiótico
1) Ciprofloxacino
2) Daptomicina
3) Linezolida
4) Sulfametoxazol-trimetoprim
5) Amicacina
Efeito Adverso
( ) Miopatia
( ) Ruptura de tendão
( ) Trombocitopenia
( ) Nefrotoxicidade
( ) Hipercalemia
Esses efeitos relacionam-se, respectivamente, aos antibióticos
Sobre o manejo da doença, é correto afirmar que
No exame físico, apresenta SpO2 de 88% em ar ambiente e presença de escara, medindo aproximadamente 1 cm de diâmetro, na região posterior da perna, que o paciente relatou ter aparecido um pouco antes da febre. No exame laboratorial, era digno de nota plaquetopenia. Ao ser questionado, relatava retorno há uma semana de viagem a Tailândia, Vietnã e Camboja, onde ficou durante um mês.
O médico assistente solicita pesquisa de antígeno para SARS-CoV2 e Influenza A/B, pesquisa de NS1 para dengue, e pesquisa para Plasmodium spp em distensão e gota espessa coradas pelo Giemsa, todos com resultado negativo. É solicitado, então, um parecer à equipe de infectologia que formula a hipótese diagnóstica de uma zoonose endêmica do Sudeste Asiático, transmitida por ácaros, que pode complicar com insuficiência respiratória, renal, meningoencefalite ou, raramente, coagulação intravascular disseminada.
O agente causador dessa doença e seu tratamento são, respectivamente:
Ao exame físico, observa-se úlcera única de 2,5 cm de diâmetro, com bordas elevadas e infiltradas, fundo granuloso e limpo, localizada na face anterior da perna direita. Palpam-se linfonodos inguinais discretamente aumentados e indolores no mesmo lado da lesão. O médico assistente realizou diagnóstico clínico-epidemiológico da doença e optou por início de tratamento com administração intralesional de antimoniato de meglumina.
Considerando o quadro acima, o diagnóstico aventado pelo médico assistente é de
A evolução descrita é compatível com
A análise dos indicadores apresentados permite concluir que ocorre
No décimo dia de internação, iniciou diarreia aquosa, inicialmente com oito evacuações em 24 horas, associada a dor abdominal difusa. Nas 48 horas seguintes, evoluiu com distensão abdominal progressiva, redução importante das evacuações, oligúria e hipotensão.
Ao exame: temperatura 38,1 °C, frequência cardíaca 118 bpm, pressão arterial 82 × 48 mmHg, mucosas secas e abdome distendido, difusamente doloroso, sem sinais de irritação peritoneal e com ruídos hidroaéreos muito diminuídos.
Exames laboratoriais mostram: leucócitos: 32.800/mm³, com 89% de neutrófilos; hemoglobina: 11,4 g/dL; creatinina: 2,4 mg/dL, sendo basal 1,2 mg/dL; albumina: 2,2 g/dL; lactato: 4,1 mmol/L; potássio: 3,1 mEq/L.
Pesquisa molecular nas fezes detecta gene toxigênico de Clostridioides difficile, com imunoensaio para toxinas A/B positivo. A tomografia computadorizada do abdome evidencia espessamento difuso da parede colônica e dilatação do cólon transverso de 6,5 cm, sem pneumoperitônio.
Após reposição volêmica inicial, considerando o diagnóstico, a gravidade da apresentação e os mecanismos farmacológicos envolvidos, qual é a conduta antimicrobiana mais adequada neste momento?
Na reavaliação, apresenta temperatura de 38,7 °C, frequência cardíaca de 106 bpm, pressão arterial de 108 × 68 mmHg e mucosas discretamente secas. O abdome é doloroso difusamente à palpação, sem sinais de irritação peritoneal.
Exames laboratoriais mostram: hemoglobina 14,1 g/dL; leucócitos 15.800/mm³, com 84% de neutrófilos; plaquetas 238.000/mm³; creatinina 1,0 mg/dL; ureia 31 mg/dL; sódio 136 mEq/L; potássio 3,4 mEq/L e proteína C reativa 96 mg/L. Não há evidências laboratoriais de hemólise ou disfunção renal.
A cultura das fezes coletada no atendimento anterior, realizada em meio seletivo sob condições de microaerofilia, encontra-se agora disponível e identifica Campylobacter jejuni.
Considerando a persistência e a intensidade do quadro, o agente identificado e os princípios de uso racional de antimicrobianos, além da manutenção da reposição hidroeletrolítica, assinale a opção que indica a conduta farmacológica mais apropriada e o respectivo mecanismo de ação.
Ao exame, apresenta duas perfurações puntiformes profundas no dorso da mão, uma delas com discreto sangramento, sem secreção purulenta, flutuação ou crepitação. Há dor local leve, sem limitação dos movimentos dos dedos e sem dor à mobilização passiva. Temperatura 36,7 C, frequência cardíaca 78 bpm e pressão arterial 124 × 76 mmHg.
Radiografia da mão não demonstra fratura, gás em partes moles ou corpo estranho.
Exames laboratoriais mostram: leucócitos: 7.900/mm³; neutrófilos: 62%; hemoglobina: 14,6 g/dL; plaquetas: 248.000/mm³; proteína C reativa: 2,1 mg/L; creatinina: 0,9 mg/dL.
O paciente informa ter recebido esquema básico completo contra o tétano, com última dose há 3 anos, e nega alergias medicamentosas.
Considerando a localização e as características da lesão, a microbiologia das infecções relacionadas a mordeduras e os mecanismos farmacológicos dos antimicrobianos disponíveis, assinale a opção que indica a conduta mais adequada neste momento.