Questões de Concurso
Sobre clínica médica humana em medicina
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Mulher de 29 anos consultou neurologista em razão de cefaleia de moderada intensidade, de início há vários anos, porém com piora nos últimos seis meses. Presença de ciclos menstruais regulares, sem galactorreia, sem outras queixas. Na avaliação diagnóstica, solicitado tomografia computadoriza de crânio, que surpreendentemente evidenciou microadenoma de 8 mm na região da sela túrcica.
Qual conduta seria mais apropriada para essa paciente?
Paciente de 59 anos, pós-menopausa, procurou serviço de endocrinologia para avaliação de osteoporose. Negava fratura vertebral e/ou colo de fêmur, porém com antecedente familiar de fratura de fêmur (mãe). Após avaliação dos fatores de risco e da densitometria óssea, paciente classificada como alto risco para fratura osteoporótica.
De acordo com o Guideline de osteoporose da Endocrine Society, qual deve ser a conduta mais correta?
Paciente de 27 anos, admitida no serviço de emergência devido a quadro de palpitações e tremores de extremidades, de início há três meses, porém com exacerbação nos últimos dias, associado a episódios de febre não medida. Ao exame físico, paciente agitada, com períodos de confusão mental, aumento de temperatura corporal (38,2 ºC) e tremores finos de extremidades. FC: 160 BPM (ECG: ritmo sinusal), PA: 155/60 mm Hg. Presença de bócio difuso, consistência fibroelástica. Olhos com exoftalmia bilateral, predomínio à esquerda. Feito diagnóstico de tempestade tireotóxica.
Diante desse diagnóstico, qual deve ser a conduta?
Um homem, com 58 anos de idade, foi atendido em ambulatório de hospital secundário. Relatava dor e queimação epigástrica que aumentava após a ingestão de alimentos, acompanhada de plenitude pós-prandial. Realizou endoscopia digestiva alta que evidenciou úlcera com 5 mm de diâmetro na parede anterior do antro gástrico, na região pré-pilórica.
Com base nos dados apresentados, assinale a alternativa que apresenta a conduta adequada a ser seguida.
Paciente de 40 anos de idade, sexo feminino, procura unidade pública de pronto atendimento com queixa de dor em ferida operatória de ressecção de “nódulo” de 5 cm de diâmetro, na região escapular direita, há 2 dias. Ao exame, ferida cirúrgica com edema, eritema, calor e dor à palpação, associada a flutuação e exsudação em bordos da sutura.
Com base nas informações, qual a conduta propedêuticoterapêutica para essa paciente?
Um homem de 67 anos de idade, tabagista inveterado (carga tabágica = 82 maços-ano), retorna ao ambulatório de clínica médica para trazer os resultados dos exames complementares que haviam sido solicitados na sua última consulta, quando havia se queixado de dispneia aos esforços e tosse crônica produtiva. Reunindo os dados da anamnese e do exame físico, o médico que o atendera considerou como mais provável o diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), solicitando, entre outros exames, a realização de uma espirometria. No resultado desse exame, foram registrados os valores do volume expiratório forçado no 1º segundo (VEF1), da capacidade vital (CVF), da relação VEF1/CVF, do FEF25-75 (fluxo medioexpiratório forçado entre 25% e 75% da CVF) e a resposta ao estímulo com broncodilatador (REB).
Para confirmar tal impressão diagnóstica, o resultado que deve estar indispensavelmente presente em sua espirometria é
Paciente de 60 anos de idade, masculino, procura hospital de atenção secundária com história de “olhos amarelados” há cerca de 4 semanas. Refere “desconforto” discreto em epigástrio e hipocôndrio direito. Nega febre. Ao exame físico, paciente emagrecido, ictérico, 4+/4+, eupneico, normocorado. Abdome plano, flácido, depressível, com vesícula biliar palpável, indolor, sinal de Murphy negativo.
Com base nessas informações, qual a hipótese diagnóstica para o caso clínico descrito?